segunda-feira, 19 de setembro de 2011

"Ressurreição dá coragem para enfrentar tudo que vier", diz Papa

Leonardo Meira

Da Redação


Arquivo / AFP
Bento XVI: ''Igreja não pode deixar de ver na fé de seus membros, individual e coletivamente, um grande sinal de esperança''
O Papa Bento XVI encontrou-se com mais um grupo de bispos da Conferência Episcopal Indiana na manhã desta segunda-feira, 19, na Sala do Consistório do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo. A audiência aconteceu por ocasião da visitaad Limina Apostolorum, às 11h30 (horário de Roma - 6h30 no horário de Brasília).

"Nossa crença na certeza da ressurreição de Cristo nos dá confiança e coragem para enfrentar tudo o que vier e seguir em frente, construindo o Reino de Deus, como sempre, auxiliados pela graça dos sacramentos e através da meditação orante das Escrituras", destacou.

O Santo Padre também ressaltou que os mais significativos recursos das igrejas não se encontram nas construções externas, mas nas pessoas que carregam a fé para a vida e testemunham a presença amorosa de Deus através da vida de santidade.

"A Igreja não pode deixar de ver na fé de seus membros, individual e coletivamente, um grande sinal de esperança para a Índia e para o seu futuro", afirmou.


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.: NA ÍNTEGRA: Discurso de Bento XVI à Conferência Episcopal Indiana

O Bispo de Roma salientou ainda que "a Igreja Católica é a amiga do pobre. Como Cristo, ela acolhe, sem exceção, todos os que se aproximam dela para ouvir a mensagem divina de paz, esperança e salvação".

Da mesma forma, convocou os bispos a levar adiante os esforços da Igreja a assumir o desafio de afirmar a dignidade de cada pessoa humana. "Essa dignidade, expressa no respeito e na promoção dos direitos inatos morais, espirituais e materiais da pessoa, não é apenas uma concessão feita por qualquer autoridade terrena. É dom do Criador, e decorre do fato de que somos criados à sua imagem e semelhança".
Bento XVI pediu também que os prelados levem em conta os desafios que a natureza missionária da Igreja implica. "Deveis estar sempre preparados para espalhar o Reino de Deus e caminhar nas pegadas de Cristo". Ele também disse que nota com gratidão os vários esforços das igrejas locais na Índia em comemoração ao vigésimo quinto aniversário da primeira Visita Apostólica do Papa João Paulo II ao país.

"Durante aqueles dias memoráveis, ele teve vários encontros notáveis com líderes de outras tradições religiosas. Manifestando seu respeito pessoal por seus interlocutores, esse abençoado Papa deu um autêntico testemunho do valor do diálogo inter-religioso. Renovo os sentimentos que ele expressou tão bem, 'a trabalhar para a obtenção e preservação de todos os direitos humanos, incluindo o direito fundamental de adorar a Deus segundo os ditames de uma consciência reta e de professar a fé externamente, o que deve tornar-se cada vez mais assunto de colaboração inter-religiosa em todos os níveis'". 


Fonte: Canção Nova

Brasil gasta com saúde pública metade do que investem países como Alemanha e Canadá

País injeta 3,6% do PIB no setor, enquanto europeus e canadenses usam ao menos 6%
A criação do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, e o crescimento econômico não foram suficientes para ampliar os recursos da saúde no Brasil ao longo dos anos, segundo os especialistas consultados pelo R7. Os atuais gastos com a saúde pública no país ficam muito abaixo do que é investido por nações que também oferecem saúde gratuita, como Reino Unido, Alemanha, Canadá e Espanha.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil gastou 3,6% do PIB (Produto Interno Bruto, ou a soma de todas as riquezas do país) com a saúde pública, em dados de 2008 – último balanço oficial contando Estados e municípios. O valor equivale a quase R$ 109 bilhões. De acordo com dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), 56% do que é investido em saúde no Brasil vem de recursos públicos.
Já os países citados investem ao menos 6% de seu PIB no setor público de saúde. Com isso, 60% a 70% do que é gasto com saúde é responsabilidade dos governos, segundo relatório da Opas (Organização Pan Americana de Saúde).
Perfil de gastos mudou pouco em anos
Segundo Aquilas Mendes, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), isso mostra que o Brasil, mesmo tendo mudado seu perfil econômico, ainda está longe de ter o status de desenvolvimento no setor da saúde.
- O Brasil gasta muito pouco com saúde pública. Em 2010, gastou 4% do PIB, uns R$ 127 bilhões. Nós teríamos que chegar a gastar mais 2% [do PIB] para nos igualarmos a esses países. Pelo menos tínhamos que investir mais R$ 83 bilhões.
Somando o setor privado (planos de saúde e gastos particulares), o total dos gastos com saúde no Brasil chega a 8,4% do PIB. No entanto, isso representa metade do índice investido pelos Estados Unidos (16%) e ainda abaixo da média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) – que aplicam 9% de suas riquezas na área (veja mais no infográfico abaixo).



Para Marcos Bosi Ferraz, professor do departamento de medicina da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e presidente da CPES (Centro Paulista de Economia da Saúde), o gasto brasileiro mostra uma defasagem de décadas, por não ter sido muito alterado ao longo dos anos.
- Quando a gente compara o que esses países investem com o que a gente investe aqui, nós temos uma defasagem de 30 anos, relativamente. E quando a gente compara por números absolutos, em PIB per capita, aí nem se compara. Talvez nós estejamos com uma defasagem de 50 anos, e queremos ter tudo o que eles têm na área da saúde.
A desigualdade fica ainda mais gritante quando indicadores de saúde são comparados entre esses países, segundo Ferraz.
- Quando a gente olha indicadores de saúde, como mortalidade infantil, expectativa de vida ao nascer e mortalidade materna, por exemplo, os nossos indicadores de saúde são parecidos aos indicadores que esses países tinham na década de 60. O que mostra um pouco o nosso desafio, a carga de problemas aqui ainda é muito grande. 
Por que faltam investimentos?
Para Lígia Bahia, diretora da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva) e professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), os poucos recursos são resultados da falta de clareza no que deve ser investido no setor.
- É importantíssimo ter recursos para a saúde. A maioria dos países já considera isso há muito tempo. Por isso que, na maioria, mais de 70% do gasto é público, não privado. Na Inglaterra e na França é mais de 80%. No Brasil isso não está claro para os governantes. Como se a gente pudesse ser um país de primeiro mundo sem saúde.

Para a diretora da Abrasco, não é a falta de dinheiro em si que causa essa desvantagem, mas a dificuldade de elencar prioridades nos gastos.
- Não estamos falando de dinheiro, mas de saúde. Quais são os indicadores de saúde que a gente quer alcançar? A gente é a oitava economia do mundo e a 78ª em mortalidade infantil.
Mendes faz coro à falta de prioridade em investimentos e atribui essa realidade à falta de prioridade política. Segundo ele, enquanto os gastos do governo com os juros da dívida pública custaram R$ 185 bilhões, os do Ministério da Saúde foram de R$ 65 bilhões no último ano.
- Isso tem a ver com a lógica de política econômica adotada desde a implantação do SUS em 1988. Desde lá a política econômica não foi alterada e ela não prioriza gasto social. É uma política de alta taxa de juros, de superávit, que leva ao corte de políticas sociais. A prioridade é sobretudo buscar a redução da inflação e do pagamento de juros da dívida.

Funcionários dos Correios fazem assembleias para decidir rumos da paralisação

Agência BrasilRoberta Lopes

Funcionários dos Correios em greve promovem hoje assembleias  em todos os estados. Em Brasília, a reunião está marcada para as 14h. A paralisação já dura seis dias e, além dos carteiros, conta com a adesão de cerca de 10% dos funcionários da área administrativa em todo o país, segundo informações do comando de greve da FederaçãoNacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).
A categoria pede 7,16% de reajuste salarial, referentes à inflação, e reajuste do vale-refeição e do vale-alimentação (R$ 30 por dia). Eles pedem ainda aumento real de R$ 400 e um piso salarial de R$ 1.635. Hoje o piso da categoria é de R$ 807.

Segundo a federação, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) fez uma contraproposta de reajuste de 6,87%, aumento do vale-refeição e do vale-alimentação de R$ 24,50.
O comando de greve orienta as pessoas que forem mandar algum item pelos Correios a perguntar como será feita a entrega. Isso porque há agências terceirizadas que estão funcionando normalmente, mas as entregas correm o risco de não chegar na data por cousa da greve.
O Procon informa que as empresas que encaminham cobranças e boletos pelo correio são obrigadas a oferecer outra forma de envio, como a internet e o fax. As empresas devem, ainda, divulgar alternativas disponíveis. Os consumidores que sabem a data de vencimento de suas contas devem entrar em contato com a empresa, para pedir outra opção de envio e evitar a cobrança de multas e cancelamentos. Em caso de dúvida, a pessoa deve procurar as entidades de defesa do consumidor de sua cidade.

País tem superávit de US$ 1,2 bi na 3ª semana do mês

Agência Estado


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,213 bilhão na terceira semana de setembro, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As exportações somaram US$ 5,944 bilhões, com média diária de US$ 1,188 bilhão, e as importações atingiram US$ 4,731 bilhões, com média diária de US$ 946,2 milhões.
No mês, o superávit acumulado chega a US$ 2,532 bilhões, com exportações de US$ 12,776 bilhões e importações de US$ 10,244 bilhões. No ano, o superávit acumulado atinge a marca de US$ 22,492 bilhões, resultado de exportações de US$ 179,490 bilhões e importações de US$ 156,998 bilhões. O detalhamento do resultado será divulgado pelo governo na tarde de hoje.

Evangelho de Lucas 8,16-18



Segunda-feira, 19 de setembro de 2011

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 16“Ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ao contrário, coloca-a no candeeiro, a fim de que todos os que entram vejam a luz. 17Com efeito, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá tornar-se conhecido e claramente manifesto.18Portanto, prestai atenção à maneira como vós ouvis! Pois a quem tem alguma coisa, será dado ainda mais; e àquele que não tem, será tirado até mesmo o que ele pensa ter”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

domingo, 18 de setembro de 2011

Bote Fé: Missa acolhe Cruz da JMJ e ícone de Maria no Brasil


Domingo, 18 de setembro de 2011, 18h52

Leonardo Meira
Enviado especial a São Paulo


Leonardo Meira / CN
Ícone de Nossa Senhora e Cruz da JMJ chegam ao Campo de Marte. Abaixo, parte dos cerca de 100 mil jovens que participaram do evento
A grande festa de acolhida dos dois símbolos máximos daJornada Mundial da Juventude (JMJ) - a Cruz e o ícone de Nossa Senhora - chegou ao seu cume com a celebração da Santa Missa, na tarde deste domingo, 18, às 16h. O Bote Féreúne 100 mil jovens no Aeroporto Militar de Campo de Marte, em São Paulo, segundo estimativas da Aeronáutica.
O presidente da CNBB, Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, recordou, ao início da Missa, que o tema escolhido pelo Papa Bento XVI para a Jornada no Rio de Janeiro - “Ide e façais discipulos em todos os povos!” (Mt 28, 19) - é uma convocação.

"A Igreja coloca nas mãos de vocês um desafio: seguir Jesus e anunciá-Lo pela Palavra. A Cruz é sinal do compromisso em seguir o Mestre. Sem ela, não há ressurreição. Com Ele, venceremos. E Maria é modelo perfeito desse seguimento. Que sua juventude eterna nos encoraje a seguirmos o testemunho de Seu Filho. Vocês, jovens, são sentinelas do amanhã, a riqueza da Igreja no Brasil", declarou.

Já o Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, representante oficial do Papa no evento, recordou que, na Cruz, é o próprio Cristo que passa. "É Cristo que dá novo ânimo à fidelidade na missão. Ele impulsiona a dar testemunho da fé. É impossível encontrar a Cristo e não mostrá-lo aos outros. Comunicai aos outros a alegria da vossa fé. O Papa dá a vocês a missão de serem protagonistas da bonita aventura de levar esses ícones da fé. Abracem o desejo da Cruz e desenvolvam a alegria de viver e alcançar felicidade", afirmou.

Participaram da celebração o presidente da CNBB e Arcebispo de Aparecida (SP), Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis; o Arcebispo Emérito de São Paulo, Cardeal Dom cláudio hummes; o Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), Dom Orani João Tempesta; o Bispo Auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, Dom Eduardo Pinheiro; o Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri; o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, representando a presidente Dilma Rousseff; o prefeito de São Paulo, Gilberto kassab, e diversas outras autoridades dos Poderes Executivo, Legistlativo, Judiciário, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e diversas outras autoridades eclesiásticas.

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.: NA ÍNTEGRA: Homilia do Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Scherer, durante o Bote Fé
.: Tendas de oração e confissão atraem os jovens no Bote Fé
.: Confira testemunho de voluntários e de um bispo
.: "JMJ começa agora!", exclama Dom Eduardo
.: "Igreja tem fé na juventude", afirma Cardeal

.: "Bote Fé" dá início à JMJ 2013 no Brasil
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Arquivo
Símbolos máximos das Jornadas Mundiais da Juventude iniciam peregrinação pelo Brasil. Abaixo, presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Scherer, e o Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri

Homilia
"Vos reunistes para acolher no sinal da cruz o próprio Jesus, que vem ao nosso encontro, e também o ícone da Virgem Maria, Sua Mãe e nossa Mãe. Nós nos gloriamos na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. N'Ele está a nossa vida e ressurreição. Foi ele que nos salvou e libertou", proclamou oArcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, durante a homilia da celebração.
Ele questionou: Por que nos gloriamos da Cruz de Cristo? "Para nós, a cruz sempre é a pessoa do próprio Jesus. A Cruz lembra que Deus tanto amou o mundo a ponto de entregar seu filho único. Lembra ainda que Jesus, como Filho de Deus, esvaziou-se de Sua glória para vir a nós, fez-se humilde e solidário à humanidade e colocou-se ao lado de cada homem, especialmente ao lado do que mais sofre e parece não valer mais nada aos olhos do mundo", indicou o Cardeal.

Dom Odilo recordou que, quando o Beato 
João Paulo IIentregou a Cruz Peregrina aos jovens, em 1984, para que fosse levá-la ao mundo como sinal da presença de Jesus, recomendou que anunciassem que só na Cruz há esperança de redenção e vida. Depois, em 2003, entregou também o ícone de Nossa Senhora, pois junto da Cruz está sempre a Mãe de Jesus e, onde estão reunidos os irmãos de Jesus em seu nome, lá também está presente Sua Mãe.

"Acolhamos, pois, em todas as partes do Brasil, esta Cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora, como se fosse a visita do próprio Jesus e de Sua Mãe, que neles são lembrados. Que nesta JMJ no Rio de Janeiro, em 2013, Jesus missionário e Nossa Senhora da Visitação possam ir ao encontro dos jovens em centenas de comunidades e cidades do país e capitais dos países do Conesul", salientou o Arcebispo de São Paulo.

Este tempo de peregrinação dos símbolos da JMJ será um tempo cheio das graças de Deus, favorável à evangelização e para envolver jovens na vida e missão da Igreja. "Levemos muitos outros a Cristo, como fizerem os apóstolos e tantos outros antes de nós. Sejamos discípulos e missionários, contagiemos os outros com entusiasmo, alegria e firmeza da fé. Anunciemos Jesus aos outros jovens do Brasil, ajudando-os a encontrar o Salvador. Para toda a Igreja no brasil, este é o tempo favorável para promover a nova evangelização e transmitir patrimônio da fé às novas gerações", ressaltou.

Por fim, disse: "O Brasil está recebendo um carinho muito especial de Deus com este período de preparação para a JMJ 2013. Que seja um tempo de encontros marcantes com Cristo e de descoberta da herança apostólica, guardada, vivida e transmitida pela Igreja de geração em geração e que, hoje, vai passando às mãos de vocês, caríssimos jovens. Bem-vindo a nós, Jesus Cristo Missionário. Bem-vinda a nós, Nossa Senhora da Visitação. Os jovens do Brasil os acolhem de braços abertos". 



Bote Fé

Milhares de jovens vindos de todos os cantos do país participam do 
Bote Féa grande festa de acolhida dos dois símbolos máximos do maior evento mundial da juventude católica: a Cruz e o ícone mariano das JMJ, enviados com antecedência pelo Vaticano ao país que receberá o encontro. O evento na capital paulista reúne evangelização, música e arte ao longo de todo o dia e é organizado pela Arquidiocese de São Paulo e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 


Peregrinação

A Cruz e o Ícone vão percorrer 275 dioceses no Brasil até a vinda do Papa Bento XVI, em julho de 2013, para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Os símbolos da Jornada devem passar por todos os 17 regionais da CNBB. Também estão previstas 19 grandes festas nas capitais brasileiras, todas com o nome "Bote Fé".

Em dezembro de 2012, a Cruz e o Ícone deixam o Brasil e visitam Paraguai, Uruguai, Chile e Argentina; retornam em janeiro de 2013 para o sul do Brasil. A etapa final acontecerá no sul de Minas Gerais, no Vale do Paraíba (SP) e, finalmente, no Estado do Rio de Janeiro, onde chegam em abril de 2013.

Fonte: Canção Nova

Evangelho de Mateus 20,1-16a


Domingo, 18 de setembro de 2011


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos:
1“O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha.
2Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha.
3Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! Eu vos pagarei o que for justo’.
5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três da tarde, e fez a mesma coisa.
6Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’.
8Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’
9Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata.
11Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.
13Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’
16aAssim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos”.



- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Fonte: Canção Nova

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