sexta-feira, 14 de agosto de 2026

POR FALTA DE UM GRITO, SE PERDE A BOIADA


Imagem criada com IA


Ontem, dia 13, trouxemos ao conhecimento dos servidores uma situação preocupante: muitos não estavam assinando a folha de frequência em seus locais de trabalho. Isso é um erro e precisa ser corrigido.

A assinatura da frequência é uma segurança para o próprio servidor. É por meio dela que se comprova a presença e o cumprimento da jornada de trabalho. Caso surja alguma acusação injusta ou questionamento sobre sua presença no serviço, como o servidor poderá se defender se não existe um registro de que esteve trabalhando?

Também tomamos conhecimento de outra situação que merece atenção. Em determinado local de trabalho, uma servidora contratada pela seletiva não estaria exercendo a função para a qual foi contratada. Outra pessoa teria sido colocada em seu lugar, enquanto ela estaria trabalhando em outro local. Se os fatos se confirmam dessa forma, trata-se claramente de uma irregularidade.

Hoje, porém, recebemos a informação de que a situação será solucionada.

Pode parecer algo pequeno, um simples caso isolado. Mas é justamente assim que muitas irregularidades começam: primeiro acontecem aqui e ali e, se ninguém questiona, denúncia ou cobra providências, acabam se tornando algo considerado normal.

É evidente que o chefe do Poder Executivo não pode estar, o tempo todo, fiscalizando pessoalmente cada ambiente de trabalho. Essa responsabilidade também cabe aos chefes e responsáveis por cada setor, que devem estar atentos ao funcionamento dos serviços e ao cumprimento das atribuições de cada servidor.

Muitas pessoas veem determinadas situações, não concordam, mas preferem ficar caladas. E o silêncio, muitas vezes, acaba contribuindo para que o erro continue. Porém, em algum momento, alguém quebra o silêncio.

Por isso, estejamos atentos. Fiscalizar, questionar e cobrar o cumprimento das regras também é um exercício de cidadania. Defender o que é correto não é perseguir ninguém. É contribuir para que o serviço público funcione com responsabilidade, transparência e respeito.

Professor Valdeni Cruz
Diretor do SINDSEP PENTECOSTE

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Vereador Roberto Leite faz críticas à gestão e cobra respostas sobre comunidades, obras e educação em Pentecoste

Parlamentar utilizou a tribuna da Câmara Municipal para relatar demandas e questionar situações envolvendo transporte escolar, obras públicas, atendimento às comunidades e problemas na educação.


O vereador Roberto Leite utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Pentecoste para fazer uma série de cobranças e críticas relacionadas à atenção dispensada às comunidades, ao transporte escolar, às obras públicas e à situação da educação no município.

Durante sua fala, o parlamentar reclamou do que considera falta de atenção às demandas que apresenta. Segundo Roberto Leite, pessoas que não apoiaram o atual prefeito estariam conseguindo ter determinadas solicitações atendidas, enquanto ele, mesmo tendo votado e apoiado a atual gestão, não estaria recebendo a atenção que considera necessária.

Entre os assuntos abordados esteve a situação da rota de ônibus do Mocó. O vereador questionou a forma como a rota está sendo conduzida e defendeu que as ações da administração municipal sejam realizadas com justiça e igualdade, independentemente de posições políticas.

Obras em comunidades

Roberto Leite também falou sobre obras em andamento no município. Ele citou o Posto de Saúde da Casa de Pedra, destacando que, segundo suas informações, há dois pedreiros trabalhando na obra, fato que considerou positivo diante das demais críticas apresentadas.

Por outro lado, o vereador chamou atenção para a situação da Escola da Lagoa da Porta, que, segundo declarou, está em reforma há aproximadamente um ano e ainda não teve os serviços concluídos.

Cobranças na área da Educação

A Educação foi um dos principais temas da fala do parlamentar. Roberto Leite relatou a situação de uma professora, sua irmã, que trabalha, segundo ele, com 36 alunos em sala de aula. O vereador afirmou que ela não estaria recebendo a gratificação de 15% relacionada ao atendimento de alunos especiais.

Segundo o parlamentar, requerimentos já foram apresentados sobre a situação, mas até o momento de sua fala na tribuna não teria havido uma resposta ou solução para o problema. Roberto Leite afirmou ainda que chegou a tratar pessoalmente do assunto com o prefeito, mas declarou que a questão continua sem resolução.

O vereador também relatou a existência de outra escola com uma turma de quase 30 alunos em uma classe multisseriada, reunindo estudantes do 1º ao 5º ano, situação que, na sua avaliação, merece atenção da administração municipal.

Outro ponto levantado foram os resultados do IDEB, com questionamentos sobre os índices obtidos pelo município tanto nos anos iniciais quanto nos anos finais do Ensino Fundamental.

Qualificação e comando na gestão educacional

Na tribuna, Roberto Leite defendeu ainda que diretores e coordenadores das escolas sejam profissionais qualificados e preparados para exercer suas funções com eficiência. 

Ao comentar a condução da Educação Municipal, o vereador afirmou considerar Gardel uma pessoa competente, mas fez críticas à atuação da gestão na área. Em síntese, declarou entender que estaria faltando maior comando e organização na condução dos trabalhos.

Roberto Leite também afirmou que tem enviado mensagens ao senhor Luiz Carlos, sem, segundo ele, receber respostas.

Cobranças à administração municipal

As declarações do vereador representam uma série de cobranças políticas e administrativas dirigidas à gestão municipal, especialmente em relação às demandas das comunidades, à conclusão de obras, ao transporte e às condições enfrentadas por profissionais e estudantes da rede pública de ensino.

Professor Valdeni Cruz 

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Direito não é favor: servidores públicos merecem respeito

12 de agosto de 2026


As arbitrariedades contra o servidor público parecem não ter fim. Mudam estatutos, alteram leis orgânicas, revogam normas em vigor — sempre com a mesma intenção: reduzir ou eliminar direitos. Não realizam concursos públicos para manter os cabides de emprego, não reajustam salários, não implementam garantias já previstas em lei.

São verdadeiros larápios de direitos!

O mais revoltante é perceber que ainda existem pessoas e, muitas vezes, os próprios servidores que defendem tudo isso com unhas e dentes. Por quê? Porque muitos estão agarrados às tetas das prefeituras, beneficiando-se direta ou indiretamente desse sistema.

Mas é preciso reagir. É preciso denunciar, questionar e lutar. "O servidor público não pode ser tratado como inimigo, mas como peça essencial para o funcionamento da sociedade". Sem valorização, sem respeito e sem cumprimento da lei, quem perde é a população.

📌 O que está em jogo?

  • A qualidade dos serviços públicos que chegam à comunidade.

  • A motivação e dignidade de quem dedica sua vida ao serviço coletivo.

  • O respeito às conquistas históricas que não podem ser tratadas como favores.

Direito não é favor. Servidor público merece respeito, valorização e o cumprimento daquilo que está na lei. Essa luta não é apenas dos servidores, mas de toda a sociedade que depende de um serviço público forte, justo e eficiente.

Professor Valdeni Cruz - Diretor do SINDSEP PENTECOSTE

terça-feira, 11 de agosto de 2026

DIA DO ESTUDANTE

Como Professor já se vão 24 anos de Magistério e é um privilégio já poder ter convivido nas mais diversas turmas de estudante. Cada turma é uma história e de histórias que deixam marcas que levamos pra sempre. Parabéns a todos os estudantes.




PROCESSO SELTIVO PARA CONTRATAÇÃO DE AGENTE DE SAÚDE

  Professor Valdeni Cruz