segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Professores sabem mexer menos no computador do que alunos


A atual geração de professores enfrenta o desafio de aprender a mexer na internet e ensinar com poucos recursos disponíveis.
Leia entrevista do autor da expressão 'imigrantes digitais'
Pesquisa realizada pelo Cetic.br (Centro de estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação) aponta que 64% dos professores de português e matemática de 497 escolas públicas brasileiras acham que sabem mexer menos no computador que os alunos, informa reportagem de Patrícia Gomes publicada na Folha desta segunda-feira.
reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Foram entrevistados 1.541 professores, 4.987 alunos, 497 diretores e 428 coordenadores pedagógicos.
Para Adriana Martinelli, coordenadora de Educação e Tecnologia do Instituto Ayrton Senna, pela primeira vez o papel do professor, como único detentor do conhecimento, está sendo questionado.
"Alunos e professores transitam entre os papéis de ensinar e aprender, principalmente quando trabalhamos com as novas tecnologias".
Dados da pesquisa mostram ainda que as atividades em que os professores mais usam tecnologia são as que têm o centro no docente, sem interação, como exercícios de fixação e aula expositiva, o que é questionado por especialistas.
"A educação tem que ser cada vez mais trabalhada no sentido de partilhar", diz Marc Prensky, educador americano autor dos termos "imigrantes" e "nativos digitais".
Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.

http://www1.folha.uol.com.br

Órgão do MEC aprova contas de municípios que desviam verba da merenda e do transporte escolar

Roberto Maltchik (roberto.maltchik@bsb.oglobo.com.br) e Fábio Fabrini (fabio.fabrini@bsb.oglobo.com.br)
BRASÍLIA - Órgão responsável pelo grosso dos repasses do Ministério da Educação (MEC), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) avaliza contas e autoriza liberação de verbas para municípios que fraudam licitações, não comprovam despesas e aplicam incorretamente dinheiro que deveria financiar a merenda e o transporte escolar. Mesmo quando a Controladoria Geral da União (CGU) aponta as irregularidades, enviando alertas públicos, a autarquia ligada ao MEC dá carimbo de aprovadas a gestões postas sob suspeita ou não se mexe, deixando os casos sem análise.
Não existe legislação obrigando o FNDE a suspender os repasses e seguir o que diz um relatório da CGU, mas o órgão do MEC, segundo auditores, deveria rever seus pareceres ao ficar sabendo que há irregularidades. Só no Rio, a CGU encontrou problemas nas contas de 35 cidades entre 2003 e 2009, que em alguns casos provocaram falta de comida para os alunos. O FNDE afiançou ou manteve sem apreciação a documentação de 34 delas. Só em uma (Miguel Pereira) houve diligência para verificar a situação.
Em 2008 e 2009, uma das poucas contas aprovadas foi a do transporte escolar de Lagoa do Piauí (PI), cidade de 3,8 mil habitantes. Após um pente-fino, a CGU apurou que a licitação para oito rotas foi forjada. Propostas apresentadas pelas empresas traziam os mesmos erros de português. Os serviços prestados estavam longe de cumprir exigências de resoluções do FNDE. Os alunos eram transportados como carga em caminhões e os ônibus eram guiados por motoristas inabilitados.
Somados, os programas de apoio à alimentação (Pnae) e ao transporte escolar (Pnate) - ambos voltados ao ensino básico - transferiram a estados e municípios R$ 15,28 bilhões entre 2005 e setembro de 2011. O primeiro recebeu a maior fatia (R$ 12,79 bi), contra R$ 2,49 bilhões do outro. Apesar das cifras e do elevado índice de irregularidades na educação, é significativo o lapso de tempo entre a transferência do dinheiro e a avaliação, pelo FNDE, da regularidade das contas.
Menos de um terço dos relatórios do transporte escolar, referentes aos exercícios de 2008 e 2009, já foi escrutinado; no caso da merenda, 90% esperam análise. Em setembro, a Polícia Federal mandou prender o prefeito da cidade alagoana de Traipu, após desbaratar um esquema que desviou ao menos R$ 8,2 milhões dos cofres da educação, sendo que parte do dinheiro serviria ao transporte. Fraudes que ocorreram entre 2007 e 2010. Se a prestação de contas desse pistas das irregularidades, o FNDE não as farejaria: o último ano analisado foi 2006.
Prestação de contas não é prioridade
Para cumprir sua obrigação de fiscalizar o dinheiro, o FNDE se vale do controle social, exercido por conselhos de representes da comunidade. Cabe a eles inspecionar as escolas e enviar pareceres pela aprovação, ou não, das contas dos municípios. É tarefa do órgão examiná-los. Em Lagoa do Piauí, os conselheiros se limitavam a aprovar informações prestadas pela prefeitura, o que, segundo a CGU, é falha recorrente no país. Não por acaso, não houve merenda em março nas escolas do município, cujas contas da alimentação constam como "recebidas".
Em Presidente Sarney (MA), com 18 mil habitantes, as contas da alimentação aparecem como aprovadas em 2007 e recebidas em 2008 e 2009. Fora irregularidades em licitações, a CGU esteve lá e apurou que os alimentos eram mal armazenados e preparados com água suja. Em outubro de 2007, os auditores da CGU foram à cidade serrana de Areal (RJ). Detectaram irregularidades nas licitações da merenda, que custou ao município até 200% mais que a comprados por prefeituras vizinhas, com "forte indícios de conluio entre essas empresas". No transporte, os pagamentos ocorriam sem controle pela prefeitura. Nem por isso, as contas de 2007 de ambos os programas deixaram de ser "aprovadas".
- A prioridade é fazer a verba chegar às secretarias, e não a prestação de contas. Quando o conselho local dá parecer favorável, o FNDE apenas ratifica, em vez de olhá-lo. Quando se trata do contrário, não tem gente suficiente para levar o caso adiante - resume um auditor de contas da Educação.
Questionado, o FNDE se negou a informar quantos técnicos avaliam as 25 mil prestações de contas anuais e fazem as oito mil diligências. Em 2004, a equipe aprovou as contas de Rio Bonito (RJ), a partir do relato ofertado pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE). Porém, falhas na licitação provocaram falta de alimentos em, pelo menos, sete dias de um mês.
Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que, em 2009, o FNDE levava, em média, 455 dias para enviar o primeiro ofício ao prefeito ou ao secretário de Educação, depois que alguma irregularidade é constatada ou denunciada. Daí até a instauração e o julgamento de uma tomada de contas especial (TCE), anos se passam. A demora para verificar as contas impede que se recupere dinheiro que pode ter sido usado.

DINHEIRO PÚBLICO QUE VAI PRO RALO


POLÍTICA

MEC aprova contas de municípios que desviam verba da merenda

O Globo
Órgão responsável pelo grosso dos repasses do Ministério da Educação (MEC), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) avaliza contas e autoriza liberação de verbas para municípios que fraudam licitações, não comprovam despesas e aplicam incorretamente dinheiro que deveria financiar a merenda e o transporte escolar.
Mesmo quando a Controladoria Geral da União (CGU) aponta as irregularidades, enviando alertas públicos, a autarquia ligada ao MEC dá carimbo de aprovadas a gestões postas sob suspeita ou não se mexe, deixando os casos sem análise.
Não existe legislação obrigando o FNDE a suspender os repasses e seguir o que diz um relatório da CGU, mas o órgão do MEC, segundo auditores, deveria rever seus pareceres ao ficar sabendo que há irregularidades.
Só no Rio, a CGU encontrou problemas nas contas de 35 cidades entre 2003 e 2009, que em alguns casos provocaram falta de comida para os alunos. O FNDE afiançou ou manteve sem apreciação a documentação de 34 delas. Só em uma (Miguel Pereira) houve diligência para verificar a situação.

Evangelho de Lucas 10; 25-37


Segunda-feira, 03 de outubro de 2011

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25um mestre da Lei se levantou e, querendo pôr Jesus em dificuldade, perguntou: “Mestre, que devo fazer para receber em herança a vida eterna?”
26Jesus lhe disse: “Que está escrito na Lei? Como lês?” 27Ele então respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência; e a teu próximo como a ti mesmo!”
28Jesus lhe disse: “Tu respondeste corretamente. Faze isso e viverás”. 29Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: “E quem é o meu próximo?”
30Jesus respondeu: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes. Estes arrancaram-lhe tudo, espancaram-no, e foram-se embora deixando-o quase morto.
31Por acaso, um sacerdote estava descendo por aquele caminho. Quando viu o homem, seguiu adiante, pelo outro lado. 32O mesmo aconteceu com um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante, pelo outro lado.
33Mas um samaritano que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão.34Aproximou-se dele e fez curativos, derramando óleo e vinho nas feridas. Depois colocou o homem em seu próprio animal e levou-o a uma pensão, onde cuidou dele. 35No dia seguinte, pegou duas moedas de prata e entregou-as ao dono da pensão, recomendando: “Toma conta dele! Quando eu voltar, vou pagar o que tiveres gasto a mais”.
E Jesus perguntou: 36“Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” 37Ele respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele”. Então Jesus lhe disse: “Vai e faze a mesma coisa”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

domingo, 2 de outubro de 2011

EU E O TEMPO


Há dias e dias


Há dias de euforia e há dias agonia. Dia de esperança e dia de vingança. Há dias de amor, mas também há dias de dor.

É a vida dos humanos. Enquanto nela caminha está sempre sujeito aos encantos e desencantos; entre sonhos, ilusões, decepções. 
Mundo de Deus, mundo cão quando eu não entendo as intempéries da vida.
Há tempos para o riso e tempo para o choro, tempo para plantar e tempo para colher o que se plantou. 
Mundo dos homens, dos heróis, dos sábios e dos burros. Mundo dos pobres, dos ricos, dos famosos, horrorosos. Há um mundo de todos.
Há tempo de luz tempos de trevas, ha tempo ainda de se ganhar e de perder novamente. Jogo da vida, onde só ganha quem joga e aprende os segredos e manhas do jogo. 
Há tempo de nascimento, mas também tempo para crescer e depois chega o tempo de morrer. Vida? Uma dádiva divina, uma oportunidade, uma aventura, um desafio, um encontro com o belo, o feio...
Há dias de glória e dias de derrota, dias de pódio e dia de ódio. Afinal, há dias para tudo e mais um pouco. Há dias de construir e dias para destruir o que foi construído. Loucura? Talvez! Mas todos somos um pouco louco. Quem não se acha louco ainda não entendeu nada. Todos somo sábios e ignorantes de alguma forma. Todos somos anjos e demônios, depende da situação. 
Somos o bem e o mal. Já fizemos o bem e o mal algum dia que não lembramos mais. 
Somos a letra e o papel; a tinta e a tela, mão, o coração; somos a cancão, a  razão e a emoção. Somos o tempo e o vento, o esquecimento e a lembrança. Somos terra e ar, quando queremos andar ou voar. 
Somos o calor e o frio, somos a relva e o rio, somos o que quisermos ser.
Só não é nada quem já morreu ou há muito perdeu a capacidade de ser, de viver e de sonhar.
Somos homem, mulher, somos o jovem, o ancião e a criança, somos a lembrança, a esperança, somos a vida.
Somos um, somos todos, somos tudo e nada, somos a a graça e desgraça, somos o tempo que passa, que chega, que vai e vem, mas o tempo faz a vida vencer, o mundo crescer, se mover, se entender, renascer. Tempo de Deus. Meu tempo, nosso tempo.


Professor Valdeni Cruz   

Prefeitura gastou apenas 56%






Até o fim de setembro, aplicações nas áreas de habitação e saneamento não ultrapassaram 22% do previsto para 2011





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Faltando três meses para o fim do ano, a Prefeitura de Fortaleza aplicou somente 56% de todo o orçamento previsto para 2011. Em áreas como Habitação e Saneamento, por exemplo, o porcentual executado não ultrapassa 22%. Proporcionalmente, as ações em saúde pública foram as que tiveram maior aplicação: 64,41%.

Algumas secretarias municipais avaliam que a situação não é preocupante, pois consideram normal que os maiores gastos se concentrem no final do exercício. Por outro lado, vereadores afirmam que a baixa porcentagem de aplicação financeira da Prefeitura até setembro comprova que o Orçamento é uma "peça de ficção" que dificilmente será cumprida.

Uma consulta ao Portal da Transparência da Prefeitura de Fortaleza revela que, até o último dia 20 de setembro, o Município empenhou R$ 2,545 bilhões dos R$ 4,534 bilhões previstos em sua dotação orçamentária para este ano. Áreas básicas como saúde e educação são as que detêm maior volume de recursos: R$ 1,28 bilhões e R$ 848 milhões, respectivamente. Até setembro, foram gastos 64,4% das verbas da saúde e R$ 54,81% da educação da Capital.

Lentidão
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (SME), a aplicação de 54,81% do orçamento não significa lentidão nas despesas, pois a lei não determina o valor a ser executado mensalmente. A assessora jurídica da pasta, Francisca Martir, explicou que a execução financeira deve seguir padrões de qualidade e afirmou que as despesas da SME cumprem um planejamento, devendo ser ampliadas a partir de agora. Para ela, o orçamento vai ser tranquilamente executado até o final do ano.

Já a área de Habitação, tida como prioridade da gestão municipal, teve 21,12% de seus recursos executados até agora. O presidente da Habitafor, Roberto Gomes, salientou que a Lei Orçamentária Anual (LOA) representa uma "expectativa de arrecadação e de execução" e que dificilmente uma gestão pública conseguirá cumprí-lo por conta de fatores que vão desde a dificuldade com licitações até o fluxo financeiro mensal.

Na sua avaliação, a execução apresentada tanto pela Prefeitura quanto pela Habitafor é positiva. A expectativa é de que a Habitafor execute, neste ano, cerca de R$ 60 milhões, o que representaria 40% dos recursos destinados à Pasta. Segundo explicou Roberto, a dinâmica de empenho da Habitafor é diferenciada porque envolve obras físicas, e os custos não são contínuos, mas as ações da Pasta correm normalmente.

Os gastos com saneamento foram de apenas 3%. Conforme esclareceu o líder do Governo na Câmara, Ronivaldo Maia, a maior parte dos investimentos na área são de responsabilidade do Estado, de maneira que a Prefeitura apenas complementa e atua na cobrança à Cagece. "Daí a relação complicada entre a prefeita e a Cagece", pontuou.

Na área de Desporto e Lazer, o porcentual aplicado foi de 52,72%. Segundo a Secretaria de Esporte e Lazer (Secel), a situação é normal por conta do trâmite burocrático que a pasta precisa obedecer. A Pasta informa, ainda, que a maior parte de seu orçamento vem de emendas parlamentares e que muitos processos estariam aguardando assinatura das entidades para serem iniciados. A previsão é de que, até o final do ano, 80% do orçamento seja executado.

Na Câmara Municipal, alguns vereadores revelaram preocupação com o porcentual aplicado pelo Município. Chamando o Orçamento de "peça de ficção", Ciro Albuquerque (PTC) avaliou que os dados do Portal da Transparência revelam que a atual gestão não planeja suas ações e, por isso, não consegue cumprir o que orçou.

Discrepância
Já o vereador Jaime Cavalcante criticou os constantes remanejamentos de verbas. Conforme salientou, a LOA cria expectativa na sociedade sobre os valores previstos para cada área. "Mas quando você compara o orçamento aprovado com o balanço financeiro, você comprova uma discrepância brutal nos gastos da Prefeitura de Fortaleza. Então, nem o orçamento eles levam a sério", disparou.

Já o vereador Marcus Teixeira (PMDB) ponderou que é preciso ter cautela na leitura que se faz sobre as despesas publicadas no Portal da Transparência, tendo em vista que atraso no repasse de recursos por outros entes federativos e particularidades dos processos licitatórios podem desacelerar a execução orçamentária, e a gestão não tem como interferir nisso.

O líder do Governo na Câmara, Ronivaldo Maia, acrescentou que é provável que a Prefeitura tenha executado mais do que o apontado. "Eu, que já fui gestor, sei que não se consegue colocar os gastos no Portal em tempo real", explicou. Na avaliação do parlamentar, a Prefeitura de Fortaleza tem cumprindo bem a tarefa de executar o que orçou, bem como de dar transparência ao que foi executado.

BEATRIZ JUCÁREPÓRTER

Diário do Nordeste

Evangelho de Mateus 21,33-43


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, Jesus disse aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo: 33“Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas, e construiu uma torre de guarda. Depois, arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro.
34Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. 35Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram.
36O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma.
37Finalmente, o proprietário enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’.
38Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ 39Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram.
40Pois bem, quando o dono da vinha voltar, o que fará com esses vinhateiros?”
41Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”.
42Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?’
43Por isso, eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.

 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

Fonte : Canção Nova

Diretor de escola não é sargento. Muito menos um ditador de regras.

A escola é um espaço de aprendizagem, respeito, diálogo e convivência. É nela que devem florescer as boas relações interpessoais entre a ges...