sábado, 4 de outubro de 2014

PROGRAMA A VOZ DO SINDSEP - AO MEIO DIA NA DIFUSORA VALE DO CURU


BOM DIA A TODOS
PROGRAMA A VOZ DO SINDSEP
Olá, caro amigos aqui do Faceboock!!
Gostaria de convidar vocês para logo mais ao meio dia para ouvirem o Programa A VOZ DO SINDSEP que vai ao ar neste sábado pela Rádio Difusora Vale do Curu.
Na pauta de hoje trataremos de assuntos como:
Eleições 2014
Sessão da Câmara desta quinta-feira
A questão do salário mínimo que entrou em cena novamente
Outros assuntos que farão parte do debate neste sábado.
Hoje começa ao meio dia, visto que o horário eleitoral já acabou.
Contamos com sua honrosa audiência.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Eleições 2014 - análise política

Valdeni Cruz

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Estamos exatamente a dois dias das eleições de 2014. Domingo, dia 5 de outubro, a maioria dos brasileiros que tem acima dos 16 anos, devem exercer seu direito democrático de votar. Direito este que conquistamos a duras penas.
Durante os meses de julho agosto e setembro os candidatos a Presidência, ao Senado, a Governos de Estado, Câmara Legislativas Federais e Estaduais, estiveram pelas cidades e ruas deste país tentando ganhar a simpatia dos eleitores. O corpo a corpo, os discursos acalorados, com vigor ou vazios, ecoaram por este Brasil a fora, seja pela TV Rádio, Internet, entre outros. Uma campanha que começou de uma forma e com o passar do tempo assumiu outras características.
Em agosto de 2014, o Candidato a Presidência da República, Eduardo Campo sofre um acidente de avião e morre. O mesmo tinha em torno de 8% das intenções de votos. Assume o lugar dele a Vice de Eduardo, Marina Silva. A partir dai a campanha assume outra cara. Esta candidata surpreendeu a todos da noite para o dia, causando temor às duas outras candidaturas até então apontadas como possíveis para a disputa em primeiro e segundo turno. A chegada da Marina e a consequente subida nas pesquisas levaram a campanha a outro nível. A presidenta Dilma, antes da morte de Campo, mesmo estando com um alto índice de rejeição, estava muito folgada em relação ao outro Candidato, Aécio Neves. Sendo assim, os marqueteiros tiveram que entrar em campo para tentar barrar a o crescimento de Marina. Quem está acompanhando de Perto pode perceber que o PT criou uma espécie de terrorismo em torno de Marina. Com estas estratégias Marina teve uma queda nas pesquisas, permitindo que Dilma tivesse um leve crescimento e também, o que também permitiu uma leve subida de Aécio.
Quanto aos discursos da campanha não se percebe muitas novidades. Dilma, que está no poder, repete o mantra de seu governo. No meu governo eu fiz isso, no meu governo eu fiz aquilo, ou ainda, quem fez vai continuar fazendo, mas deixa de lado ou pouco toca no assunto sobre as causas da corrupção que toma conta do país. Nos últimos dias uma avalanche de denúncias de corrupção tem tomado conta dos meios de comunicação, o que complica ainda mais a vida da Presidente a um passo das eleições. Entretanto, parece que mesmo com tantas denuncias, há alterações que comprometa a imagem da Presidenta de forma eu lhe cause grandes prejuízos. Isso se justifica em grande parte pelas politicas públicas e, maneira direita, o Bolsa Famílias, O minha casa minha vida e outros Programas de Governo. Estes são os fatos que fazem com que a Presidenta se mantenha ainda na frente dos demais candidatos.
Já Aécio tenta a todo custo convencer a população de que a candidatura dele é a única capaz de mudar o Brasil e de derrubar o PT que está no poder há quase 12 anos. O mesmo começou nas pesquisas com números muito baixos. Isso se deve ao fato dele não ter uma projeção nacional. Seu campo de atuação até então era no Senado e seu campo político era em Minas Gerais onde o mesmo governou por 2 mandatos tendo altos índices de aceitação. No decorrer da campanha o candidato tenta firmar uma ideia mais pessoal assumindo uma posição mais firme em relação a campanha de suas adversárias. O que se percebe nesse fim de campanha é que Aécio teve uma leve subida, mas mesmo assim não ameaça a disputa entre Marina e Dilma.
Já Marina, que foi deputada Federal, Senadora e Ministra de Lula é bem mais conhecida e que nas eleições de 2010 chegou a receber mais de 20 milhões de votos. Ao assumir a posição de candidata voltou aos holofotes e ao mesmo tempo, o desejo do povo em querer que ela se torne Presidenta.
Em relação à Marina as criticas partem principalmente do Governo Dilma. Esta tem jogado pesado no sentido de tentar desqualificá-la. Nas propagandas de TV chega a dizer que Marina irá acabar com o Bolsa Família, acabar com o Pré-sal. A verdade é que muitas pessoas tem baixado a guarda diante desses fatos e tem mudado de opinião, como temos visto nas últimas pesquisas.
Enfim, chegou a hora da decisão. Povo brasileiro irá às urnas e fará sua parte. Se estão conscientes e certos de sua decisão, ninguém sabe. O que se sabe é que alguém será eleito e que assumirá os rumos do país pelos próximos 4 anos.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eleições: orientações ao eleitor


Anular o voto como protesto. Votar tendo por base pesquisas eleitorais. Votar sem conhecer bem as propostas do candidato. Tais questões são esclarecidas neste artigo. Leia e compartilhe.

altAmados irmãos em Cristo Jesus,
Todos se submetam às autoridades que exercem o poder, pois não existe autoridade que não venha de Deus, e as autoridades que existem foram estabelecidas por Deus. Portanto, quem se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e tais rebeldes atrairão sobre si a condenação. [...] Sabeis em que momento estamos: já é hora de despertardes do sono. Agora, a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite está quase passando, o dia vem chegando... (Romanos 13, 1-2, 11-12a).
Estamos na reta final do período das eleições. No próximo domingo, dia 05 de outubro de 2014, é chegada a hora de eleger quem deve estar representando o povo brasileiro nas diversas posições de comando e decisão do país. O eleitor brasileiro estará se dirigindo às urnas para escolher candidatos para cinco (05) cargos públicos:
  • Presidente da República;
  • Governador;
  • Senador;
  • Deputado Federal; e
  • Deputado Estadual.
A Renovação Carismática Católica do Brasil, através de sua ação profética, tem buscado motivar uma participação mais ativa de seus membros nas realidades temporais da nossa nação Brasileira, em especial, no campo político. Portanto, agora é chegada a hora de mostrar à nossa pátria que “... um filho teu não foge à luta!”, dirigindo-se à urna e declarando o seu voto.
Na intenção de oferecer critérios sólidos para escolher os candidatos, apresentamos, a seguir, algumas considerações a serem lembradas:
1. Não deixe de votar.  Há um falso conceito de que se mais de 50% do total de votos for nulo, a eleição perde o efeito e deve ser convocado um novo pleito. Entretanto, isso não é verdade. Neste caso, tais votos apenas não serão considerados válidos para o resultado final. Por exemplo: em um pleito envolvendo a participação de 100 eleitores, o candidato precisará de 51 votos válidos para ser eleito. Mas se 60 eleitores votarem em branco ou anularem seu voto, apenas 40 votos serão considerados válidos e, dessa forma, estará eleito quem receber 21 votos.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Henrique Neves, deixa claro no portal do TSE que o voto nulo não é considerado para o resultado das eleições.  É no artigo 224 da Lei Eleitoral que se encontra o trecho que causa todo esse mal entendido: “Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias.”  Contudo, a nulidade a qual a Lei se refere é a nulidade da votação (por irregularidades e outros) e não a anulação do voto pelo eleitor.
2. Você não perde o voto se o seu candidato perder a eleição.  O país ganha com a participação democrática de cada cidadão que dá a sua opinião. Afinal, eleição não é uma loteria esportiva e não há prêmio para quem votar em candidato que é eleito. Por isso, não se deixe influenciar pelas pesquisas eleitorais para decidir o seu voto.
Muitas pessoas, não querendo perder o voto ou querendo praticar o voto útil, decidem com base nas pesquisas eleitorais. Com isso não se dão conta de quão grave é tal critério, pois estarão dando mais importância às pesquisas, do que a própria capacidade de escolher um candidato político. Vote de acordo com a sua consciência e nada mais.
2. Leve em consideração o passado, as promessas e o partido do candidato.  Para o passado é sempre bom examinar a inserção do candidato na sua própria comunidade ou nas ações de promoção humana e cunho social. Verifique desde quando o candidato se interessa pela causa do povo, participando gratuitamente em iniciativas que demonstrem o seu real comprometimento com o bem comum. Se ele já foi parlamentar, deve-se examinar como era a sua atuação na casa legislativa e como ele votava nas questões relativas à vida e à família.
Quanto às promessas, é fundamental que ele tenha um projeto de governo ou um plano de mandato. Candidato que não sabe ou não consegue escrever uma proposta, provavelmente, tem pouca condição de atuar naquilo que se propõe. Nesse caso, defender a vida desde a concepção até a sua morte natural é prerrogativa essencial para merecer o voto de um carismático.  Compromissos sobre as questões de vida e família são fundamentais, preferencialmente feitas em declarações por escrito e assinadas.
Por fim, quanto ao partido do candidato, é preciso lembrar que a Igreja, justamente por ser católica, isto é, universal, não pode estar confinada a um partido político. Ela “não se confunde de modo algum com a comunidade política[1]” e admite que os cidadãos tenham “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal”.[2]
Isso não significa, porém, que os fiéis católicos podem filiar-se a qualquer partido. Há partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. “Faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas.”[3]
Deus ilumine a todos os eleitores e os discernimentos que deverão conduzir às escolhas dos políticos que irão decidir o futuro de nosso país.
Ministério Fé e Política RCCBRASIL
Notas:
[1] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 76.
[2] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 75.
[3] Catecismo da Igreja Católica, n 2246, citando “Gaudium et Spes”, n. 76.

Fonte: http://www.rccbrasil.org.br/institucional/index.php/artigos/998-eleicoes-orientacoes-ao-eleitor

BLOG ATINGE MEIO MILHÃO DE VISITAS

Valdeni Cruz

Quero agradecer a todos que de qualquer deste país ou do resto clicaram neste Sit. Atingimos nesta data meio milhão de vistas.

Como já disse antes, é um sit simples, sem sensacionalismo, pornografia ou coisa sem sentido, mas que algum modo, tem sido visto por muitas pessoas.
Diariamente temos uma média de 700 a 800 visitas.

Muitos obrigado!

Continue visitando. Deixe suas críticas, seus elogios e sugestões.

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Papa: Anjos têm a missão de nos proteger na luta contra satanás


missa29setembro
Satanás apresenta as coisas como se fossem boas, mas a sua intenção é destruir o homem, até mesmo com motivações “humanísticas”. Os anjos lutam contra o diabo e nos defendem. Isto foi, em síntese, o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a Festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.
As leituras do dias nos apresentam imagens muito fortes: a visão da glória de Deus narrada pelo Profeta Daniel com o Filho do Homem, Jesus Cristo, diante do Pai; a luta do Arcanjo Miguel e os seus anjos contra “o grande dragão, a serpente antiga, aquele que é chamado diabo” e “seduz toda a terra habitada”, mas é derrotado, como afirma o Apocalipse; e o Evangelho em que Jesus diz a Natanael: ‘Verás o céu aberto e os anjos de Deus subir e descer sobre o Filho do homem”. O Papa Francisco fala da “luta entre o demônio e Deus”:
“Mas esta luta ocorre depois que Satanás procura destruir a mulher que está para parir o filho. Satanás sempre procura destruir o homem: o homem que Daniel via ali, na glória, e que Jesus dizia a Natanael que viria na gloria. Desde o início a Bíblia nos fala disto: desta sedução de Satanás para destruir. Por inveja. Nós lemos no Salmo 8: ‘Tu fizeste o homem superior aos anjos’, e esta inteligência tão grande do anjo não podia suportar esta humilhação, que uma criatura inferior fosse feita superior; e buscava destruí-la”.
Satanás, portanto, procura destruir a humanidade, a todos nós:
“Tantos projetos, exceto os próprios pecados, mas tantos projetos de desumanização do homem são obra dele; simplesmente porque odeia o homem. É astuto: está escrito na primeira página do Gênesis; é astuto. Apresenta as coisas como se fossem boas. Mas a sua intenção é a destruição. E os anjos nos defendem. Defendem o homem e defendem o Homem-Deus, o Homem superior, Jesus Cristo que é a perfeição da humanidade, o mais perfeito. Por isto a Igreja honra os anjos, porque são aqueles que estarão na glória de Deus – estão na gloria de Deus – porque defendem o grande mistério escondido de Deus, isto é, que o Verbo veio na carne”.
“A missão do povo de Deus – afirmou o Papa – é guardar em si mesmo o homem: o homem Jesus”, pois “é o Homem que dá vida a todos os homens”. Ao contrário, nos seus projetos de destruição, Satanás inventa “explicações humanísticas que vão justamente contra o homem, contra a humanidade e contra Deus”:
“A luta é uma realidade cotidiana, na vida cristã: no nosso coração, na nossa vida, na nossa família, no nosso povo, nas nossas igrejas… Se não se luta, seremos derrotados. Mas o Senhor deu esta missão principalmente aos anjos, de lutar e vencer. E o canto final do Apocalipse, após esta luta, é tão bonito: ‘Agora se cumpriu a salvação, a força e o Reino de nosso Deus e o poder do seu Cristo, porque foi precipitado o acusador dos nossos irmãos, aquele que os acusava diante do nosso Deus dia e noite”.
O Papa, por fim, convida a rezar aos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael e a recitar “aquela oração antiga, mas tão bonita, do Arcanjo Miguel, para que continue a lutar para defender o maior mistério da humanidade: que o Verbo se fez homem, morreu e ressuscitou. Este é o nosso tesouro. Que ele continue a lutar para guardá-lo”.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PENTECOSTE


CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PENTECOSTE – CE.

24 de Agosto de 2014

O Conselho Municipal de Educação se reúne em caráter ordinário para mais uma reunião. A mesma tratara de assuntos sumamente importantes. A reunião abordou a seguinte pauta:

Ø  Escolha dos representantes de Pais de Estudantes das Escolas da Rede Estadual de Ensino
Ø  Representantes de Estudantes das Escolas da Rede Estadual de Ensino
Ø  Apresentar slides sobre as funções do Conselho Municipal, que deve estar em acordo com o que está sendo apresentado pelo Plano nacional
Ø  Comentar sobre a realidade de nossa educação: citar o número de analfabetos, o número de jovens que ainda estão fora da escola, da evasão, dos alunos que chegam ao Ensino Médio sem saber ler nem escrever, etc
Ø  Falar da importância, do comprometimento de cada um nesse Conselho
Ø  Falar do nosso papel enquanto articuladores dos debates na elaboração do plano de metas da educação de nosso Município para os próximos 10 anos
Ø  Falar dos conselhos fictícios que já existiram no papel, mas que nunca funcionou
Ø  Apresentar proposta de Regimento Interno para o Conselho para presentes
Ø  Discutir sobre a possibilidade de construir um modelo de educação que realmente funcione e que os nossos filhos tenham realmente uma educação de qualidade nos próximos anos
Ø  Por fim, facultar a palavra para que os membros do Conselho possam fazer suas considerações.

Estiveram presentes um grande número de representantes na reunião e foram tocados muitos assuntos referentes a Educação de nosso Município. 
Durante a reunião foi mostrado as funções e um Conselho Municipal e de que maneira ele pode atuar no sentido de acompanhar as atividades educacionais do município, podendo contribuir direta ou indireta com propostas para a melhor execução das ações pedagógicas. 
Uma missões mais importantes no momento para o Conselho municipal e acompanhar a elaboração do Plano e metas para a Educação do município par aos próximos 10 anos. É de responsabilidade desse conselho analisar todo o diagnóstico feito pelo corpo técnico da Secretaria de Educação e dar o parecer a respeito do documento produzido para a partir de então apresentar a sociedade. Portanto, trata-se de uma grande responsabilidade. Foi diante desses desafios que pautamos nossa reunião nessa manhã.

Estas imagens se referem a reunião desta manhã na No Espaço da Biblioteca da Escola Profissional





Professo Valdeni Cruz


terça-feira, 23 de setembro de 2014

As 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024

Por meio de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011 e do Anuário Brasileiro da Educação Básica de 2013, elaborado pelo movimento Todos pela Educação, O GLOBO listou as 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e seus principais desafios para a próxima década, como o de alocar 10% do PIB na Educação e o de matricular 3,2 milhões de crianças e adolescentes que ainda estão fora da escola.

Meta 1 -Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos
Em 2011, 81,7% das crianças de 4 e 5 anos estavam matriculadas na Pré-Escola. Segundo dados do Pnad 2011, mais de um milhão de crianças nessa faixa etária ainda estão fora da escola. Por outro lado, das que tinham de 0 a 3 anos, apenas 22,95% frequentavam as escolas. A matrícula para esse grupo não é obrigatória.

Meta 2 - Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda população de 6 a 14 anos

O Ensino Fundamental teve em 2011 a taxa líquida de matrícula de 92,4% das crianças de 6 a 14 anos, fazendo com que muitos especialistas considerem que a modalidade já está universalizada. No entanto, pelos dados do Pnad 2011, 539,7 mil crianças ainda não frequentam as salas de aula.

Meta 3 - Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária

Cerca de 80% dos jovens entre 15 e 17 anos frequentam as escolas, embora apenas 52,25 destes estejam no Ensino Médio - a distorção idade-série é o maior problema a ser enfrentado nessa modalidade de ensino. Além disso, segundo o Pnad 2011, 1,6 milhão de jovens nessa faixa etária estão fora da escola.

Meta 4 - Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complem

Entre 2010 e 2011, houve um aumento de 15,3% na taxa de matrículas de crianças na Educação Especial. No mesmo período, entretanto, caiu em 11,2% o número de alunos em escolas especiais. Segundo o MEC, 78% dos alunos com algum tipo de deficiência estão matriculados na rede pública de ensino.

Meta 5 - Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade

Apenas 44,5% dos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental apresenta proficiência adequada em leitura, de acordo com os resultados da segunda edição da Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização, a Prova ABC. O teste foi aplicado no final de 2012 a 54 mil alunos de 1,2 mil escolas públicas e privadas de todo o país. A partir deste ano, o MEC substituirá a Prova ABC pela Avaliação Nacional da Educação (ANA), um dos eixos do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pronaic).

Meta 6 - Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) aluno(as) da educação básica

Pelos dados do MEC, as matrículas na Educação de Tempo Integral representam 5,8% do total de alunos no Ensino Fundamental. Os esportes respondem por 65% da frequência na grade curricular das escolas de tempo integral.

Meta 7 - Fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem

O fluxo escolar é medido pelos índices de aprovação, reprovação e abandono em um ano letivo. A reprovação é um dos principais problemas na Educação Básica, com taxas girando em torno de 10% no Ensino Fundamental e 13% no Ensino Médio. O abandono ficou em 2,8% no primeiro, e 9,5% no segundo. Já a taxa de distorção idade-série, que mede a quantidade de alunos matriculados em séries inferiores ao adequado para suas idades, caiu tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. No primeiro, ela passou de 23,6% para 22,9%. No segundo, caiu de 34,5% para 32,8%. 

Meta 8 - Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional

Em 2011, a escolaridade da população de cor branca de 25 anos ou mais alcançou a média de 8,3 anos, enquanto que a população de cor negra da mesma faixa etária ficou com apenas 6,4 anos. No entanto, há desigualdade inclusive numa mesma faixa de escolaridade: entre os que estudaram 10 anos ou mais, os brancos têm um rendimento médio de R$ 798, enquanto os negros acumulam somente R$ 586,10.

Meta 9 - Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até o final da vigência do PNE, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional

Em 2011, cerca de 8,4% dos brasileiros com 15 anos ou mais não sabiam ler e escrever.

Meta 10 - Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos (EJA) na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio

O setor enfrenta uma queda contínua de matrículas. De 2007 a 2011, o país perdeu 18.893 das 166.254 turmas de EJA, ou seja, uma queda de 18,9%.

Meta 11 - Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no setor público

Diferentemente do EJA, o ensino técnico está em tendência de expansão no país. Entre 2005 e 2011, subiu de 8,2% para 14,9% o número de cursos técnicos sobre o total verificado no ensino médio regular, totalizando 1,2 milhão de alunos.

Meta 12 - Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público

De 1995 a 2011, a taxa líquida de matrículas no ensino superior da população entre 18 e 24 anos passou de 5,9% para 14,9%.

Meta 13 - Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores

Em 2011, havia no Brasil 39.220 mestres e 11.314 doutores titulados, segundo dados do GeoCapes.

Meta 14 - Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores

Pelos dados do GeoCapes, cresceu em 10% o número de estudantes titulados na pós-graduação entre 2010 e 2011.

Meta 15 - Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de vigência deste PNE, a política nacional de formação e valorização dos profissionais de educação, assegurando que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam

Cerca de 25% dos mais de dois milhões de docentes na educação básica ainda possuem, no máximo, o ensino médio ou magistério.

Meta 16 - Formar em nível de pós-graduação 50% dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino

Na educação básica, cerca de 75% dos professores têm, no mínimo, ensino superior completo.

Meta 17 - Valorizar o magistério das redes públicas da educação básica, a fim de aproximar o rendimento médio do(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o sexto ano de vigência deste PNE

Dos mais de 2 milhões de professores na educação básica no Brasil, cerca de 18% dão aula em duas unidades escolares, e 78% lecionam em apenas um estabelecimento.

Meta 18 - Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os(as) profissionais da educação básica pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do art. 206, VIII, da Constituição Federal

Em vigor desde 2008, a Lei do Piso para o magistério ainda não é cumprida sete estados do país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Outras 14 unidades da federação não obedecem integralmente a norma, que estabeleceu em 2012 um salário de R$ 1.451 como piso nacional.

Meta 19 - Assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública e à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto

Cerca de 48% dos municípios do Brasil não possuem uma secretaria exclusiva para a Educação.

Meta 20 - Ampliar o investimento governamental em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no quinto ano de vigência deste PNE e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio

Em 2011, apenas 5,3% do PIB foi destinado ao setor. O projeto de lei, que destina 75% dos royalties do petróleo para a Educação e 25% para a Saúde, deve ser votado nesta semana no Senado. Em diversos momentos, o MEC afirmou que sem a aprovação do texto, a meta de 10% do PIB para a área não poderá ser cumprida.
Fonte: http://infograficos.oglobo.globo.com

EC 140/2026: como fica a aposentadoria dos ACS e ACE

  A PEC 14 agora é a EC 140/2026 Os agentes comunitários de saúde (ACS) e os agentes de combate às endemias (ACE) passaram a ter regras próp...