sábado, 2 de outubro de 2010

Ola! Boa tarde a todos os ouvintes do programa a voz do SINDSEP – PENTECOSTE.
É com alegria que começamos mais um programa, levando até você o melhor da informação, da participação cidadã, da luta por melhores condições de vida para o nosso povo, da luta pela verdade. Acreditamos que esse programa ajuda as pessoas a pensarem, a se tornarem mais ativas e mais conscientes de seus direitos. Também entendemos que as pessoas tem se tornado mais criticas, e ao mesmo tempo, responsável pela mudança de nossa sociedade.
Temos tido uma postura coerente com aquilo que pensamos, sem nos deixamos levar pela política barata, que mais tem atrapalhado do que ajudado. Em várias oportunidades temos elogiado a administração, quando entendemos que é louvável, mas também temos  denunciado quando não tem correspondido com as expectativas da sociedade pentecostence.
Temos certeza de que estamos no caminho certo. Não somos nós que achamos isso, mas pelo que as pessoas tem dito para nós em diversas oportunidades. Elas têm entendido que o dizemos é realmente verdade. Segundo essas pessoas, é muito difícil encontrar programas como este, que incentive as pessoas a pensarem sobre sua liberdade. Que diga que elas podem mudar a realidade. Que diga que o que vivemos na sociedade em relação a pobreza, a miséria, a falta de educação, de moradia, melhores condições de trabalho, melhores salários, muitas vezes depende de nós.
Somos culpados quando não fazemos a nossa parte. Quando dizemos que todo político é ladrão, mas não procuramos ir a fundo e entender que eles estão porque nós o colocamos no poder. E mais, que esses maus políticos podem ser expulsos mesmo tendo sido eleito e estejam governando. O "programa a voz do SINDSEP" tem dito que isso é possível. Também temos dito aqui que não somos obrigados a aceitar a corrupção em nenhuma hipótese. Seja ela qual for. Temos falado da corrupção política, mas também da corrupção das associações comunitárias, que muitas vezes se utilizam do desconhecimento das pessoas simples para desviar dinheiro e comprometer esse povo humilde. Isso as pessoas podem resolver com maior facilidade. Está ali bem próximo de você.
Amanha vamos escolher novos representantes para comandar o nosso país. Com certeza nesse momento tem gente apelando pra tudo quanto é santo e até pro capeta para ir pro poder. Mas nós ainda não decidimos nada até essa hora do dia. Temos em nossas mãos a oportunidade de eliminar aqueles que já sabemos que não vale a pena dar um voto de confiança. Quem são esses? Todos os fichas sujas, mesmo que a justiça não tenha condenado por definitivo. Façamos nós a condenação antecipada deles. Esses já provaram que não podem assumir cargos públicos. Esses demonstraram que são criminosos e incompetentes. Desprovidos da capacidade de representar a nação brasileira. Isso meu caro eleitor, você pode fazer.
Estamos a poucas horas do inicio da votação. Como disse anteriormente, muitos desses gastaram uma boa quantidade de dinheiro para comprar o seu voto. Porem você ainda não votou. Não vote nesse que apareceu de repente e lhe deu algum valor em dinheiro. É corrupto. Você recebeu, pois rirá de você após a vitória. Esse não terá compromisso com você. Não estará preocupado quando você for no hospital fazer uma consulta e não for atendido, ou for mal recebido, ou não tenha remédio. Ele assistirá a notícia e dirá: não tenho nada a ver com isso já fiz a minha parte. Meu caro amigo, que está em qualquer lugar desse imenso município. Você pode não mudar o mundo, mas pode mudar a sua cabeça e o lugar onde você vive. Não adianta viver reclamando dos políticos, dizendo que eles são ladrões. Durante o dia de hoje faça uma análise mais profunda sobre a vida daqueles em quem você está pensando em dar o seu voto. Conheça a história deles. Veja se os projetos que eles já votaram ou apoiaram não foi de contra você, contra a educação, aos aposentados, a saúde e tantos outros projetos que poderiam mudar a realidade de milhares de jovens.
Tudo depende de nós. Deus está olhando para as nossas atitudes. Querendo que nós façamos o melhor por nós. Ele nos deu inteligência. Não aceite a caridade daqueles que chegam pra você e dizem: vote no fulano. O número dele e tal. Isso é querer fazer de fazer imbecil. Denuncie esses criminosos que andam por ai comprando voto. Agora fica mais fácil. Grave. Mande para o ministério publico. Você estará fazendo uma grande ação.
Vamos destruir esse altar dos políticos descendentes de Baal. É nós podemos. Você pode.


VIVA O BRASIL!!!!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Debate na TV Globo reúne quatro 


candidatos à Presidência

Programa nesta quinta-feira (30) teve cerca de duas horas de duração.
Último debate do primeiro turno, encontro foi estruturado em quatro blocos.

Do G1, em São Paulo
Candidatos à Presidência participam de debate da TV Globo nesta quinta (30) Candidatos à Presidência participam de debate na TV Globo (Foto: Alexandre Durão/TV Globo)
Quatro candidatos à Presidência da República participaram na noite desta quinta-feira (30) de debate promovido pela TV Globo nos estúdios da emissora no Rio de Janeiro.
Participaram do debate os candidatos Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), convidados por integrarem partidos com representação na Câmara dos Deputados.
Segundo a legislação eleitoral, dia 30 de setembro foi o último dia para realização de debates, bem como para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, realização de comícios e uso de aparelhagem de som fixa entre 8h e 24h para promoção de candidatos.
O encontro durou cerca de duas horas e teve mediação do jornalista William Bonner. O posicionamento dos candidatos no estúdio foi definido por sorteio. Da esquerda para a direita, posicionaram-se José Serra, Marina Silva, Dilma Rousseff e Plínio de Arruda Sampaio. Foi o último debate antes da eleição do próximo domingo (3).
O debate foi dividido em quatro blocos. No primeiro e no terceiro blocos, os temas foram definidos por sorteio. No segundo e no quarto blocos, os temas foram livres. Cada candidato teve 30 segundos para perguntas, dois minutos para respostas, um minuto para réplica e um minuto para tréplica. Os candidatos ainda tiveram dois minutos cada um para considerações finais no último bloco.
As questões foram feitas de candidato para candidato. Para que todos os candidatos perguntassem e respondessem ao menos uma vez por bloco, houve um rodízio entre os candidatos para que o primeiro a perguntar fosse o último a responder.
Primeiro bloco
O primeiro tema sorteado foi legislação trabalhista. Marina Silva questionou Dilma Rousseff sobre como resolver a informalidade no mercado de trabalho. Em seguida, a candidata do PT perguntou a Plínio de Arruda Sampaio sobre sua política para o funcionalismo público. Após a resposta, foi a vez de o candidato do PSOL questionar José Serra sobre impostos, o terceiro tema sorteado. Previdência foi o assunto seguinte. José Serra questionou Marina Silva sobre suas propostas para o setor.
Segundo bloco
No segundo bloco, os candidatos puderam fazer perguntas com tema livre. A primeira a perguntar foi Dilma, que escolheu Marina para responder sobre ferrovias e hidrovias. Em seguida, Marina questionou Serra sobre propostas de ações em desastres naturais. Na sequência, Serra perguntou a Plínio sobre a importância e propostas para metrô. Em sua vez de perguntar, Plínio questionou Dilma, afirmando que a pergunta se estendia aos outros candidatos, se ela tem vergonha de seu partido.
Terceiro blocoNo terceiro bloco, os temas voltaram a ser sorteados. O primeiro foi habitação. Serra escolheu Marina e perguntou sobre o déficit habitacional no país. O segundo assunto sorteado foi segurança, e Marina questionou Dilma sobre como resolver o problema do setor no país. O tema seguinte foi saneamento e Dilma perguntou a Plínio sobre suas propostas na área. Para finalizar  o bloco, Plínio elaborou questão a Serra sobre saúde. Questionou o candidato sobre sua suposta recusa em se comprometer a elevar os gastos em saúde a 10% do Produto Interno Bruto.
Quarto blocoPlínio de Arruda Sampaio abriu o quarto bloco, que teve tema livre, e questionou Dilma Rousseff sobre redução de jornada de trabalho sem redução de salário, limite à propriedade de terras e cobrança de aluguel compulsório em imóveis vazios. Após réplica e tréplica, Dilma questionou Marina Silva sobre sua avaliação a respeito de ações do governo federal diante de crises externas. Em seguida, Marina escolheu os programas sociais como tema para questionar José Serra. Com direito a uma pergunta na sequência, Serra perguntou a Plínio sobre reajustes acima da inflação.
Os candidatos tiveram ainda dois minutos cada um para as considerações finais.
http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

CONSCIÊNCIA POLÍTICA 

Muitas pessoas imaginam que a política não tem nada a ver com a vida pessoal. É, infelizmente, comum muitas delas afirmarem que não se interessam por política, e, em casos não muito extremos, alguns chegam a dizer que não querem saber de política. 

Porém, a cada dois anos, todos os brasileiros são convocados a votar. Quando acontecem eleições, todo brasileiro maior de 18 anos e que ainda não atingiu 70 anos, tem obrigação de votar. Quem tiver entre 16 e 18 anos ou tiver 70 anos ou mais pode votar se quiser, mas não está obrigado. O voto também é facultativo ao analfabeto. 

Nesses períodos, a política, ou melhor, os candidatos e seus partidos invadem a vida de todo mundo, pela televisão, pelos jornais, nos outdoors, nas ruas, faixas e, por que não, bicicletas com alto-falantes. Quando é tempo de eleição, os temas políticos aparecem nas conversas, nas discussões sobre os candidatos, nas piadas, nos debates pela televisão, nos telejornais, e até mesmo em discussões nas escolas. 

Fora de época das eleições, a preocupação com os temas políticos diminui muito de importância. Pelo menos já não ocupa o centro das atenções e, por decorrência, as matérias de jornais, revistas e da televisão. 

Mas e a política, também se torna menos importante? 

É claro que não. Na verdade, a política interfere em nossas vidas todos os dias. Por vezes, é fácil perceber. Outras vezes, nem tanto. Assim, de forma clara ou de forma menos aparente, todas as leis e medidas, tomadas por aqueles que foram legitimamente eleitos, interferem direta ou indiretamente em nossa vida. Os impostos que pagamos, o trânsito, a vida escolar, a vida profissional, os laços familiares... tudo é regido pelas leis e pelas decisões daqueles que governam. Por isso é importante termos consciência política.

Quando falo de consciência política significa que não devemos votar por impulso, ou porque disseram que tal candidato é melhor, ou porque votamos no candidato mais forte para não ?perdermos? o nosso voto. Termos consciência política significa que devemos escolher atentamente o candidato que quisermos eleger para votarmos certo, e, para escolhermos bem, depende de se observar diversos aspectos, como analisar as propostas concretas de um partido ou candidato e as informações que aparecem nos programas dos partidos. Devemos avaliar cada candidato, que setor ele mais representa, entender quais tarefas ele vai ter de cumprir no cargo para qual está se candidatando e procurar saber se ele está preparado para fazer isso. 

Quando falo de consciência política significa que precisamos participar o tempo todo, isto é, acompanhar acontecimentos, informar-se, debater, aprender, compreender e, é claro, manifestar-se e ouvir as pessoas. 

Também não podemos votar por vantagens pessoais, fazendo com que os interesses de um indivíduo se sobressaiam aos interesses do Estado. Como Shakespeare faz com Ângelo, em Medida por Medida, pronuncie as seguintes palavras: ?Uma coisa é ser tentado e outra coisa é cair na tentação?. Se votarmos pensando apenas em vantagens pessoais todos os outros perderão, mas se votarmos pensando num todo, a sociedade inteira ganhará. Devemos excluir esses políticos que nos oferecem de tudo por um voto. Esses são os ?maus políticos?, se é que podem ser chamados de políticos. 

O que não podemos pensar é que ?todo político é igual? ou ?não adianta votar porque todo mundo rouba mesmo?, pois existem candidatos sérios, honestos e com propostas viáveis para a melhoria de qualidade de vida da população e para o desenvolvimento da cidade, do estado e do País. 

Ao eleitor cabe usar seu poder de análise e avaliação, utilizando seu voto, que é a sua ferramenta, para ajudar a mudar o Brasil. 

Por isso digo que, se todos tivermos consciência política, o Brasil só tem a ganhar! 

RAFAEL DA FONSECA REIS PEREIRA 

BOA NOITE!!!!!

Meu caro Andrade, Landir, Zé das Légnas e tantos outros amigos que lêem esse blog. Quero lhes dizer que estamos as portas das eleições e daqui mesmo de minha casa escuto os berros dos políticos encerrando a campanha. E como sempre, a todo pulmão tentam conseguir mais uns votinhos para bendito candidato que segundo eles é um espetáculo. Perdem a voz defendendo o político que na realidade não teria nenhuma necessidade pra isso, visto que ser honesto deveria ser uma regra a qualquer prova. Se alguém faz as coisas corretas, porque ficar querendo defesa. Parece as vezes que realmente se põe em dúvida sobre sua lisura.
Escutei outro dia alguém dizer que os votos valem ate 100,00 por cabeça. Imagine que um cabo eleitoral tenha uma certa facilidade de conversação e garanta 200 votos para os políticos. Isso multiplicado da uma quantia elevada. Para bom entendedorr é o bastante. Aquele cabo eleitoral, depois da eleição aparece com um carro novo, reforma sua casa, enquanto o pobre e inocente eleitor que vendeu seu voto passara mais algum tempo aguardando novamente a oportunidade de ser visto e reconhecido como um objeto de compra. Isso dói. Mas as vezes eu fico pé da vida. Porque a maioria já sabe que isso é verdade, mas pelo ciclo vicioso em que vive o Brasil, ainda continua nessa situação.
Graças a Deus e ao povo brasileiro, tivemos uma conquista magnífica: "O PROJETO FICHA LIMPA". É um avanço. Mas todos sabem que foi uma ação da população. Acredito firmemente que só através da força do povo, rejeitando toda essa vergonha em que vive o nosso país, mergulhado na corrupção, será possível experimentar uma nova formação de pessoas conscientes e capazes de gerar mudanças concretas em nosso país. 
Acredito que podemos fazer a diferença. Não nos deixemos sucumbir pelo um pouco mais um nada. Isso pode fazer alguma diferença agora, mas no final  
é lixo, vergonha, infortúnio...Segundo a Bíblia, livro santo, "É melhor comer um pedaço de pão seco honestamente, do que se banquetear com o salário da injustiça". Em outras palavras: É melhor manter-se aguardando a hora de Deus pacientemente, do que tomar o que é de alguém. Mas cedo ou mais tarde tudo será retribuído ao honesto e ao desonesto, só que de maneira contraditória. Se conseguir entender isso que estou dizendo então é isso mesmo que você pensou.
Se você for um observador, sabe que é isso que acontece. Então, se usarmos bem nossa inteligência e acreditarmos naquele que tudo pode, não há como fugir a essa realidade.              

quinta-feira, 23 de setembro de 2010



O Sindsep Pentecoste comemora hoje mais uma vitória da categoria dos servidores da Saúde e dos Técnicos-administrativos. A maioria dos vereadores assinaram o Projeto de Indicação apresentado  pela Vereadora Dra. Valéria Braga como sugeriu na Audiência Pública ocorrida dia 16 de setembro. Além dos vereadores Dra. Valéria BragaJosé Cláudio e Roberto Leite, outros 03 (três) vereadores também assinaram o Projeto de Indicação: Vereadora Maria do Carmo, o Vereador Flávio Carneiro e o Presidente da Câmara Chico Miguel entendendo a importância do Projeto para a melhoria das categorias de trabalhadores do serviço público.

Mais uma vez, o Sindicato confirma o reconhecimento dado pela sociedade pentecostense ao seu trabalho como a entidade que luta e que representa todos os servidores públicos do município de Pentecoste.

Publicado pelo Sindsep Pentecoste


O RESULTADO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS VEREADORES DE PENTECOSTE.




Isso é uma prova de que o SINDSEP de PENTECOSTE ESTÁ NA LUTA POR TODOS, EMBORA ALGUNS NÃO RECONHEÇAM E MAIS, AINDA TENTEM ATRAPALHAR.


MAS NÓS ESTAMOS NA LUTA E NÃO VAMOS PARAR. 


A ORDEM É CONTINUAR.... 

domingo, 19 de setembro de 2010

ESSA É UMA BOA ENTREVISTA.

Por Rui Nogueira / BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 19/9/2010 0:24

''Acabar com a desigualdade não é tudo''

''Acabar com a desigualdade não é tudo''
"Conservadorismo. 'O comportamento do Lula, mesmo no tempo de líder da oposição, sempre foi de uma pessoa loquaz'"
Acabar com a desigualdade não é tudo; os maus exemplos no comportamento político têm um viés de 'democracia popular'; os laços com o corporativismo são fortes, significam um retrocesso e 'não são um bom manto para a democracia'.
A síntese é acrescida da percepção de que 'há abuso de poder político' e foi feita pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Ele diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma 'assombrosa conversão ao passado'.
A seguir, os principais trechos da entrevista concedida no início da semana.
O sr. não acha que os exageros retóricos do presidente Lula vão além da circunstância eleitoral e podem estar desligando da tomada os aparelhos da democracia?
Sinceramente, não acho que o presidente Lula tenha uma estratégia nessa direção. Acho que a democracia tem raízes fortes no País, a sociedade é muito diversificada, a sociedade civil é mais autônoma do que se pensa, as empresas são poderosas, a mídia é poderosa. Não acho que o Lula tenha um projeto para cercear a democracia. O que ele tem é uma prática que, às vezes, excede o limite. E, quando isso acontece, eu me manifesto. A democracia não é um fato dado, é uma constante luta. Se a gente começa a fechar os olhos às pequenas transgressões, se elas vão se acumulando, isso tudo distorce o sentido das coisas.
Há algum problema na origem da nossa cultura política?
Sim, a nossa cultura política não é democrática. Nós aceitamos a transgressão com mais facilidade, nós aceitamos a desigualdade perante a lei, para não falar das outras desigualdades aceitas com mais facilidade ainda. Você tem um arcabouço democrático, mas o espírito da democracia não está consolidado.
E de quem é a culpa?
Não é de ninguém. Mas a responsabilidade para não quebrar esse arcabouço e reforçar o espírito da democracia é de quem tem voz pública. O presidente da República é responsável porque a conduta dele, no bom e no mau sentido, é tomada como exemplar. Portanto, ninguém é culpado, mas há responsáveis.
De que maneira explícita pode então ser atribuída uma cota de responsabilidade nesse processo ao presidente Lula?
Uma das coisas que mais me surpreendeu na trajetória política do presidente Lula foi a absorção por ele do que há de pior na cultura do conservadorismo, do comportamento tradicional. Ele simplesmente não inovou na política.
Dê exemplos.
O Lula adotou o clientelismo. Veja o caso do Amapá, onde o presidente Lula pede voto no fulano e fulano porque é amigo. Depois se descobre que o fulano está envolvido em escândalos, mas aí desenrola-se uma mistificação dizendo que nunca se puniu tanto como no governo dele. Isso é um comportamento absolutamente tradicional. Desde quando passou a mão na cabeça dos aloprados, o critério é sempre esse. No fundo, o Lula regrediu ao Império, aplicando a regra do 'aos inimigos a lei, aos amigos a lei'. Ele não inovou do ponto de vista político, mas poderia ter inovado.
O sr. esperava um presidente Lula mais democrático, mas está apontando traços caudilhescos no comportamento dele.
O PT quando foi criado se opunha ao corporativismo herdado do fascismo e de Getúlio Vargas. No poder, o que vemos é que ele ampliou esse corporativismo. O PT trata esse corporativismo como se fosse um movimento da sociedade, quando nós estamos diante da ligação de grupos corporativistas ao Estado e o controle desses grupos pelo Estado.
Responda 'sim' ou 'não' a esta pergunta: Lula tem alguma tentação a cultivar uma variante para a democracia popular?
Sim.
Explique a resposta.
Lula não tem esse propósito, mas a recorrência do linguajar político e a forma de agir levam à crença de que o que vale é ter maioria. E democracia popular é o quê? A democracia é mais do que ter maioria, o que é conquistado à força pelas ditas democracias populares. Democracia também é respeito à lei, respeito à Constituição, respeito às minorias e à diversidade. Tudo isso é obscurecido nas democracias populares, onde se entende que, se você tem a maioria, você tem tudo e pode tudo. Tem o direito de fazer o que bem entender. O presidente Lula não pensa em fazer isso, mas essas são as consequências do comportamento político que ele tem. Precisa ter limites.
Concretamente, que tipo de limite deveria ser imposto ao presidente Lula?
Não se pode, por exemplo, ver o presidente, todos os dias, jogar o seu peso político na campanha eleitoral. E vem agora uma senhora recém-empossada como ministra-chefe da Casa Civil (N.R.: Erenice Guerra, que caiu na quinta-feira, um dia depois da gravação desta entrevista) acusar o principal candidato da oposição, o José Serra, de 'aético'. Acusa por quê? Porque o candidato está protestando contra a violação do sigilo fiscal de sua família. Ela não tem expressão política alguma, mas baseia a acusação no quê? No princípio de que quem pode e quem não pode se sacode.
O sr. foi surpreendido com o discurso do 'nunca antes neste País' do presidente Lula?
De alguma maneira, sim, mas nem tanto. O comportamento do Lula, mesmo no tempo de líder da oposição, sempre foi de uma pessoa loquaz, fácil de apreender as circunstâncias políticas, muito mais tático do que estratégico. Ele falou em 'metamorfose ambulante' e isso explica bem o seu estilo e caracteriza bem o seu traço de conservadorismo.
Qual foi, então, a sua grande surpresa com Lula?
Achei que ele fosse mais inovador, capaz de deixar uma herança política democrática, mostrando que o sentimento popular, a incorporação da massa à política e a incorporação social podem conviver com a democracia, não pensar que isso só pode ser feito por caudilhos como Perón, Chávez etc. Essa é, aliás, a imagem que o mundo tem do Lula, que ele está incorporando os excluídos - o que já vinha do meu governo, a partir da estabilização econômica, mas é verdade que ele acelerou. Mas Lula está a todo o instante desprezando o componente democrático para ficar na posição de caudilho.
O que está na origem dessa tentação?
Na Europa, já não é mais assim, mas em alguns lugares ainda se acha que acabar com a desigualdade é tudo, que vale tudo para acabar com a desigualdade. Valia até apoiar o regime stalinista, o que Lula nunca foi. O que ele tinha de inovador é que o PT falava de democracia, um lado que está sendo esquecido. Nunca disse uma palavra forte em favor dos direitos humanos. Pode, perfeitamente, dizer que o caso nuclear do Irã não pode servir para atacar o país, lembrar o Iraque, mas, ao mesmo tempo, tem de ter uma palavra forte em defesa de uma mulher que pode morrer apedrejada.
O sr. já disse que o governo Lula tem realizações próprias suficientes para não precisar ser 'mesquinho' e usar esse 'nunca antes neste País'. Por exemplo?
O governo do presidente Lula atuou bem diante da crise financeira mundial (2008/2009). Isso não é fruto do passado, é fruto do presente. Nas outras áreas, ele deu bem continuidade, mas na crise podíamos ter naufragado e ele não deixou naufragar.
Outro exemplo de bom serviço prestado pelo governo Lula ao País?
Não sei qual a razão, mas o Lula acertou ao não engordar o debate sobre o terceiro mandato. Não sei se está ou não arrependido, mas o certo é que ele não engordou esse debate.
Em compensação, entrou na campanha com se estivesse disputando o terceiro mandato.
E não precisava. Ele podia atuar dentro da regras democráticas, mas está usando o poder político para forçar situações eleitorais. Há até um movimento em que ele se envolve para derrotar senadores da oposição, parece um ato de vingança porque não gostou da atuação deles no parlamento.
A jornalista e colunista do Estado Dora Kramer falou, há dias, de uma 'academia inativa por iniciativa própria'. É isso?
A frase pode ser um pouco forte, tem muito intelectual opinando, mas a academia está muito distante da vida, produzindo análises vazias. Lidam mais com conceitos do que com a realidade. Falam muito sobre livros, em vez de falar e escrever sobre o processo da vida. Houve, sim, um afastamento da academia desses desafios. A situação do País é boa, a começar pela situação econômica e social, e isso paralisa muita gente, mas a academia é que tem de manter o senso crítico, alertar, dizer o que está acontecendo e que merece reparos.

http://estadao.br.msn.com

Esta é ótima!

Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.


A alma dele chega ao Paraíso
e dá de cara com São Pedro na entrada.

-"Bem-vindo ao Paraíso!"
- diz São Pedro.

-"Mas, antes que você entre...
há um probleminha.
Raramente vemos parlamentares por aqui,
sabe, então não sabemos bem o que  fazer com você.

-"Não vejo problema, é só me
deixar entrar", diz o antigo senador.

- "Eu bem que gostaria,
mas tenho ordens superiores.
Vamos fazer o seguinte:
Você passa um dia no Inferno
e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.

-"Não precisa, já resolvi.
Quero ficar no Paraíso - diz o senador.
-"Desculpe, mas temos as nossas regras. "




Assim, São Pedro o acompanha  
até o elevador e ele desce, desce, desce até o  Inferno.


A porta se abre e ele se vê  
no meio de um lindo campo de golfe.


Ao fundo o clube, onde estão  
todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia "trabalhado".



Todos muito felizes em traje social. 
Ele é cumprimentado, é abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em  que ficaram ricos às custas do povo. 
Jogam uma partida descontraída e  depois comem lagosta e caviar.


Quem também está presente é   
o diabo em pessoa, um cara muito amigável que passa o tempo todo  dançando e contando piadas..




Eles se divertem tanto que, antes que    ele perceba, já é hora de ir embora. 
Todos se despedem dele com abraços e  acenam enquanto o elevador sobe.  


Ele sobe, sobe, sobe e a porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por  ele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso.


Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que  andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.
Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro volta.

-" E aí ?
Você passou um dia no Inferno
e um dia no Paraíso. 
Agora escolha a sua casa eterna."
Ele pensa um minuto e responde: 
-"Olha, eu nunca pensei .. O
Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar  melhor no Inferno."


Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o  Inferno.  

A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.
Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos. 
O diabo vai ao seu encontro
e passa o braço pelo ombro do senador. 
-" Não estou entendendo", -
gagueja o senador - "Ontem mesmo eu estive aqui  e havia um campo de
golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo
todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!"
O diabo olha pra ele,
sorri ironicamente e diz:

-"Ontem estávamos em campanha.
Agora, já
conseguimos o seu voto..."

Essa tem que ser repassada!


VAMOS FAZER ESSA MENSAGEM CHEGAR
AO CONGRESSO NACIONAL   .....

ISSO É PARA PENSAR. SERÁ QUE NÃO É ISSO QUE OS CANDIDATOS FAZEM COM OS SEUS ELEITORES EM MUITAS OCASIÕES??????

Diretor de escola não é sargento. Muito menos um ditador de regras.

A escola é um espaço de aprendizagem, respeito, diálogo e convivência. É nela que devem florescer as boas relações interpessoais entre a ges...