terça-feira, 22 de agosto de 2017

I MOSTRA DE LITERATURA

Professor Valdeni Cruz

MOMENTO PARA REFLETIR NOSSA POSIÇÃO CIDADÃ

Professores, jovens, crianças e comunidade juntos num mesmo lugar para apreciar os standes das escolas com suas amostras de trabalhos desenvolvidos em suas escolas. 
Como se pode ver os educadores estão fazendo sua parte para que a escola se movimente e a educação produza seus frutos.

Por outro lado, temos os Gestores querendo punir esses mesmos professores por que eles há poucos dias atrás resolveram se movimentar pelos seus direitos. Quer punir descontando os dias que ficaram parados em nome de seus direitos. Mas é bom que se saiba que é mais do que injusto punir a estes servidores que já vem sendo punidos desde de sempre. É punido por ter suas referências desrespeitadas, não ter seus quinquênios respeitados, e os professores da Zona Rural nem o direito ao Terço de Planejamento estão tendo. Tudo isso não é levado em conta mas, pelo fato do professor atrasar três dias o início das aulas, é pesando em punição imediata. É como se dissesse: PUNE ESSES DESGRAÇADOS, POIS SÓ ASSIM VÃO SABER QUEM É QUE MANDA. Só que se esquecem que nós, os servidores há tempos deixamos de ser gado, ou seja, aqueles que ao grito do dono da boiada, logo se põe a caminho do curral. Ainda existe alguns que, mesmo não sendo necessário, prefere seguir o grito daqueles que aboiam chamando-os para o curral.
Lembramos que graças a Deus aqui em Pentecoste o povo esta se libertando e quebrando as amarras malditas em que permaneceram amarrados a tanto tempo. Muitos de nós não nos queixamos porque está sendo descontados dias não trabalhados. O que nos deixa revoltados é não querer nos dar o direito de recuperar o que sabemos é nosso dever. O problema não é só isso. Sabemos que quem vai perder é o educando, pois ficarão sem completarem sua carga horária de 200 dias letivos e as 800 hora aulas. Todo um esforço foi e ainda continua sendo feito no sentido de que haja o bom senso e que a Gestão volte atras e conceda o direito desses profissionais de recuperar esses dias parados. Porém, não havendo essa possibilidade, o caminho será o da Promotoria. Ele (PROMOTOR) é que sendo o fiscal da lei e ouvindo as nossas argumentações, dará o veredito sobre se estamos errados ou certos.
No nosso entender, estamos completamente certos, pois não estamos querendo ganhar os dias de graça, mas ter a oportunidade de recuperar. Também afirmamos que se a intenção dessa punição é enfraquecer a luta, penso que não conseguirão, pois quanto mais se mexe com um exame de abelhas, mas a probabilidade do ataque. Os três dias descontados certamente fará falta no orçamento de qualquer pessoa, mas é muito mais digno perder os vencimentos de três dias do que perder a capacidade de se indignar contra as injustiças sofridas. Os vencimentos é nosso por direito, mas se a punição é pra nos paralisar, certamente sara uma atitude imatura e digna de pena. Só acho, mas os entendidos, os intelectuais e interpretes do saber, podem discordar...
Reflitamos...

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domingo, 20 de agosto de 2017

FINAL DO TABUANDO EM PENTECOSTE


Neste sábado, 19 de Agosto, ocorreu na Câmara de Vereadores a final do Primeiro Tabuando Municipal. Este foi resultado de um projeto desenvolvido em anos anteriores nas escolas municipais e que foi reconhecido pelas autoridades do município e sendo pensando a nível de município. A final ocorreu com 5 participantes. Sendo campeão da competição o Aluno Bruno da Escola Sebastiana Rodrigues de Sousa. Foi uma tarde emocionante e que certamente ficará para a história de Pentecoste e que deverá despertar a ideias para outras modalidades, como poemas, poesias e literatura.
Parabéns a todos os estudantes e aos responsáveis envolvidos na realização do evento.

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Obras inacabadas, prejuízo para os cofres públicos e para a sociedade


As duas creches do FNDE deveriam ter ficado prontas em setembro de 2016, visto que o início das obras se deram em dezembro de 2015, onde o prazo para a conclusão das obras era de 9 meses. Acontece que já estamos com 1 ano de 6 meses do início destas obras e pelo que pode ser visto dificilmente estará pronta até o final deste ano.

Os ambientes onde já deveriam estar funcionando unidades educacionais, estão com as obras completamente paralisadas. E pior é ver que a estrutura do que foi feito já encontram-se comprometidas. O piso todo danificado, paredes rachadas, teto em descoberto, ferragens sendo corroída pela ferrugem  e vários outros danos, sem contar que como não tem quem vigie, o patrimônio fica a mercê de depredação por pessoas da comunidade que não tem consciência de que aquela construção é um bem público.

Depois ter feito a visita e conversado com pessoas da comunidade, o Presidente foi a Secretaria de Educação para saber os motivos da paralisação das obras. Foi recebido gentilmente pelo Secretário Regis Gato que deu algumas informações. Disse que as obras estão paralisadas por que a empresa responsável pelas duas obras abandonou os serviços. Que fez a primeira parte da obra e recebeu os recursos referentes. Isso porque que o dinheiro só é liberado de acordo com as etapas de construção da obra. Tudo porque muitas obras pelo país a fora já deixaram de ser construídas por que o dinheiro é liberado e gasto  sem que a obra seja terminada. Por causa disso o governo só libera o dinheiro agora de acordo com o andamento. E, segundo comentários, a empresa recebeu mais dinheiro do que o deveria sem ter concluído a etapa seguinte.

Por estes motivos foi feito o distrato com a empresa responsável e reavaliado as estruturas das construções pelo engenheiro,  que fez um novo projeto e enviou para o SIMEC (Órgão do Governo Federal), para que seja feito uma nova licitação e que uma nova empresa possa ser contratada para dar continuidade às obras. Perguntei como ficaria a questão do valor, visto que muita coisa tem que ser refeita.  O Secretário disse que, se a obra fosse assumida pela mesma empresa não haveria aumento de custos, mas como a empresa se desligou, deverá ser feito um novo ajuste e certamente novos recursos deverão ser demandados para a conclusão das obras. Isso significa dizer que nós iremos pagar mais por uma mesma obra, tudo por causa da irresponsabilidade de uma empresa, e porque não dizer da falta de fiscalização dos entes públicos, o que causará danos a todos nós. Segundo o Secretário, essa nova licitação deverá sair em 30 dias.

Quanto a Creche que está sendo feita pelo Estado no Bairro da Pedreira,  está paralisada e nem a placa se encontra mais no lugar. Perguntando um dos moradores que lá residem, disseram que está parada a mais ou menos um mês. O Secretário disse que já estraram e contato com o Governo para a situação seja resolvida.


O que nós enquanto cidadãos esperamos é que sejam concluídas estas obras o quanto antes, pois as mesmas irão receber dezenas de crianças, além de trazer qualidade de vida e cidadania para aquele bairro. 

Ao final, disse ainda que foi dado um prazo até terça-feira para que a empresa responsável pela construção das quadras cobertas de Serrota e da Escola Edson Tabosa concluam as obras, caso contrário, também haverá o distrato com a empresa, para que uma outra possa vir a concluir as obras.

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Edição e imagens/Professor Valdeni Cruz

segunda-feira, 10 de julho de 2017

A importância dos sindicatos



Clemente Ganz


Professor universitário e Sociólogo
Clemente Ganz Lúcio é professor universitário e sociólogo. Atua como diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e serve no Comitê Gestor.

O projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados promove uma devastação dos direitos trabalhistas, individuais e coletivos. Em apenas duas semanas, os deputados rasgaram o projeto encaminhado pelo poder Executivo e fizeram uma radical mudança no sistema de relações de trabalho, sem qualquer discussão com a sociedade. Alteraram, com a proposta, os instrumentos e regras que regem as relações sociais de produção e a distribuição econômica, construídos em um século de luta social e política.

As mudanças propostas atingem o papel dos sindicatos e a relação deles com os trabalhadores, o processo negocial, os limites do negociado e a relação com a legislação, o conteúdo dos direitos, o papel da justiça. O objetivo é dar ampla proteção às empresas, eliminando obstáculos, como o direito definido em Lei, o sindicato e a Justiça do Trabalho.
O movimento sindical já chegou a debater com empresários e governos mudanças nas relações de trabalho no Brasil, tema pouco tratado no Congresso Nacional. Nas discussões, ficou claro que é fundamental avançar em regras que ampliem a representatividade das entidades sindicais, aumentem a participação direta dos trabalhadores desde o local de trabalho, fortaleçam e ampliem o papel das negociações e dos acordos coletivos (local, setorial, nacional), deem maior celeridade, agilidade e segurança às soluções dos conflitos, entre outros aspectos. Diversas propostas debatidas poderiam compor um verdadeiro projeto de modernização.

A propositura que passou na Câmara, no entanto, visa criar condições institucionais para a redução estrutural do custo do trabalho. Com esse objetivo, quebra os sindicatos, instrumento essencial para a construção dos direitos trabalhistas, proteção dos trabalhadores e promoção de reequilíbrio na correlação de forças entre capital e trabalho. Inúmeros estudos mostram o papel essencial que os sindicatos tiveram na construção das sociedades modernas, colaborando imensamente para torná-las menos desiguais, com mais direitos sociais e coletivos etc. Há também muitos trabalhos que mostram a rigidez (leia-se proteção) que os sindicatos impõem à queda da taxa de salários.

No Brasil, há atualmente 11.700 sindicatos de trabalhadores, dos quais 8.800 representam os trabalhadores urbanos e 2.900, os rurais. Cerca de 33% estão na região Sudeste, 27% no Nordeste, 23% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 7% no Norte. Essas organizações representam cerca de 50 milhões de trabalhadores. Se incluídas a representação patronal e as entidades da estrutura vertical, são cerca de 17 mil entidades, que ocupam aproximadamente 120 mil pessoas. Esses e outros dados fazem parte da Nota Técnica 177, publicada pelo DIEESE, A importância da organização sindical dos trabalhadores (disponível em www.dieese.org.br). O estudo mapeia o conteúdo de mais de 56 mil convenções coletivas e 308 mil acordos coletivos de trabalho celebrados entre 2007 e 2017 e mostra que 93% dos instrumentos tratam de questões salariais, como gratificações, adicionais, auxílios; 89% abordam o contrato coletivo de trabalho (admissão e demissão); 87% referem-se às condições de trabalho, normas de pessoal e estabilidade; 89% regulam a jornada de trabalho (duração, distribuição, controle e faltas); 70% tratam das férias e licenças; 85% regulam questões de saúde e segurança; 92% regulam as relações sindicais, além de definirem regras paras as negociações, solução de conflito, entre outros.

A história mostra o papel e a importância dos sindicatos. A relevância reconhecida dessas entidades fez da organização sindical um direito humano fundamental, normatizado em várias convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Com o projeto aprovado na Câmara, o Brasil se desconecta e se distancia do processo civilizatório e faz um caminho regressivo rumo aos tempos de escravidão.

Fonte: http://www.fetamce.org.br/colunas_detalhes.php?cod_coluna=11&cod_noticia=58

Última atualização: 09/05/2017 às 16:07:51

domingo, 2 de julho de 2017

Papa menciona desafios atuais para o movimento sindical


QUARTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2017, 9H25

Profecia e inovação são desafios a serem vencidos se o movimento sindical deseja continuar com seu papel pelo bem comum, pontuou Francisco

Da Redação, com Rádio Vaticano  
Resultado de imagem para fotos papa franciscoNão existe uma boa sociedade sem um bom sindicato: antes da catequese desta quarta-feira, 28, o Papa Francisco recebeu os delegados da Confederação Italiana dos Sindicatos dos Trabalhadores (Cisl), que estão reunidos em Congresso.
O discurso do Pontífice partiu do tema em debate: “Pela pessoa, pelo trabalho”. De fato, afirmou, pessoa e trabalho são duas palavras que podem e devem estar juntas. “O trabalho é a forma mais comum de cooperação que a humanidade gerou na sua história, é uma forma de amor civil”.
Francisco ressaltou que a pessoa não é só trabalho, também é preciso repousar, recuperar a “cultura do ócio”; é desumano os pais não poderem brincar com os filhos por falta de tempo. Para o Papa, crianças e jovens devem ter o trabalho de estudar e os idosos deveriam receber uma aposentadoria justa. “As aposentadorias de ouro são uma ofensa ao trabalho, assim como as de baixa renda, porque fazem com que as desigualdades do tempo de trabalho se tornem perenes”.
O Papa definiu como “míope” uma sociedade que obriga os idosos a trabalhar por muitos anos e uma inteira geração de jovens sem trabalho. Para isso, é urgente um novo pacto social para o trabalho e ele indicou dois desafios que o movimento sindical deve enfrentar e vencer se quiser continuar desenvolvendo seu papel essencial pelo bem comum: a profecia e a inovação.
A profecia é a vocação mais verdadeira do sindicato, explicou o Papa, é “expressão do perfil profético da sociedade”. Mas nas sociedades capitalistas avançadas, o sindicato corre o risco de perder esta natureza profética e se tornar demasiado semelhante às instituições e aos poderes que, ao invés, deveria criticar. Com o passar do tempo, o sindicato acabou por se parecer com a política, ou melhor, com os partidos políticos. Ao invés, se falta esta típica dimensão, a sua ação perde força e eficácia.
O segundo desafio é a inovação. Isto é, proteger não só quem está dentro do mercado de trabalho, mas quem está fora dele, descartado ou excluído. “O capitalismo do nosso tempo não compreende o valor do sindicato, porque esqueceu a natureza social da economia. Este é um dos maiores pecados. Economia de mercado: não. Digamos economia social de mercado, como nos ensinou São João Paulo II”.
Para Francisco, talvez a  sociedade não entenda o sindicato porque não o vê lutar suficientemente nos lugares onde não há direitos: nas periferias existenciais, entre os imigrantes, os pobres, ou não entende simplesmente porque, às vezes, a corrupção entrou no coração de alguns sindicalistas. Não se deixem bloquear. Francisco pediu mais empenho em prol dos jovens, cujo desemprego na Itália é de 40%, e das mulheres, que ainda são consideradas de segunda classe no mercado de trabalho.

Renascer das periferias

Habitar as periferias pode se tornar uma estratégia de ação, uma prioridade do sindicato de hoje e de amanhã, indicou o Papa. “Não existe uma boa sociedade sem um bom sindicato. E não há um bom sindicato que não renasça todos os dias nas periferias, que não transforme as pedras descartadas da economia em pedras angulares. Sindicato é uma bela palavra que provém do grego syn-dike, isto é, ‘justiça juntos’. Não há justiça se não se está com os excluídos”. 
Fonte: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-menciona-desafios-atuais-para-o-movimento-sindical/

RECURSOS DO FUNDEB NESSES 6 PRIMEIROS MESES DO ANO DE 2017 PARA PENTECOSTE




CE Pentecoste 2017/01 R$1.519.827,07
CE Pentecoste 2017/02 R$3.041.537,86
CE Pentecoste 2017/03 R$1.917.188,42
CE Pentecoste 2017/04 R$1.782.624,47
CE Pentecoste 2017/05 R$1.895.740,14
CE Pentecoste 2017/06 R$ 1.840.144,57
TOTAL = R$11.997.062,35
Total dos 60%=7.198.237,51
Total dos 40%=4.798.824,94
Lembramos que os 60% é exclusivo para pagamento de professores em exercício de sala de aula e os outros 40% é para o pagamento de outros profissionais da educação, bem como para reformas de escolas e outras atividades voltadas ao desenvolvimento da educação.


domingo, 25 de junho de 2017

VALORES DO FUNDEBE PARA PENTECOSTE - VEJA AS FONTES









CE
Pentecoste
2017/01
R$1.519.827,07
CE
Pentecoste
2017/02
R$3.041.537,86
CE
Pentecoste
2017/03
R$1.917.188,42
CE
Pentecoste
2017/04
R$1.782.624,47
CE
Pentecoste
2017/05
R$1.895.740,14
R$10.156.917,96



COMUNICADO IMPORTANTE — PRECATÓRIOS DO FUNDEF | PENTECOSTE

  PRECATÓRIOS DO FUNDEF | PENTECOSTE Atenção, beneficiários dos precatórios do FUNDEF de Pentecoste , conforme a Lei Municipal nº 1.177/2026...