terça-feira, 21 de maio de 2013

EDUCAÇÃO DE PENTECOSTE - PROBLEMA


Professor Valdeni Cruz

Estes dias estive pensando sobre a realidade da educação em nosso Município. Há alguns dias atrás foram demitidos mais de 50 profissionais da educação. Todos vimos com tristeza as demissões arbitrárias, pois os mesmos não haviam recebido qualquer aviso prévio por escrito. Foram acima, foram abaixo e de repente, começa o processo de retorno aos postos de trabalho dos quais haviam sido demitidos. Achávamos nós que o motivo das demissões fosse realmente o inchaço da folha e que muitos desses profissionais temporários poderiam ser substituídos pelos efetivos.  Fica a pergunta: o que é que está acontecendo realmente na educação de Pentecoste? Se demitiram não era porque estavam certos das demissões? Então porque retornar estes profissionais? E porque que não voltaram todos? Penso eu estamos perdidos sem saber o que realmente está acontecendo. Agora o que me preocupa é que enquanto não se resolve os problemas existente e ainda estão a procura de outros. É projeto pra tudo quanto é lado. Agora, o mais novo projeto que querem implantar é um Projeto do Governo do Estado, que se chama Projeto Diretor de Turma. Projeto este que deverá se iniciar com as turmas de 6º e 9º ano. Para cada turma dessas séries deverá ter um professor encarregado de acompanhar esta turma em todos os sentidos. 
Este Projeto é bom na sua essência. O que não é bom é o não entendimento da realidade do Projeto. Estou falando com conhecimento de causa. Eu trabalhei três anos no Projeto na Escola Etelvina Gomes Bezerra. No Estado, os professores tem 1/3 de planejamento e são 5 aulas diárias. O professor do Estado tem 5 horas dedicadas ao projeto. No município querem implantar o projeto mas não implantaram ainda 1/3 de planejamento, os alunos só tem 4 aulas diárias e na sexta-feira só tem 2 aulas. Pergunta: que disciplina sairia do currículo? E a demanda de professores que vai precisar para assumir as aulas dos professores que estão engajados o projeto? A questão é que se comprometem com coisas com as quais não tem conhecimento. A reposta pelas quais as coisas não certo está em não terem ciências se o que estão pensando e coerente e também não pensam nas prioridades que ainda não estão acontecendo.
Ora, se estão demitindo profissionais por causa da folha de pagamento que está alta, como é que querem implantar um projeto que demanda aumento de profissionais? Me parece um pouco sem sentido. Uma coisa é certa: enquanto não houver seriedade naquilo que se quer fazer, vamos estar sempre a nos lamentar com problemas vindouros.

Evangelho de hoje (Marcos 9,30-37) Terça-Feira, 21 de Maio de 2013



7a. Semana Comum



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 30Jesus e seus discípulos atravessaram a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso, 31pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão, mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”.
32Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. 33Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “Que discutíeis pelo caminho?” 34Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior.
35Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” 36Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a disse: 37“Quem acolher em meu nome uma dessas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas aquele que me enviou”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Bolsa Família: Movimentação nas agências começa a se normalizar


Redação Web 
Após circulação de boato nas redes sociais sobre uma suposta suspensão do Programa Bolsa Família, a movimentação nas agências lotéricas e postos da Caixa Econômica Federal (CEF) de Fortaleza começa a se normalizar.
Em uma lotérica e no posto da Caixa localizados na Av. Duque de Caxias, no Centro da Capital, as filas longas faziam parte do cotidiano de atendimento. Dentre as pessoas que aguardavam especificamente para retirada do Bolsa Família, poucas o faziam por medo do cancelamento do Programa e consequente suspensão do auxílio.
Filas estavam longas, mas não graças ao boato Foto: Andressa Souza
Esse foi o caso da dona de casa Karina Alvino, de 28 anos. Mãe de quatro filhos, a mulher ficou sabendo do boato na manhã do último sábado (18) em um terminal de ônibus e "correu para a Caixa", conta. Segundo ela, a agência já se encontrava lotada de pessoas na mesma situação que a dela. A preocupação da dona de casa só aumentou quando tentou retirar o benefício, mas o cartão de saque apresentava erro. "Vim saber que tudo era um boato só hoje", disse Karina, cujo dinheiro referente ao auxílio ela já sabe que foi depositado normalmente na conta.
Já a manicure Aline Martins, de 32 anos, aguardava na fila da lotérica porque era o dia certo para o recebimento do Bolsa Família. "Eu ouvi comentários que ia acabar, mas não acreditei", revela a mulher. Moradora de Paraipaba, Aline veio a Fortaleza sacar o benefício porque a cidade onde reside só dispõe de uma única agência, que se encontrava lotada. "Mas ninguém sabia informar o porquê", adiciona a manicure.
A doméstica Maria Bezerra conseguiu sacar o benefício normalmente Foto: Andressa Souza
Houve também beneficiários que nem ao menos souberam dos rumores. A doméstica Maria Bezerra, de 35 anos, tomou conhecimento do boato somente ao chegar na lotérica para sacar o benefício na data em que costuma fazer todos os meses. "Moro só com meu filho, esse dinheiro é uma ajuda para pagar água e alimentação", conta, aliviada ao saber que os comentários não tinham fundamento.
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) esclareceu, por meio de nota, que não há qualquer veracidade nas informações relativas à suspensão ou interrupção dos pagamentos do Programa Bolsa Família. Além disso, reafirmou que o auxílio terá continuidade, garantindo a manutenção no calendário de pagamentos divulgado anteriormente e que não há qualquer possibilidade de alteração em suas regras.
Fonte: Diário do Nordeste

Papa Francisco - Só o Espírito Santo “pode suscitar a diversidade, a pluralidade, a multiplicidade e, ao mesmo tempo, realizar a unidade”, disse Francisco


Kelen Galvan
Da Redação
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Fiéis lotaram a Praça de São Pedro, no Vaticano, para a Missa de Pentecostes neste domingo, 19 (Foto: L’Osservatore Romano)
Na Festa de Pentecostes, celebrada neste domingo, 19, o Papa Francisco presidiu uma Missa na Praça de São Pedro, no Vaticano, na presença de representantes de movimentos e novas comunidades.
O Santo Padre destacou que a liturgia de hoje é uma grande súplica, que a Igreja juntamente com Jesus eleva ao Pai, para que se renove a efusão do Espírito Santo.
E ressaltou três palavras relacionadas à ação do Espírito: novidade, harmonia e missão.
Francisco comentou que a novidade sempre nos causa um pouco de receio, porque nos sentimos mais seguros com aquilo que já conhecemos, que é possível programar e controlar. Segundo ele, muitas vezes, também agimos assim quando se trata de Deus. “Seguimo-Lo e acolhemo-Lo, mas até um certo ponto; sentimos dificuldade em abandonar-nos a Ele com plena confiança”, disse.
Entretanto, explicou o Papa, em toda a história da salvação, quando Deus se revela, Ele sempre traz novidade, e pede que confiemos totalmente Nele. “Estamos abertos às ‘surpresas de Deus’?”, questionou Francisco, ou estamos fechados, com medo, à novidade do Espirito Santo?
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“O Espírito Santo é a alma da missão”, é Ele que impulsiona a Igreja, que faz os fiéis entrarem no “mistério do Deus vivo, disse o Papa (Foto: L’Osservatore Romano)
O Papa afirmou que “a novidade que Deus traz à nossa vida é verdadeiramente o que nos realiza, o que nos dá a verdadeira alegria, a verdadeira serenidade, porque Deus nos ama e quer apenas o nosso bem”.
A segunda palavra é a “harmonia”. Francisco explicou que, a primeira vista, o Espírito Santo parece criar desordem na Igreja, por trazer a diversidade de dons e carismas, mas isso não é verdade. “Sob a sua ação, tudo isso é uma grande riqueza, porque o Espírito Santo é o Espírito de unidade, que não significa uniformidade, mas a recondução do todo à harmonia”, afirmou.
O Santo Padre falou ainda que se tentarmos fazer a diversidade ou a unidade sem o Espírito Santo, acabamos trazendo a divisão ou a homogeinização. “Se, pelo contrário, nos deixamos guiar pelo Espírito, a riqueza, a variedade, a diversidade nunca dão origem ao conflito, porque Ele nos impele a viver a variedade na comunhão da Igreja”.
“Só Ele pode suscitar a diversidade, a pluralidade, a multiplicidade e, ao mesmo tempo, realizar a unidade”, afirmou o Pontífice.
Por fim, o Papa refletiu sobre a terceira palavra: “missão”.
Francisco explicou que “o Espírito Santo é a alma da missão”, é Ele que impulsiona a Igreja, que faz os fiéis entrarem no “mistério do Deus vivo” e os impele a abrir as portas e sair para anunciar e testemunhar a “vida boa do Evangelho”, comunicar a “alegria da fé, do encontro com Cristo”.
O Santo Padre disse ainda que o Pentecostes ocorrido no Cenáculo em Jerusalém, há quase dois mil anos, não é um fato distante, mas um acontecimento que “nos alcança e se torna experiência viva em cada um de nós”.
“O Espírito Santo é o dom por excelência de Cristo ressuscitado aos seus Apóstolos, mas Ele quer que chegue a todos”, enfatizou Francisco.
E concluiu afirmando que, também hoje, a Igreja o invoca juntamente com Maria: “Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor”!
Fonte: Canção Nova Notícias

Evangelho de hoje, (Marcos 9,14-29) Segunda-Feira, 20 de Maio de 2013



7a. Semana Comum



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14descendo Jesus do monte com Pedro, Tiago e João e chegando perto dos outros discípulos, viram que estavam rodeados por uma grande multidão. Alguns mestres da Lei estavam discutindo com eles.
15Logo que a multidão viu Jesus, ficou surpresa e correu para saudá-lo. 16Jesus perguntou aos discípulos: “Que discutis com eles?” 17Alguém na multidão respondeu: “Mestre, eu trouxe a ti meu filho que tem um espírito mudo. 18Cada vez que o espírito o ataca, joga-o no chão e ele começa a espumar, range os dentes e fica completamente rijo. Eu pedi aos teus discípulos para expulsarem o espírito, mas eles não conseguiram”.
19Jesus disse: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando terei de suportar-vos? Trazei aqui o menino”. 20E levaram-lhe o menino. Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino, que caiu no chão e começou a rolar e a espumar pela boca.
21Jesus perguntou ao pai: “Desde quando ele está assim?” O pai respondeu: “Desde criança. 22E muitas vezes, o espírito já o lançou no fogo e na água para matá-lo. Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos”.
23Jesus disse: “Se podes!... Tudo é possível para quem tem fé”. 24O pai do menino disse em alta voz: “Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé”. 25Jesus viu que a multidão acorria para junto dele. Então ordenou ao espírito impuro: “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno que saias do menino e nunca mais entres nele”.
26O espírito sacudiu o menino com violência, deu um grito e saiu. O menino ficou como morto, e por isso todos diziam: “Ele morreu!” 27Mas Jesus pegou a mão do menino, levantou-o e o menino ficou de pé.
28Depois que Jesus entrou em casa, os discípulos lhe perguntaram a sós: “Por que nós não conseguimos expulsar o espírito?” 29Jesus respondeu: “Essa espécie de demônios não pode ser expulsa de nenhum modo, a não ser pela oração”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

domingo, 19 de maio de 2013

Dia de Pentecostes


Dia de PentecostesPentecostes, do grego, pentekosté, é o quinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre.
Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária.
Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).
No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico.
De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.
Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos".
O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.
Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo.
Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.
Fonte: www.comshalom.org

PAPA FRANCISCO NA VIGÍLIA DE PENTECOSTE - Mais de 200 mil fiéis participaram da Vigília de Pentecostes na Praça de São Pedro, no Vaticano



Rádio Vaticano
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“Não encontramos a fé no abstrato, mas é sempre um pessoa que prega, que nos diz quem é Jesus, que dá a fé”, disse o Papa (Foto: L’Osservatore Romano)
A Vigília Pentecostes realizada na tarde de sábado, 18, na Praça São Pedro, no Vaticano, superou as expectativas e reuniu cerca de 200 mil pessoas.
Depois de horas de festa, música e testemunhos, chegou o momento tão aguardado: a presença do Papa Francisco, que depois de percorrer a Praça por meia-hora para saudar os presentes, respondeu a quatro perguntas sobre vários temas.
A primeira dizia respeito a como alcançar a certeza da fé. Como fez em outras ocasiões, Francisco contou a sua experiência em família e do anúncio que recebeu de sua avó paterna. “O primeiro anúncio é feito em casa”, recordou, citando a importância das mães e das avós na transmissão da fé: “Não encontramos a fé no abstrato, mas é sempre um pessoa que prega, que nos diz quem é Jesus, que dá a fé…”.
O Papa descreveu o dia em que sentiu o chamado para se tornar sacerdote. Era o dia 21 de setembro de 1953, aos 17 anos, “Dia do estudante” na Argentina. Antes de ir a uma festa, passou em frente a uma paróquia e sentiu a necessidade de se confessar. Depois dessa experiência, “algo mudou”, “eu não era mais o mesmo”. “A verdade era que alguém me esperava. O Senhor sempre nos espera!” Estudar a fé é importante, disse, mas mais importante é o encontro com Jesus.
O anúncio da fé foi o tema da segunda pergunta, à qual o Pontífice respondeu com três palavras: Jesus, que é o fulcro da mensagem; a oração e o testemunho.
“Gostaria de fazer uma pequena observação, mas fraternalmente, entre nós: Todos vocês gritaram ‘Francisco, Papa Francisco’… Mas Jesus, onde estava? Eu gostaria que vocês gritassem ‘Jesus, Jesus é o Senhor e está no meio de nós!’ A partir de agora, nada de ‘Francisco’: é Jesus, eh?”
A terceira pergunta foi sobre como viver uma Igreja pobre e para os pobres. O Papa recordou mais uma vez que é a Igreja não é um movimento político nem uma ONG. “O valor da Igreja fundamentalmente é viver o Evangelho e testemunhar a nossa fé. A crise não é somente econômica ou cultural, mas é a crise do homem. O homem é a imagem de Deus, por isso é uma crise profunda.”
Nesses momentos, advertiu, existe a tentação de nos fechar nos nossos problemas, no nosso pequeno, na nossa comunidade. Mas a Igreja deve sair de si mesma rumo às periferias existenciais. “Hoje vivemos a cultura do descartável. Pensar que hoje as crianças que não têm o que comer não fazem notícia. Isto é grave. Isto é grave. Não podemos ficar tranquilos. Não podemos ser aqueles cristãos bem educados, que falam de coisas teológicas enquanto tomam chá, tranquilos: não. Devemos nos tornar cristãos corajosos e ir em busca daqueles que são a carne de Cristo. Quando damos esmola, olhamos nos olhos de quem a pede? Tocamos a sua mão ou lançamos a moeda? A pobreza, para nós cristãos, não é uma categoria sociológica ou filosófica ou cultural: é uma categoria teologal.”
O Pontífice contou a história de um rabino do século XII que narra a construção da Torre de Babel, onde os tijolos eram mais importantes do que os construtores. Quando um tijolo se quebrava, era um drama e o operário era punido. Mas se um operário se machucava, isso não era um problema. “Isso acontece hoje: se os investimentos nos bancos caem, é uma tragédia. Mas se as pessoas morrem de fome, não têm o que comer ou não têm saúde, não é um problema! Esta é a nossa crise de hoje! E o testemunho de uma Igreja pobre para os pobres vai contra esta mentalidade.”
Enfim, a quarta e última pergunta: como ajudar nossos irmãos que sofrem por testemunhar Cristo?
Para anunciar o Evangelho, respondeu, são necessárias duas virtudes: a coragem e a paciência. Os que sofrem estão na Igreja da paciência. “Deve-se precisar que muitas vezes esses conflitos não têm uma origem religiosa; frequentemente têm outras causas de tipo social e político, e infelizmente as pertenças religiosas são usadas como gasolina no fogo. Todo homem e toda mulher devem ser livres na sua confissão religiosa, qualquer que seja. Por que? Porque aquele homem e aquela mulher são filhos de Deus.”

Fonte: Canção Nova Notícias

PROCESSO SELTIVO PARA CONTRATAÇÃO DE AGENTE DE SAÚDE

  Professor Valdeni Cruz