quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Chalita diz que aproximação entre PT e PSD é "desserviço político"





Chalita é pre-candidato a prefeitura
de São Paulo
O pré-candidato à Prefeitura de São Paulo criticou ainda José Serra, que já comandou a capital paulista

O pré-candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, deputado federal Gabriel Chalita, questionou ontem a aproximação entre o PT e o PSD do prefeito Gilberto Kassab e deixou claro que prefere estar só na campanha a fazer alianças que gerem desconfianças no eleitor. "Eu acho estranho porque o Kassab se oferece para o PT, para o PSDB. O PT diz que não num primeiro momento, depois diz que talvez, que vai pensar. Esses elementos fazem com que a população desconfie da classe política. A gente tem de dizer a verdade desde o primeiro momento", comentou o deputado após debate promovido durante a manhã pela Rede Nossa São Paulo.

Ao mencionar a pesquisa apresentada pela entidade sobre a percepção dos paulistanos em relação à cidade e aos governantes, Chalita disse que a aproximação entre PT e PSD é um "desserviço político". Segundo a pesquisa, encomendada pela entidade ao Ibope, a nota dada pelos paulistanos para a honestidade dos governantes foi 2,9 (só 8% dos 1.512 entrevistados deu nota superior a 5 neste item). "Apoios são importantes, mas o que vai ser decisivo nesta campanha é a confiança da população no candidato", justificou.

Entre o apoio de um partido e o impacto de uma aliança sobre o eleitor, Chalita não tem dúvidas: prefere estar só. "Se eu acabar sozinho em relação aos políticos e estiver acompanhado pelo povo, vou ficar muito feliz", disse. Segundo o pré-candidato, o PMDB tem conversado com partidos que têm a mesma proposta programática, entre eles o DEM. "Eles têm demonstrado muito interesse em aliança com o PMDB", contou. "O DEM tem quadros que nos interessam muito e as conversas vão indo bem", emendou.

Chalita criticou a ausência de representantes do PSDB (que ainda não definiu seu candidato), mas elogiou o ministro Fernando Haddad (PT) por ter faltado ao evento. "Se eu fosse ministro não viria. Ele fez bem", disse. Haddad consultou a Comissão de Ética Pública do Planalto sobre a possibilidade de ir ao evento, mas foi aconselhado a desistir porque ainda ocupa o cargo de ministro da Educação.

Falando como candidato, o peemedebista alfinetou o ex-governador José Serra (PSDB), que deixou a prefeitura em 2006 para se candidatar ao governo estadual. "A gente precisa de um prefeito que queira ser prefeito, só isso, que não tenha outros projetos. A cidade carece de líderes focados 100% na cidade", comentou.

O vereador Antonio Donato, presidente do diretório municipal do PT, revelou que o partido tem avaliado a proposta de aliança feita por Kassab ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Vamos conversar bastante no partido", disse. Donato, que adotou um tom ameno nas críticas à gestão Kassab, alegou que o debate eleitoral ainda não havia começado, ou seja, não havia razões para críticas mais contundentes. De acordo com o petista, o diretório municipal continua na oposição à atual administração e não há "nenhum sinal de que isso vá mudar". "A vida é dinâmica, mas não tem nenhuma proposta formal para que a gente mude essa posição do diretório", ressaltou.


Da agência Estado

Governo vai aprofundar busca ativa para tirar 320 mil famílias da pobreza extrema em 2012



O Plano Brasil Sem Miséria vai aprofundar a estratégia da busca ativa para tirar 320 mil famílias da pobreza extrema em 2012. A meta foi definida hoje (19) na reunião convocada pela presidenta Dilma no Palácio do Planalto. Segundo a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, o governo federal também pretende firmar novos pactos com os estados para complementar a renda das famílias localizadas pelo Brasil Sem Miséria. Ela lembrou que nove estados já participam do Plano.
“Essa estratégia é muito importante, porque não só unifica os cadastros, mas complementa a renda. Em 2012, só com esses nove estados que já assinaram o pacto com o governo federal, já teremos 450 mil famílias recebendo o Bolsa Família e a complementação. São 250 mil só no Rio de Janeiro. Essa ação continua e nós vamos conversar com os governos estaduais projetando que podemos ter novos estados participando dessa ação”, explicou a ministra em entrevista coletiva após a reunião com a presidenta Dilma e representantes dos ministérios que participam do Plano.
Segundo Tereza Campello, a presidenta Dilma orientou que as ações do Brasil Sem Miséria voltadas para as crianças de zero a cinco anos sejam fortalecidas. Outra estratégia discutida na reunião foi o atendimento a 250 mil famílias de agricultores rurais extremamente pobres. De acordo com a ministra, 85% dessas famílias estão no Nordeste.
“Vamos começar essa agenda voltada aos agricultores familiares já em 2012 com assistência técnica, distribuição de sementes e instalação de cisternas garantindo que a gente possa atender essas famílias com qualidade.”
Balanço -- O Brasil Sem Miséria superou, em seis meses, todas as suas metas. Entre junho e dezembro de 2011, 407 mil famílias em situação de pobreza extrema foram localizadas pela busca ativa. As famílias foram incluídas no Cadastro Único de Programas Sociais para receber o Bolsa Família.
O Plano também incluiu 1,3 milhão de crianças e adolescentes no Bolsa Família por meio da ampliação dos benefícios concedidos às famílias com filhos de até 15 anos.
Outras ações do Brasil Sem Miséria em 2011 foram a instalação de 315 mil cisternas, a participação de 82 mil novos agricultores no Programa de Aquisição de Alimentos, e a criação de 61 mil vagas do Pronatec.

Blog do Planalto

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Brasil


Douglas Estevam (MST)

03 / 2010


O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Brasil, mais conhecido pelo nome de Movimento Sem Terra – MST, é uma das principais referências atuais quando se discute as formas modernas de organização e mobilização camponesas no mundo, assim como um importante ator na formulação e proposição de modelos de agricultura e na luta contra as desigualdades sociais.
A relevância do MST nestas questões se deve ao acúmulo de experiências implementadas durante seus mais de 25 anos de existência. Sua concepção sobre a reforma agrária, a função e modelos de produção agrícola, formuladas a partir de uma preocupação ambiental aliada à garantia de condições de vida para os camponeses, é resultado de um longo processo de organização e enfrentamentos que o levaram a uma constante reelaboração e aprimoramento de projetos. O desenvolvimento social, político e econômico do Brasil, a importância cada vez maior do país na reorganização internacional da economia mundial, na qual o setor agrícola desempenha um papel de crescente participação, tiveram influência determinante no desenvolvimento da estrutura agrária brasileira e, por extensão, na formas de organização e proposições dos camposenes do Brasil.
Neste dossiê organizado numa parceria entre o MST e o DPH-RITIMO, podemos ter uma visão geral de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Movimento. Embora atividades implementadas por setores importantes do movimento como o gênero, a cultura e a comunicação tenham tido uma presença reduzida – em função do tamanho do dossiê - , a seleção de textos aqui agrupada representa uma profunda análise da estrutura organizativa, do projeto de reforma agrária e organização social que orienta as ações do MST.
Um primeiro texto de carater histórico, Mouvement des sans-terre du Brésil: une histoire séculaire de la lutte pour la terre apresenta, em linhas gerais, as bases da concentração da terra no Brasil, a formação de uma enorme população de sem terras, recriada constantemente em diferentes etapas da história brasileira, até a formação do MST, do qual as linhas gerais de ação, as conquistas obtidas nos seus 25 anos de história e os desafios que se apresentam para o futuro são esboçados. Este texto introdutório permite uma visão geral do Movimento em sua dinâmica com o desenvolvimento histórico do país.
Em um conjunto de textos formulados pelo setor de produção do MST, teremos uma apresentação mais detalhada das diversas atividades de produção agrícola desenvolvida pelo Movimento e as formas de organização implementadas nas áreas conquistadas. Os textos Setor de Produção do MST e cooperativas I e II apresentam a compreensão do Movimento sobre os assentamentos e uma série de exemplos concretos de cooperativas instaladas em diferentes regiões do país. No texto A cooperação agrícola no MST, é a concepção mesma de cooperação, desenvolvida pelo Movimentos em dezenas de experiências em todo o país, que é abordada em sua profundidade e variedade.
Dois textos representam a somatória do conjunto de proposições do MST para um modelo de agricultura que contemple as demandas econômicas, sociais, ambientas e culturais para o conjuto do campesinato brasileiro. Como toda formulação do MST, esses textos são resultado de longos anos de experiências e reinterpretações. Mas essas formulações não são fruto exclusivo da experiência do MST, mas também do diálogo crescente estabelecido com outras organizações camponesas do Brasil, com trabalhadores rurais, sindicatos, e também com cientistas sociais, especialistas, economistas e teóricos da questão agrária com os quais estabelecemos uma fecunda troca desde as origens do Movimento. Trata-se das últimas proposições elaboradas pelo MST para um programa de reforma agrária, sintetizadas nos documentos intitulados Proposta de um Projeto de Reforma Agraira Popular I e II. Um outro aspecto desse processo é encontrado na declaração final do V Congresso do MST, do qual a Carta do 5° Congresso Nacional do MST apresenta os compromissos assumidos.
Um intercâmbio crescente vem se desenvolvendo entre as organizações camponesas do mundo inteiro. De um lado, isto é consequência da integração cada vez mais acentuada no setor agrícola, com um aumento sem precedentes do poder político e econômico de grandes empresas e grupos financeiros que atuam em escala internacional em diversos níveis do setor. São empresas que desempenham um papel central na produção agrícola mundial. Mas uma das razões maiores desta articulação entre os movimentos camponeses talvez possa ser encontrada no fato de que a emergência dessa estrutura economica foi acompanhada de uma não menor luta de resistência de camponeses de todo o mundo, fruto direto das consequências deste modelo. É assim que a organização internacional Via Campesina entrou no cenário social internacional como uma representação direta dos camponeses afetados por este processo. Para esse dossiê selecionamos dois textos discutidos nas duas últimas conferências internacionais da Via Campesina. Formulados por João Pedro Stédile, da coordenação nacional do MST e Via Campesina Brasil, os textos A natureza do desenvolvimento capitalista na agricultura e A ofensiva das empresas transnacionais sobre a agricultura, nos apresentam um conjunto de elementos para interpretação desse processo.
Outra questão de relevância para o debate contemporâneo sobre a questão agrária, além das formas atuais de concentração e apropriação da terra, é a das sementes. Com o desenvolvimento da indústria biotecnológica, as sementes transgênicas, associadas à utilização de pesticidas químicos, representou um mudança de extrema importância na autonomia produtiva dos camponeses – em consequência do controle de patentes das sementes – e de grandes impactos ambientais e sociais. O texto elaborado por Horácio Martins de Carvalho, O oligopólio na produção de sementes e a tendência à padronização da dieta alimentar mundial, nos apresenta uma análise do assunto. De outro lado, a implementação de modos de produção que assegurem um bom equilíbrio ecológico e qualidade produtiva, desenvolvida pelos camponeses, ainda precisa superar vários desafios e restrições. A viabilidade dessa proposta é apresentada pela coordenação nacional do MST no texto O papel estratégico da agroecologia para o MST.
Abordando um outro conjunto de experiências nas quais o MST obteve um grande acúmulo, o texto preparado por Roseli Caldart, A Educação no MST, do setor de Educação do Movimento, no apresenta os princípios gerais que norteiam as atividades educacionais desenvolvidas pela organização. Uma outra seleção apresenta as formulações do Movimento para o campo da formação política, um dos pilares do processo organizativo do MST. Igualmente amadurecida durante um longo período, e em constante evolução, as proposições, indagações e concepções sobre a função da formação política são apresentadas no texto A formação de quadros políticos: elaboração teórica, experiências e actualidade, do membro do setor de formação do MST Adelar Pizetta. Complementando o assunto, temos um texto sobre a Escola Nacional Florestan Fernades, de autoria de Thierry Derrone, intituladoÉcole nationale du MST “Florestan Fernandes”.
Para finalizar este dossiê, selecionamos um texto que aborda uma das experiências mais particulares do MST, a mística. De grande importância simbólica e valorativa, acompanhando o conjunto das ações realizadas pelo Movimento, a mística, esta forma de vivenciar a organização e a participação de seus membros e militantes representa um dos traços culturais mais caracteríticos do MST. O membro da coordenação nacional do Movimento, Ademar Bogo, sintetiza sua complexidade e multiplicidade de dimensões no texto A mística: parte da vida e da luta.

Esperamos que este pequeno conjunto de textos possam propiciar para os interessados uma boa introdução ao Movimento Sem Terra – MST. Não é um conjunto definitivo, muitas coisas poderiam ser acrescentadas, mas tentamos agrupar o maior número possível de elementos que permitam uma visão de conjunto, na sua maior parte formulada pelos próprios membros do Movimento, na perspectiva de que o debate, a reflexão e a prática da reforma agrária e da luta pela terra possam ser melhor compreendias, que a análise do assunto seja enriquecida, e que avanços sejam conquistados por todos e todas que se empenham no combate às desigualdades sociais ainda presentes em nossa sociedade.

Chove em pelo menos 63 municípios cearenses, segundo Funceme


As maiores precipitações foram verificadas nos municípios do Cariri, especialmente em Lavras da Mangabeira, com 89,2 milímetros


Choveu em 67 municípios cearenses, entre 7 horas da última quarta-feira, 18, e 9 horas desta quinta-feira, 19, segundo boletim da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).
As maiores precipitações foram verificadas nos municípios do Cariri, especialmente em Lavras da Mangabeira, com 89,2 milímetros. Choveu forte também em Deputado Irapuan Pinheiro (85 mm), Viçosa do Ceará (80 mm), Cedro (74 mm) e Lavras da Mangabeira (72 mm).
A previsão do tempo para o Ceará para hoje é de céu variando entre nublado e parcialmente nublado com chuva em todo o Estado, principalmente na região Jaguaribana. A umidade relativa deve ficar em torno de 75% em todo o Estado.
Em Fortaleza, a previsão é de nebulosidade variável com ocorrência de chuvas durante a manhã.

CHUVA EM PENTECOSTE


Luiz Gonzaga  retrata bem o nosso sentimento diante da chuva aqui no Norte. Depois de vários meses de seca e calor, ficamos aguardando com ansiedade o momento em que a chuva vai cair no chão, pois quando essa chuva cai no chão e motivo de um pouco de frescor e cheiro de terra molhada, pássaros cantando, matas verdejantes.
É quando a chuva bate no chão que nosso homem do campo levanta os olhos pro céu e diz de alma lavada: Obrigado meu Deus por ter se lembrado de nós.
Quando chove no sertão libera-se no homem do sertão o sentimento de fartura, de rios cheios, peixe...Feijão verde, canjica, pamonha...
Para nossa alegria, hoje em Pentecoste deu a primeira chuva do ano de 2012. Amanhecemos o dia sendo despertados pelos pingos grossos da chuva que escorreu pelo telhado dispersando a poeira acumulada pelo tempo. Nosso ser sorrir diante de tamanha felicidade.
Obrigado Deus por vossa bondade para conosco.     





Último Pau de Arara
Luíz Gonzaga

A vida aqui só é ruim
Quando não chove no chão
Mas se chover dá de tudo
Fartura tem de montão
Tomara que chova logo
Tomara meu Deus tomara
Só deixo o meu cariri
No último pau-de-arara (bis)
Enquanto a minha vaquinha
Tiver o couro e o osso
E puder com o chocalho
Pendurado no pescoço
Eu vou ficando por aqui
Que deus do céu me ajude
Quem sai da terra natal
Em outros cantos não para
Só deixo o meu cariri
No último pau-de-arara (bis)

Professor Valdeni Cruz

Evangelho (Marcos 3,7-12)


Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 7Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. 8E também muita gente da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. 9Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse.
10Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. 11Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: “Tu és o Filho de Deus!” 12Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Planalto: novo ministro da Educação será Mercadante


Mercadante será substituído por Marco Antônio Raupp (Foto: AFP)
O ministro da Educação, Fernando Haddad, deixará o governo na próxima terça-feira (24), informou hoje a Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto. Haddad será substituído pelo atual ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. De acordo com a secretaria, o atual presidente da Agência Espacial Brasileira, Marco Antônio Raupp, assume a pasta de Ciência e Tecnologia no lugar de Mercadante.
Em nota, a presidente Dilma "agradece o empenho e a dedicação do ministro Haddad à frente de ações que estão transformando a educação brasileira e deseja a ele sucesso em seus projetos futuros". "Da mesma forma, (a presidenta) ressalta o trabalho de Mercadante e Raupp nas atuais funções, com a convicção de que terão o mesmo desempenho em suas novas missões".
Na próxima terça-feira (24), serão realizadas a posse e a transmissão de cargo dos novos ministros. Um dia antes, o Palácio do Planalto prepara um grande evento de bolsas do ProUni - Programa Universidade Para Todos para marcar a saída de Haddad do governo. No mesmo dia, está prevista uma reunião ministerial, à qual devem comparecer Haddad, Mercadante e Raupp.

Demonstrativo das Transferências Constitucionais Federais ao Município de Pentecoste (Janeiro a Julho de 2026)

02 de agosto de 2026 O município de Pentecoste recebeu, entre os meses de janeiro e julho de 2026, os seguintes valores referentes às transf...