sábado, 16 de fevereiro de 2013

Assistencialismo - Governo quer ampliar ações contra a miséria


A intenção é adiantar para este ano a meta, inicialmente planejada para 2014, de erradicar a pobreza extrema
Brasília A presidente Dilma Rousseff deve anunciar na terça-feira (19) a ampliação do programa Brasil Sem Miséria para cumprir a meta de erradicar a pobreza extrema no país, sua principal promessa de campanha. A informação foi confirmada por fontes ligadas ao governo.
A presidente disse que o governo tomaria providências para retirar da pobreza extrema todas as pessoas do Cadastro Único do Governo FOTO: AGÊNCIA BRASIL

No começo deste mês, Dilma disse em Cascavel (PR) que o governo tomaria providências para retirar da pobreza extrema todas as pessoas do Cadastro Único para Programas Sociais. O número de cadastrados soma cerca de 2,5 milhões. A meta de erradicação estava prevista para ser alcançada no final de 2014. O anúncio de ampliação de programa de combate à pobreza extrema tentará adiantar o cumprimento da meta.

"Conseguimos atender as pessoas cadastradas, mas a presidente vai pedir empenho dos prefeitos e da sociedade para continuar buscando mais pessoas que vivam em situação de extrema pobreza", disse uma das fontes ligadas ao governo. A presidente reconhece que existem pessoas fora dos cadastros do governo que estão na pobreza extrema.

Na avaliação da presidente, o cadastro não conseguiu mapear todas as pessoas vivendo em condição de miséria no país. A nova ampliação deve seguir os mesmos moldes do Brasil Carinhoso, programa lançado em 2012 para retirar da pobreza extrema crianças entre zero e 15 anos, mas os valores ainda estão sendo definidos, segundo uma das fontes que pediu para não ter seu nome revelado.

Pelos cálculos do governo, as ampliações dos instrumentos e dos repasses do Brasil Sem Miséria já retiraram da pobreza extrema 19,5 milhões de pessoas. Para isso, o governo tem ampliado anualmente desde 2003 o orçamento do Bolsa Família, que é o mecanismo de transferência de renda do Brasil sem Miséria. Em 2011, o orçamento do Bolsa Família era de R$ 17,3 bilhões, segundo dados do balanço divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social no começo deste ano. Para 2013, a previsão é que sejam gastos R$ 23,1 bilhões. Com a nova ampliação a ser anunciada esse valor deve subir.

RECURSOS

23,1 bilhões de reais é a previsão do orçamento do Bolsa Família para 2013. Com a nova ampliação a ser anunciada, na próxima terça-feira, esse valor deve subir
 
Fonte: Diário do Nordeste

Desertificação - Fortaleza perde evento mundial para a Alemanha

 
Por problemas na agenda brasileira, a 2 ª conferência da ONU sobre tema é transferida para Bonn
A confirmação da notícia de que a 2ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas (ONU) sobre Combate à Desertificação (UNCCD) será realizada em Bonn, na Alemanha, nos dias 9 a 12 de abril, e não em Fortaleza, como o governo brasileiro chegou a divulgar antes, foi recebida com estranhamento e indagações por especialistas da área de meio ambiente.

O processo de desertificação atinge grande parte do território cearense, predominantemente, nos municípios de Jaguaretama (17%), São João do Jaguaribe (8,74%), Jaguaribara (8,4%) e Alto Santo
 
(7,02%) Foto: Cid Barbosa


O evento estava previsto, inicialmente, para o período entre os dias 4 e 8 de fevereiro de 2013 no Centro de Eventos. Porém, em sua última comunicação, no dia 31 de janeiro de 2013, a Embaixada do Brasil na Alemanha sugeriu ao Secretariado a indicação de nova data em maio. Diante dessa indefinição, a UNCCD decidiu realizar a Conferência na cidade-sede de sua direção, em Bonn, no mês de abril.

O próprio ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antônio Raupp, veio à Capital para lançar oficialmente o evento no Palácio da Abolição, sede do governo do Estado do Ceará, no dia 23 de agosto do ano passado. Matérias sobre o assunto foram divulgadas no site do governo cearense.

Segundo o ministro, Fortaleza teria sido escolhida para sediar o evento por já ter sido sede de dois outros encontros importantes, a Conferência Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável em Regiões Semiáridas (Icid) de 1992 e 2010.

Além disso, o Ceará é um dos estados mais atingidos pela desertificação, e os debates sobre a questão seriam mais do que apropriados. De acordo com estudos da ONU, no Brasil, as Áreas Susceptíveis a Desertificação (ASD) abrangem 1.201 municípios. As ASD fazem parte dos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte de Minas Gerais, abrangendo uma população de cerca de 32 milhões de habitantes e totalizam 15,72% do território nacional. Elas atingem ainda os biomas cerrado e caatinga, que é exclusivamente brasileiro.

A conferência na Capital estava praticamente acertada. O Estado seria um dos financiadores do evento, em parceria com o governo federal e a ONU. A parte das Nações Unidas será de aproximadamente US$ 2 milhões. Já o governo federal deveria contribuir com US$ 600 mil, a serem cobertos pelo Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Integração nacional.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará (Secitece) ainda irá se pronunciar oficialmente sobre a questão após avaliar mudança.

Sem agenda
Para o economista e ambientalista Antônio Rocha Magalhães, a questão pegou realmente no nível federal. "O que foi alegado foi que não haveria tempo. Uma pena", lamenta.

Segundo ele, basicamente, o governo brasileiro retirou a oferta de sediar a Conferência porque não houve tempo de cumprir todos os trâmites, que incluiam a negociação e aprovação de um Acordo de Sede pelo Senado Federal, depois de submetido pelo governo. A Conferência chegou a ser adiada de fevereiro para o fim de abril, mas ainda assim não houve tempo. Estavam envolvidos os Ministérios do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia e Integração Nacional, além do Itamaraty.

LÊDA GONÇALVESREPÓRTER
 
Fonte: Diário do Nordeste

Evangelho de hoje, Sábado, 16 de Fevereiro de 2013 (Lucas 5,27-32)

Sábado depois das Cinzas


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 27Jesus viu um cobrador de impostos, chamado Levi, sentado na coletoria. Jesus lhe disse: “Segue-me”. 28Levi deixou tudo, levantou-se e o seguiu.
29Depois, Levi preparou em casa um grande banquete para Jesus. Estava aí grande número de cobradores de impostos e outras pessoas sentadas à mesa com eles. 30Os fariseus e seus mestres da Lei murmuravam e diziam aos discípulos de Jesus: “Por que vós comeis e bebeis com os cobradores de impostos e com os pecadores?”
31Jesus respondeu:Os que são sadios não precisam de médico, mas sim os que estão doentes. 32Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Entenda como funciona o Conclave que elege um novo Papa com a visão da própria Igreja



Conclave é a reunião dos cardeais da Igreja Católica para eleger um novo Papa. A palavra “conclave”, do latim, quer dizer “com chave”, vem do fato de que, antigamente, quando os cardeais que iam eleger um novo Papa ficavam trancados com chave na Capela Sistina, ou outro local, até que um novo Pontífice fosse eleito. Ficavam totalmente sem comunicação com o povo.
Como funciona o Conclave?
Como funciona o Conclave?
Hoje, a eleição do Papa é realizada segundo a Constituição Apostólica UNIVERSI DOMINICI GREGIS (22/02/1996), do Papa Beato João Paulo II, que rege o funcionamento do Conclave e da eleição do novo Pontífice. É um longo documento com 92 parágrafos, o qual pode ser lido no site do Vaticano.
Vejamos os pontos mais importantes do Conclave:
O Conclave é um retiro sagrado, no qual os cardeais eleitores invocam o Espírito Santo para proceder à eleição do Romano Pontífice. O artigo 37 estabelece que o Conclave começará 15 dias depois de vacante a Sé Apostólica, embora o Colégio de Cardeais possa estabelecer outra data, a qual não pode se atrasar mais do que 20 dias da vacante.
Todos os cardeais eleitores ficam hospedados em uma acomodação, na chamada “Domus Sanctae Marthae”, construída na Cidade do Vaticano.
Na parte da manhã e na parte da tarde, são feitas as orações e a celebração das sagradas funções ou preces que se acham indicadas no mencionado “Ordo rituum Conclavis”. Em seguida, há os procedimentos para as eleições. Podem votar e ser votados todos os cardeais com menos de 80 anos de idade. Os cardeais eleitores são obrigados a participar do Conclave e são convocados pelo cardeal mais velho (Decano).
São feitas duas eleições por dia, uma de manhã e outra à tarde, e será eleito o cardeal que, numa dessas eleições, obtiver 2/3 dos votos, considerando presentes todos os cardeais. A eleição é secreta, cada cardeal coloca em uma cédula o nome em quem deseja votar. Três cardeais são escolhidos para fazer a contagem dos votos (os escrutinadores). Conferem, após cada eleição, se o número de cédulas é igual ao de cardeais presentes. Se algum deles for escolhido com 2/3 de votos, estará eleito; se aceitar o cargo, então, é queimada uma fumaça branca no incinerador da Capela Sistina. Se após a segunda eleição do dia não houver ainda um eleito, então, queima-se uma fumaça negra que sai na chaminé da Capela, na Praça de São Pedro. Após cada eleição as cédulas são todas queimadas pelos escrutinadores.
Cada cardeal, ao colocar sua cédula na urna, diz estas palavras em forma de juramento: “Invoco como testemunha Cristo Senhor, o qual me há de julgar, que o meu voto é dado àquele que, segundo Deus, julgo deve ser eleito”.
Se houver algum cardeal doente que não possa sair de seu quarto, a urna é levada a ele, por três cardeais (os Infirmarii), para que possa votar.
Caso os cardeais não elejam o novo Papa durante três dias de votações, estas serão suspensas durante um dia para uma pausa de oração, de livre colóquio entre os votantes e de uma breve exortação espiritual, feita pelo primeiro dos cardeais da ordem dos cardeais diáconos. Há cardeais de três ordens: diáconos, presbíteros e bispos. Em seguida, recomeçam as votações. Se, após sete escrutínios, ainda não se verificar a eleição, faz-se outra pausa de oração, de colóquio e de exortação, feita pelo primeiro dos cardeais da ordem dos presbíteros. Procede-se, depois, a uma outra eventual série de sete escrutínios. Se ainda não se tiver obtido o resultado esperado, há uma nova pausa de oração, de colóquio e de exortação, feita pelo primeiro dos cardeais da Ordem dos Bispos. Em seguida, recomeçam as votações segundo a mesma forma, as quais, se não for conseguida a eleição, serão sete. (n.74)
Se ainda as votações não tiverem êxito, os cardeais eleitores serão convidados pelo Camerlengo a darem a sua opinião sobre o modo de proceder, e proceder-se-á segundo aquilo que a maioria absoluta deles tiver estabelecido. Todavia, não se poderá deixar de haver uma válida eleição, ou com a maioria absoluta dos sufrágios ou votando somente os dois nomes que, no escrutínio imediatamente anterior, obtiveram a maior parte dos votos, exigindo-se, também nesta segunda hipótese, somente a maioria absoluta.
Durante o Conclave, os cardeais ficam totalmente isolados do mundo, não podendo usar os meios de comunicação (jornal, rádio, televisão, celular, etc.), receber pessoas para visitas, etc. É terminantemente proibido aos cardeais, antes e durante o Conclave, fazer acordo entre si para a eleição de um deles, sob pena de excomunhão “latae sententiae”. O artigo 80, além disso, castiga com excomunhão os cardeais que aceitarem a proposta de uma autoridade civil de propor o veto contra algum cardeal, como acontecia até 1904.
Após a eleição de um dos cardeais, o cardeal Decano pergunta ao eleito: “Aceitas a tua eleição canônica para Sumo Pontífice?” E, uma vez recebido o consenso, pergunta-lhe: “Como queres ser chamado?”. Então, os cardeais eleitores aproximam-se para render homenagem e prestar obediência ao neoeleito Sumo Pontífice. Depois disso, o primeiro dos cardeais diáconos anuncia ao povo, que está à espera, a eleição consumada e o nome do novo Pontífice: “Nuntio vobis gaudium magnum: habemus Papam!” (“Anuncio-vos uma grande alegria: Temos um Papa”), o qual, a seguir, dá a bênção apostólica Urbi et Orbi do pórtico da Basílica do Vaticano.
No Conclave para escolha do sucessor de Bento XVI deverão estar presentes 117 cardeais. O cardeal Camerlengo, que desempenha um papel fundamental no período de vacância, é o cardeal Tarcisio Bertone, nomeado pelo Papa Bento XVI em 4 de abril de 2007. Os cardeais eleitores serão 61 europeus, 19 latino-americanos, 14 norte-americanos, 11 africanos, 11 asiáticos e 1 da Oceania. O país com o maior número de cardeais, 21, é a Itália. 67 eleitores foram criados por Bento XVI, e os restantes 50 por João Paulo II.
Professor Felipe Aquino
Membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”.

Fonte: http://papa.cancaonova.com

O abaixo-assinado contra Renan ficou ainda mais gordo depois da gastança no spa




Para esquecer o abaixo-assinado em que mais de 1,5 milhão de brasileiros exigem que seja afastado da presidência do Senado, Renan Calheiros resolveu refugiar-se em companhia da mulher, Verônica, num dos 10 melhores (e mais caros) spas médicos do mundo. Pelo “pacote antiestresse” partilhado com a mulher na semana do Carnaval, pagou R$ 22,2 mil ao Kurotel, encravado na serra gaúcha. Acrescentadas as despesas com passagens aéreas e compras nas lojas de Gramado, a gastança certamente passou de R$ 26,7 mil. É esse o salário oficial de um senador.
Quem pagou a conta?, pergunta o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Alguma empreiteira agradecida? Um lobista perdulário?  Se foi o próprio Renan, de onde veio o dinheiro? Do saco sem fundo da “verba de representação”? Da venda de cabeças de gado que só pastam na cabeça do inventivo alagoano? Quando se descobriu a história do romance extraconjugal com Mônica Veloso, a bonita jornalista revelou que Renan havia alegado insuficiência financeira para terceirizar o sustento da segunda família. O que andou fazendo para que agora sobre o que faltava há cinco anos?
Hospedado numa das quatro suítes de alto luxo, o gerente da Casa do Espanto combateu o estresse com a ajuda de médicos e enfermeiros especializados, além de revigorantes confortos que incluíram elevador privativo, espaço com business center, sala de massagem, serviço de abrir mala, lençol de algodão egípcio, cobertores de pluma de ganso, menu de travesseiros e outras demasias divulgadas por uma reportagem do Globo. Fora o prazer de trocar ideias ─ sem polícia por perto ─ com o senador Gim Argello (PTB-DF), também instalado no spa.
Renan Calheiros não sossega nem quando descansa. A temporada no spa só serviu para engordar o documento que exige a demissão do presidente do Senado. Nesta sexta-feira, o ritmo de adesões tornou-se vertiginoso: mais de uma assinatura por segundo. Pela primeira vez na história do Kurotur, um tratamento antiestresse deixou o freguês muito mais estressado.
Fonte: http://veja.abril.com.br

Precipitações da quadra chuvosa registradas em 122 municípios cearenses


Sex, 15 de Fevereiro de 2013 14:38
Chuva Beira Mar
Boa notícia para esta sexta-feira, 15 de fevereiro. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) registrou chuvas em 120 municípios do Estado entre quinta-feira (14) e 7 horas da manhã desta sexta-feira. A atuação da Zona de Convergência Intertropical, sistema que atua na quadra chuvosa, foi a causadora das precipitações.


Entretanto, apesar de haver registro de chuvas na maioria dos municípios cearenses, a previsão climática para a quadra chuvosa, divulgada pela Funceme no dia 25 de janeiro, é de maior probabilidade de chuvas abaixo da média. Esse prognóstico será atualizado no dia 22 de fevereiro, após reunião com núcleo de meteorologia dos estados do Nordeste, CPTEC/INPE e INMET.

As maiores precipitações foram concentradas no Sertão Central do Estado. O município de Tamboril teve a maior precipitação registrada na Região, com 61 milímetros, seguida por Choró, com 56mm. A terceira maior chuva no Estado nas últimas 24 horas ocorreu em Itapipoca, no Litoral de Pecém, com 55mm. Em Fortaleza, choveu 19,6mm, o maior registro deste ano na Capital.

Previsão do tempo

Para o fim de semana (16 e 17 de fevereiro) a previsão da Funceme é de céu variando entre nublado e parcialmente nublado com chuvas isoladas em todas as regiões do Estado.

15.02.2013
Assessoria de Imprensa da Funceme
Guto Castro ( comunicacao@funceme.br  / 85 3101.1099)

ATENÇÃO! DE VOLTA O PROGRAMA A VOZ DO SINDSEP

Ola, caros internautas!!!


Venho com imensa alegria dizer a todos os leitores deste Blogger que o Programa "A VOZ DO SINDSEP ESTÁ DE VOLTA". Depois de quase 4 meses fora do ar, estaremos voltando amanhã a partir do meio dia pela Rádio Difusora Vale do Curu. O programa volta com mesma proposta de antes. Um programa informativo, onde os cidadãos ficam sabendo de tudo o que acontece no mundo da política brasileira, do problemas dos trabalhadores em todo o Brasil e  no nosso município, bem como dos problemas sociais do Brasil e de nossa cidade em particular e também na formação da consciência cidadã. O mesmo ainda tem caráter educativo, visto que a educação é algo de suma importância pra qualquer cidadão. Lembrando que o foco de maior relevância é o servidor público. Pois, o programa é uma iniciativa do Sindicato dos Servidores Públicos de Pentecoste e temos por obrigação de defender a todos os servidores quanto a sua dignidade nas condições de trabalho, respeito, bem como melhorias salariais. O programa é uma ponte entre o sindicato e os servidores. Durante todo o programa estamos chamando estes servidores a participarem de forma conjunta nas decisões coletivas e a tomarem uma posição diante dos desafios que a eles se impõem 
Portanto, convocamos a todos a ouvirem o programa e avisarem a todos os seus amigos onde quer que eles estejam, visto que a Rádio Difusora atinge todo o município de Pentecoste. 

Radio Difusora Vale do Curu 1560 AM. É só sintonizar e participar. Afinal, é você a quem este programa deve interessar.

Aguardamos a manhã a sua participação.
De 12 às 14 horas.

Professor Valdeni Cruz

Caridade é anúncio do Evangelho, destaca Bento XVI


Rádio Vaticano


No final da manhã desta sexta-feira, 15, o Papa Bento XVI recebeu na Sala dos Papas, no Vaticano, os membros da Associação belga “Pro Petri Sede”. Em seu discurso, o Santo Padre falou do testemunho da caridade neste Ano da Fé.

“Como já tive ocasião de dizer na Carta Apostólica Porta fidei, o Ano da Fé é uma boa oportunidade para intensificar o testemunho da caridade. A fé sem a caridade não dá fruto e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente para a outra realizar o seu caminho "(n. 14).

Para viver este testemunho de caridade, disse ainda o Papa, o encontro com o Senhor, que transforma o coração e os olhos do homem, é indispensável. “Na verdade, é o testemunho do amor de Deus por todos os nossos irmãos que dá o verdadeiro sentido da caridade cristã. Não se trata só de ajuda material, também ela é necessária, mas caridade é participação ao amor de Cristo recebido e partilhado.”

O Pontífice recordou ainda que toda obra de autêntica caridade é uma manifestação concreta do amor de Deus pelos homens e, assim, torna-se anúncio do Evangelho. “Neste tempo de Quaresma, que os gestos de caridade permitam a todos se dirigir a Cristo, que continua a vir ao encontro dos homens!”

A associação belga “Pro Petri Sede” atua na Bélgica, em Luxemburgo e nos Países Baixos no acolhimento dos pobres e dos estrangeiros, vivendo o ideal evangélico de entreajuda espiritual e material.


Fonte: Canção Nova Notícias

Evangelho de hoje, Sexta-Feira, 15 de Fevereiro de 2013 (Mateus 9,14-15)

Sexta-feira depois das Cinzas



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 14os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?”
15Disse-lhes Jesus: “Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Bento XVI agradece o amor pela Igreja e pelo Papa

Da Redação, com Rádio Vaticano

Clarissa Oliveira / CN Roma
Bento XVI recebe os párocos e sacerdotes da Diocese de Roma na Sala Paulo VI no Vaticano
Na manhã desta quinta-feira, 14, o Papa Bento XVI encontrou-se com os párocos e os sacerdotes da diocese de Roma. Reunido com o clero romano na Sala Paulo VI, o Santo Padre fez uma reflexão sobre o tema: “Revivamos o Concílio Vaticano II – memórias e esperanças de um testemunho”.


Antes da audiência, o Cardeal Vigário Agostino Vallini, os bispos auxiliares e o clero romano entraram em procissão da Basílica Vaticana partindo do Obelisco na Praça São Pedro e seguiram para o Altar da Cátedra para a Profissão de Fé. Então, reuniram-se na Sala Paulo VI para o tradicional encontro com o Santo Padre no início da Quaresma.

Depois das palavras de homenagem proferidas pelo Cardeal Vallini, o Papa iniciou suas reflexões, agradecendo a todos pelo afeto, amor pela Igreja e pelo Papa. “É para mim um presente particular da Providência que, antes de deixar o ministério petrino, possa ver ainda o meu clero, o clero de Roma. É sempre uma grande alegria ver como a Igreja vive, como em Roma a Igreja está viva: são pastores que no espírito do Pastor supremo, guiam o Rebanho do Senhor".

Bento XVI destacou sua gratidão ao cardeal vigário que ajuda a despertar e encontrar as vocações na própria Roma, pois se por um lado Roma é a cidade da universalidade, deve ter também uma força própria, uma fé forte, a partir da qual nascem vocações. "Estou convicto de que com a ajuda do Senhor podemos encontrar as vocações que Ele próprio nos dá, guiá-las, ajudá-las a amadurecer e assim servir para o trabalho na vinha do Senhor", disse.

O Santo Padre voltou a agradecer a todos pelas orações a ele dirigidas nesses dias, desde que ele apresentou sua renúncia na última segunda-feira, 11. Ele disse que pôde sentir quase fisicamente essas orações.

"Mesmo se me retiro agora, em oração estou sempre próximo a todos vós e tenho certeza de que também todos vós sois próximos a mim, mesmo que para o mundo eu permaneça escondido", disse. 

Fonte: Cancão Nova

A renúncia do Papa e os oportunistas da imprensa secular

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior 

Arquidiocese de Cuiabá - Mato Grosso


padrepauloricardo.org
Na sua mensagem para o Dia Mundial da Comunicação de 2008, Bento XVI alertou para os riscos de uma mídia não comprometida com a reta informação.
Que a mídia secular não é o melhor meio para se informar a respeito da Igreja Católica, isso não é novidade. Basta fazer uma rápida leitura nas manchetes dos principais jornais do país a respeito da renúncia do Papa Bento XVI para se ter a certeza de que o amadorismo reina nessas aclamadas agências de notícias. No entanto, acreditar na simples inocência desses senhores e cobri-los com um véu de caridade por seus comentários maldosos e, muitas vezes, insultuosos não seria honesto. É necessário compreender muito bem que muitos desses veículos estão ardorosamente comprometidos com a desinformação e com os princípios contrários à reta moral defendida pela Igreja. Daí a quantidade de sandices que surgiram na mídia nos últimos dias.

Logo após o anúncio da decisão do Santo Padre, publicou-se na imprensa do mundo todo que a ação de Bento XVI causaria uma "revolução" sem precedentes na doutrina da Igreja. Uma atrapalhada correspondente de uma emissora brasileira afirmou que a renúncia do papa abriria caminho para as "reformas" do Concílio Vaticano II e que isso daria mais poderes aos bispos. Já outros declaravam que os recentes fatos colocavam em xeque o dogma da "Infalibilidade Papal", proclamado pelo Concílio Vaticano I. Nada mais fantasioso.

É verdade que uma renúncia tal qual a de Bento XVI nunca houve na história da Igreja. A última resignação de um papa aconteceu ainda na Idade Média e em circunstâncias bem diversas. Todavia, isso não significa que o Papa Ratzinger tenha modificado ou inventado qualquer novo dogma ou lei eclesiástica. O direito à renúncia do ministério petrino já estava previsto no Código do Direito Canônico, promulgado pelo Beato João Paulo II em 1983. Portanto, de modo livre e consciente - como explicou no seu discurso - Bento XVI apenas fez uso de um direito que a lei canônica lhe dava e nada nos autoriza a pensar que fora diferente. Usar desse pretexto para fazer afirmações tacanhas sobre dogmas e reformas na Igreja é simplesmente ridículo. Quem faz esses comentários carece de profundos conhecimentos sobre a doutrina católica, sobretudo a expressa no Concílio Vaticano II.

Outros comentaristas foram mais longe nas especulações e atestaram que a renúncia do Papa devia-se às pressões internas que ele sofria por seu perfil tradicionalista e conservador. Além disso, as crises pelos escândalos de pedofilia e vazamentos de documentos internos também teriam pesado na decisão. Não obstante, quem conhece o pensamento de Bento XVI sabe que ele jamais tomaria essa decisão se estivesse em meio a uma crise ou situação que exigisse uma particular solicitude pastoral. E isso ficou muito bem expresso na sua entrevista com o jornalista Peter Seewald - publicada no livro Luz do Mundo - na qual o Papa explica que em momentos de dificuldades, não é possível demitir-se e passar o problema para as mãos de outro.

Mas de todas as notícias veiculadas por esses jornais, certamente as mais esdrúxulas foram as que fizeram referência às antigas "profecias" apocalípiticas que prediziam o fim da Igreja Católica. Numa dessas reportagens, um notório jornal do Brasil dizia: "O anúncio da renúncia do papa Bento 16 fez relembrar a famosa "Profecia de São Malaquias", que anuncia o fim da Igreja e do mundo". É curioso notar o repentino surto de fé desses reconhecidos laicistas logo em teorias que proclamam o fim da Igreja. Isso tem muito a dizer a respeito deles e de suas intenções.

Por fim, também não faltaram os especialistas de plantão e teólogos liberais chamados pelas bancadas dos principais jornais do país para pedir a eleição de um papa "mais aberto". Segundo esses doutos senhores, a Igreja deveria ceder em assuntos morais, permitindo o uso da camisinha, do aborto e casamento gay para conter o êxodo de fiéis para as seitas protestantes. A essas pretensões deve-se responder claramente: A Igreja jamais permitirá aquilo que vai contra a vontade de Deus e nenhum Papa tem o poder de modificar isso. A doutrina católica é imutável. Ademais, os fiéis jovens da Igreja têm se mostrado cada vez mais conservadores e avessos à moral liberal. Inovações liberais para atrair fiéis nunca deram certo e os bancos vazios da Igreja Anglicana são a maior prova disso.

O comportamento vil da mídia secular leva-nos a fazer sérios questionamentos sobre a credibilidade e idoneidade dos chefes de redações que compõem as mesas desses jornais. Das duas, uma: ou esses senhores carecem de formação adequada e por isso seus textos são recheados de ignorâncias e nonsenses, ou então, esses doutos jornalistas têm um sério compromisso com a desinformação e a manipulação dos fatos, algo que está diametralmente oposto ao Código de Ética do Jornalismo. Se fôssemos seguir a cartilha desses órgãos de imprensa, hoje seríamos obrigados a crer que Bento XVI liberou a camisinha, excomungou o boi e o jumento do presépio, acobertou padres pedófilos e mais uma série de disparates que uma simples leitura correta dos fatos seria o suficiente para derrubar a mentira.

Na sua mensagem para o Dia Mundial da Comunicação de 2008, o Papa Bento XVI alertou para os riscos de uma mídia que não está comprometida com a reta informação. "Constata-se, por exemplo, que em certos casos as mídias são utilizadas, não para um correcto serviço de informação, mas para «criar» os próprios acontecimentos", denunciou o Santo Padre. Bento XVI assinalou que os meios de comunicação devem estar ordenados para a busca da verdade e a sua partilha. Pelo jeito, a imprensa secular ainda tem muito a aprender com o Santo Padre.

Fonte; Canção Nova Notícias 

Evangelho de hoje, Quinta-Feira, 14 de Fevereiro de 2013 (Lucas 9,22-25)


Quinta-feira depois das Cinzas



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
22“O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
23Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. 24Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará.
25Com efeito, de que adianta a um homem ganhar o mundo inteiro, se se perde e se destrói a si mesmo?”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Catequese de Bento XVI - Quaresma - 13/02/2013

Boletim da Santa Sé

(Tradução: Jéssica Marçal, equipe CN Notícias)


CATEQUESE
Sala Paulo VI - Vaticano
Quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Queridos irmãos e irmãs,

Hoje, Quarta-Feira de Cinzas, iniciamos o Tempo litúrgico da Quaresma, 40 dias que nos preparam para a celebração da Santa Páscoa; é um tempo de particular empenho no nosso caminho espiritual. O número 40 aparece várias vezes na Sagrada Escritura. Em particular, como sabemos, isso remete aos quarenta anos no qual o povo de Israel peregrinou no deserto: um longo período de formação para transformar o povo de Deus, mas também um longo período no qual a tentação  de ser infiel à aliança com o Senhor estava sempre presente. Quarenta foram também os dias de caminho do profeta Elias para chegar ao Monte de Deus, Horeb; como também o período que Jesus passou no deserto antes de iniciar a sua vida pública e onde foi tentado pelo diabo. Nesta catequese gostaria de concentrar-me propriamente sobre este momento da vida terrena do Filho de Deus, que leremos no Evangelho do próximo domingo.

Antes de tudo o deserto, onde Jesus se retira, é o lugar do silêncio, da pobreza, onde o homem é privado dos apoios materiais e se encontra diante da pergunta fundamental da existência, é convidado a ir ao essencial e por isto lhe é mais fácil encontrar Deus. Mas o deserto é também o lugar da morte, porque onde não tem água não tem vida, e é o lugar da solidão, em que o homem sente mais intensa a tentação. Jesus vai ao deserto, e lá é tentado a deixar a vida indicada por Deus Pai para seguir outras estradas mais fáceis e mundanas (cfr Lc 4,1-13). Assim Ele assume as nossas tentações, leva consigo a nossa miséria, para vencer o maligno e abrir-nos o caminho para Deus, o caminho da conversão.

Refletir sobre as tentações às quais Jesus é submetido no deserto é um convite para cada um de nós a responder a uma pergunta fundamental: o que conta verdadeiramente na nossa vida? Na primeira tentação, o diabo propõe a Jesus transformar uma pedra em pão para acabar com a fome. Jesus responde que o homem vive também de pão, mas não só de pão: sem uma resposta à fome de verdade, à fome de Deus, o homem não pode ser salvar (cfr vv. 3-4). Na segunda tentação, o diabo propõe a Jesus o caminho do poder: o conduz ao alto e lhe oferece o domínio do mundo; mas não é este o caminho de Deus: Jesus tem bem claro que não é o poder mundano que salva o mundo, mas o poder da cruz, da humildade, do amor (cfr vv. 5-8). Na terceira tentação, o diabo propõe a Jesus atirar-se do ponto mais alto do Templo de Jerusalém e fazer-se salvar por Deus mediante os seus anjos, de cumprir, isso é, algo de sensacional para colocar à prova o próprio Deus; mas a resposta é que Deus não é um objeto ao qual impor as nossas condições: é o Senhor de tudo (cfr vv. 9-12). Qual é o núcleo das três tentações que sofre Jesus? É a proposta de manipular Deus, de usá-Lo para os próprios interesses, para a própria glória e o próprio sucesso. E também, em sua essência, de colocar a si mesmo no lugar de Deus, removendo-O da própria existência e fazendo-O parecer supérfluo. Cada um deveria perguntar-se então: que lugar tem Deus na minha vida? É Ele o Senhor ou sou eu?

Superar a tentação de submeter Deus a si e aos próprios interesses ou de colocá-Lo em um canto e converter-se à justa ordem de prioridade, dar a Deus o primeiro lugar, é um caminho que cada cristão deve percorrer sempre de novo. “Converter-se”, um convite que escutamos muitas vezes na Quaresma, significa seguir Jesus de modo que o seu Evangelho seja guia concreta da vida; significa deixar que Deus nos transforme, parar de pensar que somos nós os únicos construtores da nossa existência; significa reconhecer que somos criaturas, que dependemos de Deus, do seu amor, e somente “perdendo” a nossa vida Nele podemos ganhá-la. Isto exige trabalhar as nossas escolhas à luz da Palavra de Deus. Hoje não se pode mais ser cristãos como simples consequência do fato de viver em uma sociedade que tem raízes cristãs: também quem nasce de uma família cristã e é educado religiosamente deve, a cada dia, renovar a escolha de ser cristão, dar a Deus o primeiro lugar, diante das tentações que uma cultura secularizada lhe propõe continuamente, diante ao juízo crítico de muitos contemporâneos.

As provas às quais a sociedade atual submete o cristão, na verdade, são tantas, e tocam a vida pessoal e social. Não é fácil ser fiel ao matrimônio cristão, praticar a misericórdia na vida cotidiana, dar espaço à oração e ao silêncio interior; não é fácil opor-se publicamente a escolhas que muitos adotam, como o aborto em caso de gravidez indesejada, a eutanásia em caso de doenças graves, ou a seleção de embriões para prevenir doenças hereditárias. A tentação de deixar de lado a própria fé está sempre presente e a conversão transforma-se uma resposta a Deus que deve ser confirmada muitas vezes na vida.

Temos como exemplo e estímulo as grandes conversões como aquela de São Paulo a caminho de Damasco, ou de Santo Agostinho, mas também na nossa época de eclipses do sentido do sagrado, a graça de Deus está a serviço e realiza maravilhas na vida de tantas pessoas. O Senhor não se cansa de bater à porta dos homens em contexto sociais e culturais que parecem ser engolidos pela secularização, como aconteceu para o russo ortodoxo Pavel Florenskij. Depois de uma educação completamente agnóstica, a ponto de demonstrar uma real hostilidade para com os ensinamentos religiosos aprendidos na escola, o cientista Florenskij encontra-se a exclamar: “Não, não se pode viver sem Deus!”, e a mudar completamente a sua vida, a ponto de tornar-se monge.

Penso também na figura de Etty Hillesum, uma jovem holandesa de origem judia que morreu em Auschwitz. Inicialmente distante de Deus, descobre-O olhando em profundidade dentro de si mesma e escreve: “Um poço muito profundo está dentro de mim. E Deus está naquele poço. Às vezes eu posso alcançá-lo, sempre mais a pedra e a areia o cobrem: então Deus está sepultado. É preciso de novo que o desenterrem” (Diario, 97). Na sua vida dispersa e inquieta, encontra Deus propriamente em meio à grande tragédia do século XX, o holocausto. Esta jovem frágil e insatisfeita, transfigurada pela fé, transforma-se em uma mulher cheia de amor e de paz interior, capaz de afirmar: “Vivo constantemente em intimidade com Deus”.

 A capacidade de contrapor-se às atrações ideológicas do seu tempo para escolher a busca da verdade e abrir-se à descoberta da fé é testemunhada por outra mulher do nosso tempo, a estadunidense Dorothy Day. Em sua autobiografia, confessa abertamente ter caído na tentação de resolver tudo com a política, aderindo à proposta marxista: “Queria ir com os manifestantes, ir à prisão, escrever, influenciar os outros e deixar o meu sonho ao mundo. Quanta ambição e quanta busca de mim mesma havia nisso tudo!”. O caminho para a fé em um ambiente tão secularizado era particularmente difícil, mas a própria Graça agiu, como ela mesma destaca: “É certo que eu ouvi muitas vezes a necessidade de ir à igreja, de ajoelhar-se, dobrar a cabeça em oração. Um instinto cego, poderia-se dizer, porque eu não estava consciente da oração. Mas ia, inseria-me na atmosfera de oração...”. Deus a conduziu a uma consciente adesão à Igreja, em uma vida dedicada aos despossuídos.

Na nossa época não são poucas as conversões entendidas como o retorno de quem, depois de uma educação cristã talvez superficial, afastou-se por anos da fé e depois redescobre Cristo e o seu Evangelho. No Livro do Apocalipse, lemos: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo” (3, 20). O nosso homem interior deve preparar-se para ser visitado por Deus, e por isto não deve deixar-se invadir pelas ilusões, pelas aparências, pelas coisas materiais.

Neste Tempo de Quaresma, no Ano da Fé, renovemos o nosso empenho no caminho de conversão, para superar a tendência de fechar-nos em nós mesmos e para dar, em vez disso, espaço a Deus, olhando com os seus olhos a realidade cotidiana. A alternativa entre o fechamento no nosso egoísmo e a abertura ao amor de Deus e dos outros, podemos dizer que corresponde à alternativa das tentações de Jesus: alternativa, isso é, entre poder humano e amor da Cruz, entre uma redenção vista somente no bem-estar material e uma redenção como obra de Deus, a quem damos o primado da existência. Converter-se significa não fechar-se na busca do próprio sucesso, do próprio prestígio, da própria posição, mas assegurar que a cada dia, nas pequenas coisas, a verdade, a fé em Deus e o amor tornem-se a coisa mais importante.


Fonte: Canção Nova

Os riscos de emprestar o nome para terceiros



É aconselhável tomar uma série de cuidados antes de se comprometer com dívidas alheias

Os cuidados para não se arriscar ao emprestar o nome se fazem ainda mais necessários diante da inadimplência em ascensão FOTO: FRANCISCO VIANA

A sabedoria popular reza que o maior bem de uma pessoa é seu nome. Ainda assim, muitos cidadãos não dedicam a ele o zelo que deveriam. Por ingenuidade ou falta de cuidado, passam a fazer parte, involuntariamente, das listas de restrição ao crédito ao emprestar o nome a terceiros, para compras ou obtenção de empréstimo, sem que o favorecido cumpra a promessa de honrar o pagamento.

Essa prática é a terceira maior causa da inclusão do CPF (Cadastro de Pessoa Física) em listas negras, de acordo com pesquisas sobre inadimplência feitas pela Boa Vista Serviços e Serasa Experian, empresas gestoras de cadastro de proteção ao crédito.

Proximidade

Segundo Fernando Cosenza, diretor da Boa Vista Serviços, mais de 90% dos empréstimos de nome são feitos para pessoas muito próximas, geralmente um familiar ou vizinho. A proximidade da relação seria um dos fatores de constrangimento para a recusa do pedido.

Transtornos

"O consumidor deve ter em mente que ficar com restrição para o crédito traz muitos transtornos, como a impossibilidade de contratar empréstimos, financiamentos, cartão de crédito ou talão de cheques, o que pode comprometer, e muito, sua rotina", alerta o especialista.

Em situações de pedido de um favor dessa natureza o executivo sugere a troca de permissão do uso do cartão de crédito, por exemplo, por uma proposta de empréstimo em dinheiro, para não se amarrar a parcelas de faturas ou a custos adicionais, como juros, em caso de ocorrência de atraso no pagamento.

Histórico

"O consumidor tem que lembrar que geralmente a pessoa que pede esse tipo de favor já tem o próprio nome com restrição, ou seja, já mostra que tem dificuldade em pagar suas contas", esclarece Consenza.

Vale ressaltar que, legalmente, a responsabilidade sobre a dívida é sempre de quem a contratou, independentemente do fato de ter sido para uso próprio ou de terceiros.

Inadimplência

Os cuidados para não se arriscar ao emprestar o nome para amigos, familiares e conhecidos se fazem ainda mais necessários diante dos últimos dados relativos à inadimplência. O indicador surpreendeu as estimativas do governo federal e avançou no ano passado, mesmo com a desaceleração da oferta de crédito.

O calote cresceu e atingiu 5,8% no ano passado, contrariando os prognósticos do Banco Central de que o aumento do emprego e da renda iriam reverter a tendência.

Apesar da alta dos atrasos em 2012, que estavam em 5,5% no fim de 2011, o BC ainda acredita na queda do indicador nos próximos meses. "O aumento da massa salarial aumenta a capacidade de pagamento de compromissos. Isso nos leva a crer que haverá recuo", disse o chefe do Departamento Econômico da instituição, Tulio Maciel.

Em Fortaleza, a tendência é a mesma da nacional: elevação da inadimplência. O número de pessoas que não honraram com as dívidas aumentou 0,4% em janeiro ante dezembro. Dessa forma, 5,6% dos consumidores da Capital estão inadimplentes.

Destes, os homens são a maioria. 6,5% das pessoas do sexo masculino estão inadimplentes, contra 4,9% das mulheres. Os mais endividados tem entre 25 a 34 anos e representam 8,9%. A pesquisa aponta que estes cursaram até o ensino fundamental (6,6% dos entrevistados na situação de inadimplência) e ganham até 5 salários mínimos (6,2%). A maior causa da inadimplência na Capital é o desequilíbrio financeiro, com 61,2% das justificativas. Os que adiaram o pagamento aplicando os recursos em outras finalidades representam 21,3%, com 15,7% contestando as dívidas. Curiosamente, 8,3% afirmaram que simplesmente esqueceram de pagar o que deviam e por isso estão inadimplentes.

Fonte: Diário do Nordeste

Juventude é foco de Campanha da Fraternidade


Além do anseio de maior diálogo com esse setor, religiosos cobram do Estado mais atenção e políticas públicas

O tema da Campanha está no clima da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá em julho deste ano, no Rio de Janeiro Foto: Edilene VasconcelLos

Completando ´bodas de ouro´, a Campanha da Fraternidade de 2013 aposta nos jovens e na renovação da Igreja Católica. Este ano o tema será "Fraternidade e Juventude" e o lema "Eis-me aqui, envia-me!". Tudo já no clima da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá em julho, no Rio de Janeiro.

Além do anseio de maior diálogo com esse setor, religiosos também cobram do Estado mais atenção e políticas públicas. Como bandeira política está o repúdio à redução da maior idade penal e ao extermínio dos adolescentes nos centros urbanos.

De acordo com informe oficial da Campanha, a mensagem tem como objetivo geral "acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para o seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz", aponta. Em Fortaleza, a abertura da Campanha ocorre hoje, na Catedral Metropolitana, às 18h30, com a Celebração Eucarística de abertura da Quaresma, presidida pelo arcebispo, Dom José Aparecido Tosi.

São muitos os desafios postos para esse momento: a violência social, a falta de direitos, a dificuldade de renovação da Igreja e de mais diálogo, a autoestima, os sonhos destruídos e a falta de fé e esperança.

Anseio

"Ajudar a juventude não deve ser só uma meta, mas um anseio de que eles sejam estimulados a também serem protagonistas dos seus processos. Deve ser momento também de conversão pessoal e eclesial. É um convite para que a sociedade e a Igreja olhe mais para a juventude, como se acolhe esse jovem e como se ajuda", afirma Joilson de Souza Toledo, irmão Marista e membro da Comissão de Assessores da Pastoral da Juventude.

Ele comenta também da força política da Campanha, de como pode ajudar os jovens mais vulneráveis e reduzir a violência, e chegar a uma conquista da paz social. "Não se resolve nada com repressão, mas sim oferecendo políticas públicas para os jovens, garantindo oportunidades de vida e fé", destaca Souza.

E não faltam fieis empolgados com esse novo momento da Igreja. Para Thiago Silveira, membro de grupos de jovens, a Igreja precisa escutar e acolher mais (afetivamente e efetivamente) a juventude que é plural. "Dialogar com tanta diversidade não é fácil, mas é necessário para o tempo de hoje. Nós, da Pastoral da Juventude, achamos que esse é um momento oportuno para refletir sobre a juventude em todos os seus aspectos e espaço de atuação, por isso estávamos ativamente não só participando das atividades, mas construindo-as junto com as comunidades e outros grupos", relata Silverio.

O momento exige, além de reflexão, muita comemoração: em 2013, a Campanha está realizando 50 anos de efetivação no País. Para marcar o momento, o Santuário de Fátima, na Avenida 13 de Maio, estará, na quarta-feira, acolhendo uma exposição com todos os cinquenta cartazes e temáticas desse período. As missas na Igreja de Fátima começam às 5h e seguem até às 20h. Serão 11 celebrações.

A Campanha da Fraternidade começou em 1961. Três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente.

A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares, realizado na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral da Igreja.

Este projeto se tornou nacional no dia 26 de dezembro de 1963, com uma resolução do Concílio Vaticano II. O projeto realizou-se pela primeira vez na quaresma de 1964. Ao longo de quatro anos seguidos, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.

Religiosos jejuam durante a Quaresma

A aposentada Amália Cruz, 72 anos, ainda se esforça para jejuar. Apesar do peso da idade, acredita na penitência como forma de renovação da alma. "Não faço isso sempre, só um dia ou outro. É como se eu limpasse meu corpo do pecado. É uma pena mais quase ninguém fazer jejum", conta a idosa, emocionada com o simbolismo da quarta-feira de Cinzas.

A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa.

Para Padre Ivan de Souza, pároco do Santuário de Fátima, esse momento é de recomeço. "O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando ao crescimento espiritual", finaliza.

IVNA GIRÃO
REPÓRTER
Fonte: Diário do Nordeste

O mal da preguiça


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A preguiça joga por terra toda essa riqueza



Amanhã é o dia em que os preguiçosos trabalham, os perversos reformam suas vidas e os pecadores se arrependem.” (Edward Young)

Um mau trabalhador é um mau cristão; um mau trabalhador é também um marido e pai que deixa a desejar. Por causa da preguiça a necessidade pode bater à porta dos casais.

Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem “a lei severa e redentora do trabalho”, como disse o Papa Paulo VI.

“Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado” (Gn 3,19).

Isso faz parte da vida do casal e da família. Se o casal não levar a sério o trabalho, dentro e fora de casa, a vida conjugal não irá bem. Além de faltar o necessário para a família, ainda o mau hábito poderá se instalar em casa, pois, como sabemos, “mente vazia é oficina do diabo”.

Muitas discussões acontecem no lar, porque algo que deveria ser feito é deixado para depois, por preguiça, e acaba não sendo feito. Alguém disse que “as tarefas adiadas com alegria são depois feitas com lágrimas.”

Todo trabalho é uma continuação da atividade criadora que Deus incumbiu o casal humano de cumprir. A glória do homem consiste em concluir o que o Senhor propositadamente apenas começou. Ele entregou este mundo nas mãos do primeiro casal para que eles o construíssem com o trabalho.

Deus derrama Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência, e o trabalho é a sentinela da virtude. Já o preguiçoso trabalha dobrado. Se com humildade oferecemos ao Altíssimo o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno.

A preguiça joga por terra toda essa riqueza. Querer viver sem trabalhar é como desejar a própria maldição nesta vida. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém” (1 Ts 4,11-12).

O Talmud dos judeus diz: “Não ensinar o filho a trabalhar é como ensiná-lo a roubar”. Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de santificação.

Por isso, o lema de vida de São Bento de Nurcia, nos mosteiros, era: “Ora et Labora!” (Reza e Trabalha!). Um operário displicente é um mau cristão. Da mesma forma, um professor cristão e relapso é um contra testemunho cristão.

O pecado da omissão é fruto da preguiça.

É por preguiça que os pais, muitas vezes, não educam bem os filhos. É por preguiça de algumas mulheres que o trabalho doméstico é, às vezes, malfeito, prejudicando os seus filhos, o esposo e a alegria do lar. É por preguiça de muitos maridos que a casa fica com as lâmpadas queimadas, o chuveiro estragado, a torneira vazando e a esposa reclamando. É por preguiça que o trabalhador faz o seu serviço de maneira desleixada, prejudicando os outros que dependem dele.

Há um provérbio chinês que afirma: “Não é a erva daninha que mata a planta, mas a preguiça do agricultor”.

Como é triste ver a mulher se queixar do marido que não arruma o que está estragado em casa! Como é triste ver o marido reclamar da esposa que não cuida direito do lar, das crianças, da roupa…

O trabalho é uma grande terapia que Deus nos deu depois do pecado entrar no mundo. O Senhor determinou que o homem ganhasse o pão de cada dia “com o suor do seu rosto”; não como castigo, mas como correção.

Qualquer que seja o trabalho, sendo honesto, ele é belo aos olhos de Deus, porque com ele você está “cooperando com Ele na obra da criação”.



Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos". 

Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
Fonte: Canção Nova

INÍCIO DA QUARESMA



Igreja celebra um novo tempo de conversão

Hoje, 13, a comunidade católica inicia o Tempo Quaresmal com a celebração da Quarta-feira de cinzas, momento em que os fiéis buscam a conversão e a oração. As cinzas recebidas pelos fiéis simbolizam o dever para com a conversão e mudança de vida.
Para o sacerdote da Comunidade Canção Nova padre Reinaldo Cazumbá, a Quaresma é um momento marcante para os católicos, pois retrata a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.
Muitos fiéis reservam os  quatro dias de Carnaval ou alguns dias para realizar um retiro espiritual e viver bem este tempo especial da Igreja.
“ A centralidade da Quaresma está na passagem de Morte e Ressurreição de Cristo, sendo o fundamento da vida cristã, por isso muitos fiéis fazem a opção de não participarem do Carnaval, mas passar este tempo rezando e se preparando para os 40 dias da espera da Ressurreição do Senhor”, disse padre Reinaldo.
Ouça, na íntegra, o podcast da redação com Willieny Isaías e padre Reinado Cazumbá:
O sacerdote reforça aos católicos que o gesto de impor as cinzas sobre a testa não é uma absolvição dos pecados, mas a abertura solene da Quaresma. Ao receber o sinal da cruz sobre a testa, pelas mãos do sacerdote, escutamos a frase: ‘Do pó tu vieste, do pó tu voltarás’ ou ‘convertei-vos e credes no Evangelho’.
“Essas palavras dizem aos cristãos que eles precisam abrir o coração para a conversão e a mudança que é a Quaresma. Perceberem a fragilidade humana e o pecado que levam o homem para  longe de Deus. A cinza simboliza o homem como pó, um homem fraco que depende de Deus”, refletiu o sacerdote.
Quaresma é marcada por quatro pontos fundamentais: oração, jejum, penitência e caridade. Segundo o padre Reinaldo, o que leva as pessoas a mudarem de vida é a penitência, portanto é preciso que os cristãos façam além dela, também o jejum, principalmente nas sexta-feiras durante estes 40 dias.
“Gestos de caridade são demonstrações de conversão do coração do fiel, ou seja, as pessoas precisam se abrir para ver as necessidades do próximo. Por isso é marcado pela oração, vida de penitência e de caridade”, pontualizou o padre Reinaldo.
Para viver um boa Quaresma é necessário, realmente, desejar a conversão, e para isso é preciso fazer um boa confissão e ter momentos de vida em oração.
Fonte: Canção Nova

Bento XVI volta a explicar o motivo de sua renúncia



Da Redação, com Rádio Vaticano


Reprodução/Reuters
O Papa Bento XVI durante a apresentação de sua renúncia na segunda-feira, 11
No início da audiência geral desta quarta-feira, 13, o Papa Bento XVI reiterou o motivo pelo qual renunciou ao ministério petrino. Acolhido por um longo aplauso dos fiéis presentes para a catequese, o Santo Padre voltou a explicar que examinou sua consciência diante de Deus e está consciente de que não está mais em condições de prosseguir como Bispo de Roma, ministério a ele confiado em 19 de abril de 2005. Veja abaixo o que disse o Papa:


"Caros irmãos e irmãs,

Como sabeis, decidi renunciar ao ministério que o Senhor me confiou a 19 de abril de 2005. Fi-lo em plena liberdade, para o bem da Igreja, depois de ter rezado longamente e de ter examinado diante de Deus a minha consciência, bem consciente da gravidade dessa ato, mas também consciente de já não estar em condições de prosseguir o ministério petrino com aquela força que ele exige. Sustenta-me e ilumina-me a certeza de que a Igreja é de Cristo, O qual nunca fará faltar a sua guia e o seu cuidado. Agradeço a todos pelo amor e pela oração com que me tendes acompanhado. (aplausos). Obrigado, senti quase fisicamente nestes dias nada fáceis para mim, a força da oração que o amor da Igreja, a vossa oração, me traz. Continuai a rezar por mim, pela Igreja, pelo futuro Papa. O Senhor o guiará".

Ainda nesta quarta-feira, à tarde, Bento XVI preside a Celebração das Cinzas, na Basílica Vaticana.

Fonte: Canção Nova Notícias

OS REPRESENTANTES DA CORRUPÇÃO

Política    É triste escrever um artigo com este título, mas não seria verdade se não fosse assim. É  desse modo que esta...