sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

NOTA DE REPÚDIO E DE FIXAÇÃO DA VERDADE JURÍDICA E CONSTITUCIONAL

Senhores servidores

I-             A ação do Salário Mínimo para jornada diária de 04 horas é uma  vitória dos servidores de Pentecoste. A Justiça determinou que o Município pague salário mínimo para jornada de 20 horas, que beneficia todos os servidores que ganhavam abaixo do salário mínimo, conforme edital de concurso. PONDO FIM À INJUSTIÇA SOCIAL E À ESCRAVIDÃO PELA MISÉRIA DA ERA DOS CORONEIS;
II-           Assim, quem fez concurso para 20 horas semanais, que corresponde a 04 horas por dia, se tiver trabalhando dobrado, volte a trabalhar só 04 horas por dia, pois assim está no edital do concurso, assim manda a decisão judicial. É DECEPCIONANTE UMA GESTÃO QUE SE DIZ SER DE ESQUERDA TENTAR A VOLTA DA EXPLORAÇÃO E DO TRABALHO ESCRAVO;
III-          É dever da atual prefeita cumprir a determinação judicial, o previsto na Constituição Federal, na Lei Orgânica Municipal e obedecer ao efeito vinculante da Súmula nº 16, do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Ameaçar é crime de constrangimento ilegal. Corresponde à assédio moral. É conceituado como ato de improbidade administrativa. Sendo a nota de esclarecimento da Prefeitura de Pentecoste, alterando a verdade, a prova documental de um crime. SE TAIS AMEAÇAS CONTINUAREM serão tomadas todas as medidas legais contra autoridades responsáveis;
IV-          Se continuar o assédio moral, as autoridades que assinam notas ilegais e inconstitucionais, pregando a desobediência civil e a violação a decisões judiciais, serão alvo de ações por danos morais, cobradas diretamente de ditas autoridades. UM PROCESSO, POR SERVIDOR, COBRANDO ATÉ 10 SALÁRIOS MINIMOS DE INDENIZAÇÃO. PELO FIM DO ASSÉDIO MORAL E DO ABUSO DE PODER;
V-           SERVIDORES QUE FORAM LIBERTOS DA ESCRAVIDÃO, que fizeram concurso para jornada diária de 04 horas que totalizam 20 horas semanais. NÃO TEMAM AS AMEAÇAS, continuem trabalhando só a jornada de 04 horas diárias, comunicando ao Sindicato todo e qualquer abuso. POIS O SINDICATO ACIONARÁ A JUSTIÇA E O MINISTÉRIO PÚBLICO (PROCAP) pedindo todas as garantias para ao exercício dos seus direitos. POIS TRABALHO ESCRAVO É CRIME! EXPLORAÇÃO DE SERVIDOR É INCONSTITUCIONAL! CONSTRANGER PARA VIOLAR LEI E DECISÃO JUDICIAL É ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA! A melhor forma de dizer não a todo esse abuso é Continuar cumprindo o deliberado em assembleia da categoria: TRABALHAR A JORNADA PARA QUAL VOCÊ FEZ CONCURSO, 04 HORA POR DIA. O salário não pode ser reduzido!
VI-         O DIREITO AO SALÁRIO MÍNIMO É UMA VITÓRIA DEFINITIVA. SÓ VENCE QUEM LUTA E LUTA SEM MEDO! A TODO ESSE CLIMA DE TERROR, NOSSO REPÚDIO! TEMOS O DIREITO! ESTAMOS COM A VERDADE!


Dr. Valdecy, Advogado do Sindsep

Direção do Sindicato dos Servidores Públicos de Pentecoste 

17 de Janeiro de 2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Vaticano apresenta na ONU relatório sobre combate à pedofilia


Kelen Galvan, Jéssica Marçal e Rodrigo Luiz

Da Redação, com Rádio Vaticano


Arquivo
Monsenhor Silvano Maria Tomasi, Observador da Santa Sé na ONU
A Santa Sé, juntamente com a Rússia, Alemanha, Portugal, Congo e Iêmen, discutem, nesta quinta-feira, 16, o relatório sobre a aplicação da Convenção sobre os Direitos da Criança em seus territórios. O encontro acontece no Escritório das Nações Unidas, em Genebra, sede europeia da ONU.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, divulgou uma nota, na qual destaca o compromisso do Papa e do Vaticano para a proteção das crianças.

Padre Lombardi recorda que a Santa Sé foi um dos primeiros Estados a ratificar a convenção em 20 de abril de 1990. O Estado apresentou seu primeiro relatório em 2 de março de 1994; em 27 de setembro de 2011, apresentou um segundo relatório.

Com base neste e no anterior, e depois de ter recebido sugestões do grupo de ONGs que participa do procedimento alternativo de avaliação, o Comitê propôs à Santa Sé uma série de perguntas para obter mais informações. Os dados foram enviados para Genebra em 30 de novembro de 2013. A data estabelecida pelo Comitê para o encontro com a delegação da Santa Sé, para discutir o relatório e as respostas complementares, foi esta de hoje, ao longo da 65ª sessão do Comitê (13 a 31 de janeiro de 2014).

Casos de pedofilia

Padre Lombardi lembrou que não é raro que as perguntas propostas, sobretudo no que diz respeito à problemática dos abusos sexuais contra menores, pareçam supor que os bispos ou superiores religiosos agem como representantes ou delegados do Papa, o que é sem fundamento.

Assim, responde-se que as perguntas sobre casos particulares de abusos verificados em instituições católicas, em diversos países do mundo, não são pertinentes a respeito da Convenção por parte da Santa Sé, tratando-se de casos nos quais têm jurisdição, com base nas próprias leis, os países nos quais esses se verificaram.

O porta-voz do Vaticano reiterou que a Santa Sé está profundamente entristecida pela chaga dos abusos sexuais, que atingem milhões de crianças no mundo inteiro, e lamenta que, infelizmente, alguns membros do clero tenham estado envolvidos em abusos similares.

Ele acrescenta que também foram dadas ao Comitê amplas respostas sobre o empenho dedicado pelo Pontífice, pelas comissões da Cúria Romana (em particular a Congregação para a Doutrina da Fé e o Conselho para a Família) em estabelecer rigorosas e eficazes normas e diretivas para tratar, contrastar e prevenir os gravíssimos fenômenos de abuso sexual contra menores, não excluída a atualização da legislação do Estado da Cidade do Vaticano em matéria penal.

O representante da Santa Sé na ONU, monsenhor Silvano Maria Tomasi, disse, em entrevista à Rádio Vaticano, que a acusação de que a Santa Sé teria obstruído a atuação da justiça lhe parece "um pouco sem critério". Isso, porque impedir o curso da justiça, em qualquer país, em detrimento de sua legítima jurisdição, seria "uma interferência indevida e injusta" por parte de qualquer sujeito.

Dom Tomasi reforça que a Santa Sé apoia o direito e o dever de cada país de perseguir todo crime contra menores. "Portanto, não tolera a crítica pela qual se procura interferir ou impedir o curso da justiça. Ao contrário, quer – como Papa Francisco insiste – que haja transparência e que a justiça siga seu curso".


Compromisso da Santa Sé

De acordo com padre Lombardi, fazer uma leitura total dos relatórios demonstra a atenção e o vasto compromisso dedicado pela Santa Sé para a promoção das atividades e da vida da Igreja Católica, para o bem das crianças.

"Não só com seu ensinamento e a convicta defesa da dignidade da pessoa humana desde o início de sua existência e das fases em que mais necessita de ajuda, mas também com inúmeras atividades de educação, de cuidado de saúde, de apoio às famílias e às crianças em sua singularidade", explicou.

Comitê da ONU 

O Comitê para os Direitos da Criança é o órgão de controle e de monitoramento da Convenção, para atualização e promoção de seus princípios por parte dos Estados-membro. Com sede em Genebra, ao comitê são apresentados relatórios periódicos dos Estados que aderem à Convenção. Ele estuda os documentos, pode pedir mais informações complementares e discute os relatórios com os representantes.

Na nota publicada, padre Lombardi afirma que o Comitê não é um “tribunal” que tenha competência para “julgar” os Estados-membro, mas é um instrumento constituído por eles próprios com base na Convenção, para monitorar e controlar sua aplicação. 

Fonte: Canção nova Noticias

Evangelgo de hoje, 16 de janeiro de 2014

Evangelho (Mc 1,40-45)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 40um leproso chegou perto de Jesus, e de joelhos pediu: “Se queres tens, o poder de curar-me”. 41Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero: fica curado!” 42No mesmo instante, a lepra desapareceu, e ele ficou curado. 43Então Jesus o mandou logo embora, 44falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!”
45Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

ASSISTA ESTA ENTREVISTAS COM SR. ERIVELTON. TENHO CERTEZA QUE VOCÊ VAI ENTENDER DAQUILO QUE PENSAMOS MAS NÃO TÍNHAMOS

Este tem muita história boa de ouvida para que nós que muitas vezes somos leigos neste mundo da politica, mas que em nossas mente analisamos de um modo que não temos certeza, esta entrevista, a meu ver, me faz abrir o leque de entendimento de como, de fato, funciona a política de nosso município.

Assista.



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A POLÍTICA



Falar de política, não é difícil. Mas difícil é dar uma resposta clara e objetiva, pois, a política é muito abrangente. Na maioria das vezes, acredita-se que tem muito haver com discussão entre as pessoas no intuito de buscar uma solução para “o problema”.

Apesar da importância deste assunto, são poucos os interessados, pois, a maioria da sociedade foge do tema política, achando que isso é dever somente de quem está no poder, mas não sabem, que são eles que acabam fortalecendo ainda mais a chance dos desonestos se corromper com facilidade e continuar enganando o povo.  Quem não participa da política, será só mais um tendo o trabalho de votar, além disso estará votando em vão.

O por que do desinteresse pela política torna-se de fácil compreensão quando levamos em consideração, que vivemos numa sociedade onde uma fração de indivíduos que no seu agir politicamente procura, nada mais, nada menos, beneficiar-se.

Mas Política é a arte de governar, é o uso do poder para defender seus direitos de cidadania.

A ideia da Política é ter uma forma de organizar a sociedade, em seus diversos âmbitos evitando que chegue a um caos sem ordem ou a uma bagunça tratando da convivência dos diferentes. E isso que a torna tão complexa e consequentemente, interessante.

A política é a liberdade de se expressar e de ter uma opinião. Sua finalidade é manter a ordem pública, defesa do território nacional e o bem social da população.

Ela é fundamental na vida de todos, pois através da política se constrói a vida da população, não podemos ingenuamente nos abster, cabe a população a discussão e pressão dos governantes.

A política na atualidade, encontra-se bastante deteriorada. Precisando urgentemente de uma reforma. Com mais responsabilidade partidária, com mais definições e execuções dos seus representantes.

Política, é coisa séria e não apenas para ser lembrada em períodos de eleições, onde somos praticamente obrigados a votar, senão sofreremos uma sanção. No entanto, todos os indivíduos são passíveis de análise política, pois, tal ciência perde validade se não expressar a preocupação de inserir todos os indivíduos no processo de construção da sociedade.

http://www.artigonal.com

Catequese com o Papa Francisco – 15/01/14

Catequese com o Papa Francisco - 15/01/14CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia.
Quarta-feira passada iniciamos um breve ciclo de catequeses sobre os Sacramentos, começando pelo Batismo. E sobre o Batismo gostaria de concentrar-me ainda hoje, para destacar um fruto muito importante deste Sacramento: esse nos torna membros do Corpo de Cristo e do Povo de Deus. São Tomás de Aquino afirma que quem recebe o Batismo é incorporado a Cristo quase como seu próprio membro e é agregado à comunidade dos fiéis (cfr Summa Theologiae, III, q. 69, art. 5; q. 70, art. 1), isso é, ao Povo de Deus. Na escola do Concílio Vaticano II, nós dizemos hoje que o Batismo nos faz entrar no Povo de Deus, nos torna membros de um Povo em caminho, um Povo peregrino na história.
De fato, como de geração em geração se transmite a vida, assim também de geração em geração, através do renascimento na fonte batismal, transmite-se a graça, e com esta graça o Povo cristão caminha no tempo, como um rio que irriga a terra e difunde no mundo a benção de Deus. Do momento em que Jesus disse o que escutamos no Evangelho, os discípulos foram batizar; e daquele tempo até hoje há uma sequência na transmissão da fé mediante o Batismo. E cada um de nós é um elo dessa sequência: um passo adiante, sempre; como um rio que irriga. Assim é a graça de Deus e assim é a nossa fé, que devemos transmitir aos nossos filhos, transmitir às crianças, para que essas, uma vez adultas, possam transmiti-la a seus filhos. Assim é o Batismo. Por que? Porque o Batismo nos faz entrar neste Povo de Deus que transmite a fé. Isto é muito importante. Um Povo de Deus que caminha e transmite a fé.
Em virtude do Batismo, nós nos tornamos discípulos missionários, chamados a levar o Evangelho no mundo (cfr Exort. ap. Evangelii gaudium, 120). “Cada batizado, qualquer que seja a sua função na Igreja e o grau de instrução da sua fé é um sujeito ativo de evangelização… A nova evangelização deve implicar um novo protagonismo” (ibid) de todos, de todos o povo de Deus, um novo protagonismo de cada um dos batizados. O Povo de Deus é um Povo discípulo – porque recebe a fé – e missionário – porque transmite a fé. E isto faz o Batismo em nós. Doa-nos a Graça e transmite a fé. Todos na Igreja somos discípulos, e o somos sempre, para toda a vida; e todos somos missionários, cada um no lugar que o Senhor lhes atribuiu. Todos: o menor é também missionário; e aquele que parece maior é discípulo. Mas alguém de vocês vai dizer: “Os bispos não são discípulos, os bispos sabem tudo; o Papa sabe tudo, não é discípulo”. Não, mesmos os bispos e o Papa devem ser discípulos, porque se não são discípulos não fazem o bem, não podem ser missionários, não podem transmitir a fé. Todos somos discípulos e missionários.
Existe uma ligação indissolúvel entre a dimensão mística e aquela missionária da vocação cristã, ambas enraizadas no Batismo. “Recebendo a fé e o Batismo, nós cristãos acolhemos a ação do Espírito Santo que conduz a confessar Jesus Cristo como Filho de Deus e a chamar Deus ‘Abba’, Pai. Todos os batizados e as batizadas…somos chamados a viver e transmitir a comunhão com a Trindade, porque a evangelização é um apelo à participação na comunhão trinitária” (Documento final de Aparecida, n. 157).
Ninguém se salva sozinho. Somos comunidade de crentes, somos Povo de Deus e nesta comunidade experimentamos a beleza de partilhar a experiência de um amor que precede a todos, mas que ao mesmo tempo nos pede para sermos “canais” da graça uns para os outros, apesar dos nossos limites e dos nossos pecados. A dimensão comunitária não é só uma “moldura”, um “contorno”, mas é parte integrante da vida cristã, do testemunho e da evangelização. A fé cristã nasce e vive na Igreja e no Batismo as famílias e as paróquias celebram a incorporação de um novo membro a Cristo e ao seu corpo que é a Igreja (cfr ibid.; n. 175b).
A propósito da importância do Batismo para o Povo de Deus, é exemplar a história da comunidade cristã do Japão. Essa sofreu uma dura perseguição no início do século XVII. Foram numerosos mártires, os membros do clero foram expulsos e milhares de fiéis foram mortos.  Não permaneceu no Japão nenhum padre, todos foram expulsos. Então a comunidade se retirou na clandestinidade, conservando a fé e a oração em reclusão. E quando nascia uma criança, o pai ou a mão a batizavam, porque todos os fiéis podem batizar em particulares circunstâncias. Quando, depois de dois séculos e meio, 250 anos depois, os missionários retornaram ao Japão, milhares de cristãos saíram da clandestinidade e a Igreja pôde reflorescer. Tinham sobrevivido com a graça de seu Batismo! Isto é grandioso: o Povo de Deus transmite a fé, batiza os seus filhos e segue adiante. E mantiveram, mesmo em segredo, um forte espírito comunitário, porque o Batismo os tornou um só corpo em Cristo: foram isolados e escondidos, mas foram sempre membros do Povo de Deus, membros da Igreja. Podemos aprender tanto com esta história! Obrigado.

Evangelho do dia de hoje, 15 de janeiro de 2013

Evangelho (Mc 1,29-39)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los. 32À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era. 35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus.37Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te procurando”. 38Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. 39E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Exemplo de superação - Morador de abrigo estuda sozinho e passa em 4º lugar em curso da UFC

Helder estava sem estudar desde 2006, quando concluiu o ensino médio.
Morando em um abrigo, ele estudou para o Enem nos livros da biblioteca.


Helder estudou sozinho em abrigo de comunidade católica e foi aprovado na UFC (Foto: Arquivo Pessoal)
Helder estudou sozinho em abrigo de comunidade católica e foi aprovado na UFC (Foto: Arquivo Pessoal)

Com 28 anos e natural de uma cidade do interior Minas Gerais (MG), Helder Marques é um exemplo de determinação e de superação. Morador de um albergue da Comunidade Católica Shalom, em Fortaleza, ele passou um ano inteiro estudando sozinho, fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e conseguiu ser aprovado para o curso de Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC).
“Eu vim para Fortaleza para trabalhar, mas as coisas não saíram como o esperado e, de repente, me vi sem nenhum dinheiro para pagar alimentação e moradia. Um amigo me falou de uma casa que abrigava pessoas em situação de rua, como eu me encontrava. Procurei um centro de apoio social que me encaminhou para a Casa de São Francisco, do Shalom, onde fui recebido com muito carinho e onde reconquistei a minha dignidade”, conta.
No início de 2013, Helder Marques decidiu mudar o rumo da vida. “Eu tinha concluído o ensino médio em 2006 e já estava há muito tempo sem estudar. Vi que no albergue tinha uma biblioteca e percebi que se eu me esforçasse eu conseguiria alcançar a meta que tinha traçado: ser aprovado na UFC”.
No início, e com recursos bem limitados, Helder estudava de duas a três horas por dia. “Com o passar das semanas, percebi a necessidade de intensificar mais e mais os estudos e cheguei a 10 horas diárias. Sabia que o desafio era grande, pois a intenção era a UFC, uma das mais concorridas do país”, conta Helder.
Como Helder estudou sempre em escolas públicas concorreu à vaga entre as ofertadas no sistema de cotas, da UFC. “Das 14 vagas ofertadas, consegui ficar em quarto lugar já na primeira chamada, comemora. Mas apesar da conquista, os sonhos não param. “Vou tentar uma vaga no alojamento da Universidade, uma bolsa de estudos junto ao Governo Federal e quando concluir a graduação, vou fazer um mestrado. O que eu quero mesmo é aprender”.
Mais procurada do país
Pelo terceiro ano consecutivo, a Universidade Federal do Ceará foi a instituição de ensino superior mais procurada do país no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A instituição contabilizou 262.275 inscrições na seleção, ficando à frente das universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e da Bahia (UFBA). O número representa um acréscimo de 27% sobre o total registrado no ano passado, quando a UFC recebeu 206.443 inscrições.

A concorrência geral na UFC chegou a 41,12 candidatos por vaga. A Instituição contabilizou 168.958 estudantes inscritos. Cada candidato pode se inscrever em duas opções de curso, o que explica a diferença entre os números.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Especialistas apresentam propostas para aperfeiçoar o ensino superior


Rodrigo Baptista


Luiz Henrique (C): nenhuma universidade brasileira está na lista das 200 melhores

Valorização dos profissionais da educação, promoção do intercâmbio de estudantes, incentivo à educação a distância, concessão de estímulos para entrada de professores estrangeiros foram algumas das sugestões apresentadas nesta quinta-feira (28) durante audiência pública "O Brasil que queremos e o ensino superior: desafios e oportunidades", realizada pela Comissão Senado do Futuro.
A necessidade de uma gestão mais profissional da educação, especialmente das universidades, e a permissão para que empresas possam deduzir do imposto de renda investimentos em educação e pesquisa também foram medidas apontadas para melhorar o ensino superior.
O presidente da comissão, Luiz Henrique (PMDB-SC), mostrou-se preocupado com o fato de nenhuma universidade brasileira estar na lista das 200 melhores instituições educacionais do planeta e afirmou que uma mudança profunda na área de vontade política.
- A educação tem que ser a prioridade e as coisas acontecem quando há vontade política. Houve vontade política no Programa Ciência Sem Fronteiras e as coisas estão acontecendo – observou.
Manuel Marcos Formiga, pesquisador do Laboratório de Estudos do Futuro da Universidade de Brasília (UnB), elogiou o Programa Ciências Sem Fronteiras, mas disse que ele deveria ser ampliado, estimulando também a vinda de estudantes estrangeiros para o Brasil.
- Na Corea, China, Índia, Taiwan é quase uma obrigação fazer um semestre em um país diferente como parte da sua formação de graduação – disse Formiga.
Ele defendeu também o fortalecimento dos cursos da área tecnológica como o de Engenharia.
- No Brasil, 78% fazem ciências humanas e sociais. Faltou planejamento. Formamos apenas 40 mil engenheiros por ano - lamentou o pesquisador da UNB.
Capital privado
Conceder incentivos para parcerias público-privadas entre empresas e instituições públicas de referência como Fiocruz e Embrapa foram outros caminhos apontados durante o debate.
Para o Secretário Nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Vinícius Renê Lummertz Silva, a universidade brasileira precisa se abrir não apenas para a circulação de estudantes como também para investimentos de empresas.
- Conhecimento hoje é commodity. Agora, a transformação desse conhecimento em uma estratégia que faça sentido para o desenvolvimento do país, em cima de valores, é que seria o desafio - apontou.
Ensino básico
O professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), Isaac Roitman, citou o baixo nível de conhecimento de muitos dos estudantes que ingressam no ensino superior e afirmou que é preciso um esforço urgente para melhorar a educação básica. Ele manifestou apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2013, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que propõe a federalização da educação. Também defendeu a valorização do profissional de educação.
- Na Coreia do Sul, nenhum funcionário público pode ganhar mais que o professor - observou Roitman.
Qualificação
Especialistas e senadores também observaram que o crescimento do país passa necessariamente pela qualificação do capital humano. Para o senador Luiz Henrique, existe uma diáspora entre o nível de excelência encontrado em muitas empresas estatais e privadas do país e a "absoluta falta de excelência universitária".
Para o reitor do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), Ozires Silva, o problema não é a falta de investimentos por parte do governo, mas a ineficiência na aplicação dos recursos públicos
- O próprio MEC divulgou certa vez que de cada R$100,00 que entram no orçamento nacional da educação, R$8,00 chegam ao aluno. Há uma ineficiência enorme na aplicação dos recursos. Precisamos de novas formas de gerenciar a educação, uma gestão de educação – criticou Ozires Silva, ao observar que 70% da população é analfabeta funcional,.
Gestão profissional
Quanto à importância de uma gestão mais profissional da educação, especialmente das universidades, os debatedores concordaram, por exemplo, com a necessidade de que escolhas de dirigentes de instituições de ensino deixem de ter caráter político e privilegiem a meritocracia.
- Creio que a eleição direta para reitor era até certo momento necessária para balançar a instituição, mas depois de 25 anos, talvez não seja mais o caminho - ponderou o senador Cristovam Buarque, autor do requerimento para a realização do debate.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

INFORMAÇÕES DO TCE - MUNICÍPIO DE PENTECOSTE

PARA OS QUE GOSTAM DE FICAR INFORMADOS E SABER DE DADOS VERDADEIROS, DISPONHAM LEIA TUDO E SE INFORME. ESSES SÃO DADOS OFICIAIS. NÃO ES...