quarta-feira, 25 de junho de 2014

O CASTIGO DOS INJUSTOS

 Professor  Valdeni Cruz

Quando analisamos a conjuntura da sociedade em que vivemos ficamos estupefatos com tantas injustiças e tantos desmandos. Vivemos na ânsia de que alguma justiça seja feita contra aqueles que lesam o patrimônio público, que desviam dinheiro, matam cruelmente, desviam recursos que seriam destinados a salvar vidas, a melhorar a educação do país, construir moradias para a população pobre e tantas outras misérias que poderiam ser amenizadas, que nos frustramos totalmente quando vemos que não dá em nada. Os poderosos deste mundo sempre são beneficiados pelo o mal. Mas, uma coisa é certa: o mal de destrói como a cinza que o fogo deixa depois da labareda. O castigo desses infelizes vem e não tarda. Deus, como diz a palavra é a favor dos pequenos. Ele concede poder a alguns para que estes possam prover as necessidades dos pequenos, proverem o bem estar daqueles que são governados. Como todos podem perceber nitidamente no dia a dia, tudo acontece ao contrário. Pessoas enriquecem a custa dos pobres, dos trabalhadores.  Mas, se formos capazes de observar o mundo na sua totalidade, veremos que aqueles que fazem o mal, este mesmo mal se voltam de alguma forma contra eles. Pode-se ver que a justiça de Deus não falha.

Estamos ai diante do mensalão, diante dos desvios de recursos da educação, da saúde... Tanto na esfera federal, quantos na estadual e sem falar dos municípios, pois é ai onde estão os piores desmandos. Observe que o maldito entra puxando uma cachorrinha e quando sai do cargo é dono de um patrimônio que se ele trabalhasse durante 100 anos de manha, de tarde e de noite não conseguiria o que conseguiu em 4 ou 8 anos. Estes podem observar, de uma hora pra outra o castigo cairá sobre eles. Alguém pode dizer: está jogando praga. De jeito nenhum, são as conseqüências dos desmandos. É lei natural das coisas e a manifestação da justiça de divina que vem para todos nós a medida de cada um.

E só pra não esquecer: não deseje o mal, a desonestidade, pois há uma palavra na Bíblia que diz: é melhor comer um pedaço de pão seco na tranquilidade e honestamente do que se banquetear no banquete na injustiça ou da desonestidade, ou numa casa cheia de brigas, adaptação de Provérbios 17,1 


AS 20 METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO


Plano Nacional de Educação

Tatiane Calixto
O Plano Nacional de Educação, que estabelece 20 metas a serem cumpridas nos próximos dez anos, só aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff. O projeto, aprovado na Câmara dos Deputados neste mês, tramitou no Congresso por quase quatro anos. Porém, o mais importante começa agora: fazer o plano sair do papel e transformar-se em conquistas reais para a população.

“A grande evolução deste plano é o foco. Diferentemente do plano anterior, que tinha centenas de itens difíceis de serem acompanhados, este se foca em 20 metas, mostrando-se mais objetivo. Ainda que para alguns itens, como Educação Especial, não tenhamos dados suficientes, a maioria pode ser acompanhada”, afirma Alejandra Meraz Velasco, gerente da Área Técnica do Movimento Todos pela Educação.

Entre as metas estabelecidas, estão a erradicação do analfabetismo, o aumento de vagas em creches, no Ensino Médio, no Ensino Profissionalizante e nas universidades públicas. Ainda: a universalização do atendimento escolar para crianças de 4 e 5 anos e a oferta de ensino em tempo integral para, pelo menos, 25% dos alunos da Educação Básica.

Priscila Bonini, secretária de Educação de Guarujá e presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado (Undime-SP) e também da Região Sudeste, explica que o novo plano estabelece metas que englobam a ampliação de atendimento de todos os níveis e modalidades do ensino e também estabelece indicadores de qualidade para a Educação Básica.

“Há metas de formação inicial e continuada de profissionais da educação e de valorização da carreira. Tudo isso é muito interessante e urgente. Mas o principal destaque positivo é que o PNE prevê a ampliação do financiamento (da Educação) para 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso é de extrema importância porque foi justamente a meta de financiamento, vetada anteriormente, que inviabilizou quase todo o plano”, afirma Priscila. E foi exatamente esse o ponto de maior polêmica nas discussões do PNE.

N/A

 Percentual do PIB

O plano prevê o alcance dessa meta em duas etapas: um mínimo de 7% do PIB no quinto ano do plano e 10% do PIB ao fim do período de dez anos. O ponto de maior discussão é que esses recursos também serão utilizados para financiar a Educação Infantil em creches conveniadas, a Educação Especial e programas como os de acesso nacional ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), de bolsas em faculdades privadas (ProUni), de financiamento estudantil (Fies) e o de bolsas para estudo no Exterior (Ciência sem Fronteiras).

“A possibilidade de repassar recursos públicos para instituições privadas é o maior problema, pois pode ser um grande mecanismo de financiamento do setor privado em detrimento do setor público”, analisa o doutor em Educação Romualdo Luiz Portela de Oliveira, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).

Para Alejandra Velasco, embora seja pertinente o debate sobre a utilização de parte do montante na educação conveniada, é preciso entender que, principalmente na Educação Infantil e na Profissional, o desafio é muito grande.

“E esse desafio não pode ser encarado apenas pelo setor público. É preciso contar com entidades conveniadas. Mas a transparência é um tema que já está na agenda e, mais do que nunca, será importante neste momento porque são recursos públicos”, alerta.
Fonte: http://www.atribuna.com.br/cidades/veja-as-20-metas-do-plano-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3o-1.388276

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O mistério da vida

Professor Valdeni Cruz

O que é a vida? Um sopro, um momento, um tempo que vem e que vai...?
Ora nascemos, ora morremos e ora partimos...
Quem éramos antes de nascer?
O que somos, ainda que vivos?
O que seremos após nossa partida?
Quando nascemos alguns pensam por nós. Uns desejam boa sorte, outros nos mostrarão o caminho a ser seguido e existem aqueles que caminham conosco. No processo de caminhada também existem aqueles que tentam atrapalhar-nos. A verde é que, em dado momento sétimos que existimos que precisamos tomar conta de nos mesmos; caminhar com nossas próprias pernas e aprender a lidar com os entraves naturais da própria existência.
É à hora da prova. De sabermos do que somos feitos. Viver é ser provado a cada instante para saber do que somos capazes. É hora superar o medo, a insegurança, as perdas. Muitos não conseguem suportar as provas, preferem acomodar-se do que ir ao encontro do desconhecido. Mas, é preciso ir alem. Somente quem vai alem é capaz de compreender que a vida é mais do que pensamos que ela seja. A vida, de forma bem simplificada, é a porta de chegada e a porta de saída.


EM TEJUÇUOCA - ADVOGADO DR. VALDECY ALVES COMPROVA O ROMBO NO (TEJUPREVE).


Dr. Valdev Alves diz que isso é um escândalo, que o nome disso é: Desvio de finalidades, desvio do dinheiro público, isso é crime!

No domingo (22/06) o Informativo do Rogilson Brandão entrevistou o advogado do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tejuçuoca, Dr. Valdecy Alves especialista em Regime de Previdência Própria.

Na entrevista o advogado disse que com a entrada do projeto de Lei Municipal Nº 01/2014 na Câmara Municipal de vereadores, que dispõe sobre o reparcelamento e parcelamento de débitos do Município de Tejuçuoca com o Regime Próprio de Previdência Social, o (TEJUPREVE), só comprova do que o rombo está mais do que comprovado.

Dr. Valdev Alves também faz alerta aos vereadores e servidores públicos sobre várias irregularidades que estão sendo cometidas em de Tejuçuoca.

Assista a entrevista neste vídeo.



Informativo do Rogilson Brandão

MINHA MENTE: UMA BIBLIOTECA NÃO ESCRITA

Professor Valdeni Cruz

Há dias em que minha mente vira uma biblioteca não escrita.

Hoje, ao deitar-me à tarde, antes de cair num sono tranqüilo e abençoado, minha mente foi tomada por um turbilhão de pensamentos. De eu onde estava deitado, meus olhos podiam contemplar, por entre os galhos de uma abacateiro e de uma goiabeira, partes do céu azul da cor de anil. Enquanto isso, meus pensamentos voavam nas asas da imaginação. Imaginação esta que me faziam pensar sobre tudo. De dentro de meus arquivos mentais surgiam os mais complexos pensamentos. Não eram pensamentos desconexos nem carregados de alienação, superstição, mas baseados na minha história desde a mais tenra idade.
Esses pensamentos transcorreram em torno de perguntas, como por exemplo, a criação do mundo, os seres vivos, os anjos, o cosmo, o nada, o tudo, o medo, a coragem, a maldade, a bondade, a fé, a falta dela, o inferno, o céu, Deus e o diabo... O homem e suas complexidades. Em torno de 30 minutos insultado por mim mesmo a adentrar esses arquivos que, ora estão esquecidos, mas que a todo instante estão rondando a mim mesmo e fazendo-me tomar decisões conscientes ou inconscientes, baseados num acúmulo de conceitos e experiências vividas no decorrer da vida.
Acontece que em meio a tudo isso me sinto sacudido pelas perguntas. E hoje, fui levado a fazer analises sobre aquilo que estão firmados em mim como fé, valores, crenças, etc. É como se estivesse vivendo no tempo de Sócrates. No tempo de Sócrates as pessoas viviam em função de mitos. Acreditavam em forças de divindades, de deuses em forma de homem/animal e que estes deuses interferiam diretamente na vida das pessoas. Sócrates, por sua vez, colocava as pessoas para se questionarem sobre aquilo em que acreditavam. Levava os indivíduos da época a confrontarem suas crenças, seus valores e tirarem conclusões daquilo que viviam se eram certos ou errados. É assim que me sinto de vez em quando.
Dentro desta sequência de questionamentos mentais, me veio à pergunta sobre a morte. Para os cristãos morrer é viver eternamente e eu também acredito nisso. Sou católico e minha fé me leva a crer nisso. Não estou pondo minha fé em dúvida, mas é que as perguntas são inevitáveis. Nascemos, vivemos, às vezes muito e pouco e às vezes um pouco mais. Alguns morrem na tranqüilidade, outros em meios aos tomentos, na solidão do mundo e em meio ao abandono como se não fosse nem gente. Por quê?  A partir dessas perguntas vêm outras que me levam a buscar por respostas. Primeiro penso nas explicações bíblicas, depois, nas científicas, e ainda nos conceitos filosóficos, mas parece que depois de ler, ouvir pessoas, surge outras perguntas e ai é preciso de outras repostas.  Aqui caberiam teses e aprofundamentos teológicos, filosóficos, que eu não teria tanta competência para explicar. Só gostaria de compartilhar esse sentimento que às vezes ficam só comigo, pois quando se toca nesses assuntos parece que causa um certo incômodo, medo. Durante muito tempo isso me causou preocupação, pois ao tentar expressar isso as pessoas viam como um perigo para mim por pensar assim. Outros achavam que poderiam ser contaminados também com esses pensamentos e não prosseguia com a conversa.  
A verdade é que como cristão tenho uma fé enraizada, equilibrada na bíblia e na doutrina da igreja, mas esta fé também me leva a questioná-la a ela mesma. Ou seja, o que eu creio tem sentido? Ou estaria eu vivendo algo que não tenho certeza? Creio que é em meio a essas minhas loucuras que vou aprofundado ainda mais a minha espiritualidade, minha decisão entender que sou filho de Deus. Sei que mesmo que passasse a noite escrevendo, pouco diria, porque mesmo que dissesse tudo ainda não diria nada, pois sou apenas um ser limitado, enquanto que Deus e o universo são imensos e não caberia num ser finito enquanto homem que morre.
Portanto, continuo na minha humildade tentando compreender o mínimo dos mínimos sobre mim mesmo e sobre o que me cerca, a fim de me sentir cada vez mais unido com a minha natureza que creio ser criada, formada e conduzida por Deus.
Enfim, são apenas sentimentos e penso eu que em algum momento todos pensam sobre isso também.


domingo, 22 de junho de 2014

Simon diz que deixa vida pública por 'decepção'


Gabriela Lara, correspondente | Agência Estado 

O senador Pedro Simon (PMDB-RS) vai deixar a vida pública em 31 de janeiro de 2015, dia em que termina o seu quarto mandato como senador e, coincidentemente, completa 85 anos. Em entrevista exclusiva ao Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado, em sua casa na capital gaúcha, ele reconheceu que a decisão de não concorrer novamente foi influenciada pela decepção com o caminho tomado pelo partido que ajudou a fundar.

Segundo ele, este é o pior momento vivido pelo PMDB, que ele ainda chama, na maioria das vezes, de MDB. "O mal no Brasil de hoje é esse sistema de ter 30 partidos vazios de conteúdo, votando com o governo para ganhar um cargo aqui e outro ali. E o MDB, maior partido do Brasil, ao invés de se rebelar, de ter uma palavra firme, também fica brigando por mais um ministério. O partido perdeu a consciência", afirmou, reconhecendo que, hoje, se sente isolado na legenda.

Simon, que já governou o Rio Grande do Sul e foi deputado estadual em quatro mandatos consecutivos, é um dos símbolos da ala contrária à aliança com o PT de Dilma Rousseff. Além de defender a independência do PMDB, Simon não acredita que a presidente tenha força política para fazer um bom segundo mandato. "O Lula tinha o grupinho dele, com quem discutia e debatia. Que se saiba a Dilma não tem", revelou.

Segundo Simon, hoje Eduardo Campos (PSB) seria o único capaz de governar o País sem ficar refém da política de troca-troca de cargos e favores. O senador gaúcho foi um dos articuladores da aproximação de Campos com Marina Silva, fará campanha para os dois e acredita que as divergências entre os dois acabam após o período de convenções e formação de alianças, no fim do mês. "Eles vão ter que botar panos quentes e seguir para frente. Há Eles têm condições de ir ao segundo turno, é só querer", disse.

Ele ainda diz que fez o que deveria ser feito no Senado. "Além disso, vivemos uma fase em que estou muito deslocado dentro do partido. Eu criei o MDB (antigo PMDB) e lutei a vida inteira por ele. E creio que esse é o pior momento que o MDB está vivendo. É o maior partido do Brasil e não apresenta candidato à Presidência. Houve um momento em que nós tínhamos maioria na Câmara, no Senado, nas Prefeituras, e daí fomos peça auxiliar do Fernando Henrique, peça auxiliar do Lula e agora da atual presidente. Vou ajudar no que puder. Aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo, onde o PMDB sempre foi um partido diferente".

Quanto a decisão do PMDB confirmar o apoio do partido à reeleição da presidente Dilma Rousseff, ele diz que "o resultado ainda foi esse (favorável à aliança) porque o governo e o comando partidário agiram. Proporcionaram passagens, festas. Nunca os prefeitos foram tão convidados a ir a Brasília, e receberam uma ponte, uma estrada ou um trator. Esse resultado não representa as bases do MDB. No Rio Grande do Sul, o partido é muito contrário à participação no governo (da Dilma). O Estado aqui acompanha o que está acontecendo, tanto é que nas últimas eleições o PSDB ganhou aqui. Essa história de dizer que o comando do MDB é o (José) Sarney, o Renan (Calheiros) e o Jader (Barbalho) não tem nada que ver com o nosso partido. Eu não tenho nenhuma identidade como esse comando do MDB, assim como muita gente. Esse comando faz um troca-troca de cargos e alianças. O mal no Brasil de hoje, o que está de errado, é esse sistema de ter 30 partidos vazios de conteúdo, votando com o governo para ganhar um cargo aqui e outro ali. E o PDMB, maior partido do Brasil, ao invés de se rebelar, de ter uma palavra firme, também fica brigando por mais um ministério. O partido perdeu a consciência".

Fonte: http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1600746-simon-diz-que-deixa-vida-publica-por-decepcao

Nota de falecimento



Na madrugada deste domingo, nosso amigo e Professor da Escola Etelvina Gomes Bezerra, nos deixou. Estando em Fortaleza para prestar prova de um concurso Público, sofreu ataque cardíaco e não resistiu.
Em nome da Escola Etelvina, dos professores, alunos e do Diretor Cleyton Menezes, prestamos toda solidariedade e sentimentos de pesar aos familiares e amigos deste grande profissional que ora deixará muitas saudades a todos quanto o tinham grande estima.
Lamentamos profundamente essa perda, mas ficamos na esperança de sermos consolados pelo Criador de todas as coisas. Que o bom Deus traga o conforto para suportar o momento presente de dor.
Ao mesmo tempo, convidamos a todos os professores, alunos e amigos para se fazerem presentes na missa de corpo presente que ocorrerá segunda-feira às 8:00 horas da manhã, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Pentecoste.


Professor ValdenI Cruz

Projeto de Lei que institui a Gratificação de Desempenho às Escolas Excelentes do Município de Pentecoste

  PREFEITURA DE PENTECOSTE Gabinete do Prefeito MENSAGEM Nº 19/2026, DE 12 DE AGOSTO DE 2026 Assunto: Projeto de Lei que institui a Gratifi...