sábado, 20 de abril de 2013

Evangelho de hoje, (João 6,60-69) Sábado, 20 de Abril de 2013



3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor. 

Naquele tempo, 60muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” 61Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? 62E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? 63O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64Mas entre vós há alguns que não creem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de en­tregá-lo.
65E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. 66A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?” 68Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

JOVENS INFRATORES - AL apoia redução da maioridade


Requerimento de Ely Aguiar que defende maioridade de 16 anos recebeu 19 votos favoráveis e 9 contra

Durante votação do requerimento que apoia a redução da maioridade penal, manifestantes protestaram contra os deputados que votaram a favor FOTO: VIVIANE PINHEIRO

A redução da maioridade penal foi o principal assunto debatido pelos deputados cearenses da Assembleia Legislativa na manhã de ontem. Por quase duas horas os deputados discutiram os requerimentos de Ely Aguiar (PSDC), um sugerindo que houvesse um amplo debate para discutir o assunto e outro dando ciência acerca do posicionamento da Casa. Apesar de o parlamento do Ceará ter se posicionado favorável à redução, com 19 votos favoráveis, nove parlamentares se mostraram contrários à proposta apresentada.

De acordo com Ely Aguiar, a "avalanche de crimes" no País tornou-se insuportável e a maioria dessas ocorrências vem sendo praticada por jovens de 16 e 17 anos de idade. Ao lado do Peru e da Colômbia, o Brasil é o único País do mundo que mantém a maioridade penal a partir dos 18 anos. "Nos Estados Unidos, um garoto de 12 anos foi apenado por ter matado o pai. Não estamos aqui buscando apenar o adolescente, mas dizendo que não pode. A Lei não existe para punir ninguém, mas é uma determinação que diz que não pode fazer isso", apontou o parlamentar em defesa do tema.

Ele lembrou que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que a redução da maioridade não deve diminuir o aumento da violência, mas afirmou que a Lei Maria da Penha, por exemplo, reduziu os casos de violência contra as mulheres. Ele apresentou dados do Datafolha, que fez pesquisa recente apontando que 93% dos paulistanos defendem a maioridade penal de 16 anos. "É inaceitável que uma jovem seja estuprada e assassinada por adolescentes. Os adultos serão apenados, mas os adolescentes ficam na mais pura impunidade e nós não aceitamos mais isso", disparou.

Ely Aguiar ressaltou ainda que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer que a punição desses jovens passe de três para oito anos de reclusão. "Nós queremos que estes adolescentes sejam punidos. Na semana passada, a Polícia prendeu um jovem de 17 anos e cinco meses que já tinha matado 14 pessoas, rindo, como se nada tivesse acontecido", criticou.

Infrator

A proposta do governador de São Paulo prevê que o infrator que completar 18 anos deverá ficar em regime especial nas fundações de ressocialização em vez de permanecer com os menores de 17 anos. A transferência para a penitenciária só ocorrerá a partir dos 21 anos. Também é prevista uma pena mais severa para adultos que utilizarem os menores nos crimes.

O deputado Ferreira Aragão (PDT) afirmou que fez um levantamento e, segundo ele, de 1980 para cá, a idade dos presos vem diminuindo. O parlamentar, que é apresentador de um programa policial, disse que está acompanhando diversos casos de violência e, portanto, sabe como as famílias dessas pessoas se sentem. "O que está acontecendo é que muitos traficantes em Fortaleza treinam as crianças para curso de tiro privado. Eles treinam as crianças a matar. Dão a arma, dão o revólver de depois dão a lista de execução", declarou o pedetista.

Nas galerias da Casa, no entanto, alguns manifestantes criticavam as falas dos parlamentares e se posicionaram contrários à proposta de apoio à redução da maioridade, apresentada pelo deputado Ely Aguiar. Em determinado momento, chegaram a gritar "bancada da bala não me representa", em alusão àqueles deputados ligados às discussões sobre segurança pública na Assembleia Legislativa.

A deputada Bethrose (PRP), por sua vez, disse que se comove com a situação dos familiares que perdem seus filhos para o crime, mas afirmou que muitos pais também procuram ajuda do Estado e não encontram. De acordo com ela, os deputados estariam se "acovardando" e  se "acomodando" quando defendem a redução da maioridade penal. "O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) só é visto quando o adolescente é delinquente. Mas os direitos das crianças e adolescentes não são cumpridos. Eu sou a favor da discussão. Estou colocando minha cara a bofete, mas defendo minha posição", disparou.

Vítimas

Já a deputada Patrícia Saboya (PDT), ligada aos movimentos em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, diz acreditar que esta não seja a solução para a diminuição da criminalidade crescente no País, afirmando ainda que os jovens são vítimas e não réus, neste caso. "No Brasil, de cada 100 homicídios que são cometidos, apenas oito são punidos, mas ainda querem colocar mais jovens na cadeia, porque é mais fácil jogar a poeira para debaixo do tapete", afirmou a deputada estadual.

Segundo Saboya, é necessário que, em primeiro lugar, seja cumprida a legislação, fazendo com que todas as penalidades sejam efetivadas, o Estatuto da Criança e Adolescente seja cumprido e o governo exerça as tarefas que lhe cabem.  Ainda de acordo com ela, a reincidência no sistema de internação dos adolescentes é de aproximadamente 30%. No sistema prisional comum é de 60%.

"Nossos jovens preferem ir para o crime muitas vezes porque são empurrados. Quando procura  uma escola boa e de qualidade, não encontra. Eu lamento muito de ouvir nessa Casa discursos que são absurdos de deputados que não respeitam nossas proposituras, chamando elas de "imbecilóides", como fez o deputado Fernando Hugo", criticou.

O deputado Antonio Carlos (PT) também posicionou-se a favor dos argumentos levantados por Patrícia Saboya. "Infelizmente, as condições dos jovens não são boas e essa redução não vai melhorar. A ordem do problema está sendo invertida. Os jovens são as vítimas. Obviamente que somos representantes do povo, mas não podemos trazer o debate por alguns casos que são exceções à regra", reclamou o petista, acrescentando ser contra a proposta de Geraldo Alckmin.

O vice-líder do Governo na Assembleia Legislativa, Augustinho Moreira (PV), criticou as ações dos jovens infratores e lembrou que eles praticam esses crimes porque confiam na impunidade da Lei. O parlamentar ainda ressaltou que, quando advogava, foi contrário a modificar o ECA, mas salientou que os legisladores eleitorais não fazem uma reflexão mais evoluída sobre o referido Estatuto.

Já o deputado Danniel Oliveira (PMDB) lembrou que uma audiência pública irá ocorrer até o dia 15 de maio, com todos os senadores envolvidos com o tema da maioridade penal, na Assembleia Legislativa do Ceará. Ele chegou a dizer ser desnecessária a votação dos requerimentos, mas votou favorável. Já Eliane Novais (PSB) se disse contrária à redução e solicitou votação nominal do requerimento.


Fonte: Diário do Nordeste

Catequese do Papa Francisco: Ascensão de Jesus – 17/04/2013


Catequese do Papa Francisco: Ascensão de Jesus - 17/04/2013
CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 17 de abril de 2013
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
No Credo, encontramos a afirmação de que Jesus “subiu aos céus e está sentado à direita do Pai”. A vida terrena de Jesus culmina no evento da Ascensão, quando, isso é, Ele passa deste mundo ao Pai e é elevado à sua direita. Qual é o significado deste acontecimento? Quais são as consequências para a nossa vida? O que significa contemplar Jesus sentado à direita do Pai? Sobre isto, deixemo-nos guiar pelo evangelista Lucas.
Partamos do momento no qual Jesus decide embarcar em sua última peregrinação a Jerusalém. São Lucas anota: “Aproximando-se o tempo em que Jesus devia ser arrebatado deste mundo, ele resolveu dirigir-se a Jerusalém” (Lc 9, 51). Enquanto “ascende” à Cidade santa, onde se cumprirá o seu “êxodo” desta vida, Jesus vê já a meta, o Céu, mas sabe bem que o caminho que o leva de volta à glória do Pai passa pela Cruz, pela obediência ao desígnio divino de amor pela humanidade. O Catecismo da Igreja Católica afirma que “a elevação sobre a cruz significa e anuncia a elevação da ascensão ao céu” (n. 661). Também nós devemos ter claro, na nossa vida cristã, que o entrar na glória de Deus exige a fidelidade cotidiana à sua vontade, mesmo quando requer sacrifício, requer às vezes mudar os nossos programas. A Ascensão de Jesus acontece concretamente no Monte das Oliveiras, próximo ao lugar onde havia se retirado em oração antes da paixão para permanecer em profunda união com o Pai: mais uma vez vemos que a oração nos dá a graça de viver fiéis ao projeto de Deus.
Ao final do seu Evangelho, São Lucas narra o evento da Ascensão de modo muito sintético. Jesus conduz os discípulos “para Betânia e, levantando as mãos, os abençoou. Enquanto os abençoava, separou-se deles e foi arrebatado ao céu. Depois de o terem adorado, voltaram para Jerusalém com grande júbilo. E permaneciam no templo, louvando e bendizendo a Deus” (24, 50-53); assim diz São Lucas. Gostaria de salientar dois elementos da história. Antes de tudo, durante a Ascensão Jesus cumpre o gesto sacerdotal da benção e seguramente os discípulos exprimem a sua fé com a prostração, ajoelham-se inclinando a cabeça. Este é um primeiro ponto importante: Jesus é o único e eterno Sacerdote que com a sua paixão atravessou a morte e o sepulcro e ressuscitou e ascendeu ao Céu; está junto de Deus Pai, onde intercede para sempre a nosso favor (cfr Eb 9,24). Como afirma São João na sua Primeira Carta, Ele é o nosso advogado: que belo ouvir isto! Quando alguém é chamado por um juiz ou pelo tribunal, a primeira coisa que faz é procurar um advogado para que o defenda. Nós temos um, que nos defende sempre, defende-nos das ciladas do diabo, defende-nos de nós mesmos, de nossos pecados! Caríssimos irmãos e irmãs, temos este advogado: não tenhamos medo de ir até Ele e pedir perdão, pedir a benção, pedir misericórdia! Ele nos perdoa sempre, é o nosso advogado: defende-nos sempre! Não se esqueçam disso! A Ascensão de Jesus ao Céu nos faz conhecer então esta realidade tão reconfortante para o nosso caminho: em Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, a nossa humanidade foi levada junto a Deus; Ele nos abriu a passagem; Ele é como uma corda quando se escala uma montanha, que chegou ao topo e nos atrai para si conduzindo-nos a Deus. Se confiamos a Ele a nossa vida, se nos deixamos guiar por Ele, estamos certos de estar em mãos seguras, nas mãos do nosso salvador, do nosso advogado.
Um segundo elemento: São Lucas refere que os Apóstolos, depois de terem visto Jesus subir ao céu, retornaram a Jerusalém “com grande alegria”. Isto nos parece um pouco estranho. Em geral, quando estamos separados dos nossos familiares, dos nossos amigos, para uma partida definitiva e sobretudo por causa da morte, há em nós uma tristeza natural, porque não veremos mais a face deles, não escutaremos mais a sua voz, não poderemos mais desfrutar do afeto deles, da presença deles. Em vez disso, o evangelista destaca a profunda alegria dos Apóstolos. Mas como? Propriamente porque, com o olhar da fé, esses compreendem que, embora removido de seus olhos, Jesus permanece para sempre com eles, não os abandona e, na glória do Pai, sustenta-lhes, guia-lhes e intercede por eles.
São Lucas narra o fato da Ascensão também no início dos Atos dos Apóstolos, para destacar que este acontecimento é como o anel que envolve e conecta a vida terrena de Jesus àquela da Igreja. Aqui São Lucas também menciona a nuvem que levou Jesus para fora da vista dos discípulos, os quais permanecem a contemplar o Cristo que ascende para Deus (cfr At 1,9-10). Intervêm então dois homens em vestes brancas que os convidam a não permanecer imóveis a olhar para o céu, mas a nutrir a vida deles e o testemunho deles com a certeza de que Jesus voltará do mesmo modo com o qual o viram subir ao céu (cfr At 1,10-11). É propriamente o convite para partir da contemplação do Senhorio de Cristo, para ter Dele a força de levar e testemunhar o Evangelho na vida de cada dia: contemplar e agir, reza e trabalha, ensina São Benedito, são ambos necessários na nossa vida de cristãos.
Queridos irmãos e irmãs, a Ascensão não indica a ausência de Jesus, mas nos diz que Ele está vivo em meio a nós de modo novo; não está mais em um lugar preciso no mundo como o era antes da Ascensão; agora está no senhorio de Deus, presente em cada espaço e tempo, próximo a cada um de nós. Na nossa vida não estamos nunca sozinhos: temos este advogado que nos espera, que nos defende. Não estamos nunca sozinhos: o Senhor crucificado e ressuscitado nos guia; conosco há tantos irmãos e irmãs que no silêncio e na ocultação, em sua vida de família e de trabalho, em seus problemas e dificuldades, em suas alegrias e esperanças, vivem cotidianamente a fé e levam, juntos a nós, ao mundo o senhorio do amor de Deus, em Cristo Jesus ressuscitado, que subiu ao Céu, advogado para nós. Obrigado.

Fonte: http://papa.cancaonova.com

Evangelho de hoje, Sexta-Feira, 19 de Abril de 2013 (João 6,52-59)

3ª Semana da Páscoa

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 52os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim o que me come viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”. 59Assim falou Jesus, ensinando na sinagoga em Cafarnaum.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Um caso de amor sem fim


Professor Valdeni Cruz


Oh, minha paixão primeira e eterna!
Hoje quero me encontrar contigo.
Quero te conhecer de verdade.


Imagem do Google
Estou decidido a viver intensamente uma história de amor contigo. Antes te via sem te dar muita importância, mas hoje me bateu aquela vontade e aquele desejo de apostar tudo em ti. Pensando durante horas, vi que não ia chegar muito longe sem a sua companhia. Percebi que meu futuro seria bem difícil sem estar diretamente envolvido contigo.
Quero viver tudo como nunca vivi antes. Como se não soubesses nada até esta presente data. Quero ler e imprimir este momento marcante no centro de minha alma.
Estou falando de você ó amiga leitura e, que a partir deste momento estou completamente jogado ao seu domínio, a sua força e ao seu querer.
Com você quero descobrir quem sou, quero descobrir o mundo, viajar pelos ares, pelos mares, pelos campos e recantos... Quero voltar ao passado, bem no inicio. Quero vasculhar o tempo, andar a cavalo no vento, compreender a história, a humanidade, a diversidade, e até confins da cidade.
Quero saber sobre Deus, sobre o diabo, os anjos, os bichos, os nichos, o lixo e o carrapicho... Quero ler à vida, à morte, à sorte, caminhando do sul ao norte, do leste ao oeste, quem sabe até faroeste só por causa de ti.
Oh, minha amada leitura! Sinto-me apaixonado por ti. Sinto que você me pegou. Sinto-me totalmente dependente de ti para ser tudo sou. Uma vez que te conheci, não sou mais o mesmo. Descobri que posso ser príncipe, rei, nobre, pobre... Posso ser tudo e nada. Descobri o que é o céu, o fel, o mel; descobri quem eu sou.
Descobri todas esta verdades porque você me ensinou. Despiu-me e me vestiu, me abriu os olhos que eram obscuros. Livrou-me do castigo da ignorância restituiu-me a dignidade perdida.
Quanto mais me envolvo contigo, mas sinto vontade de ir a fundo. Cada letra, cada frase, cada livro, cada palavra me deixa fascinado. Sinto que estou contaminado de um amor imortal.
Desde que te conheci de verdade, sinto necessidade de me jogar mais e mais e em  teus ares descansar. Posso dizer que nesse caso estou contaminado de uma doença sem cura.
Por causa de você passei a entender o mundo, a me encantar, odiar e, vez por outra me zangar... Antes, tudo me era indiferente, nada me fazia pensar, analisar, contemplar, me emocionar... Via o mundo de forma embaçada, deturpada...
Depois que me envolvi contigo o mundo ficou maior e menor ao mesmo tempo. Maior porque o meu mundo cresceu, ou seja, o conhecimento que você me proporcionou, aumentou, alargou este mundo meu. Menor porque vejo o mundo de forma ampla, o que me era impossível quando estava longe de ti. Tenho a impressão de que sou mais gente, que minha mente também se desenvolveu.
Na verdade sou mais gente. Descobri que posso opinar, criticar, intervir, julgar... A leitura é como uma arma poderosa que ao ser usada pode ter a força de um míssil. Ela dissipa o medo cala o cretino, destrói poderes... Dá o poder de fazer acontecer....
Posso afirmar que você é a melhor coisa que eu já descobri na minha vida. Sem você esta seria incompleta.
O que vivemos juntos não pode ser apagado. Nem o tempo pode apagar este nosso caso de amor. Somente a morte é que pode nos separa. Quem poderá roubar você de mim? Mesmo que você seja um tesouro inigualável, ninguém pode nos roubar um do outro.
Você, minha amabilíssima leitura, tem me ajudado a quebrar as correntes, arrombar cadeias e prisões, sejam elas quais forem. Além disso, você tem tornado pessoas livres, tem iniciado e encerrado guerras, tem provocado o ódio e a paz, tem feito morrer e nascer, tem sido justa e injusta, mas tem sido a porta e a saída daqueles que por seu intermédio puderam conhecer e experimentar as asas da liberdade.
Finalmente, leitura é conhecimento, é vida. Quem encontra e se apropria dela, sabe o poder que ela tem. Se você descobrir seu valor, saberá o que dela fazer. Utilize-se o quanto puder. Quanto mais nos utilizamos dela, mais lapidados seremos e mais fascinados ficaremos...

Evangelho de hoje, Quinta-Feira, 18 de Abril de 2013



3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44“Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai e por ele foi instruído, vem a mim. 46Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47Em verdade, em verdade vos digo, quem crê possui a vida eterna.
48Eu sou o pão da vida. 49Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. 50Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. 51Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Evangelho de hoje, Quarta-feira, 17 de abril de 2013 (João 6,35-40)


 
3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 35“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede. 36Eu, porém, vos disse que vós me vistes, mas não acreditais. 37Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei.
38Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 39E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. 40Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 16 de abril de 2013

I ENCONTRO DO ENSINO RELIGIOSO 2013

Professor Valdeni Cruz 


Professores de Religião da rede municipal de ensino, estiveram reunidos no dia de hoje na Escola Vicente Feijó de Melo para o I Encontro do Ensino Religioso  de 2013.
Neste encontro foram discutidos questões sociais no que dizem respeito a família, indisciplina, moral e o que ensinar nas aulas de religião...Num momento de muito diálogo os professores foram colocando suas aflições sobre a realidade em que vivem. No meio destes questionamentos a pergunta era: como ministrar aulas de religião que ajudem esses nossos jovens a se tornarem pessoas de bem? No que as aulas de religião pode contribuir para que venhamos a mudar estas realidades tão difíceis que a sociedade enfrenta. Para isso, os professores se reuniram em equipes e elaboram modelos de planos de aulas que fossem de encontro as realidade enfrentadas por cada professor em cada comunidade em que ele trabalha.
O Encontro foi divido em dois turnos: manha e tarde. Na parte da manhã contou mais ou menso com 30 professores. Encerrando-se com um almoço. 
Dentre tantas colocações, pode-se dizer que o professor é aquele que pode prevenir a sociedade de tantos males e problemas sociais.
Viu-se que o problema maior está na família. Esta está cada vez mais desestruturada e cercada de desafios. Como o núcleo familiar não consegue lidar com estes desafios, eles vem todos pra dentro das escolas e, estes, por suas vez, nas mãos do professores. É uma tarefa árdua, mas é esta realidade que temos no nosso dia-a-dia. Se estamos como esta realidade, a pergunta é: o que fazer? É ai que entra os desafios de todos nós educadores, seja de que área for. Eles estão conosco e nós não podemos dizer que não podemos fazer nada, pois se fizermos isso, estaremos lançando-os a própria sorte.
É preciso criar mecanismos que nos oriente corretamente de como lidar com estas realidade tão duras e complicadas e propor soluções que melhorem esta realidade. Lembrando: É UMA OBRIGAÇÃO DE TODOS.

MERENDA ESCOLAR EM PENTECOSTE, COMO VAI?

Professor Valdeni Cruz


Sou do Conselho de Alimentação Escolar do município de Pentecoste. Tenho por obrigação de vez por outra analisar os fatos.

Nesta segunda, 16 de abril, estava quase saindo da Escola que eu trabalho, Vicente Feijó de Melo, quando chegou os rapazes para fazer a entrega de frangos, mamões e verdura (cheiro verde). Eu, na curiosidade, fui procurar saber o que era e a quantidade. A Ana dias que, recebeu a encomenda, me passou a informação. 11 kg de frango, 15 kg de mamões e 5 kg de verduras, como já disse, cebola de palha e coentro. 

Conversando com a Ana, perguntei: Ana de que forma estes frangos são utilizados na merenda? Ela, de pronto, me disse: Valdeni, estes 11 kg de frango só dá para a merenda de um dia, ou seja, para a merenda da manhã e da tarde. E só dá pra fazer sopa, pois se resolvêssemos cortar em pedaços e dar para as crianças comer com arroz ou com baião de dois, não daria um pedaço pra cada um.

Pergunta: estamos tendo uma merenda de qualidade e em quantidade? Que merenda é esta de qualidade em que só se pode fazer sopa com os frangos poque do contrários não dá pra comer frango? Outra coisa: cadê as verduras que estavam na licitação que não aparece na escola? 

Outra coisa que precisa ser dita: O leite que vai pra escolas é um leite de péssima qualidade. As merendeiras colocam varias pacotes de leite para poder fazer o leite e o que no fim vira uma coisa que ninguém sabe o que é. Alguém deve perguntar: e conselho não faz nada: Não podemos fazer milagre, nem tomamos contras dos recursos para fazer a compra da merenda. Essas mesmas perguntas tetamos fazer o tempo todo mas não obtemos respostas. Temos fazer nossa parte que é nos reunir para tentar melhorar a situação, mas pouca coisa ou quase nada tem mudado.

O que estou dizendo é o que acontece. Qualquer dúvida, dirija-se até a Secretaria de Educação e pergunte sobre a merenda escolar. Lá tem uma pessoa responsável que é Dona Lunguinha. Ela lhe dará  informações sobre a quantidade e o que vai para as escolas. Isso nos ajuda como conselho a confirmar o que estamos dizendo aqui.

As vezes as pessoas dizem que a merenda não é boa e nem pode ser. É um milagre as merendeiras conseguirem fazer uma sopa que possa ser comida pelos alunos. Todo mundo sabe que pra comida ficar boa tem que ter o tempero, a mistura para que isso aconteça. As verduras, que é o tomate, a cebola de cabeça, a cenoura é que da gosto a comida e, se tratando de sopa, ai que precisa mesmo de verduras. Mas, como já disse, houve um processo de licitação e nesta licitação constava a compra de verduras. O que houve que essas verduras não foram compradas? Infelizmente não sabemos.

Fica aqui o meu protesto em nome de todos os alunos que são os maiores beneficiados.

Evangelho de hoje, Terça-Feira, 16 de Abril de 2013, (João 6,30-35)



3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, a multidão perguntou a Jesus: 30Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obras fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”.
32Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.
34Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. 35Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

ASSÉDIO MORAL, VOCÊ SABE O QUE É?


O que é assédio moral?

assédio moralAssédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.

A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".

A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.

Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.

Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.

O que é humilhação?

Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.

E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.

Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:

Repetição sistemática
Intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
Direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
Temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)
Degradação deliberada das condições de trabalho
Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.

(*) ver texto da OIT sobre o assunto no link: http://www.ilo.org/public/spanish/bureau/inf/pr/2000/37.htm

Cardeais e Núncio Apostólico recebem homenagem na Canção Nova


Lízia Costa

Da Redação


Deividson Francisco da Silva / Canção Nova
Dom Raymundo e Dom Beni foram alguns dos homenageados
Bispos de várias partes do Brasil se reuniram na noite deste domingo, 14, para participar de um momento de reconhecimento do trabalho do Núncio Apóstólico do Brasil, Dom Giovanni D'Aniello, e de cardeais brasileiros.

A homenagem, que recebeu o nome "Com Misericórdia o chamou", foi dada por ocasião da eleição do Papa Francisco. Presentes no conclave, Dom Raymundo Damasceno, Dom Claúdio Hummes, Dom Odilo Pedro Scherer receberam da Comunidade Canção Nova uma estatueta de São Pedro, como forma de agradecer pelo empenho de cada um na tarefa de discernir o novo Pontífice para a Igreja.

Ao receber a homenagem, os cardeais relembraram alguns fatos marcantes da eleição de Francisco. "Foi um conclave cheio de surpresas. A escolha de um Papa da América Latina demonstrou que a Igreja é mesmo Universal", afirmou Dom Claudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo.

Dom Cláudio lembrou ainda que quando o então cardeal Bergoglio esteve no Brasil se encantou pela devoção dos fiéis brasileiros, especialmente a devoção à Nossa Senhora Aparecida. "O Papa conheceu e gostou do povo brasileiro, tem admiração e grande amor por nós, e isto nos alegra. Nós queremos
dar todo apoio a ele", destacou o cardeal.

O Núncio Apostólico do Brasil, que esteve pela primeira vez na Canção Nova, também foi homenageado. Dom D'Aniello destacou que recebeu a estatueta em nome de todos os brasileiros que, mesmo sem ir ao Vaticano, sem participar do Conclave, tiveram uma participação ativa neste momento da Igreja. "Recebo a homenagem em nome dos brasileiros que rezaram pela escolha do novo Papa, que participaram, com a fé e as orações, da eleição de Francisco", afimou.

O momento foi também para ressaltar o compromisso do Sistema Canção Nova de Comunicação com a transmissão da Palavra da Igreja. Dom Benedito Beni, bispo da Diocese de Lorena, a qual pertence a Canção Nova, disse que assim como a Canção Nova nasceu a partir de um documento da Igreja, escrito pelo Papa Paulo VI, ainda hoje a comunidade permanece com esta mesma missão de levar a voz da Igreja para todos os lugares. "A Canção Nova tem sido fiel ao chamado de ser voz da Igreja, ela tem cumprido a missão, o carisma a que foi chamada", ressaltou Dom Beni.

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova, reafirmou este compromisso de servir a Igreja: "somos da Igreja e para a Igreja. É uma alegria receber os pastores da Igreja, aqueles que comandam, que dão orientações de como realizar a nossa missão", afirmou. Ele disse ainda que espera um dia receber também o Papa. "Fizemos o convite, fomos ousados, se ele vier vai será muito bem-vindo", declarou.

A noite foi também de descanso dos trabalhos da 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que começou no dia 10 e segue até 19 deste mês. Durante o momento de convivência os bispos aproveitaram para partilhar sobre as diversas realidades vividas pela Igreja em várias partes do país, além de falarem sobre a repercussão positiva que tem tido a eleição de Francisco. "Esta é uma oportunidade de nos conhecermos mais, de dividirmos experiências e de falar sobre como tem sido acolhido pela comunidade a escolha do Papa Francisco", afirmou o cardel arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer.

 Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=289077

Evangelho (João 6,22-29) Segunda-Feira, 15 de Abril de 2013



3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Depois que Jesus saciara os cinco mil homens, seus discípulos o viram andando sobre o mar. 22No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar constatou que havia só uma barca e que Jesus não tinha subido para ela com os discípulos, mas que eles tinham partido sozinhos.
23Entretanto, tinham chegado outras barcas de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão depois de o Senhor ter dado graças. 24Quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum.
25Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?” 26Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. 27Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”. 28Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” 29Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

domingo, 14 de abril de 2013

Evangelho de hoje, Domingo, 14 de Abril de 2013 (João 21,1-19)



3º Domingo da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós. 
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim:
2Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus.
3Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”.
Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços, tendes alguma coisa para comer?”
Responderam: “Não”.
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede à direita da barca, e achareis”.
Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!”
Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. 8Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes.
Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão.
10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu.
12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”.
Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe.
14Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.15Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?”
Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”.
16E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas”.
17Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”.
Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas.
18Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”.
19Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

As investigações apuram crimes contra as finanças públicas praticados nos municípios cearenses



14/04/2013 - Pelo menos 200 inquéritos estão em andamento no Ceará, instaurados pela Polícia Civil, para apurar possíveis desvios de recursos nas prefeituras cearenses, dos quais 83 já foram encaminhados à Justiça. Dentre as investigações, constam infrações penais praticadas por agentes públicos contra as administrações municipais, crimes contra as finanças públicas, irregularidades nas licitações e casos que configuram improbidade administrativa. As informações foram divulgadas pelo delegado adjunto da Delegacia dos Crimes Contra a Administração e Finanças Públicas do Estado, Hugo Alencar Linard.

Só no ano passado, aproximadamente 800 inquéritos foram trabalhados pela delegacia, sendo 135 abertos em 2012 e o restante referente a anos interiores que retornaram da Justiça. Desse total, 328 dizem respeito às comarcas do Interior, e as demais, ou seja, a maior parte das investigações, ocorrem na Capital cearense.

O delegado Hugo Alencar explica que as irregularidades mais praticadas por gestores ainda são relacionadas a processos licitatórios, ferindo a lei 8.666, que versa sobre o tema. "Teria que haver um controle mais eficaz em relação a essas licitações nos municípios e nos órgãos públicos de um modo geral", diz.

Na última terça-feira, operação deflagrada pelo Ministério Público e Polícia Civil afastou 26 pessoas da Prefeitura de Quixeramobim, inclusive o prefeito da cidade, Cirilo Pimenta, por acusações de fraudes em licitações em recursos que se aproximam dos R$ 6 milhões. Na última quinta-feira, dois dias depois da operação ter sido deflagrada, o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará negou liminar impetrada pelo prefeito e manteve seu afastamento da Prefeitura.

O delegado Hugo Alencar diz acreditar que a parceria entre os órgãos de fiscalização tem inibido a atuação de alguns gestores mal intencionados que se apoiam na certeza da impunidade. "A atuação dos tribunais de contas, Ministério Público e Polícia Civil têm paulatinamente feito com que haja maior zelo e preocupação com a máquina pública". E completa: "Se no passado houve situações de desmonte, hoje, apesar das dificuldades, se tem um trabalho fiscalizador, às vezes preventivo, e isso tem ajudado a mudar a imaginação de que seriam gestores não alcançados pela persecução penal".

Desde o início do ano já foram abertos 21 inquéritos policiais de 50 denúncias que chegaram à Delegacia. "Mas esse número tende a aumentar devido à situação de novas gestões de prefeituras municipais e possíveis irregularidades denunciadas pelos novos gestores", aponta o delegado Hugo Alencar, acrescentando que, em 2013, já foram realizados 175 oitivas, ou seja, tomadas de depoimento e interrogatórios sobre essas denúncias.

LORENA ALVES \ DIÁRIO DO NORDESTE

Bom caríssimos!. Toda quinta-feira, temos a alegria de em nossa cidade termos Adoração ao Santíssimo Sacramento exposto.  De 8 ...