sábado, 28 de setembro de 2013

HISTÓRIA EM AÇÃO O TEMPO TODO

Profissão Historiador - Laura de Mello e Souza

Não existem historiadores, apesar de existirem várias profissões, algumas bem recentes, como as de bombeiros civis, mototaxistas, motoboys e turismólogos. Mas historiador não existe, pelo menos no Brasil.

Tal ausência não se deve, contudo, aos que pensam ser historiadores, e que ao longo da vida conseguiram iludir entidades de pesquisa e obter bolsas de estudo, trazendo contribuições relativamente significativas ao conhecimento histórico. O Brasil tem hoje uma das maiores comunidades científicas de estudiosos de história, como atestam congressos que recebem historiadores do mundo todo. Professores, pesquisadores e estudantes de história têm combatido nos últimos 45 anos para regulamentar o que pensam ser sua profissão. Nove projetos de lei entraram na Câmara dos Deputados nas últimas quatro décadas, caindo no esquecimento ou recebendo parecer negativo de parlamentares dos mais variados partidos políticos.

Em agosto de 2009, um senador encaminhou pela primeira vez proposta neste sentido ao Senado Federal, e aí a coisa caminhou. 
O projeto foi aprovado e encaminhado à apreciação da Câmara dos Deputados. Em julho último, em cartas à Câmara, duas importantes entidades científicas manifestaram-se contra o reconhecimento da profissão. Temem que disciplinas como história da medicina, história da ciência, história da biologia sejam 
sacrificadas quando oferecidas por docentes sem formação em história. Pedem maior discussão nacional sobre o assunto, o que alargaria os já 45 anos de espera dos aspirantes a historiador.

Parece ter faltado comunicação entre as partes, apesar do amplo debate sobre a questão nos últimos decênios, em fóruns variados. 
O que se defende é o reconhecimento da especificidade profissional, como ocorre com tantas outras áreas da pesquisa científica brasileira, sem que isso implique empecilhos ao livre ensino, discussão ou produção sobre a matéria da história.

A história é uma forma de conhecimento tão antiga e tão essencial que, com boa dose de ironia, o renomado historiador francês
Paul Veyne escreveu: “Como tudo é história, a história não existe”. Conforme Marc Bloch (1886-1944), gigante da historiografia do 
século 20, “mesmo que a história fosse julgada incapaz de outros serviços, restaria dizer, a seu favor, que ela entretém”. Talvez esse aspecto às vezes jogue contra ela, levando a crer que lhe 
falte rigor ou método. Por isso, nunca é demais lembrar que de sua costela nasceram tantas formas de conhecimento hoje específicas que seria fastidioso enumerá-las. Parcela substantiva do método que serve ainda hoje às ciências humanas e exatas brotou da reflexão histórica de homens como Lorenzo Valla 
(1407-1457), que, no Renascimento, ensinou o modo de se ler um texto e mostrar sua falsificação, e os sábios seiscentistas, que polemizaram sobre a cronologia, os eventos citados na Bíblia e a idade das civilizações antigas. Uma forte corrente cética se desenvolveu a partir desses impasses, fornecendo seiva ao empirismo científico.

Amplitude e especificidade marcam concomitantemente a face da história. Se muitos podem contar histórias e até escrever sobre 
história, produzindo resultados interessantes, muito menos são os que podem refletir de modo consistente sobre a natureza do conhecimento histórico ou desenvolver pesquisa qualificada sobre os testemunhos deixados pelos humanos. Este é o campo exclusivo do historiador. 

Trago à reflexão fato ocorrido na primeira semana de agosto: após gestão memorável no Arquivo Público do Estado de São Paulo, seu 
diretor, Carlos Bacellar, professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo e autor de importantíssimos trabalhos 
de história do Brasil, foi demitido pelo governo estadual. Seu substituto é advogado e presidente do PSDB de Jacareí. Já entidades como o Museu de Astronomia e Ciências Afins 
(MAST), que servem às ciências ditas exatas, contam, como determinado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com corpos de especialistas nas áreas respectivas para a escolha de seus diretores.

Todo mundo é bom na sua essência

Há uma tribo africana que tem um costume muito bonito.

Foto: Há uma tribo africana que tem um costume muito bonito.
 
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas... que ele já fez.
 
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade.
 
Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
 
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:"Eu sou bom".
 
Sawabona Shikoba!
 

SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer: 

"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".
 
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é: 

"ENTÃO, EU EXISTO PRA VOCÊ".
 
by Camile KaraãQuando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas... que ele já fez.


A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade.

Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.

Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:"Eu sou bom".

Sawabona Shikoba!


SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer: 

"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é: 

"ENTÃO, EU EXISTO PRA VOCÊ".

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CORRPÇÃO - De 594 parlamentares em exercício, 190 foram condenados

Mapeamento da ONG Transparência Brasil mostra que praticamente um terço dos deputados e senadores em exercício recebeu sentenças condenatórias da Justiça ou de tribunais de contas

Daniel Jelin
Nuvens carregadas sobre o prédio do Congresso Nacional, em Brasília
"Condenações confirmam uma avaliação muito negativa da composição do Congresso", diz o diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo (Dida Sampaio/Agência Estado
Levantamento inédito feito pela ONG Transparência Brasil aponta que 190 dos 594 deputados e senadores em exercício já foram condenados pela Justiça ou tribunais de conta. São 36 parlamentares do PMDB (35% da bancada), 28 do PT (28%), 22 do PSDB (37%), 16 do PR (37%), 14 do PP (32%), 14 do DEM (44%), 12 do PSB (41%), 10 do PDT (32%), 9 do PTB (36%) e 29 das demais siglas.
Sentenças dos tribunais de contas por irregularidades em convênios, contratos e licitações são as mais recorrentes, atingindo 66 parlamentares (11% do Congresso). Em segundo lugar aparecem as condenações da Justiça Eleitoral por irregularidades em contas de campanha, com 57 deputados e senadores encrencados (9,6% do Congresso). Em terceiro estão os atos de improbidade administrativa (como enriquecimento ilícito e dano ao erário), que levaram à condenação de 41 congressistas (7,1% do Congresso), de acordo com dados extraídos do projeto Excelências (http://www.excelencias.org.br/), recém relançado pela ONG, com apoio de VEJA.
Prisões – Para catorze parlamentares em exercício foram emitidas sentenças de prisão. É o caso, no Senado, de Ivo Cassol (PP-RO). Por unanimidade, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos, oito meses e 26 dias de prisão, em regime semiaberto, por fraude em licitações. O caso foi julgado em agosto de 2013 mas ainda não teve decretado o trânsito em julgado, a partir do que se dá o cumprimento da pena.
Na Câmara, são treze os deputados federais que receberam penas de reclusão, em alguns casos convertida em prestação de serviços e pagamento de multas, conforme o mapeamento da ONG. Anthony Garotinho (PR-RJ), condenado em 2010 a dois anos e meio por formação de quadrilha, teve a pena de prisão substituída por prestação de serviços e suspensão de direitos políticos, recorreu e aguarda tramitação do caso no STF; o deputado Asdrúbal Bentes(PMDB-PA), por prática irregular de cirurgias de esterilização em troca de votos, foi sentenciado em 2011 a três anos em regime aberto e também recorreu (por meio do famigerado embargo infringente); Carlos Roberto (PSDB-SP) foi punido com três anos de prisão e multa, por apropriação indébita e crimes contra o patrimônio, mas, passando de suplente a titular, a decisão foi anulada em 2013, e o caso, remetido ao STF; Celso Jacob (PMDB-RJ), por falsificar documento público e infringir a Lei de Licitações, foi condenado em primeira instância e também recorreu; João Arruda (PMDB-PR), sentenciado por homicídio culposo em acidente de trânsito, teve a pena convertida em indenização e serviço comunitário; Abelardo Camarinha (PSB-SP), por crime de responsabilidade, foi condenado em 2012 a quatro meses de detenção, pena que foi convertida em multa e prescreveu; Dr. Luiz Fernando (PSD-AM) teve a pena de três anos de prisão por estelionato convertida em prestação de serviços e aguarda recurso; Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) foi sentenciado em 2010 pela Justiça Federal a três anos e quatro meses de prisão por violação de sigilo funcional e fraude processual, pena substituída por prestação de serviços comunitários e restrições de direitos, e também entrou com recurso; Marco Tebaldi (PSDB-SC) foi condenado em primeira instância a pagamento de multa e prisão, teve a pena substituída por prestação de serviços, recorreu e aguarda a tramitação do caso no STF.
Mensalão – Há ainda o caso dos quatro deputados condenados em 2012 no processo do mensalão: João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT) e José Genoino (PT-SP). Os quatro foram condenados, respectivamente, a nove anos e quatro meses, sete anos e onze meses, sete anos e dois meses e seis anos e onze meses de prisão, mas todos aguardam em liberdade o desfecho do processo, adiado indefinidamente desde a admissão dos embargos infringentes. Ao contrário de Cassol, para os mensaleiros foi decidida, além da reclusão, a perda de mandato. Outros oito parlamentares atualmente em exercício também já tiveram sua cassação determinada pela Justiça para algum cargo anteriormente ocupado (prefeito, deputado estadual ou vereador).
Negativo – "Essas condenações confirmam uma avaliação muito negativa da composição do Congresso. É mais um elemento de decepção", diz o diretor executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo. "Mas não surpreendem: mais da metade dos parlamentares tem algum problema na Justiça ou nos tribunais de contas." Conforme o Excelências, citações nas cortes do país alcançam 54,2% dos deputados e 54,3% dos senadores.

PAPA BENTO XVI CONTINUA SENDO AMADO MUNDO A FORA PELA QUALIDADE DA FÉ TRANSMITIDA AO LONGO SE SUA VIDA

Segunda-feira, 23 de setembro de 2013, 16h58

Campanha pretende reunir testemunhos sobre a missão de Bento XVI


Da Redação, com padrepauloricardo.com / Rome Reports


Uma campanha chamada "Lápis para Bento XVI" pretende reunir testemunhos de pessoas ao redor do mundo que foram influenciadas pelos escritos do Papa Emérito. Segundo os organizadores, que mantêm um site dedicado ao prefeito da Casa Pontifícia - e também secretário pessoal de Ratzinger - Dom Georg Ganswein, a ideia é reunir todas as mensagens em um livro e entregá-las, juntamente com uma caixa de lápis, a Bento XVI. O predecessor de Francisco sempre preferiu o grafite na hora de escrever seus textos.

Durante o voo de retorno à Roma após a JMJ no Brasil, o Papa Francisco explicava aos jornalistas como é conviver com o Papa Emérito. Na ocasião, o Santo Padre se referiu a seu antecessor, chamando-o de avô. "Em uma família, quando o avô está em casa, ele é honrado, amado e ouvido", esclareceu o Pontífice. Ao refletir sobre essas palavras, a equipe do georgganswein.com decidiu iniciar a campanha. No site, os jovens justificam a ideia dizendo que "todos nós aprendemos de Bento XVI o real significado de ser um cristão, através de suas palavras, gestos, de todo o seu ser. Ele faz parte de nossas vidas de um jeito ou de outro".

Recentemente, correu o mundo a notícia da jovem ex-ateia que se converteu lendo os livros do Papa Emérito. Megan Hodder, então leitora ávida de Dawkins, Harris e Hitchens - os cães de caça do ateísmo militante -, esperava encontrar nos manuscritos de Ratzinger preconceitos e irracionalidades para fundamentar seu ateísmo. Feliz (e surpreendente) engano. "Ao contrário", lembra a moça, "fui colocada diante de um Deus que era o Logos (...) o parâmetro de bondade e verdade objetiva que se expressa a Si mesmo e para o qual nossa razão se dirige e no qual ela se completa"01.

Quem também se viu estimulado a redescobrir a fé, através dos ensinamentos do Papa Bento, foi o jornalista Peter Seewald, seu biógrafo. Seewald teve a oportunidade de entrevistar o então Cardeal Joseph Ratzinger para o livro entrevista "O Sal da Terra". Na época, o jornalista estava num processo de discernimento espiritual e foram as palavras de Ratzinger que lhe deram "o impulso necessário para dar o grande passo que faltava depois de inúmeros pequenos passos que já tinha dado". O que mais lhe impactou foi a agudeza do pensamento de Bento XVI; "suas respostas, expostas com precisão e simplicidade, e sobretudo com uma lógica irrefutável, compendiavam de maneira fascinante o enorme tesouro da herança cristã"02.

Bento XVI já escreveu mais de 600 artigos e uma centena de livros - traduzidos em várias línguas - ora sobre teologia, ora sobre assuntos pastorais. Seu último grande trabalho foi a trilogia "Jesus de Nazaré", na qual harmoniza a pesquisa histórica cristã com a Tradição da Igreja. Em 2008, a Editora Vaticano publicou o primeiro volume da Opera Omnia de Ratzinger, trazendo em seu escopo as principais contribuições do teólogo à discussão litúrgica.

A campanha "Lápis para Bento XVI" deseja expressar o amor, o respeito e a apreciação das centenas de pessoas que tiveram nele o auxílio necessário na busca pelo Senhor. "É uma maneira", escrevem os organizadores, "de pedir-lhe que nunca pare de escrever, a fim de que um dos mais estupendos instrumentos de Deus possa continuar a ressoar". A equipe do site georgganswein.com pede aos interessados que escrevam seus testemunhos para o e-mail info@georgganswein.com até o próximo dia 30 de setembro.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=289925

BENTO XVI CONTINUA CONTRIBUINDO PARA ILUMINAR OS PASSOS DA FÉ

erça-feira, 24 de setembro de 2013, 08h57

Bento XVI escreve carta a matemático sobre questões da fé


Da Redação, com Ecclesia


Arquivo
Trechos da carta foram publicados nesta terça-feira, 24, no jornal italiano La Reppublica
O Papa emérito Bento XVI escreveu ao matemático e escritor italiano Piergiorgio Odifreddi, que em 2011 publicou a obra ‘Caro Papa, escrevo-te’, para responder a algumas das suas críticas e questões sobre Jesus e a Igreja.

A carta, parcialmente divulgada, nesta terça-feira, 24, pelo jornal italiano ‘La Reppublica’, assume uma crítica “dura”, mas franca, às posições de Odifreddi sobre a historicidade de Jesus e a relação entre a Teologia e o mundo científico.

“Aquilo que diz sobre a figura de Jesus não é digno do seu nível científico”, escreve Bento XVI, após o matemático italiano ter afirmado que sobre Cristo não se saberia nada, do ponto de vista histórico, recomendando ao seu interlocutor a leitura da obra de Martin Hengel (publicada em conjunto com Maria Schwemer), exegeta protestante.

Bento XVI, autor de uma trilogia sobre ‘Jesus de Nazaré, nega ter desvalorizado a exegese histórico-crítica dos evangelhos e diz nesta carta que a mesma é “necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reclama uma verdadeira historicidade”.

“Por isso, também não é correto que afirme que eu me teria apenas interessado pela meta-história: pelo contrário, todos os meus esforços têm o objetivo de mostrar que o Jesus descrito nos evangelhos é também o real Jesus histórico”, acrescenta o Papa emérito.

Bento XVI responde também às observações de Piergiorgio Odifreddi a respeito dos casos de abusos sexuais de menores por parte de sacerdotes, começando por mostrar “profunda consternação”.

“Eu procurei desmascarar estas coisas: que o poder do mal penetre até este ponto no mundo interior da fé é um sofrimento para nós”, sublinha, antes de frisar que a Igreja vai fazer “todos os possíveis para que tais casos não se repitam”.

Segundo o Papa emérito, que governou a Igreja entre abril de 2005 e fevereiro deste ano, não é “lícito” calar os problemas das comunidades católicas, mas isso não deve fazer esquecer “o grande rasto luminoso de bondade e pureza que a fé cristã deixou ao longo dos séculos”.

“Ainda hoje, a fé leva muitas pessoas ao amor desinteressado, ao serviço aos outros, à sinceridade e à justiça”, refere.

A resposta de Bento XVI chegou à casa do matemático italiano no dia 3 deste mês, escrita em 11 páginas com data de 30 de agosto.

A carta agradece pelo confronto “leal” de ideias e manifesta o “proveito” tirado de algumas das passagens do livro de Odifreddi, sem deixar de observar “uma certa agressividade e descuido na argumentação” do autor.

Joseph Ratzinger deixa críticas, em particular, ao que chama de “religião matemática” que deixaria de fora questões “fundamentais” da existência humana, como “a liberdade, o amor e o mal”.

“A sua religião matemática não tem qualquer informação sobre o mal. Uma religião que descura estas questões fundamentais fica vazia”, responde a Piergiorgio Odifreddi.

Neste contexto, Bento XVI destaca a necessidade de “manter a religião ligada à razão e a razão à religião”, pedindo que se reconheça que a Teologia produziu resultados “no âmbito histórico e no do pensamento filosófico”.

A carta refuta a acusação de que a Teologia seria apenas “ficção científica” e aponta o dedo às teorias sobre a origem do homem e do universo que apresentam “imaginações” com as quais se procura “aproximar-se da realidade”.

Evangelho de hoje, 24 de setembro de 2013

Evangelho (Lc 8,19-21)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 19a mãe e os irmãos de Jesus aproximaram-se, mas não podiam chegar perto dele, por causa da multidão. 20Então anunciaram a Jesus: “Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem te ver”. 21Jesus respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO DO DIA

Professor Valdeni Cruz
Imagem do Google
Mantenha-se sempre em seus objetivos. Não desista nunca daqueles sonhos que são possíveis de serem realizados, nem mesmo daqueles que aparentemente são impossíveis. Busque sempre o equilíbrio das emoções; leia um bom livro; escute uma boa música; assista um bom filme e observe mais o sorriso das crianças. Muitas vezes o simples fato de tomarmos uma atitude como estas mudam nossa história por completo. Lembre-se sempre de que Deus está no controle de tudo. Ele é o principal interessado em nossa felicidade. Saiba que Deus está olhando nossos passos, porém, ele deixa que a gente caminhe livremente. A interferência dele acontece quando nós pedimos ou quando ele mesmo toma a iniciativa de nos livrar de um mal maior ou de nos proporcionar uma benção inesperada.
Sejamos gratos por tudo o que ele nos tem concedido. Lembre-se que, se estamos vivos, é por permissão dele. Nenhuma folha cai sem que Deus permita. 
Paz e graça da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RECURSO PARA AS PREFEITURA

AQUI VC VÊ A ENTREVISTA DA MINISTRA SOBRE ESTE AUXÍLIO FINANCEIRO AOS MUNICÍPIOS

FIQUE POR DENTRO DO QUE ACONTECE NO SEU PAÍS




BOM DIA, MINISTRO - 19.09.13: No programa "Bom Dia, Ministro" desta quinta-feira (19), a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, detalhou os auxílios e recursos do governo federal que estão sendo destinados aos municípios. A primeira parcela do apoio financeiro de R$ 3 bilhões, anunciado em junho, foi depositada na conta das prefeituras na última semana. Segundo Ideli Salvatti, os recursos não têm vinculação orçamentária, ou seja, os prefeitos podem decidir onde vão aplicá-los. A ministra também falou sobre os investimentos para a saúde pelo programa "Mais Médicos"; para o "Minha Casa, Minha Vida" e para a compra de máquinas e equipamentos para estradas vicinais.

 A ministra diz que este dinheiro deve ser aplicado onde o prefeito tiver mais dificuldades. Esta é uma ajuda que foi depositada na conta da prefeitura e não será preciso devolver este dinheiro depois. É, digamos, um presentinho, um carinho da presidenta para os prefeitos. Mas, como disse a ministra, deve-se investir o dinheiro dentro da Lei. O problema é este, pois não se sabe onde se vai gastar este dinheiro. Fica sempre o medo, se não vai servir para válvula de escape para desvios. Afinal, vivemos num país mergulhado numa corrupção sem fim.


Receita atribui crescimento da arrecadação à lucratividade das empresas

Agência Brasil
Brasília - A lucratividade das empresas foi a grande responsável pelo crescimento da arrecadação em agosto, informou o secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes. A Receita anunciou hoje (23) que o governo federal arrecadou R$ 83,956 bilhões em impostos e contribuições em agosto, recorde para o período. Houve crescimento real de 2,68% em relação ao mesmo período de 2012, descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo Nunes, o resultado mostra um cenário de recuperação da economia.
Os tributos que mais refletem esse crescimento são o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). De acordo com o secretário adjunto, a estimativa mensal desses tributos, corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), cresceu 18,81% entre janeiro e agosto de 2013 ante o mesmo período do ano passado.
“Esse crescimento é forte e mostra um cenário de recuperação da economia. É o reflexo da lucratividade da empresa no ano corrente”, destacou Nunes.
O secretário adjunto lembrou ainda que, como os impostos de parte das empresas são pagos pelo lucro presumido, se elas não estão utilizando o balancete de suspensão – que dá direito a corrigir o pagamento acima do devido –, é porque não estão tendo lucro abaixo do esperado. “As estimativas são mensais e, evidentemente, elas avaliam que, se pagaram mais do que as demais, podem fazer balancetes de suspensão. Mas a avaliação é que a estimativas vêm aumentando e os balancetes de suspensão não são reajustados, pois o resultado vem melhorando”, explicou.
De acordo com a Receita, entre os principais fatores que influenciaram a arrecadação está o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos, incluindo a produção industrial, com crescimento de 1,35% entre dezembro de 2012 e julho de 2013, e a venda de bens e serviços (3,96% na mesma comparação). Houve ainda, no período, aumento da massa salarial, de 11,65%, e do valor em dólares das importações, de 4,63%. Todos os percentuais têm fato gerador em julho e influência na arrecadação de agosto.
Diante desse cenário, a expectativa da Receita Federal é que a arrecadação registre no final do ano crescimento de 3% em comparação ao mesmo período de 2012, mesma projeção anunciada no mês passado por Luiz Fernando Nunes. Ele informou que, para obter o resultado, o órgão não conta com a arrecadação extra em decorrência de programas de refinanciamento de tributos atrasados, que voltaram a ser estudados pelo governo e pelo Congresso Nacional.
“Não levamos em consideração os programas de recuperação fiscal [Refis]. Essa matéria não foi decidida no âmbito do Receita e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional”, disse. O Fisco tem se posicionado, em diversas ocasiões, contra os Refis. Perguntado sobre a decisão de reabrir esses programas, o secretário adjunto disse que essas medidas não dependem do Fisco, mas sim do Legislativo e de instâncias superiores do Executivo.
“A decisão política não é da Receita Federal. Ela envolve outras variáveis, como variáveis econômicas. Dependem também da dificuldade de empresas de determinados setores. A decisão é em outras esferas e não vou opinar se elas são certas ou erradas se a sanção presidencial ocorrer.”

Evangelho de hoje, 23 de setembro de 2013

Evangelho (Lc 8,16-18)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 16“Ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ao contrário, coloca-a no candeeiro, a fim de que todos os que entram vejam a luz. 17Com efeito, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá tornar-se conhecido e claramente manifesto. 18Portanto, prestai atenção à maneira como vós ouvis! Pois a quem tem alguma coisa, será dado ainda mais; e àquele que não tem, será tirado até mesmo o que ele pensa ter”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

OS REPRESENTANTES DA CORRUPÇÃO

Política    É triste escrever um artigo com este título, mas não seria verdade se não fosse assim. É  desse modo que esta...