domingo, 11 de outubro de 2015

Ser professor e não lutar é uma contradição pedagógica


E não fazemos nada!

Pergunta e bem, o professor Santana Castilho, na sua crónica de hoje, no Público. E acrescenta citando Paulo Neves, que por sua vez citou Eça de Queirós: “ O salário diminui. O estado tem que ser considerado na sua acção fiscal como um ladrão. E tratado como um inimigo.” (…) E não fazemos nada?

(…) Aos funcionários públicos espoliados e aos que nunca viveram acima das suas possibilidades, pergunto: e não fazemos nada?

(…) Aos professores adormecidos pergunto: e não fazemos nada.”

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