Pentecoste, assim como em quase do Brasil sofre por falta de verdadeiras lideranças políticas. Parece que todos foram vacinados contra o verdeiro espírito da política que é a prática do bem comum. Os que estão na política desde a Idade da Pedra não mudam em nada e os que aparecem, que a gente pensava que poderia fazer a diferença, nos parece ser mesma coisa. É triste ter que dizer isso mais é verdade
Nesse Blog tratamos de Informações variadas: Política, Cultura, Religião, Educação, Cidadania e outros temas
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Falta de lideranças políticas
Pentecoste, assim como em quase do Brasil sofre por falta de verdadeiras lideranças políticas. Parece que todos foram vacinados contra o verdeiro espírito da política que é a prática do bem comum. Os que estão na política desde a Idade da Pedra não mudam em nada e os que aparecem, que a gente pensava que poderia fazer a diferença, nos parece ser mesma coisa. É triste ter que dizer isso mais é verdade
MAIORIDADE PENAL, O QUE EU ACHO?
Eu acho tão engraçado algumas pessoas defendendo a não diminuição da maioridade penal. Seria simples. É só quem defende lutar para que estes delinquentes ainda que menores sejam liberados para ir pra suas casas. Abram instituições e levem eles pra lá. Eu também não acho que diminuir a maioridade penal mude a realidade da criminalidade no Brasil. O que mudaria toda essa realidade seria educação, lazer, cultura, famílias saudáveis e outras políticas, as não é o caso aqui no Brasil. Na realidade o que penso eu já disse em outra oportunidade: preso deveria trabalhar no pesado. Quanto maior o crime mais pesado deveria ser o trabalho. Ser acompanhado por escolta policial e comprar sua própria alimentação, vestimenta, etc. Hoje quem está refém dentro suas próprias casas é o cidadão de bem. E não me venha os direitos humanos conversar miolo de pode que não cola. Quem erra deve pagar. Hoje quem está certo é quem paga como se o errado. Os infames estão por ai em alguma esquina rindo e maquinando o mal. A presidenta ou seja lá quem for que defenda, leve a bandidagem para lhes fazer companhia.
POLÍTICOS SE UTILIZAM DO PÚLPITO DAS IGREJAS OU ESPAÇOS PÚBLICOS PARA...
Não sei se sou só eu que tenho esta percepção, mas me parece que os políticos perderam o bom senso e a compostura de vez. É do conhecimento de todos que os políticos estão desacreditados por grande parte da maioria da população. Quando eles falam em público, no mínimo o povo não dá menor a tenção e, em outras situações são vaiados. Eles percebendo isso, passaram a utilizar-se da Igreja ou das reuniões de pais ou eventos das escolas. Viram que na igreja o povo ainda matem o respeito e a ordem e não irão fazer baderna nem vaiar por respeito ao sagrado. Do mesmo modo, também nas repartições públicas, onde o povo está preparado para determinada situação. Eles se aproveitam para tentar dizer o indizível, ou seja, tenta convencer as pessoas de uma realidade inexistente. Eu considero no mínimo um desrespeito a população que não é obrigada a ouvir. Creio que está na hora de nos posicionarmos contra toda forma de manobra politiqueira de querer fazer o povo engolir mentiras goela abaixo. Mas chegará a hora em que povo escorraçará este tipo de politico que tenta enganar o povo com suas ilusões e disfarce.
sábado, 9 de maio de 2015
FESTA DAS MÃES - ESCOLA G. WALDEMAR ALCÂNTARA - PENTECOSTE
Professor Valdeni Cruz
A Escola Waldemar
Alcântara realizou na tarde desta sexta-feira uma festa magnífica para as mães de
seus alunos. Foi um momento de muita emoção para todas as que se fizeram
presentes.
Todos os que fazem a
escola não mediram esforços para que o evento fosse quase que impecável. O envolvimento
de todos é digno dos mais sinceros aplausos. Cada um na sua especificidade. Uns
foram muito bons na parte de organizar, outros no comando das ações, outros,
por causas de suas amizades para conseguir as premiações, outros com os seu dom
de ornamentar, confeccionar, outros na organização das crianças para apresentar
as mensagens para as mães, outros tendo a coragem de gastar do próprio bolso
para que as coisas acontecessem, outros no trabalho braçal, e todos, como é
costume de uma equipe, se dedicaram do começo ao fim do evento e tudo fez com
que o sucesso fosse total. Parabenizo toda a equipe da Escola Waldemar sem exceção,
pois foi notório o sucesso do evento. Ficou constatado, não porque estou
dizendo, mas pela reposta dada por parte de quem esteve participando. Da emoção
que sentiram durante cada apresentação e cada homenagem feitas a elas, as mães.
Alem de toda essa alegria,
todas foram contempladas com uma lembrança singela, além de um grande número
delas terem sido sorteadas com presentes.
O evento contou a
presença da Senhora Prefeita Ivoneide, do Secretário de Finanças, Paulo Sergio,
além de representantes da Secretaria de Educação. Puderam perceber o grandeza
do evento e alegrar-se conosco.
Ao final do evento, as
mães ainda puderam saborear um maravilhoso jantar.
Este momento ficará
marcado na memória de todos os que fazem esta instituição de ensino. Parabéns a
todos nós!
Parabéns a Escola
Waldemar
Sozinho somos poucos e
fracos, mas juntos somos fortes e podemos muito mais.
sábado, 2 de maio de 2015
EDUCAÇÃO - DESVALORIZAÇÃO - Violência e baixos salários afastam professores novatos
Educadores novatos não se sentem atraídos pela sala de aula e os veteranos perdem a magia de ensinar
FOTO: NATINHO RODRIGUES
No Polivalente, modelo de Fortaleza, a segurança é uma das preocupações da gestão, apesar da fatalidade
FOTO: RODRIGO CARVALHO
Docentes apontam o desestímulo, a violência, os baixos salários e a extensa jornada como causas do abandono
Longe vão os tempos em que professor era uma profissão valorizada. Hoje, a carreira está depreciada e sem atrativos. Com isso, muitos dos recém-concursados desistem de ensinar antes mesmo de assumir o cargo. Eles pedem adiamento da posse ou largam a profissão de vez. No Ceará, dos 4 mil aprovados no concurso de 2009 para a rede estadual de ensino, 20% desistiram, segundo o Sindicato dos Professores e Servidores do Estado do Ceará (Apeoc).
Os docentes novatos perdem o interesse por causa das péssimas condições de trabalho (salas lotadas, por exemplo), a violência na sala de aula, os baixos salários, extensa jornada de trabalho, a falta de incentivo ao profissional e as condições físicas das escolas. Um número preocupante dos que assumem abandonam antes de completar o estágio probatório.
O problema vai mais longe porque não são apenas os recém-concursados que desistem ou reduzem a carga horária, mas professores veteranos. Muitos são obrigados a pedir a aposentadoria antecipadamente por causa de problemas de saúde, resultado do grande estresse a que são submetidos.
Conforme o psicólogo Álvaro Rebouças, a profissão exige muitas responsabilidades. “A carga de trabalho é excessiva o que faz com que os profissionais desenvolvam uma reação desencadeada pela rotina de trabalho”. O estresse continuado resulta na síndrome de Burnout, causada por circunstâncias relativas às atividades profissionais, ocasionando sintomas físicos, comportamentais, afetivos e cognitivos. As pessoas passam a ter aversão ao trabalho. “O problema é que o educador tem de responder à demanda dos alunos, dos pais e da instituição. Essa cobrança afeta a saúde”.
A saída apontada por Álvaro Rebouças é que os professores priorizem atividades que dão prazer e que tenham perspectivas de crescimento real para que possam suportar os problemas da carreira.
Para o presidente do sindicato Apeoc, Anísio Melo, a juventude não se sente mais atraída pela profissão. “E os veteranos perdem a magia de ensinar”.
Os baixos salários pesam muito na decisão de deixar a carreira. De acordo com Anísio Melo, os professores novatos do Ceará são os que possuem os mais baixos salários. “Temos um pagamento de R$ 1.400 por 40 horas/aula”. Além disso, eles não tiveram a readequação do plano de cargos e carreiras.
Para o presidente do sindicato, se o Governo do Estado atendesse às reivindicações seria uma forma de estancar a sangria de professores que é um problema grave. “Caso o Governo não sinalize com o plano, o índice de desistências vai aumentar”, alerta.
A consequência é sentida pela educação no Estado que fica comprometida pela falta de docentes. “Estamos caminhando para a possibilidade de um apagão no que tange o número de professores aptos para a sala de aula”, frisa Anísio Melo.
Luciana Matos (nome fictício) era professora concursada da Prefeitura de Fortaleza desde 2001 e desistiu da profissão. Hoje, ela está locada em outro órgão municipal. Luciana foi ameaçada de morte por um aluno de 11 anos de idade numa unidade escolar na Serrinha, um dos bairros mais complicado da Capital em termos de violência.
Saúde abalada
“Não tive mais condições de dar aula. Fiquei com a saúde abalada”. O estrago foi tão grande que a professora conta que teve de tomar remédio controlado. “O nosso papel hoje não é mais de educador, mas de agente prisional. Separamos briga dos estudantes durante a aula”.
Luciana aponta a desestruturação das famílias como causa da violência. “As mães não acham que a educação seja importante. Elas mantém os filhos na escola apenas para receber o Bolsa Família. As crianças convivem com a violência dentro de casa e acabam levando isso para a escola”.
De acordo com a assessora de articulação institucional da Secretaria Municipal de Educação, Rosemary Conti, do concurso realizado em 2009, quando foram aprovadas 3.780 pessoas, apenas 12 pediram exoneração formal. Foram 2.054 convocados e 1.470 lotados. O compromisso com outras atividades e aprovação em outros concursos são os principais fatores que levam esses profissionais a desistirem, segundo a SME.
Dos 3.088 nomeados no concurso do Estado, realizado em 2010, cerca de 30 pediram exoneração e tiveram como justificativa aprovação em concursos federais, que gerou incompatibilidade de carga horária de trabalho, dedicação exclusiva e distâncias geográficas. Para substituir as exonerações solicitadas, a Secretaria da Educação do Estado do Ceará (Seduc) convocou mais 117 aprovados no último.
ENTREVISTA - *Inocêncio Uchoa
O respeito à dignidade pessoal e profissional tem de acontecer
Quais os direitos do professor?
O professor tem o direito de ser respeitado em sua dignidade pessoal e profissional. Em todos os casos, ele tem o direito de recorrer à Justiça para buscar reparações materiais e morais. Sendo pública a escola, a ação seria contra o poder público (União, Estado ou Município).
Quando se constitui um assédio moral?
O assédio moral consiste na exposição do trabalhador a situações intermitentemente vexatórias, com o fito de desestimulá-lo no trabalho, às vezes, até forçando-o a pedir demissão. Alterações unilaterais do contrato de trabalho, impondo cargas horárias excessivas, trabalhos adicionais, tarefas anteriormente não previstas, exposições a riscos, solicitações de tarefas impossíveis e exposição ao estresse podem configurar assédio moral.
E sobre a violência praticada pelo aluno contra o professor?
A escola deve zelar pela segurança não só do professor, mas de todos os seus funcionários e alunos. O professor não pode ser moralmente constrangido em sua honra, muito menos em sua segurança física. Havendo violência moral ou física praticada dentro da escola, o aluno (se maior de 18 anos), os pais (se o aluno for menor de 16 anos) responderão pelo dano, sem prejuízo da responsabilização da escola.
*Advogado e juiz aposentado
Problemas
Insegurança é fator crucial na decisão pelo abandono
Na semana em que um adolescente foi morto no colégio Polivalente Modelo de Fortaleza, vem à tona uma discussão sobre a insegurança nas escolas, problema que gera consequências graves para a educação no Ceará. A violência que impera em muitas escolas de Fortaleza é, por exemplo, fator determinante para que muitos profissionais da educação desistam de seguir a carreira.
O professor Eduardo Moreira (nome fictício) foi vítima do vandalismo de dois estudantes que secaram os pneus de seu carro. “Somos tratados com desdém e até agredidos verbal e fisicamente”, afirma. Ele começou a lecionar em novembro de 2003, mas o desinteresse dos alunos pela educação faz com que ele pense em mudar de profissão.
“Isso não porque não goste do que faço, mas por perceber que o quadro da educação em nosso País não me inspira segurança. Estamos sobrecarregados, sem apoio, desvalorizados e mal remunerados e devido a isso há cada vez menos profissionais que optem por essa labuta”.
Marisa Santos (nome fictício) entrou no último concurso da Prefeitura mas tem vivido as piores situações possíveis como professora. Ela conta que vários dos seus colegas largaram a carreira. “Já vi casos de professoras que tiveram os xingamentos ‘vadia’ e ‘vagabunda’ riscados em seus carros”, relata.
Além disso, Marisa ainda não recebeu o pagamento desde que assumiu o cargo, em dezembro de 2010. “Deparei-me com condições precárias das escolas com salas superlotadas. Pensei em desistir e ainda penso. Fiquei decepcionada. Cheguei a implorar para receber o meu primeiro salário”.
No colégio Polivalente Modelo de Fortaleza, muitos professores já desistiram de ensinar, apesar da boa estrutura física e da disciplina dos alunos, como informa a coordenadora escolar, Renata Castro. Um educador preferiu trabalhar em uma usina de urânio na Bahia a ter de enfrentar a atividade no colégio Polivalente.
Renata afirma que vários colegas já seguiram outros horizontes. “A violência é um problema social. É o fato de a escola estar inserida num local problemático. Aqui enfrentamos isso porque o José Walter é um bairro violento”, afirma.
As professoras do Colégio Polivalente dizem que pensam em desistir, mas acreditam que ainda vale a pena ensinar. “A gente quer brigar por nossos direitos e pela valorização da profissão”, revela a professora de Educação Física, Mabelle Mota.
Mudança de estratégia
Para evitar tratamentos grosseiros dos alunos, o professor de Geografia, Jackson Mendonça, resolveu se aproximar deles. “O trabalho deve ser humanizado. A sala de aula já um ambiente tenso, então não posso bater de frente com os estudantes. Dessa maneira, eles veem no professor um amigo e não uma figura autoritária e se desarmam. É uma parceria”.
Jackson joga bola com seus alunos e criou o “Café Geográfico”, evento que premia os melhores da disciplina e é comemorado com um café da manhã organizado pelos estudantes. “Eles adoram e participam”. Mendonça diz que está satisfeito com a carreira.
OPINIÃO DO ESPECIALISTA
É difícil lidar com alunos
A maior dificuldade enfrentada pelos professores é lidar com os alunos. É difícil controlar o ambiente da sala de aula, sobretudo quando há um excesso de estudantes com um perfil de aluno de escola pública que vem de uma situação social complicada. Este tipo de estudante sofre violência em casa e está acostumado com essa linguagem, por isso acabam agredindo os professores.
Os educadores se sentem sós. O apoio dado pela equipe pedagógica, quando existe, é pequeno. Ela está preocupada com as questões burocráticas da escola. Uma queixa grande dos professores é que, muitas vezes, o curso de formação em pedagogia é muito teórico. Talvez eles chegassem nas escolas mais preparados para enfrentar certas situações se houvesse aulas práticas. Os pais de estudantes de instituições públicas têm uma relação de ausência com as escolas. Muitos alunos relatam o consumo de drogas e bebidas pelos pais que não entendem para que serve a educação. Eles veem a unidade escolar como um depósito de aluno que são atraídos pela merenda escolar e pelo Bolsa Família. Isso tudo é um pouco resultado da universalização do ensino que obriga as pessoas estarem nas escolas. A consequência é que aumentou o universo de crianças sem apoio psíquico dentro das instituições de ensino. Isso dificulta o processo educacional.
Mais do que a questão salarial, são os conflitos sociais que levam muitos professores a desistirem da profissão. Esse é um problema maior que o professor. É de desestruturação familiar. A escola em tempo integral é uma saída a medida que a criança vai ter outro ponto de referência, que não a família. Além disso, o investimento no professor e na aproximação dos pais com a escola são possíveis soluções. Está cada vez mais difícil encontrar pessoas que queiram ensinar. O Governo precisa incentivar o gosto pela sala de aula.
Mestre em Educação
Lina MoscosoRepórter
Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/violencia-e-baixos-salarios-afastam-professores-novatos-1.228301
sábado, 25 de abril de 2015
Prestação de Conta Sindical
É dever dos governos em
todas as esferas de poder prestarem
contas aos cidadãos dos recursos públicos que entram nos cofres públicos. Todos
nós sabemos que esses recursos devem custear todos os gastos dos governos com serviços
e pagamentos de pessoal. No entanto, quase nunca ou muito pouco temos esses
esclarecimentos como deveríamos ter. Por outro lado, nós estamos sempre
querendo saber pra onde está indo nosso dinheiro. Para poder saber dessas
informações, procuramos os órgãos competentes.
Assim também deve ser
com todas as instituições como por exemplos, ONGs, sindicatos e outras. É dever
dessas instituições prestarem contas aos seus associados, filiados e
contribuintes. No caso dos sindicatos a preocupação com a prestação de contas
deveria ser ainda maior, visto que é uma das instituições que mais se diz estar
preocupada em saber para onde está indo os recursos públicos, já que não está
indo para o bolso dos servidores. Desse modo, deve prestar contas a qualquer
tempo e qualquer hora a qualquer um de seus filiados. Essa prestação de contas
deveria acontecer naturalmente e constantemente para que ninguém fique com
duvidas sobre a responsabilidade que a instituição tem com os recursos que os
filiados permitem descontar em seus contracheques. Porém, se isso não estiver
acontecendo naturalmente e se algum filiado quiser saber, deve procurar a
instituição que deverá fornecer todas as informações necessárias.
Se algum filiado do
SINDSEP Pentecoste deseja saber como está o caixa da instituição, deverá
procurar a sede e fazer um pedido informal ou formal. Já que essas informações
devem estar todas prontas sempre. Creio que no caso do SINDSEP não haja problemas
para se conseguir estas informações. Procure os membros da diretoria e lá terá
as informações com a secretária de finanças. Não fique conversando nas calçadas
sobre isso ou aquilo, vá logo onde se pode obter ou não as informações.
Professor Valdeni Cruz
terça-feira, 21 de abril de 2015
Reflexão - Caráter
Professor Valdeni Cruz
Dai alguém diz assim: Não julguem pela aparência, mas pelo caráter. Eu digo: e quando tanto a aparência quanto o caráter estão em pé de igualdade? A resposta é a seguinte: não se faz necessário que alguém o julgue, pois este julgamento acontece por si só. A aparência é montada, inventada, aparentada, O caráter de um indivíduo é o seu modo de ser, suas características próprias, seu temperamento. Ele é um traço da personalidade, que diz respeito à maneira usual de cada um agir. Este grupo de atributos, bons ou ruins, compõe o comportamento e os valores morais das pessoas, resultantes de um processo evolutivo do sujeito, de seu convívio com a família, a escola, a sociedade como um todo. Nossas qualidades e defeitos são inerentes ao nosso caráter. Somos responsáveis por nossos atos. A bem da verdade estamos sujeitos a qualquer tipo de julgamento. As vezes eles são até justos e outras injustas. O que devemos fazer é entender que somos capazes de qualquer coisa boa ou qualquer coisa ruim. A diferença está em nossas reações perante os fatos. Toda ação tem uma reação. Cabe a nós qual reação teremos diante dos fatos da vida.
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