segunda-feira, 16 de julho de 2012

Rosane Collor revela que ex-presidente fazia rituais de magia negra na Casa da Dinda


Fernando Collor e Rosane ficaram casados por 22 anos. Há sete anos se separaram. Agora brigam na Justiça em um processo litigioso.

Vinte anos depois do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Melo, a ex-mulher dele decide abrir o jogo sobre esse período conturbado da história do Brasil. Rosane Collor diz que o ex-marido mentiu sobre as relações dele com Paulo Cesar Farias, o PC Farias, figura que comandava um esquema de corrupção dentro do governo. Rosane conta mais: confirma que para se defender de inimigos políticos, o então presidente Collor participava de sessões de magia negra nos porões da Casa da Dinda, a residência oficial do casal em Brasília. A reportagem é de Renata Ceribelli.
Fantástico: Você tem saudade do poder? 
Rosane: O poder é efêmero, o poder um dia acaba. 

Em 1990, quando Fernando e Rosane Collor de Mello se tornaram o presidente e a primeira-dama mais jovens do Brasil, ele com 40 anos e ela com 26, ninguém poderia imaginar essa cena: a Rosane, que chamava atenção pelas roupas caras e extravagantes, passando sempre a imagem de mulher poderosa, hoje se senta com a Bíblia entre as mãos em cultos evangélicos para pedir ajuda e dar testemunhos como esse: 

Rosane: E olha que eu tive muitos momentos em que eu disse: ‘Jesus, me leva, aqui nessa terra eu não quero ficar mais’. 

Fernando Collor e Rosane ficaram casados por 22 anos. Há sete anos se separaram. Agora brigam na Justiça em um processo litigioso. 

Nesta entrevista, Rosane fala pela primeira vez sobre o que viu e viveu na presidência do ex-marido, hoje senador. São revelações inéditas, que confirmam boa parte do que Pedro Collor, irmão já falecido do ex-presidente, disse há 20 anos, detonando o processo de impeachment, o afastamento de Fernando Collor do poder. 

A versão de Rosane estará também num livro que ela escreve com o jornalista Fábio Fabretti.



“Eu me considero um arquivo vivo. E eu digo em todas as entrevistas, e inclusive já disse na Justiça, que se algo acontecer na minha vida, o responsável maior será Fernando Collor de Mello”, diz a ex-primeira-dama. 

Rosane conta que chegou a ser ameaçada ao decidir ir à casa de uma pastora chamada Maria Cecília, da Igreja Resgatando Vidas para Deus. Cecília era amiga do casal Collor, e antes de se converter à Igreja, se dedicava ao que Rosane chama de magia negra. Nesse encontro, a pastora distribuiu uma gravação em que revelava trabalhos de magia feitos por encomenda do presidente na Casa da Dinda, a mansão da família Collor em Brasília. Revelações que Rosane confirmará nessa entrevista. 

Rosane: Eu recebi um telefonema dizendo que eu não fosse a esse evento porque, se eu fosse, eu iria, mas eu não voltaria. E eu repreendi, disse que não tinha medo. 

Fantástico: E você acha que foi ele? Ou foi ele que te ameaçou? 
Rosane: Foi ele que ameaçou. 
Fantástico: Ele te ligou e pessoalmente te disse isso? 
Rosane: Um telefonema anônimo. Eu não sei se era ele que estava no telefone. Eu sei que eram pessoas que falavam dizendo que ele tinha mandado ligar, dizendo que eu não fosse para aquele culto, porque se eu fosse eu não voltaria. 

Para entender as acusações de Rosane Collor de Mello contra o ex-marido, é preciso relembrar um dos momentos mais dramáticos da história do país. 

O ano é 1989. O Brasil está eufórico por votar para Presidente da República depois de 29 anos sem eleições diretas. 

Fernando Collor se lança candidato como o defensor dos humildes, o caçador de marajás, como eram conhecidos os funcionários públicos que recebiam supersalários. 

“Vamos fazer do nosso voto a nossa arma, para retirar do Palácio do Planalto os maiores marajás desse país”, disse em discurso na época. 

A estratégia funcionou. Collor venceu com 35 milhões de votos. Lula ficou em segundo, com 31 milhões. 

O novo presidente assumiu em 15 de março de 1990. Pouco tempo depois da posse, começaram a circular as primeiras denúncias de corrupção envolvendo o nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias. PC, como ficou conhecido, era acusado de pedir dinheiro a empresários em troca de privilégios no governo. 

“Toda e qualquer denúncia tem que ser exemplarmente apurada”, declarou Collor, em 1991. 

Em maio de 1992, estoura a bomba: em entrevista à revista Veja, o próprio irmão do presidente, Pedro Collor, afirma que PC Farias era testa-de-ferro de Fernando Collor. O presidente, segundo as declarações do irmão, sabia das atividades criminosas de seu ex-tesoureiro. 

Dez meses depois, Pedro vai além. Em entrevista ao Jornal do Brasil, diz que Collor e Rosane faziam o que ele, Pedro, chamou de rituais de magia negra. E na própria Casa da Dinda, que era a mansão da família Collor, em Brasília. 

Hoje, Rosane conta detalhes sobre esses rituais. E relata como foi o encontro com Maria Cecília, no dia em que teria sido ameaçada por telefone.

Rosane: Já tem bastante tempo que ela aceitou Jesus, ela hoje é pastora, e ela estava fazendo lançamento de um novo CD, onde ela contava todas as experiências. 

Fantástico: Inclusive os rituais de magia negra que aconteciam. 
Rosane: Inclusive os rituais de magia negra que eles faziam, mas não com a minha participação, porque algumas coisas eu participei, mas a grande maioria eu não aceitava participar. 

Nesse CD a que Rosane se refere, Maria Cecília relata duas fases desse trabalho com Fernando Collor. Uma para ele chegar à Presidência: “Foi um trabalho muito sério. Foi um trabalho muito imundo, podre, nojento, para que se colocasse ali, na Presidência da República, aquele homem para administrar o Brasil”. 

Outra, com ele já presidente, nos porões da Casa da Dinda. Nesse trecho, Maria Cecília fala dela mesma como se falasse de outra pessoa: “E ela teve que ir para Brasília, improvisar na Casa da Dinda, lá nos porões da Casa da Dinda, um lugar que fosse para o atendimento do marido e da esposa que estavam na Presidência da República. E ela deu continuidade àquele trabalho por um longo tempo”. 

Depois, Cecília confirmaria numa entrevista à revista Época a realização desses rituais. 

Fantástico: Nesse livro, você vai contar justamente sobre esses rituais que ele não gostaria que fossem contados. 
Rosane: Com certeza. 
Fantástico: Que rituais são esses? 
Rosane: Trabalhos em cemitérios, trabalhos muito fortes. 
Fantástico: E com animais, o que acontecia? 
Rosane: Com animais era matança mesmo. Mata galinhas, mata boi, vaca. São animais que são sacrificados. 

Uma imagem mostra a proximidade de Maria Cecília com Fernando Collor: em 1991, ela sobe a rampa ao lado do presidente, e trocando sorrisos. A cor branca do terno teria sido uma orientação de Cecília.

Também por orientação dela, segundo Rosane, Collor fazia rituais com a intenção de se proteger de inimigos políticos. Tentando fazer com que fossem atingidos pelo mal que desejassem contra ele. 

Rosane: O Fernando fez ritual de ficar isolado, na Casa da Dinda ele ficou. Tem um porão e ele ficou durante três dias isolado mesmo, como se fosse se consagrando. 

Fantástico: Com animal morto? 
Rosane: Mas não no mesmo local. Dormindo numa esteira, ficando ali vestido com roupa branca. 
Fantástico: E ele fazia isso pedindo o quê? 
Rosane: Porque ele acreditava que pessoas que desejavam mal pra ele, fazendo isso, o mal que as pessoas mandavam pra ele, voltava. 

Fantástico: Durante quanto tempo vocês fizeram esse tipo de ritual? 

Rosane: Quando eu conheci o Fernando ele já frequentava esses ambientes. Enquanto a gente esteve casado, ele praticava. 

Rosane afirma acreditar que esses rituais deram origem ao que ela chama de "Maldição do Collor", e que ela e Maria Cecília só escaparam por terem aceitado Jesus. 

Rosane: Eu e a Cecília somos duas pessoas que estamos vivas. Eu não acredito em coincidência, eu acredito em ‘jesuscidência’. E somos duas pessoas que estamos vivas por ter aceitado Jesus. 

Fantástico: O que você chama de "Maldição do Collor"? 

Rosane: De as pessoas que tentaram prejudicá-lo. Vários exemplos morreram de morte estranha. Eu acredito na maldição, de aquilo que quando você deseja o mal para alguém, isso pode acontecer. 

Fantástico: Quantas pessoas morreram de maneira estranha? 

Rosane: Eu não sei quantas pessoas foram 
Fantástico: Quais foram as que você atribui a maldição? A mulher do PC Farias? 
Rosane: É que é uma pessoa que não tinha muito carinho pelo Fernando. Ela não gostava do Fernando. Agora jamais vou afirmar que o Fernando fez algum trabalho para que ela fosse morta. 

Pedro Collor morreria em 1994, vítima de um câncer no cérebro. Dois anos antes, as denúncias feitas por ele na revista Veja provocaram a criação de uma CPI, e Collor tentou uma cartada: ele pediu o apoio popular. 

“Saiam no próximo domingo de casa com alguma peça de roupa com as cores da nossa bandeira! Que exponham nas janelas! Que exponham nas suas janelas toalhas, panos, o que tiver nas cores da nossa bandeira. Porque assim, no próximo domingo, nós estaremos mostrando onde está a verdadeira maioria”, pediu Collor, em 14 de agosto de 1992. 

Dois dias depois da conclamação, em vez de usar verde e amarelo, milhares de jovens que ficariam conhecidos como caras-pintadas vão para as ruas vestindo preto. E pedem o afastamento do presidente. 

Em junho, Collor tinha feito um pronunciamento em rede nacional negando que mantivesse contato com PC Farias. 

“Há cerca de dois anos não encontro o senhor Paulo César Farias, nem falo com ele. Mente quem afirma o contrário”, disse em 20 de junho de 1992. 

Hoje, Rosane, pela primeira vez, desmente o ex-marido. E diz que, por isso, Collor tem medo do livro que ela está escrevendo: 

Fantástico: Quem você acha que está temendo hoje pelo lançamento do seu livro? 

Rosane: Eu prefiro acreditar que tem pessoas que estão receosas. 
Fantástico: Quem? 
Rosane: O próprio Fernando, né? Porque eu acredito que eu vou contar coisas que ele não gostaria de ser contada. 
Fantástico: Por exemplo? 
Rosane: Vou dar um exemplo forte. O PC continuava, ele tomava café da manhã na Casa da Dinda. E ele disse que não, e acontecia. Uma vez por semana, ele tomava café na Casa da Dinda com Fernando, presidente da República. Agora, depois que começaram a sair as notícias ruins, aí ele nunca mais foi tomar café na nossa casa. Até porque o PC era tesoureiro do Fernando na época da campanha. Ele é quem fez toda a arrecadação, isso todo mundo sabe. 
Fantástico: E depois da campanha, depois de eleito, qual era a relação de Fernando Collor de Mello com PC Farias? 
Rosane: De amizade, eles eram amigos. 
Fantástico: Mas no governo? 
Rosane: Eu acredito que ele tinha influência. Eu acredito não, eu tenho certeza absoluta que o PC teve influência no governo. Tanto que ele tinha irmão que foi ser da Saúde. 
Fantástico: Mas o Fernando Collor der Mello negou essa informação na época, dizendo que ele não tinha contato com o PC Farias. Por que ele negou? 
Rosane: Não sei por que ele negou. 
Fantástico: Você perguntou pra ele? 
Rosane: Perguntei, ele disse que preferia que fosse assim. 
Fantástico: Quem tinha mais influência sobre Fernando Collor de Mello. Rosane Collor ou PC Farias? 
Rosane: Nossa, eu acredito que o PC Farias. 

Rosane lembra que em 1993, quando foi decretada a prisão de PC Farias, a mulher dele, Elma, saiu em defesa do marido: “O Paulo César não agiu sozinho, ele teve alguém que mandou. O chefe maior foi quem mandou ele fazer isso.”, disse na época. 

Fantástico: E o chefe era o Fernando Collor? 

Rosane: Eu acredito que, quando ela falou nessa entrevista, eu acredito que ela tenha falado do Fernando. 

Rosane revela que, quando foi presidente da Legião Brasileira de Assistência (LBA), teve problemas com PC Farias. 

Rosane: Uma certa manhã, nós estávamos tomando café da manhã na Casa da Dinda, eu era presidente da LBA de fato, e no café da manhã eu fui conversar com o Fernando e o PC estava lá, e eu disse que eu não gostaria que o PC viesse interferir na LBA. 

Fantástico: Que tipo de interferência ele queria fazer? 
Rosane: Colocando muitas pessoas pra trabalhar em cargos importantes. 
Fantástico: Pessoas dele? 
Rosane: Pessoas ligadas a ele. Eu disse que eu não ia permitir. 

Fantástico: Isso coincidiu com a primeira crise do casal, no final de 1991? 

Rosane: Exatamente. Foi aí a grande crise que nós tivemos no casamento. 

Fernando Collor não se preocupou em esconder que durante o período de crise no casamento andava sem a aliança. 

Rosane revela agora como o presidente e a primeira-dama mais jovens da história eram assediados nos salões da política. 

Fantástico: Vocês eram um casal jovem, bonito. Tinha muito assédio sobre vocês? 

Rosane: Com certeza. Eu acredito que de ambas as partes. 
Fantástico: Muita mulher dando em cima do Fernando Collor? 
Rosane: Muitas mulheres. 
Fantástico: Muito homens dando em cima de você também? 
Rosane: Com certeza. Isso é natural. Até pelo fato de a primeira-dama ser jovem, até pelo fato do presidente ser jovem, ter 40 anos de idade. 
Fantástico: Você, como primeira-dama, foi assediada? 
Rosane: É normal. As pessoas olham, se encantam. 
Fantástico: Foi cantada? 
Rosane: Não sei se cantada, mas palavras mais gentis. 
Fantástico: Presentes? 
Rosane: É, ganhei. Presente de joias, e eu entregava pra ele. Para saber o que eu fazia. 
Fantástico: Homens te mandando joias de presente? 
Rosane: É, de presente. Dava presente. Dizia: era presente para a primeira-dama. Normal. 

Mais tarde, a própria Rosane foi afastada da presidência da LBA, sob acusações de desvio de verbas.

Rosane: Em relação a isso eu não faço mais nenhum comentário, porque o Supremo Tribunal Federal me deu ganho de causa por unanimidade. 

PC Farias foi preso em 1993, e em 1996, quando estava em liberdade condicional, foi encontrado morto em Maceió. A polícia concluiu que PC foi morto pela namorada, que se suicidou em seguida, mas o crime nunca foi completamente desvendado. 

Fantástico: Onde você e o Collor estavam quando o PC Farias morreu? 

Rosane: Nós estávamos no Taiti. 
Fantástico: Como que vocês receberam essa notícia? 
Rosane: Ele ficou preocupado. Agradeceu por não estar lá, porque poderia passar na cabeça das pessoas que ele poderia estar envolvido. 
Fantástico: Você achou? 
Rosane: Não, em nenhum momento. Como acredito que ele não está envolvido na morte do PC. 

O momento decisivo da carreira política de Fernando Collor de Mello aconteceu no dia 24 de agosto de 1992. A CPI encarregada de investigar as denúncias contra o presidente concluiu: “Os documentos apresentados hoje pela Comissão Parlamentar de inquérito apontam as ligações do presidente Collor e de sua família com o chamado esquema PC”, noticiou o Jornal Nacional em 24 de agosto de 1992 

Os documentos registram uma reforma de US$ 2,5 milhões na Casa da Dinda, a mansão da família Collor, em Brasília; a compra de um carro Fiat Elba; e despesas pessoais, tudo pago por cheques de fantasmas, ou seja, de pessoas fictícias, inventadas, o que caracteriza crime contra a probidade na administração, um crime de responsabilidade, cuja pena é a perda do cargo. A votação do relatório pelo plenário da Câmara aconteceu no dia 29 de setembro de 1992. 

Fantástico: O momento do impeachment. O momento da votação. Onde você estava? 

Rosane: Nossa, foi muito tenso. Eu ia ficar com ele, eu queria assistir lá na presidência, no Planalto. Mas ele falou que não queria. Que ele queria assistir sozinho. E cada minuto, cada voto que era dado, ele ligava pra mim. Aí no momento que ele viu que não tinha mais jeito, que realmente o impeachment ia acontecer, ele realmente ficou desesperado. 

Fantástico: Quando vocês se encontraram depois disso, o que ele te falou? 

Rosane: Só nos abraçamos. Quando ele chegou em casa, nos abraçamos, eu tentei acalmá-lo, tranquilizá-lo e dizer: ‘Vai passar, eu estou aqui contigo, eu vou estar sempre do teu lado’. 

Em entrevista ao repórter Geneton Moraes Neto, no Fantástico, Fernando Collor admitiu que pensou no pior, no suicídio. 

Rosane lembra que nesse momento ficou apavorada. 

Rosane: Eu procurei tirar as armas que tinham dentro de casa, eu tirei. Até por precaução, porque num momento de desespero a pessoa pode fazer. Então eu tentei. Durante muito tempo. Eu comecei a ter problema de insônia, porque eu já não conseguia dormir. Eu ficava angustiada, achando que ele era capaz de fazer alguma coisa. Então qualquer movimento dele, nos primeiros dias, se ele levantasse da cama, eu tava com o sono tão leve, era uma coisa impressionante, era tão leve meu sono que ele levantava e eu já acordava. Podia ser o que fosse, eu acho que nem dormia. 

Fantástico: Ele ia pro banheiro... 
Rosane: Ele ia pro banheiro, eu já acordava e corria atrás dele. Ele dizia: "Calma, Quinha, eu estou no banheiro". Eu achava que, não sei, que ele pudesse cometer, porque foi tudo muito rápido, foi uma coisa muito rápida... 
Fantástico: Cometer suicídio? 
Rosane: Eu achei que ele pudesse cometer. 

Aprovado na Câmara, o pedido de impeachment seguiu para o Senado já no dia seguinte, sendo também aprovado e dando início ao julgamento de Collor, que deveria estar concluído em até 180 dias. Até lá, Collor ficaria afastado da presidência temporariamente, sendo substituído pelo vice Itamar Franco, o que, seguindo os trâmites oficiais, só aconteceu em 2 de outubro de 1992. Foi o dia em que Collor desceu a rampa do Palácio do Planalto pela última vez. 

Rosane: Então, naquele momento, quando ele assinou, ele estava muito triste, ele estava muito abatido, ele estava muito magro. Estava depressivo, já não conseguia se alimentar direito. E naquele momento, quando ele assinou e nós fomos descer a rampa e ele quis baixar a cabeça, eu segurei na mão dele, e disse: ‘Vamos, levanta a cabeça, vamos em frente que a gente vai conseguir’. 

Em 29 de dezembro, o Senado se reúne sob o comando do então presidente do Supremo Tribunal Federal, Sidney Sanches, para julgar se Fernando Collor era mesmo culpado pelo crime de responsabilidade, apontado pela Câmara. Se condenado, Collor continuaria afastado, não voltaria à Presidência e ficaria inelegível por oito anos. Para escapar dessa punição e garantir seus direitos políticos, ele tenta uma manobra de última hora: renuncia à Presidência. Mas a tentativa não dá certo. Resultado: Fernando Collor é finalmente condenado. 

Na esfera criminal, dois anos depois, Collor enfrentou no STF a acusação de corrupção passiva. Alegou que as despesas apontadas pela Câmara foram pagas com sobras do dinheiro da campanha de 1989 e com um suposto empréstimo feito no Uruguai. Collor alegou também desconhecer que suas contas eram pagas por meio de cheques de fantasmas. Para condená-lo por corrupção passiva, era necessário que a procuradoria provasse que Collor recebeu dinheiro em troca de favores e serviços prestados a corruptores. Mas, no entendimento do STF, a procuradoria não conseguiu nenhum documento que provasse isso de forma inequívoca. Por essa razão, por cinco votos a três, o Supremo absolveu Collor da acusação de corrupção passiva. 

Hoje, Rosane faz uma avaliação sobre o passado. 

Fantástico: Você tava preparada pra tanto poder? 

Rosane: Ah, não, de jeito nenhum, acho que a gente não tava preparado. 
Fantástico: Você se deslumbrou? 
Rosane: Eu acho que todo mundo se deslumbra. Eu acho que chega o momento que a gente vê. Eu chegava e estava ao lado da princesa Diana. Eu estava jantando com a princesa Diana. 

Collor voltou à política em 2002 e perdeu a eleição para o governo de Alagoas. Em 2006, foi eleito senador pelo mesmo estado. A separação de Rosane e Fernando Collor tinha ocorrido um ano antes, em 2005: 

Fantástico: Essa casa onde você vive é de quem? 

Rosane: Essa casa, hoje ela está, ele colocou porque ele tem um débito comigo na pensão alimentícia. 

Segundo Rosane, a dívida de Collor é de R$ 950 mil. Ela briga na Justiça para ter acesso a parte dos bens que o ex-marido acumulou na vida pública. Os dois eram casados em regime de separação de bens. Quando casou, Rosane tinha 19 anos. 

Fantástico: Vocês se casaram em que regime? 

Rosane: Antes, em separação de bens total. Eu não sabia, eu achava que tinha sido parcial. Eu achava que aquilo que ele tinha antes era dele. E aquilo que a gente construísse seria nosso. Mas infelizmente, pela minha imaturidade, eu assinei um documento que eu não sabia o que estava fazendo. 

Fantástico: Você pode dizer de quanto é sua pensão hoje? 

Rosane: É de R$ 18 mil reais. É a pensão que eu recebo. 
Fantástico: E você acha pouco? 
Rosane: Pela vida que ele tem, sim. Eu vejo amigas minhas que se separaram. Agora há pouco tempo eu tenho um caso de uma amiga minha que se separou, o marido não é ex-presidente, não é senador da República, e tem uma pensão de quase R$ 40 mil. 

Fantástico: E você, o que sente por ele? 

Rosane: É aquilo que eu digo: o Fernando foi o grande amor da minha vida, mas também foi minha grande decepção. 

Durante duas semanas, nós tentamos ouvir o senador Fernando Collor sobre as declarações da ex-mulher, Rosane. no último contato, o ex-presidente respondeu que não falaria "nem um minuto, nem meio minuto" sobre as revelações da ex-primeira-dama. 



Procuramos também a pastora Maria Cecília, mas ela não quis receber a nossos repórteres. Disse apenas que considera os rituais na Casa da Dinda assunto encerrado.


domingo, 15 de julho de 2012

OLHA QUAL É O PAPEL DO VEREADOR, NADA MAIS QUE ISSO E JÁ ESTARIA DE BOM TAMANHO






COMPARTILHEM. DIVULGUEM ESSAS VERDADES E OBRIGUEM ESSES QUE SE METEM A SEREM VEREADORES A CONHECEREM ESSAS VERDADES COMO SE FOSSE UMA CARTILHA DE LEITURA...

Acorda Cidadão!
Sorriso bonito, simpatia e carisma não são propostas!
Nas próximas eleições, invista algum tempo e pesquise bem os seus candidatos, suas propostas, quem apoiam e quem os financiam.
Vote consciente, vote com responsabilidade.
Não eleja/reeleja corruptos.

Via facebook

ANALISANDO O CENÁRIO POLÍTICO DO MOMENTO



    
                                                    Imagens do Google

Quando a gente pensa que as coisas estão melhorando, nos frustramos diante do que constatamos. Sou Vice-Presidente sindical e faço um programa de rádio aos sábados, onde abordamos os mais diversos assuntos que envolvem a sociedade. Dentre esses assuntos, a política está em destaque nos últimos programas. Um dos males que mais combatemos é a chamada maldita compra de votos. Todos os sábados estamos nós no programa pedindo as pessoas para terem consciência e não se deixar comprar e nem vender. Entretanto, tenho observado que essa prática ainda é muito comum. Quando você passa diante das casas dos candidatos, está sempre repleta de pessoas para tentar receber alguma ajuda. Parece até que aguarda exatamente esse tempo para ir a caça do ganhar alguma coisa em nome do voto. Aquela máxima ainda vale e muito para esses tempos que diz: as pessoas só valem alguma coisa no tempo da política. Utilizando-se dessa frase, uma grande maioria acredita piamente nisso e se elas recebem alguma coisa agora já foi tudo.
Você pode até me dizer que isso tudo que digo na rádio ou aqui no blog é demagogia e talvez eu também receba dinheiro de políticos ou que eu queira receber. Preciso dizer pra você que não. Este ano tive a oportunidade de me candidatar também e, com certeza receberia um bom dinheiro pra bancar a minha campanha, bem como conseguir votos pra quem eu me coligasse. Porém, pensando com  toda a força da razão, desisti nos últimos dias. Seria uma boa pra mim, pois como sou funcionário público, ficaria três meses sem trabalhar. Depois de todos este processo, descobri que fiz a coisa certa pelo menos por agora. Estou vendo como é terrível uma campanha política. Quantas pessoas estão movidas unicamente por interesses pessoas. Muitos estão tentando tirar logo agora sua pequena fortuna ainda nas campanhas. É sério. O povo não aprendeu nada ainda. Fica nas calçadas esperando o candidato dar o primeiro sinal pra abocanhá-lo pelas bitacas da roupa e pedir algo. Desse jeito vamos demorar ainda bastante tempo para vermos mudanças. 
Eu pensei que isso tivesse mudado um pouco, mas não mudou não. O povo se acostumou a viver mendigando. É bem verdade que muitos tem necessidades extremas e por isso veem durante esses período uma possibilidade angariar alguns míseros tostões. Mas, o pior são os que tem seus trabalhos, são pessoas estudadas e não precisariam se dar a esse papel, mas usam de sua esperteza para ficar com fatias maiores de recursos de campanha e, se o candidato ganhar, continuar puxando usufruindo da melhor. Deus do céu, até quando? Não é sem motivos que muita gente diz: detesto política, pois só tem ladrões. Se formos sensatos diríamos que tem razão. Não sou desses que diz isso, mas tem horas que fico decepcionado com o que vejo. 
Analisando as circunstâncias é realmente grave a nossa situação. O Brasil paga um preço caro por ter que conviver com essas estruturas arcaicas de poder e de falta de ética, de pudor... Temos que amargar pessoas que se elegem pra representar o povo quando não sabe representar nem a si próprio. Temos pessoas que são eleitas que não sabe qual seu papel caso chegue a ser eleito.
Mas uma coisa muitos políticos sabem: tirar vantagens. Isso eles tem tramado em suas mentes maquiavélicas. Sentem o cheiro do enriquecimento ilícito, tem a mente fértil para arquitetar planos de como desviar dinheiro que beneficiarão a sua própria pessoa. Isso não é difícil de se concluir, basta olhar os escândalos diário nos jornais pelo Brasil a fora. Olha a porrada de nomes de candidatos que não puderam se candidatar por causa se suas fichas que são uma sujeira total. As fichas desses candidatos estão sujas de todo tipo de falta de conduta com a coisa pública. Graças a Deus já estamos livre desses ladrões que nunca deveriam ter sido um representante do povo.
Mas não sejamos tolos de achar que tudo agora será uma maravilha. Vamos aguardar o desenrolar dos fatos.

A politica tem este conceito a seguir: 

É a arte de governar, é o uso do poder para defender seus direitos de cidadania.

A idéia da Política é ter uma forma de organizar a sociedade, em seus diversos âmbitos evitando que chegue a um caos sem ordem ou a uma bagunça tratando da convivência dos diferentes. E isso que a torna tão complexa e consequentemente, interessante.
A política é a liberdade de se expressar e de ter uma opinião. Sua finalidade é manter a ordem pública, defesa do território nacional e o bem social da população.
Ela é fundamental na vida de todos, pois através da política se constrói a vida da população, não podemos ingenuamente nos abster, cabe a população a discussão e pressão dos governantes.
A política na atualidade, encontra-se bastante deteriorada. Precisando urgentemente de uma reforma. Com mais responsábilidade partidária, com mais definições e execuções dos seus representantes.
Política, é coisa séria e não apenas para ser lembrada em períodos de eleições, onde somos práticamente obrigados a votar, senão sofreremos uma sanção. No entanto, todos os indivíduos são passíveis de análise política, pois, tal ciência perde validade se não expressar a preocupação de inserir todos os indivíduos no processo de construção da sociedade.(http://www.artigonal.com)
Este é o verdadeiro conceito da Política. Entretanto, pergunte para a maioria do que são candidatos pra ouvirem suas respostas.
Mas, nós vivemos numa democracia, embora seja capenga, devemos fortalecê-las, pois se não fizermos nossa parte, também nós somos cúmplices desses desmandos todos.

Professor Valdeni Cruz   


             

Secularismo: a sociedade poderia viver sem Deus?



Nicole Melhado
Enviada especial a Palmas (TO)


Organização do evento
Irmaõ Israel José Nery, que acredita ser cresente a manifestação religiosa, mas não o amor a Deus
As palavras secularismo e secularização estão se tornando cada vez mais comuns e expressam a tentativa de banir uma referência religiosa e divina da sociedade. As primeiras referências, aquelas visíveis, são os símbolos religiosos, como imagens e crucifixos.

“Mas seria possível tirar do  Rio de Janeiro, por exemplo, seu maior símbolo, um de seus maiores cartões postais, o Cristo Redentor?”, questionou o vice-presidente da Sociedade de Catequese Latino-americana, irmão Israel José Nery, nesta sexta-feira, 13, durante o 3º Congresso Missionário Nacional que acontece em Palmas (TO).

Esse chamado “eclipse de Deus” é visto também na degradação da estrutura familiar, na banalização da vida, por exemplo, mas ainda dentro do cristianismo também é visto com a criação de seitas ditas “cristãs”, mas que nada tem a ver com a visão religiosa “Bíblico-cristã”.

“O caldo cultural do secularismo que destaca Deus faz surgir uma 'nova religiosidade selvagem' envolvida com interesses financeiros, exorcismos exploradores, atitudes extravagantes e guerras santas”, ressalta irmão Nery.

Assim, irmão Israel acredita que hoje cresce a busca do transcendente religioso e as manifestações religiosas, mas não cresce o amor a Deus.

“O pluralismo religioso e cultural contribui, em parte, para o fenômeno da secularização ao relativizar a crença”, alertou.

Ele explicou ainda que, neste pluralismo religioso, as pessoas valorizam cada vez menos a religião herdada, absorvendo de cada crença e religião aquilo que as interessa, perdendo os fundamentos essenciais. 

Resposta ao secularismo

Diante de tudo isso, qual deve ser a resposta dos cristãos? O professor de Missiologia do Instituto São Paulo de Estudos Superiores, padre Paulo Suess, indica que a resposta foi proposta pelo Concílio Vaticano II.

“O Vaticano II iniciou uma 'virada popular', uma virada ao povo simples e ao mundo, que atualmente parece inibida. Passaram-se 50 anos desde o início daquela 'virada popular' com o objetivo de continuar a obra do próprio Cristo que veio ao mundo para dar testemunho de verdade  para salvar e não para condenar, para servir e não para ser servido”, indica padre Paulo.

O professor ressalta que é preciso ser luz dos povos e acompanhá-los, sobretudo os pobres, em suas alegrias e tristezas, sendo farol para a luz de Cristo, que é a luz do mundo.

“No ser transparente e no estar próximo aos crucificados na história, temos o núcleo da 'virada popular' do discipulado missionário”, enfatiza.

Fonte: Canção Nova Notícias

Jovens devem ser atraídos pelo amor dentro da Igreja


Nicole Melhado

Enviada especial a Palmas (TO)


Nicole Melhado / CN
O jovem seminarista Elias Fochesatto teve como primeiro exemplo cristão a família
Em meio a tantas coisas na televisão, na internet, na música, como fazer ressoar a voz de Cristo de maneira que ela sobressaia a todo esse turbilhão de informações? Para o jovem missionário Pedro Junior, da Diocese de Porto Nacional, esse é o maior desafio quando se fala de evangelização dos jovens. As respostas para isso ele busca no 3º Congresso Missionário Nacional, que acontece em Palmas (TO).

“O maior desafio é conseguir, nesse mundo onde há muitas coisas que os atraem, trazê-los para dentro da Igreja fazendo com que eles não sintam falta daquilo que está no mundo, inserindo-os na vida da Igreja”, destaca.

E este é um trabalho importante tendo em vista que os jovens de hoje serão os responsáveis pela Igreja de amanhã. Mas o segredo para formar jovens realmente apaixonados por Cristo e por sua Igreja começa por uma atitude simples, segundo o vice-presidente da Sociedade de Catequese Latino-americana, irmão Israel José Nery. Para ele, o segredo está no amor entre os irmãos.

“O testemunho deve acontecer primeiro na convivência, na maneira como se trata as pessoas. Como Jesus mesmo disse, 'nisso saberão que sois meus discípulos, se amarem uns aos outros como eu os amei'”, ressalta irmão Nery.

Mundo e Missão
A convivência é o que mais atrai os jovens na Igreja
Referência na família

As crianças e os jovens precisam de referências adultas para a formação de sua personalidade e as primeiras referências estão na família. Assim, para irmão Nery, o trabalho de evangelização das crianças e dos jovens deve estar unido à Pastoral Familiar, pois é preocupante que as famílias tenham perdido a referência cristã e o número de crianças batizadas tenha diminuído.

Foi justamente na família que o jovem seminarista Elias Fochesatto, da Diocese de Erexim (RS), teve o maior apoio e incentivo para descobrir e seguir sua vocação.

“Minha família sempre participou das atividades da paróquia e neste meio vivi e tive o apoio para descobrir minha vocação. Ser seminarista, ser padre, ser missionário  hoje é estar na contramão do mundo. Todo apoio, mesmo um abraço, um aperto de mão é muito importante”, ressalta o jovem seminarista.

Buscando novos caminhos

Mas, mais que fazer a manutenção daqueles que já pertencem e participam da Igreja, é preciso se lançar em busca daqueles que estão afastados, buscando novos caminhos e frestas para conquistá-los.

“A metodologia usada deve ser aquela das frestas. Se os jovens estão usando a internet, vamos lá construir blogs, abrir comunidades, páginas nas redes sociais, etc”, salienta irmão Nery.

Muitas iniciativas e atividades com êxito estão sendo realizadas por diferentes realidades da Igreja, o que falta agora, segundo irmão Nery, é unir todas essas para dar testemunho da unidade.

“Na Igreja, existem muitos tijolinhos – Tvs, escolas, faculdades, iniciativas diversas – é preciso uma argamassa para unificar tudo isso. Precisamos buscar a unidade entre os cristãos, mas antes é preciso buscar a união dentro da Igreja”, ressalva o missionário.

Fonte: Canção Nova Notícias

Liturgia para este domingo, dia SENHOR


Primeira leitura (Amós 7,12-15)

Domingo, 15 de Julho de 2012
15º Domingo Comum


Leitura da Profecia de Amós:

Naqueles dias, 12disse Amasias, sacerdote de Betel, a Amós: “Vidente, sai e procura refúgio em Judá, onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia; 13mas em Betel não deverás insistir em profetizar, porque aí fica o santuário do rei e a corte do reino”.
14Respondeu Amós a Amasias, dizendo: “Não sou profeta nem sou filho de profeta; sou pastor de gado e cultivo sicômoros. 15O Senhor chamou-me, quando eu tangia o rebanho, e o Senhor me disse: ‘Vai profetizar para Israel, meu povo’”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.



Salmo (Salmos 84)


— Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade,/ e a vossa salvação nos concedei!
— Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade,/ e a vossa salvação nos concedei!

— Quero ouvir o que o Senhor irá falar:/ é a paz que ele vai anunciar./ Está perto a salvação dos que o temem,/ e a glória habitará em nossa terra.
— A verdade e o amor se encontrarão,/ a justiça e a paz se abraçarão;/ da terra brotará a fidelidade,/ e a justiça olhará dos altos céus.
— O Senhor nos dará tudo o que é bom,/ e a nossa terra nos dará suas colheitas;/ a justiça andará na sua frente/ e a salvação há de seguir os passos seus. 

Segunda leitura (Efésios 1,3-10)


Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios:

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos abençoou com toda a bênção do seu Espírito em virtude de nossa união com Cristo, no céu.
4Em Cristo, ele nos escolheu, antes da fundação do mundo, para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor.
5Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por intermédio de Jesus Cristo, conforme a decisão da sua vontade, 6para o louvor da sua glória e da graça com que nos cumulou no seu Bem-amado.
7Pelo seu sangue, nós somos libertados. Nele, as nossas faltas são perdoadas, segundo a riqueza da sua graça, 8que Deus derramou profusamente sobre nós, abrindo-nos a toda a sabedoria e prudência.
9Ele nos fez conhecer o mistério da sua vontade, o desígnio benevolente que de antemão determinou em si mesmo, 10para levar à plenitude o tempo estabelecido e recapitular, em Cristo, o universo inteiro: tudo o que está nos céus e tudo o que está sobre a terra.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Evangelho (Marcos 6,7-13)


— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.
8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. 9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas.
10E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles”.
12Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Fonte: Canção Nova

EC 140/2026: como fica a aposentadoria dos ACS e ACE

  A PEC 14 agora é a EC 140/2026 Os agentes comunitários de saúde (ACS) e os agentes de combate às endemias (ACE) passaram a ter regras próp...