segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

As primeiras contas do ano - IPVA


Sefaz libera boleto do IPVA pela internet



Os boletos do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) deste ano já podem ser gerados pela internet no site da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE) e foi liberado a partir desta segunda-feira, 7.
Previsão da Sefaz é arrecadar mais de R$ 500 milhões com o imposto neste ano (Foto: Alex Costa)
O contribuinte deve clicar na barra "serviços on line", depois em "IPVA", "DAE para pagamento" e "IPVA 2013". É preciso informar número da placa, renavam ou chassi.
Neste ano, a tabela (.PDF) do tributo, que deve ser pago pelos propritários de veículos no Ceará, teve uma redução média de 9,41% em relação ao valor estabelecido em 2012.
A estimativa da Sefaz-CE é arrecadar R$ 513,3 milhões de 1.696.599 veículos. Os contribuintes que pagarem o imposto até o vencimento de 31 de janeiro receberão desconto de 5%. Quem decidir parcelar, pode fazer em até quatro vezes. O pagamento será feito nos dias 8 dos meses de fevereiro, março, abril e maio.
Fonte: Diário do Nordeste 

Evangelho dehoje (Mateus 4,12-17.23-25)


Segunda-Feira, 7 de Janeiro de 2013
 

Segunda-feira depois da Epifania


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 12Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia.13Deixou Na­zaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galileia, 14no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15“Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! 16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”.
17Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”. 23Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.24E sua fama espalhou-se por toda a Síria. Levaram-lhe todos os doentes, que sofriam diversas enfermidades e tormentos: ende­mo­ni­nhados, epilépticos e paralíticos. E Jesus os curava. 25Numerosas multidões o seguiam, vindas da Galileia, da Decápole, de Jerusalém, da Judeia, e da região além do Jordão.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

domingo, 6 de janeiro de 2013

INDIGNAÇÃO

Professor Valdeni Cruz



Como brasileiro fico indignado com o que vejo de corrupção no Brasil. Alguém assistiu no fantástico a reportagem sobre o desperdício do dinheiro público nas obras públicas inacabadas? Ainda tem dúvidas quanto a não sermos um país rico em todos os sentidos? O porque de não termos mais energia, mais água, mais doutores, mais comida, mais educação, mais saúde, ciência e tecnologia de ponta e por consequência, menos pobreza e menos miséria? Toda essa tragédia é culpa quase que exclusiva de nossos malditos políticos no decorrer da história. São estes bandos de bandidos e infames que impede e postergam nossos sonhos e o nosso desenvolvimento. Isso se dá pelas leis mal elaboradas, falta de planejamento, falta de vontade, burocracia, desvios de recursos e superfaturamento de obras... Tudo isso gera os bilhões desperdiçados do dinheiro público que saem de nossos estômagos que poderia fazer de nós brasileiros os mais ricos do mundo em bem pouco tempo, mas por causa de todo este descaso por parte das ratazanas do poder que infelizmente comandam o Brasil, é bem provável que vejamos centenas de vezes reportagens como a hoje. Como Brasileiro sinto como que um desapontamento com realidades tão cruéis e tão reais...

Democracia contemporânea: cidadania participante


Pica-pau-avermelhado. Ave encontrada na floresta do Cocó,
 área da Sebastião de Abreu.
 As construçõees ali impactam diretamente na fauna e flora

Fortaleza assistiu há poucos dias à primeira manifestação local e concreta da democracia participativa, tal como prevista em sua Lei Orgânica Municipal (LOM). Tratou-se do acionamento do instrumento do veto popular por cidadãos preocupados com a depredação da área destinada ao Parque do Cocó. De acordo com a iniciativa, ficam proibidas edificações de obras de interesse privado em todo o território da reserva ambiental do Cocó. 

Questões como a construção do Aquário; a utilização da área da Praia Mansa; a nova ponte sobre o rio Cocó (que afetará o meio ambiente); a definição de uma vez por todas da data aniversária de Fortaleza; a gratuidade dos estacionamentos públicos; a proibição de circulação de veículos particulares no Centro histórico e tantas outras questões já formam um respeitável elenco de decisões à espera da manifestação direta do cidadão fortalezense, ou do cearense, em geral. Outras, inevitavelmente surgirão, à medida que grandes intervenções públicas ou privadas tragam conflitos de interesses lesivos à coletividade.
O veto popular, assim como a iniciativa legislativa popular, o referendo e o plebiscito são mecanismos destinados a viabilizar a intervenção direta do cidadão na vida política e administrativa, correlatamente com as instâncias formais do poder. Sua fundamentação está no Art.1º.§ Único da Constituição Federal: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. O termo “diretamente” institui a democracia participativa, ou direta. Apesar de previstos na Carta Magna, esses instrumentos têm tido sua efetivação procrastinada nos três níveis de poder: municipal, estadual e federal. No entanto, o futuro da democracia depende de suas implementações.
Chegou a hora, a partir do município (laboratório por excelência para o teste das novas formas institucionais) de se recorrer mais a esses instrumentos. Dessa forma, o cidadão se sentirá mais motivado a participar da vida política e a assumir, corresponsavelmente, os resultados de suas próprias opções políticas. Tomando parte nas decisões administrativas, poderá melhor defender os interesses da coletividade e será levado também a conhecer por dentro os limites orçamentários e a selecionar as prioridades, de forma a otimizar a utilização do dinheiro público. Da parte do gestor realmente comprometido com o interesse público, compartilhar responsabilidades será um alívio, pois a própria comunidade terá noção dos limites da administração e aprenderá a fazer cobranças realistas.
Longe de ser uma coisa de outro mundo, esse procedimento é mais do que secular, na Suíça, e comumente utilizado em outros países. Isso acontece, também, em 12 estados da federação americana. Nos EUA, costuma-se aproveitar as eleições convencionais para acoplar plebiscitos e referendos sobre questões locais, inclusive o plebiscito revogatório de mandato (recall). Com isso, dá-se vitalidade à democracia que, na sua forma exclusivamente representativa, está quase totalmente esvaziada pelo formalismo da representação. O eleitor não se sente, de fato, representado e se frustra, cada vez mais, com a atuação autônoma de seus representantes e pela percepção de que as decisões reais passam longe das urnas.

Por que não podemos fazer o mesmo, aqui, pondo em prática a Constituição Federal, a Constituição Estadual e a Lei Orgânica Municipal, que preveem a democracia participativa? Desde já, é preciso estabelecer o princípio de que projetos polêmicos - sobretudo os que causam forte interferência na vida de uma comunidade e dividem opiniões - devem ser levados à consulta direta dos cidadãos. Depois da urna eletrônica, não há dificuldade técnica em colher o voto do eleitor. Para diminuir os custos das consultas, estas podem ser preferencialmente (mas não exclusivamente) acopladas às eleições convencionais, realizadas a cada dois anos, no Brasil. É preciso fazer disso uma rotina.
Com isso, cria-se a cultura participativa, cujo desenvolvimento redundará na afirmação da cidadania atuante, proporcionando, simultaneamente, a revitalização do próprio regime democrático. Só assim poderemos ter cidadãos plenos, inteiramente responsáveis pelo destino de nossa Cidade, de nosso Estado (pois esses instrumentos também precisam ser acionados no âmbito estadual) e de nosso País.
Não há mais tempo a perder, visto que essa forma contemporânea de democracia jaz como letra morta, há um quarto de século (a Constituição fará 25 anos este ano), impedida de ser efetivada pela resistência interesseira dos que temem perder o monopólio decisório em consequência do arejamento político e administrativo trazido pelo cidadão consciente e participante.
Fonte: O Povo

O que estamos vivendo hoje pode ser considerado como - a verdadeira liberdade?

Professor Valdeni



Não consigo entender certas coisas. Hoje ser legal é ser bobo, retardado e mentalmente idiota. Dizer bobagem sempre parece até que é o mais importante. Ser bestializado parece que é o melhor, embora não concorde, para poder ser aceito pelos demais, pelos grupos e pelas tribos. Aceitar todo tipo de idiotice parece que deve ser a regra. Não sei se isso que escrevo não é mais uma idiotice, mas é assim que tenho visto. Ser educado, repeitar, trabalhar, defender a fé, o caráter, a integridade, a honestidade, os valores, parece até ofensa a alguns... Às vezes me pergunto: será que sou eu que estou errado? Para onde olho vejo não só  jovens, que dizem estar num processo de maturação, mas também pessoas adultas  que se dizem entendidas, sábias, estudadas, viajadas e culturalmente vividas, com atitudes infantis e bestiais. Atitudes estas que fico a me perguntar: será mesmo que tenho que agir assim para poder ser bem visto pela "sociedade que se diz em processo de transformação pra melhor"? Estaria eu sendo a contradição e o retardamento do processo desta dita sociedade em vivemos?

Creio que alguns de nós algumas vezes sejamos surpreendidos com perguntas e questionamentos como estes.

Escutamos cantores cantando músicas que não diz nada com cosia alguma, mas que existe uma multidão de pessoas enfurecidas cantando e rebolando até o chão. Vemos mulheres e homens letrada (o)s e iletrada (o)s, de cultura e sem cultura, digamos assim, numa alegria contagiante descendo até o chão sem nenhum constrangimento; também vemos e ouvimos músicas de apologia ao crime, às drogas e sobre muitas outras aberrações e ainda assim está tudo bem. Alguns dizem alguma coisa timidamente, mas no fim tá tudo bem, é pra alegria geral da nação. Afinal, é tudo em nome da liberdade. Enquanto, isso vamos percebendo que a sociedade vai ficando de mal a pior. Uma vez li uma frase que dizia: Se não estamos prontos para o que der vier, ou seja, para arcar com as consequências da nossa liberdade, então não somos livres, mas prisioneiros em nós mesmos. Vale a pena pagarmos este preço social em que vivemos, pra que dizer que tudo isso serve para caracterizar a liberdade? Não seria uma forma de mascarar a verdade, de justificar a falta do bom senso? Não estaria a liberdade sendo ofuscada pela libertinagem, ou estaria a liberdade em pleno funcionamento? Estariam todos os valores do passado descartado? Ou será que reflexões como estas não passam de bobagem de alguém e pieguice de pessoas recalcadas, deprimidas, sem alegria, de desamadas? Talvez seja esta a conotação dada um texto como este.

Deveria eu desistir e também concordar com tudo ou mesmo que me crucifiquem ou me desmoralizem, devo continuar pensando assim? 

Deixa eu dizer uma coisa: até que me provem do contrário, vou continuar tentando dizer alguma coisa ainda que contrarie ou que sirva de ridos para muitos. Aprendi uma coisa que tem servido primeiro pra mim: QUEM RIR POR ÚLTIMO RIR MELHOR.

 A PERGUNTA É?
Será mesmo que tudo está normal?

Evangelho de hoje (Mateus 2,1-12)



Domingo, 6 de Janeiro de 2013
Epifania do Senhor


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

1Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, 2perguntando: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”.
3Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém.
4Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. 5Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: 6’E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo’”.
7Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. 8Depois os enviou a Belém, dizendo: “Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo”.
9Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino.
10Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande.
11Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra.
12Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

O medo que nos cerca

Professor Valdeni Cruz


Observando os noticiário e analisando a conjuntura do mundo em que vivemos, podemos constatar quanto mal, perversidade, crueldade tem marcado a história da humanidade. Já se tornou natural a violência, seja ela em que grau for. Morte de inocentes, mortes com requintes de crueldade...Mata-se por brincadeira, diversão, inveja, medo e até por prazer. Já não se pode andar na rua, trabalhar, possuir bens ou não possuir nada. É perigoso fazer um passeio, ir a um shopping, ao cinema; já não se pode nem estar em casa tranquilo, pois em qualquer situação estamos sujeitos a sermos vítimas da violência. Foi-se o tempo em as pessoas poderiam exibir um pouco de luxo, andar tranquilamente sem a preocupação de ser assaltado ou morto. 

Situações como estas nos tem feito reféns do medo. Aqui mesmo em nossa cidade, que é considerada uma cidade pequena, estamos vivendo a cada dia essa onda de medo. Quase toda semana somos notificados que foram mortas mais de uma pessoa.
Tem sido assim no dia-a-dia do Brasil. O cidadão de bem é quem tem medo. Os bandidos é quem está dando a ordem. Por outro lado, o Estado que deveria oferecer segurança a população, tem se omitido e nos deixando a mercê. Estamos vivendo dias difíceis. 

A pergunta é: o que fazer? como resolver este alto índice de violência. Por onde começar? Muitas são as leis, muitos são os presídios, mais e mais policiais são convocados para dar segurança a sociedade. Porém, nada disso tem adiantado. 

Antigamente dizia-se que a causa dos problemas eram os pobres, mas hoje estamos vendo cada vez mais pessoas que não são pobres envolvidas no mundo crime, do tráfico, etc. O que está acontecendo afinal? 

Eu ousaria dizer que grande parte desses problemas estão na falta de humanização, na falta respeito, moral, ética... Muitos dos que deveriam ser espelho pra nós, na verdade são eles que nos escandalizam. Com isso vamos nos tornando cada vez mais levado pelo sentimento de vingança. Achamos que por não sermos vistos devemos atacar a quem quer que seja para poder satisfazer um sentimento de injustiça. Desse modo, muitos pensam que para ter ou ser alguém, deve eliminar aqueles que tem e assim justificar seus crimes. 

Nossa sociedade está doente. Se não for tratada, corre o riso de eliminar-se aos poucos. Se assim continuar, corremos o risco de fazer justiça com as próprias mãos. Aquela velha história: antes que ele me mate eu o mato. O medo nos faz tomar atitudes arriscadas e por causa disso vamos nos tornamos vítimas da situação. Pois, sabiamente já disseram: violência gera violência.

É preciso trabalhar todo dia os sentimentos de amor, respeito e tolerância. Do contrário, vamos nos tornando uma bomba-relógio que a qualquer hora poderá vir explodir.

É preciso semear os valores que há muito anda esquecido. É  preciso que a família trabalhe os valores fundamentais com sua prole para que estes, que vão ser a sociedade de amanhã, seja melhor, pois se continuar piorando, somos capazes de imaginar o que poderá vir a acontecer. 

Professor Valdeni Cruz

EC 140/2026: como fica a aposentadoria dos ACS e ACE

  A PEC 14 agora é a EC 140/2026 Os agentes comunitários de saúde (ACS) e os agentes de combate às endemias (ACE) passaram a ter regras próp...