sábado, 30 de outubro de 2010

SÁBADO, 30 DE OUTUBRO DE 2010

Lula, o analfabeto...

Lula, o “analfabeto”, que não entende de educação, criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PROUNI, que leva o filho do pobre à universidade.

Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o salário mínimo de 64 para quase 300 dólares, e não quebrou a previdência como queria FHC.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis.

Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8.

Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista.

Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo Tribunal Federal (Ministro Joaquim Barbosa, desmoralizado pelos brancos de olhos azuis), uma mulher no cargo de ministra da Casa Civil.

Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é um amortecedor da crise.

Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é um amortecedor da crise.

Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde de produção e vendas.

Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual. Foi eleito o homem do ano de2009, e é favorito para ganhar o Premio Nobel da Paz em 2010.

Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já tinha empatia e relação direta com Bush – notada até pela imprensa americana – e agora tem a mesma empatia com Obama.

Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador, é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de negociador, lá, nos “States”.

Lula, que não entende de Geografia, pois não sabe interpretar um mapa, é ator da mudança geopolítica das Américas e do mundo.

Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.

Lula, que não entende nada de História, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.

Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.

Lula, que não entende nada de nada, de longe é o melhor que todos os outros. Tem uma aprovação popular de quase 85% dos brasileiros. +-170.000.000 (cento e setenta milhões) de brasileiros aprovam o seu governo.

Pense, o que este homem faria, se entendesse de alguma coisa?


Pedro R. Lima, professor UERJ Economia

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Reflexao

O bom é lermos tudo o que se diz a respeito dos mais diversos assuntos e fazermos uma critica particular e ficar com aquilo que vai de encontro com nossas convicções da fé. Temos que fazer nossas escolhas entendendo nossos princípios cristãos e optarmos pela verdade, sem acusações e discriminação a quem quer que seja.  
POSIÇÃO POLÍTICA

Papa: bispos devem orientar

29/10/2010 

Em reunião com bispos nordestinos, Bento XVI pediu que os religiosos apoiem políticos ´a favor da vida´

Roma. O papa Bento XVI condenou, ontem, em reunião em Roma, o aborto e clamou para que um grupo de bispos brasileiros orientem politicamente fiéis católicos, sem mencionar diretamente as eleições que acontecem no próximo domingo.

O líder católico recebeu no Vaticano bispos do Nordeste do Brasil, o maior país católico do mundo, para a tradicional visita Ad Limina (que fazem regularmente para prestar contas de suas dioceses). "Os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas", declarou o pontífice, que condenou projetos políticos que defendam aberta ou veladamente a descriminaliza-ção do aborto. Para ele, a democracia só existe quando "reconhece e tutela a dignidade de toda pessoa".

"Na defesa da vida, não devemos temer a oposição e a impopularidade, rejeitando qualquer compromisso e ambiguidade que se ajustariam à mentalidade do mundo", acrescentou o pontífice.

Bento XVI fez um "vivo apelo a favor da educação religiosa" nas escolas públicas e pediu ainda pela presença de símbolos religiosos em locais públicos. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, foi citado como um exemplo de monumento que contribuiu para o "enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade".

"Os símbolos religiosos têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a Baía da Guanabara?", lembrou o papa.

O aborto ganhou espaço na mídia e na boca dos candidatos a presidente Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) no fim do primeiro turno, impulsionados pela movimentação de igrejas evangélicas e segmentos católicos que pregavam voto anti-Dilma e pró-vida, pois a petista já defendeu a prática.

Após a polêmica, Dilma se comprometeu a distribuir uma carta em templos e igrejas, repetindo declarações feitas ao longo da campanha, como ser "pessoalmente contra o aborto", não encaminhar nenhuma legislação referente ao tema ao Congresso e defender a "manutenção da legislação atual sobre o assunto", que só permite a prática em casos de estupro e risco de morte para a mãe.

Os bispos recomendaram o voto em candidatos comprometidos com o respeito incondicional da vida. O mais veemente, o bispo de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini, divulgou um manifesto contra Dilma, que foi chamada pelo religioso de "candidata da morte".

PEDIDO DA IGREJA
Dilma não se sente afetada; Serra apoia

São Paulo. A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou não acreditar que a recomendação do papa Bento XVI prejudique sua campanha.

A petista não vê nenhum constrangimento na declaração do pontífice e disse que a manifestação da Igreja deve ser respeitada. "Eu acho que é a posição do papa e tem que ser respeitada. Encaro que ele tem o direito de manifestar o que ele pensa. É a crença dele e ele está recomendando uma orientação", afirmou.

Alvo de uma campanha no primeiro turno em igrejas e templos religiosos de que defenderia o aborto, Dilma negou que exista relação entre esses rumores contra ela e o pedido do papa. "Vamos separar as questões. Eu não acho que o papa tem nada a ver com isso. No Brasil, ocorreu outra coisa: uma campanha que não veio à luz do dia, quem fez a campanha não se identificou, não mostrou sua cara. Foi uma campanha de difamações, calúnias e algumas feitas ao arrepio da lei porque a lei proíbe que isso ocorra", disse.

Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática - o fez, por exemplo, em sabatina da "Folha de S.Paulo" em 2007 e em entrevista em 2009 à revista "Marie Claire". Ao longo da campanha, disse que era contra a proposta. Para o secretário de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR), a manifestação do papa não deve atrapalhar Dilma. "Esse assunto não tem mais sentido", disse.

Tucano

O presidenciável do PSDB, José Serra, afirmou, ontem, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que "é bom" o mundo ouvir a defesa da vida feita por intermédio do papa, "um guia espiritual muito importante".

"O fato é que o líder espiritual mundial da Igreja Católica tem pleno direito de emitir as suas diretrizes e orientações para os católicos do mundo. Tem plena liberdade de fazê-lo, é um guia espiritual muito importante", declarou o candidato.

"E a defesa da vida é o que merece fazer parte das palavras do papa, além do que é previsível, além do que é bom para o mundo ouvir isso, a defesa da vida", acrescentou.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Geração do tudo pode!

Esther Cristina Pereira
Observando os adolescentes de 12 a 14 anos, percebemos uma geração de jovens adolescentes desestruturados, sem sentido do coletivo, sem percepção do outro, sem respeito aos mais velhos. Por um lado, pensam que o mundo está a seu serviço, por outro, acreditam que nada precisam fazer, coisas simples, como estudar para uma prova, fazer uma pesquisa, fazer uma redação.

Se não estou enganada, parece que impera a visão de que é possível ser o que quiser sem precisar esforço, sem estudar. A meritocracia foi jogada no lixo, pois se o aluno estudar ou não, é aprovado. Se for reprovado, a culpa é da escola e do professor. É a cultura do mais, enquanto deveria ser a cultura do melhor. 

Penso que à medida que o mundo político proporciona a impunidade e os desmandos com o dinheiro público, estas atitudes levam a um “salve-se quem puder”, ou melhor, “ganhe quanto puder”, e sem esforço.

Observando o comportamento dos nossos jovens - aqueles em quem depositamos nossas esperanças, investimos nosso tempo, dinheiro, esperança de futuro - fica um sentimento de vazio, um sentimento de falta, mas o que falta? Falta saber por que e para quê estudar ... Isto é, se realmente estudam.

Observe quantos bares existem em frente às universidades públicas e privadas, e veja que sempre estão cheios. E os pais desses estudantes estão sendo enganados, ou estão se enganando? Os professores têm imensas dificuldades para cobrar resultados de seus alunos, pois os trabalhos acabam sendo copiados da internet, o desempenho não passa do razoável, e quando se formam, se formam para quê? A distância é grande até o mercado de trabalho. 

Uma pesquisa recente demonstrou que nossos jovens não têm opinião. Os debates dos principais assuntos, como, por exemplo, efeito estufa, crise mundial e desemprego, não atingem os jovens. 

O adolescente não tem espaço na atual sociedade, o mundo do trabalho está limitado aos jovens pelas diversas restrições do Estatuto da Criança e do Adolescente. Por outro lado, as empresas não oferecem oportunidades para que possa iniciar nesse mundo, bem como ocupar o tempo produtivamente. O mundo social o discrimina pelas suas roupas, cabelo e outros modismos próprios da idade. No mundo da família ele não é criança para obedecer e submeter-se incondicionalmente às normas da casa, tampouco adulto para participar das discussões e decisões da família.

São jovens educados pela pedagogia anestésica, onde não é permitido à criança o sofrimento normal da vida. Os pais não deixam a criança chorar, nada pode faltar, não deve ser contrariada, e, com isso, criamos adultos que pensam que tudo é possível na hora que querem. Pessoas que não desenvolvem a resistência natural para dificuldades da vida adulta.

Juntando-se a isto o fato de nossas crianças e jovens terem acesso irrestrito aos “desejos do mundo”, como roupas e tênis de marca, modernos equipamentos eletrônicos, carros e a um padrão de beleza difícil de ser acompanhado, e criados com tudo do bom e do melhor.

Nesse momento, em que definiremos os políticos que comandarão o País, fico com uma sensação esquisita. Como educadora, fico meio decepcionada, pois tudo o que acreditei e lutei, por mais liberdade, democracia, oportunidades, parece que nunca chega, que é só promessa.

Esther Cristina Pereira, diretora de Ensino Fundamental do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná - Sinepe/PR.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2 - A Revolta

Flávio St Jayme
Tropa de Elite 2 é um filme revoltante. Não por seu teor violento, mas por sabermos que aquela é uma das realidades do nosso país. Precisei me segurar para não levantar e ir embora do cinema ao ver o discurso “em favor dos direitos humanos” no início do filme. O discurso em favor dos presos contrastava com as cenas de violência dentro do presídio mostradas ao mesmo tempo. São dois pontos de vista.

No início do filme, quando o Capitão Nascimento é aplaudido, tive que me conter para não aplaudir também. Seu lema é claro e repetido: bandido bom é bandido morto. Este bandido pode ser branco, negro, verde, amarelo, azul ou vermelho. É o assaltante de rua, o traficante da porta da escola, o bando a mão armada que invade bancos. Não tenho pena de bandido, assassino, traficante. Tenho pena de mim, que cada vez mais sinto medo de sair na rua e não voltar inteiro. 

Duas coisas são extremamente revoltantes em Tropa de Elite 2:

1. O “esquerdista e intelectualzinho de m...” é, de certa forma, necessário (mas não me faça acreditar em sua honestidade). Em momento nenhum é questionada sua integridade ou o fato de ele estar se valendo do crime e das organizações criminosas da polícia para se autopromover;

2. É tudo verdade (menos a punição aos envolvidos, isso é mentira da mais descabida), nossa sociedade é um organismo doente e falido. A corrupção está em todas as suas camadas. Todas! E, assim como o primeiro filme mostra que os filhinhos de papai que fazem passeatas e “lutam pelos direitos humanos” são os mesmos que sustentam o tráfico, este segundo filme mostra que não basta acabar com os bandidos pequenos, a bandidagem está muito mais acima.

É um filme que chega a embrulhar o estômago em suas quase duas horas de projeção. Principalmente por sabermos que aquela, sem maquiagens, é a nossa sociedade. E também por saber que a mensagem do filme vai desaparecer, assim como desapareceu a do primeiro, na maquiagem de filme de ação e das balas perdidas. O (agora) Coronel Nascimento se levanta como um Dom Quixote solitário, lutando contra moinhos cada vez maiores e mais poderosos. José Padilha está de parabéns pela coragem de mostrar esta realidade na tela. O filme que já ultrapassou 5 milhões de espectadores em pouco mais de duas semanas tem uma coragem praticamente inédita no cinema brasileiro. Sem se valer de falsos moralismos, sem explorar a miséria ou (pasme) sem falar de ditadura, produziu um fenômeno pop nacional. Agora nos resta esperar que o terceiro se passe em Brasília... ou seria pedir demais?

Flávio St Jayme, sócio-proprietário da Clockwork Comunicação e cinéfilo.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CONSCIÊNCIA POLITICA E SOCIAL

William Pereira da Silva

Existem atividades que merecem aplausos pela iniciativa e desempenho dos envolvidos, entretanto muitas ações têm dispêndio e finalidades pífias e que poderiam servir para algo mais relevante em termo de mudanças políticas, sociais e educacionais.
As situações que afligem a sociedade em geral merecem mais atenção e ações enérgicas que contraponham as políticas mantenedoras de tudo de ruim que existe no contexto social. Muito dos movimentos sociais gastam tempo e dinheiro não atingindo os objetivos para que mudem o quadro do caos e da violência na sociedade brasileira. Vemos campanha contra o fumo, consciência ambiental, consciência negra, movimentos dos sem-tetos, sem-terras, contra a corrupção... Todos merecem respeito e atenção, porém não são eles que modificarão a realidade nefasta que ora se apresenta.  O governo juntamente com o grande capital financia e apóiam muitos destes movimentos que na maioria das vezes não resultam em nada, apenas temos a impressão que algo vai acontecer de diferente dando a sensação do dever cumprido. Temos de criar mecanismos sociais que atuem para insuflar a massa a combater o que realmente causa os transtornos. Lembremos dos movimentos para As Diretas Já, o povo nas ruas em todo Brasil vibrando, aclamando, reivindicando, lutando, mostrando sua força para manter a transição do regime militar para a democracia, que hoje deixa muita a desejar.
A casca do ovo tem de ser rompida, conseguimos apenas vencer uma etapa para a transição democrática que por enquanto somente serviu para oficializar a corrupção e a ética da sujeira moral. Nossas instituições estão corrompidas acarretando um enorme prejuízo para a população em geral e as instituições governamentais. A quebra da casca do ovo tem de  começar pelas escolas, pela educação, devemos abandonar, em parte, a pratica do repasse de conteúdos programáticos e passar a ensinar nossos alunos conteúdos relacionados à consciência política e social revolucionária no sentido de mudar a realidade em que nos encontramos. Devemos ensinar quem são as pessoas responsáveis pelo caos e incitar aos estudantes ir para as ruas com atos idênticos aos movimentos das Diretas Já, caso seja necessário inclusive o uso da força, da revolta.
Muita gente que se diz honrada, ética e tudo o mais, querem mudanças, desejam e apóiam certas ações, incentivam através da imprensa, divulgam que é preciso mudar, denunciam o caos social, a guerra civil disfarçada, no entanto não indica o caminho correto para transpor os obstáculos que nos é imposto pela corrupção profunda. Não se pode mudar uma realidade se não mudamos os componentes que criam esta realidade. Temos de lutar para combater o mal pela raiz. Mudar sem haver conflito, confronto, intrigas é pura utopia de sonhadores que pensam esta ocasionando grandes mudanças com os movimentos sociais que aí estão. Muitos se acomodam em instituições representativas e similares, pensando que isto mudará algo, puro engano, a cada dia a sociedade entra em crise profunda e elas nada resolvem.
Nada muda se eu não mudar, nada muda se você não mudar, querer mudar e permanecer fazendo a mesma coisa todo dia é uma inconseqüência sem limites.
Albert Einstein disse: "É insanidade continuar fazendo à mesma coisa e esperar resultados diferentes." Se tudo  deve mudar, então muita coisa deve mudar. Se todos continuam fazendo à mesma coisa, como é que a nossa realidade se modificará por si mesma?
UM POUCO DE CONVERSA


Sempre fui considerado polêmico e contrário a determinadas situações. Faço parte há mais ou menos 15 anos de uma Comunidade Católica. Preciso dizer com toda a sinceridade: tudo o que sou hoje, deve-se a experiência que tive com DEUS lá pelo ano de 1994. Desde então, minha vida nunca mais foi a mesma. Deus me transformou na pessoa que sou hoje. Mudou minha maneira de pensar de ver o mundo. Durante muitos anos visitei muitas comunidades e preguei o evangelho pra muita gente. Sou um defensor da riqueza da igreja e seus valores espirituais. Tenho plena consciência do papel das novas comunidades para a igreja. Creio no poder Deus e de sua ação na humanidade de todos os tempo. As comunidade Carismáticas que surgiram no mundo nas ultimas décadas, tem contribuído de forma eficaz para o crescimento espiritual da igreja.
Creio piamente no poder de Deus e em sua palavra. Creio nos ensinamentos da igreja e em sua autoridade máxima (PAPA). Isso não me é estranho, pois sei que a igreja está fundamenta sobre a Rocha que é Jesus, o Cristo.
Durante toda a história da igreja surgiram inúmeras heresias e inúmeros falsos profetas, charlatães, entre outros.
Aparecerem os chamados mercenários e outros títulos mais fortes.
Estamos vivendo nos últimos dias uma avalanche de comentários de políticos e tantos outros indivíduos sobre a questão do aborto e por causa disso, tem se gerado um turbilhão de confusão na mente das pessoas mais simples. É um padre que diz isso, é outro que disse outra coisa. Depois não era bem isso que se queria dizer. O que acontece é que no fim deixam as pessoas mais confusas do que elas já são e ficam algumas pseudas pessoas, que se consideram donas da verdade e da" sabedoria divina", em demonizar o candidato A ou o candidato B, por aquilo que disse ou deixou de dizer. Que pena, que em vez esclarecer bem o povo, mas sem impor o seu desejo pessoal ou seu ponto de vista pessoal, querem obrigar as pessoas a fazer tal qual como está sendo dito. Ainda vem com a desculpa de que está evitando que as pessoas cometam erros contra a fé e outras coisas semelhantes. Acho isso perigoso. Dá a impressão de que são donos da razão e como fez a igreja na Idade Media, obedeçam sem questionamentos próprios.
A última agora é a propagação de um vídeo da canção nova, em que um padre diz em alto e bom tom que não se deve votar em determinado candidato porque aprova isso ou aquilo. É verdade que se deve primar pela verdade, pelo bem comum e acima de tudo, pela vida desde a concepção até a morte. Acontece que para alguém preservar vida é preciso entender o que é a vida. E, para entender a vida é preciso ter quem explique o que ela é. Porém, corre-se o risco de preservar tanto uma lei que esquece de anunciar a vida que é Deus. Se a religião fosse mais incisa em anunciar a verdade e se preocupasse mais com o reino de Deus e fizesse com que as pessoas fossem iluminadas por Deus e tivesse a capacidade de discernir o que é bom e o que é ruim, com certeza a história seria outra. No caso de clarear a mente das pessoas para exercerem sua cidadania da melhor forma possível. Lembrando que independente de qualquer coisa, no Brasil, as leis são votadas e discutidas no congresso. São esses homens que representam o Brasil. São eles que precisam ser iluminados pela graça de Deus. Para isso, é preciso que os cristãos orem e se manifestem contra qualquer situação contrária a fé. Porém não temos o direito de condenar quem quer que seja porque alguem disse que aquela pessoa é quase um demônio. Isso já é julgamento e o julgamento antecipado é anti-cristão. Portanto, se alguem se incomoda com esse meu pensamento, exponha suas  idéias contrárias. Vivemos numa democracia e isso é mais do que normal a discordância, desde que preservemos o direito de outros de também manifestar seus pontos de vista.
Esse texto está aberto a comentários. Não sou dono da verdade e portanto, estou sujeito a criticas e a sugestões.

Professor Valdeni Cruz   





 

PENTECOSTE É NOTÍCIA: ENTRE DESAFIOS E EXPECTATIVAS DE NOVOS TEMPOS

A segunda-feira, 22 de junho, foi marcada por acontecimentos que colocaram o município de Pentecoste no centro das atenções. Entre notícias ...