quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Unesco: mundo precisa de 2 milhões de professores para atingir Metas do Milênio


Rádio ONU
Mônica Villela Grayley
A Unesco comemora, nesta quarta-feira, o Dia Mundial dos Professores fazendo um alerta sobre a escassez deprofissionais. De acordo com a agência da ONU, para atingir as Metas do Milênio sobre educação universal, serão precisos mais 2 milhões de docentes nas salas de aula de todo o mundo.
Este ano, o Dia tem como tema: “Professores por Igualdade de Gênero”.  Segundo a Unesco, em escolas primárias, mais de seis em cada 10 docentes são mulheres. Em alguns países este número pode chegar a 90%.
Para a diretora-geral da agência Irina Bokova, é preciso formular políticas que capacitem mulheres e homens para o ensino primário.
Em comunicado, a Unesco afirmou que a escassez não ocorre somente nos países em desenvolvimento, mas também em nações desenvolvidas como Estados Unidos, Espanha, Itália e Suécia.
O caso mais grave de falta de mestres é o da África Subsaariana, que demanda mais de 1 milhão de profissionais. Em seguida vem os países árabes com falta de 243 mil professores. A América Latina concentra apenas 11% da escassez total de docentes.
As estimativas da Unesco, no entanto, não levam em conta professores que estejam fora do trabalho por causa de licença médica ou mudança na carreira. Se forem analisados estes casos, o número subiria para mais de 6 milhões entre 2009 e 2015.

Dilma diz que Brasil aposta no mercado doméstico para enfrentar crise global

Agência BrasilYara Aquino

Ao discursar hoje (5) em Sofia, no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Bulgária, a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, os países desenvolvidos, os mais atingidos pela crise, estão em “encruzilhada”.
“Os países desenvolvidos, que não encontraram equilíbrio entre ajustes fiscais apropriados e estímulos necessários para retomar o crescimento de maneira equilibrada, se encontram numa encruzilhada. Muitas vezes, o que provocou a crise é reafirmado e prescrito como terapia”, disse, em seu discurso na capital búlgara..
Para Dilma, os países desenvolvidos - mais atingidos pela crise - estão em “encruzilhada”
Para Dilma, os países desenvolvidos - mais atingidos pela crise - estão em “encruzilhada”
Dilma listou fatores que estão ajudando o Brasil a enfrentar este período de turbulência na economia global. Entre eles, a aposta no fortalecimento do mercado doméstico, a expansão do emprego e da renda e o aumento dos investimentos sociais e em infraestrutura.
“Apostamos ainda em marcos regulatórios para o sistema financeiro e bancário brasileirobastante robustos, com grandes exigências de capital para os nossos bancos”, acrescentou a presidenta. Ela assinalou ainda que o Brasil procura sempre reduzir o endividamento em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).
Dilma destacou a importância da assinatura de um acordo para cooperação econômica entre os dois países. A presidenta disse que o Brasil é uma porta para a Bulgária entrar no Mercosul. E a Bulgária pode ser uma das portas de entrada do Brasil na União Europeia, completou.
A presidenta lembrou ao empresários que a Bulgária é um importante produtor de fertilizantes. Por isso, enfatizou, tem condições de se tornar parceiro privilegiado do Brasil nos esforços de elevar a produção agrícola. Ela citou ainda a possibilidade de os dois países firmarem parcerias na utilização da energia nuclear para fins pacíficos. Dilma tambémcomemorou o fato de os jatos da Embraer começarem a operar na Bulgária.
Em visita de Dilma à Bulgária começou hoje (5) e termina amanhã (6). Ela se reuniu com o presidente do país, Georgi Parvanov, e com o primeiro-ministro, Boyko Borissov, além de ter recebido a ordem Stara Planina, a mais alta condecoração da Bulgária.
Amanhã, a presidenta vai a Gabrovo, cidade onde nasceu seu pai, Pedro Rousseff, para se encontrar com familiares. Esta é a primeira vez que Dilma visita a Bulgária. Ela disse estar feliz e emocionada com a visita ao país.

Funcionários dos Correios rejeitam acordo e greve segue



LUCIANA COBUCCI
Direto de Brasília
A maioria dos sindicatos de trabalhadores dos Correios rejeitaram, em assembleias promovidas nesta quarta-feira em todo o País, o acordo fechado ontem entre a Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e a direção da estatal, na audiência de conciliação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Com a decisão, a greve da categoria, que dura 22 dias, prosseguirá e será julgada na segunda-feira pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos.
Dos 35 sindicatos estaduais de trabalhadores dos Correios, pelo menos 23 rejeitaram, em assembleias feitas hoje, a proposta de acordo fechada ontem em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Para que a greve fosse encerrada amanhã, as condições acordadas entre a empresa e os trabalhadores deveriam ser aprovadas por pelo menos 18 sindicatos da categoria. Porém, as bases de Acre, Alagoas, Amazonas, Campinas (SP), Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São José do Rio Preto (SP), Santa Maria (RS), Santos (SP), Uberaba (MG) e do Vale do Paraíba rejeitaram acordo. Outras unidades estavam em assembleia e o resultado não havia sido divulgado.
Com a rejeição da proposta, acordada na tarde de ontem durante audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), o processo será decidido em julgamento de dissídio coletivo. O acordo proposto no TST fica invalidado.
O ponto de discordância entre os Correios e os grevistas era o desconto de seis dias não-trabalhados e o aumento real retroativo a agosto deste ano. A ECT havia aceitado devolver o valor relativo aos seis dias de salário e fazer o desconto em 12 parcelas a partir de janeiro do ano que vem. Em contrapartida, os representantes dos grevistas abririam mão de receber o abono de R$ 500 e aceitaram incorporar o ganho real de R$ 80 a partir de outubro em vez de retroativamente a agosto. Os dias parados restantes seriam compensados por jornadas aos sábados, domingos e feriados, sem desconto em folha de pagamento.
Cerca de 2 mil grevistas de todo o País foram a Brasília nesta terça e fizeram um protesto na Esplanada dos Ministérios. Alguns carteiros ficaram acampados em frente ao TST, esperando pelo fim da audiência de conciliação. Segundo a ECT, cerca de 20% dos 110 mil funcionários dos Correios aderiram à greve.
Para tentar diminuir os prejuízos da greve à população, os Correios fizeram mais um mutirão nacional no último final de semana, que resultou na entrega de 13 milhões de cartas e encomendas, além da triagem de 22 milhões de objetos postais. Desde o início da greve, em 14 de setembro, os mutirões foram responsáveis pela entrega de cerca de 25 milhões de cartas e encomendas em todo o país e pela triagem de mais 69 milhões, segundo dados da empresa.
Com informações da Agência Brasil.

Você sabe que está ficando velho quando:

1. Já não acha ruim carregar o guarda-chuva para cima e para baixo;
  2. Vai para a consulta no médico um mês antes da data marcada;
  3. Erra o caminho de casa;
  4. Usa sempre aquele casaquinho de trico azul;
  5. Quando vai conversar com alguém diz: "na minha época";
  6. Quando vai conversar com alguém diz: " na minha mocidade";
  7. Olha para sua vizinha gostosona e diz: "peguei no colo!";
  8. Assobia por aí melodias sem nexo nenhum;
  9. Carrega o jornal para onde for;
 10. Carrega a receita do médico para onde for;
 11. Põe o seu melhor terno para ir comprar pão;
 12. O saco incha;
 13. Refere-se ao dinheiro como "mirréis";
 14. Segura no "puta merda" quando anda de carro (aquele gancho localizado acima da janela do passageiro);
 15. Vai à feira todo sábado;
 16. Na mesma feira briga com todos os feirantes;
 17. Dentro do ônibus pega aquele cara quieto para cristo só para meter o pau nos politicos;
 18. Leva sempre uma sacolinha para carregar coisas de velho;
 19. Arruma companheiros de caminhada;
 20. Gosta de esfregar a barriga no balcão dos botecos;
 21. Durante uma viagem longa o velho (você) sentado no banco da frente do carro, dá aquela escarrada para fora da janela e, como o carro está a 100 Km/h o  "verdão" cai todo na cara do neto que se encontra no banco de trás;
 22. Os farmaceuticos já lhe chamam pelo nome;
 23. Quer se desfazer de sua Variant 72, mas pede pela "raridade" R$8.000;
 24. Confunde uma Mercedez 600 com um Landau;
 25. Para velho carro bom é o Ford "bigode";
 26. Começa a gritar, achando que sua surdez é aplicável aos outras mil pessoas que estão a sua volta;
 27. O trânsito fica literalmente parado quando o velho vai para o mercado com o seu       Galaxi 70;
 28. Confunde (fisicamente) o neto (4 anos) com o filho (27 anos);
 29. Se pega "curtindo" Mozart na rádio easy;
 30. Computador é coisa do capeta!;
 31. Repara se o apresentador do Jornal do meio dia pintou o cabelo;
 32. Passa 15 horas na fila do INSS esperando uma senha para tratar aquele velho bico de papagaio;
 33. Hein ?????
 
 
http://bicicchi.tripod.com/velhoquando.htm

TESTO INUSITADO SOBRE A BOSTA - LEIA E RIA COMO EU RI


Prá ninguém dizer que não entendemos de bosta nenhuma, a HT traz a você um profundo e mal cheiroso Tratado sobre a Bosta, escrito por ninguém menos do que nosso articulista de merda, Sir Marcelo Esterco, digo, Esteves. Como passa grande parte de seu tempo no banheiro, Marcelo dedicou-se, entre outras coisas, à contemplação filosófica do cocô, e nos brinda agora com uma pérola da filosofia de privada. Com vocês, Le Tratè de la Boste!
    (Washington - W.C.) A bosta é um grande mistério. Contemplo agora este pedaço de mim, boiando sobre as águas calmas do vaso sanitário, e medito: decifra-me, ou te devoro!
    A bosta está ligada a mim e estou ligado a ela desde o começo de minha vida. Nem um só dia passei sem ela ou ela deixou de passar através de mim. E isso me leva à conclusão de que não há solidão, quando há um bosta por perto.

Biodiversidade

    Assim como os gaúchos, as bostas também são diferentes entre si, com a vantagem de que não existe merda boiola. As bostas podem ser divididas em várias categorias.
    Então, como dizia Jack o Estripador, vamos por partes:


Cor: As bostas são como os camaleões: mudam de cor, conforme as circunstâncias. Com a
vantagem de que não andam pelas paredes, a menos que se cague no ventilador. O arco-íris da bosta começa com aquele marrom clarinho, quase amarelo. É uma bosta pálida, cor de palha, e combina com cuecas e papel higiênico de tom pastel.
    Depois vem um marrom desbotado, pouco firme. É o tom intermediário entre o palha e o marrom cocô. Este sim, é o tom clássico da bosta universal. Na roupa, no carro, na gravata ou no papel de presente, o marrom cocô é inconfundível.
    Carregando um pouco mais no tom, vem o marrom queimado, tipo moreno jambo e um pouco mais acima vem o preto total, aquela bosta que costuma grudar na pele, na privada, no papel e - algumas vezes - debaixo da unha.
    Há também algumas variações interessantes, como a bosta com passas e a bosta com milho verde. Parece um panetone. A base costuma ser o marrom desbotado, com apliques de pontos pretos ou amarelos, dependendo do gosto de quem caga. As bostas híbridas são raras e nunca se registrou nenhum caso de bostas listradas.
    Por fim, vem a bosta nacional. É uma massa incomum e apresenta um tom verde e amarelo. Normalmente aparece durante o horário eleitoral gratuito, na TV.
Consistência: A bosta, assim com os peitinhos das garotas, diferenciam-se também pela
consistência. Prá você que é burro ou tomou recuperação, consistência significa concordância aproximada entre os resultados de várias medições de uma mesma quantidade. Em suma, as bostas podem ser sólidas, líquidas ou gasosas.
Sólidas: dividem-se em duras, moles e médias, assim como as escovas de dente. As moles são aquelas que você caga e nem sente. Escorrem como um carinho. Já as médias requerem algum esforço mas, em compensação, não são como as duras, que além de exigir muita veia estufada no pescoço, ainda nos lançam num dilema atroz: se parar prá respirar ela sai ou volta?
Líquidas: estas são líquidas e certas e aparecem durante as caganeiras. Praticamente mija-se pelo rabo. São tão rápidas e eficazes que sempre nos surpreendem. Você pensa que só peidou e quando olha, o vaso está cheio de merda!
Gasosas: são os famosos peidos. Engana-se quem acha que peido é peido. Assim como o vapor é a consubstanciação da água, o peido é a evaporação da bosta.
Comportamento: As bostas são imprevisíveis! Assim como as mulheres, não é possível prever o comportamento das bostas. Se você acha que vai peidar, acaba se cagando todo.
    Outras vezes, tem plena convicção que deseja cagar e então, só peida. É um paradoxo. Os
comportamentos mais comuns da bosta são:
Bosta bombardeio: Cai rápida e direta sobre o alvo, fazendo "glub". Espirra água na bunda.
Granada: Espalha-se pela parede do vaso, como estilhaços. Costuma resistir a várias descargas. Normalmente só é removível com aquela escova fedorenta que sua mãe deixa atrás do bidê.
Falsa bosta: Dá a impressão de que vai rasgar o toba. Quando sai, é só um cocozinho.
Bosta Crocodilo: Fica boiando na água, com as costas de fora.
Bosta Titanic: Vai direto para o fundo.
Bosta Submarino: Fica a meia profundidade. Às vezes sobe, às vezes desce.
Bosta Loch Ness: Fica com uma ponta prá fora e o rabinho prá dentro d’água.
Bosta Tímida: Mergulha e some pelo encanamento.
Bosta Chata: Aquela que resiste a várias descargas.
Bosta Inconveniente: Sempre vem fora de hora.
Bosta Compreensiva: Espera você chegar em casa.
Bosta Dalai Lama: Transforma-se em peido e sobe até o Tibet.
Bosta Fujona: Cai fora da água, dentro do vaso, e fica te olhando.
Bosta Dolly: É presa num vidrinho e mandada para o laboratório.
Cheiro: Cheiro de bosta é como mulher feia. Com o tempo a gente se acostuma.

http://bicicchi.tripod.com/bosta.htm

Sem apoio, PT deve adiar votação da reforma política



Subiu no telhado o projeto de reforma política redigido pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS), na foto.

A votação da proposta na comissão que trata do tema na Câmara, prevista para esta quarta (5), deve ser adiada.

O adiamento foi esboçado numa reunião de emergência realizada na noite desta terça (4). Deu-se na casa do líder do PT, Paulo Teixeira (SP).

Além do anfitrião, participaram o próprio Fontana e o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).

Na pele de relator da reforma política, Fontana produziu um texto que reflete mais a vontade do PT do que o desejo médio dos demais partidos.

São dois os pontos da reforma que provocam maior aversão: o financiamento público das campanhas e o voto em lista de candidatos pré-determinados pelos partidos.

Fontana tentou atenuar a contrariedade por meio de fórmulas híbridas. Propôs que a criação de um fundo que, gerido pelo TSE, receberia também doações de empresas privadas e estatais.

Sugeriu que, além de votar nos partidos e em sus listas, o eleitor votasse também num candidato de sua preferência, como ocorre hoje. Aos olhos da maioria, as emendas pioraram o soneto.

Na conversa noturna desta terça, o pemedebê Henrique Alves informou aos petês Fontana e Teixeira que, levado a voto, o texto seria rejeitado.

O petismo não ignorava o risco. Mas imaginava que, a despeito dos narizes torcidos, seria possível aprovar a peça na comissão.

Depois, quando o projeto chegasse ao plenário da Câmara, os sócios do condomínio governista tentariam promover ajustes que contentassem a maioria.

Legendas que frequentam a periferia da coligação aderiram à fórmula do ‘aprova-como-está-para-ver-como-é-que-fica.’ Entre elas PSB, PDT e PCdoB.

Porém, o líder do PMDB cuidou de avisar que seu partido não participaria do acerto. Pior: seria seguido por PP, PTB, PR e adjacências.

Juntando-se à oposição –PSDB, DEM e PPS— o pedaço do bloco governista contrário ao relatório de Fontana derrotaria o texto na comissão.

Fontana aventou a hipótese de manter a leitura de seu texto. Para evitar a votação, um dos membros da comissão seria escalado para pedir vista da proposta.

Lero vai, lero vem concluiu-se que o pedido de vista protelaria a encrenca. Mas não teria o condão de transformar o dissenso em consenso.

Ao final da conversa, Fontana pendia para o adiamento. Como pretexto, invocaria a necessidade de ouvir o PT, cuja Executiva reúne-se nesta quinta (6).

Se mudar de ideia, o relator petista arrisca-se a arrostar uma derrota vexatória. Foi o que deixou antever Henrique Alves em conversa com um amigo.

No dizer do líder do PMDB, estão contra o projeto de Fontana “a maioria da Câmara e as torcidas do Flamengo e do Vasco.”

A má vontade com o texto foi evidenciada em ato público realizado na Câmara à tarde. Convocado para exibir a musculatura da reforma, demonstrou sua tibieza.

Greve dos Correios deve acabar nesta 4ª


Vinicius Gorczerski
Especial para o Diário


A greve dos trabalhadores dos Correios está próxima do fim. Em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho - que durou quatro horas ontem - tanto a Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares quanto a ECT aceitaram proposta da ministra do TST, Maria Cristina Irigoyen Peduzzi.
Nela, o maior incentivador para que os trabalhadores voltem à labuta foi o corte de apenas seis dias no ponto da categoria, que ficou 21 dias corridos de braços cruzados. É o que explica o diretor jurídico da Fentect, Manuel de Lima Feitoza. "Depois de muita discussão chegou-se a um entendimento."
O desconto será feito em em meio dia por mês a partir do ano que vem - prolongando os débitos até dezembro. A medida foi proposta pela ministra porque esses dias já tinham sido descontados da folha de setembro; e que a empresa não abriu mão de cortar. Os Correios, então, terão de pagar o salário de setembro de modo integral.
A proposta prevê ganhos reais de R$ 80 - a serem pagos desde 1° de outubro. Já a reposição da inflação, acumulada em 6,87% em um ano, de forma retroativa ao primeiro dia de agosto. A oferta anterior incluía aumento de R$ 50 mensais a partir de 2012.
Na prática, significa ganhos reais de 9,9% para quem recebe o piso, hoje em R$ 807, além de repor a inflação. Anovidade da rodada de conciliação é a antecipação do pagamento, não mais em janeiro, como previa a última oferta da companhia, antes da decisão de partir para a Justiça.
Em compensação, o adiantamento do salário anulou o abono de R$ 500. Benefício que seria pago de forma imediata antes de ambas as partes decidirem o futuro da negociação na Justiça.
Entre os benefícios oferecidos pelos Correios, está um seguro-medicamento. A ideia é conceder descontos e reembolsos de valores gastos com remédios, além de correção de outros benefícios.
O retorno ao trabalho em todo o País, porém, ainda vai depender do aval dos trabalhadores em assembleias que serão realizadas nos 35 sindicatos às 11h de hoje.
Se 18 votarem pela oferta - o que inclui a subsede do sindicato no Grande ABC, localizado em Santo André, todos os funcionários retornam ao serviço de forma integral já na quinta-feira, estima Feitoza.

INSATISFAÇÃO
O principal motivador para o começo da paralisação, há 21 dias, era a rejeição da empresa pelos pedidos. A Fentect pedia R$ 400 de aumento linear, mais 6,87% de inflação.
Com sucessivas recusas entre categoria e classe patronal, durante o mês, o pedido foi revisto para R$ 200 em ganho real, mesmo assim negado pela estatal.


ATRASOS -  A greve, que se arrasta por 16 dias úteis, deixa pelo menos 9,750 milhões de objetos em atraso para entrega. Na região, 750 mil itens por dia chegam aos seus destinos, em média. O diretor regional do Sintect, Anderson Lima de Moraes, estima que apenas 100 mil foram entregues por dia desde o início da paralisação.
No País, 136 milhões de correspondências estão paradas, o que significa atraso médio de até quatro dias. O sindicato regional tem defendido que desde o começo da onda grevista os índices de adesão chegaram a atingir 90%, mas caíram para 70% na média geral no curso do processo.
Nos centros de distribuição foram onde ocorreram os maiores empecilhos. Há 17 deles na região; sendo três de triagem, responsáveis por selecionar e direcionar às sete cidades os itens. Nesses locais, o índice de paralisação é de 80%, garante Moraes. A ECT afirma que 20% dos funcionários da empresa continuam de braços cruzados no País.

Diretor de escola não é sargento. Muito menos um ditador de regras.

A escola é um espaço de aprendizagem, respeito, diálogo e convivência. É nela que devem florescer as boas relações interpessoais entre a ges...