sábado, 15 de maio de 2010

REFLEXAO SOBRE AVIDA E A MORTE

O homem, em toda da humanidade tem buscado desvendar esse mistério da morte
Nessa tarde ao chegar na casa de uma pessoa doente de CA, pessoa essa que esta ligada a mim de uma forma toda especial, fiquei pensando comigo mesmo sobre a nossa fragilidade como seres humanos. Ao observar naquelas circunstancias, sem forças, tomadas por insuportaveis dores, lembrei-me da firmesa e coragem que essa mesma mulher já teve ao criar seus filhos, no enfrentamento dos desafios que a própria vida lhe proporcionou. Ao anlisar essa situaçao, me pus a dialogar comigo mesmo. Daqui a mais algum tempo sera a minha geraçao que estará vivendo, se nao uma doença de cancer, mas a propria velhice ha de chegar para cada um de nós. Dai a minha reflexao. Quando muitas vezes, em nossa arrogância, achamos que nada disso acontecerá conosco. Porém, mesmo que não tenhamos nenhuma preocupação com isso, será invitavel, uma vez que somos, desde que nascemos destinados esse mesmo fim.
, da dor e do sofrimento. Entretanto, muitos povos ainda vivem sob o veu de suas invenções e ilusões a respeito da mesma.
Em muitas culturas se acredita na vida depois da morte. Cada um com suas particularidades e crenças diferentes. Nós, porém, que temos uma fé baseada no cristianismo, cremos acima de tudo na vida. Uma vez que fomos visitados pelo filho de Deus que se tornou um de nós, tendo vindo ao mundo, segundo a nossa fé, pelo poder de Deus, sendo ele memso Deus, viveu aqui entre e nós e nos deu inúmeras demonstrações de sua realidade divina , que estao escritos nas sagradas escrituras e que em sua integralidade é palavra de Deus. Há no mundo muitos questi0namentos a respeito de tudo que os cristãos acreditam. Mas, eu particularmente, sinto-me bem mais disposto a crer e a vivenciar na fé em Jesus, mediante a minha própria experiencia de Deus durante a minha vida. E como todos sabem, a fé é um sentimento que se desenvolve em cada individuo de maneira particular, ou seja, a fé é ter a certeza naquilo que nao se vê e nao se toca, pelo menos falando humanamente, porque espritualmente sentimo-nos tocados e até podemos tocar pela fé nos milagres de Deus. Em outras palavras, diriamos que para aqueles que desenvolveram a graça da fé, não é necessárias explicações, mas para aqueles que tem dificudade em acreditar ai toda explicação não é suficiente. Portanto, eu prefiro me colocar pequeno diante de toda a grandiosidade de Deus manifestada no Universo e em toda a sua conjunctura que meus olhos são capazes de ver. Prefiro aniquilar todo o meu raciocinio a perder-me nas minhas idéias próprias ou de terceiros que vezes venham a querer tornar-me num cetico. Sou mais Deus, pois entendi em quem tenho posto minha confiança.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Fim de semana.

Finalmente chegamos a mais um finalde semana. Tempo pra descançar o juizo. Depois de mais uma jornada de trabalho, compromissos cumpridos, podemos levantar maos para o ceu e bendizer a Deus que a todos renovas as forças como asas de aguia.
Sou feliz por ter um trabalho, uma ocupaçao. Isso tras felicidade e desejo de continuar lutando pela vida.
Bendito Deus que em sua bondade nos amou e nos cumulou de benficios.
Não posso ser ingrato a essa explosao de amor de Deus para comigo. Quando a cada manha as misericordias do altissimo de renova.

fESTA NOSSA SENHORA DE FATIMA EM PENTECOSTE

Ontem, 13 de maio, foi encerramento da festa de Nossa Senhora de Fátima na cidade de Pentecoste.
Foram 10 dias de muita fé e oraçao. No encerramento, em que se realizou a tradicional procissão, centenas de pessoas percorreram as ruas de nossa cidade ao som de canticos, de fogos e muita fé.
dando-se por encerrada os novenários.
CONTAS IRREGULARES
Francisco Aguiar também é quem está relatando o processo do Réveillon de 2006 ADRIANA PIMENTEL
14/5/2010
Ex-presidente da Funcet terá que devolver à Prefeitura de Fortaleza um total aproximado de R$ 250 milO Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) julgou ontem, parcialmente procedente, a Tomada de Contas Especial realizada na Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (Funcet) para analisar os gastos realizados pelo órgão na promoção do Carnaval de 2007. No julgamento foi aplicada uma nota de improbidade administrativa por irregularidades insanáveis a então presidente da Funcet, Maria de Fátima Mesquita da Silva.Por conta das irregularidades constatadas ela terá que devolver aos cofres do Município mais de R$ 250 mil, sendo R$ 186.465,12 a título de débito atualizado e R$ 67.038,00 correspondente ao somatório das multas por cada uma das irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas.Como não se trata de Conta de Governo o posicionamento do TCM vale como julgamento. A decisão de ontem foi tomada pelo pleno ao apreciar um recurso de reconsideração interposto por Fátima Mesquita contra a decisão da 1ª Câmara daquela corte de contas que já havia condenado aquela auxiliar da prefeita Luizianne Lins (PT).MultaNo primeiro julgamento o relator da matéria foi o conselheiro Pedro Ângelo e no segundo, realizado pelo pleno, o relator foi o conselheiro Francisco Aguiar que também é o responsável pelo processo que apura denúncias de irregularidades com a festa de Réveillon que a Prefeitura de Fortaleza promoveu ainda em 2006.A principal diferença do primeiro para o segundo julgamento, no caso de irregularidades com as despesas para a realização do Carnaval de 2007 foi a redução da multa de R$ 68.102,40 para R$ 67.038,00 em função dos pontos esclarecidos no recurso, permanecendo o mesmo valor da devolução a que a ex-dirigente daquele órgão municipal terá que devolver ao erário municipal.Nas investigações procedidas pelos fiscais do TCM foram constatadas várias irregularidades no convênio firmado entre a Funcet e a Federação das Agremiações Carnavalescas do Ceará (FACC), destacando-se, dentre outras, a liberação da terceira parcela sem que houvesse prestação de contas parcial da primeira parcela.Além da não restituição de saldo remanescente por parte da Federação, no valor de R$ 130.715,41; existência de despesas contraídas em data posterior à realização do evento e; não integraram a prestação de contas todos os itens previstos na cláusula décima primeira do convênio. Algumas despesas foram comprovadas apenas com recibo, não sendo apresentadas notas fiscais.Procedimentos licitatórios para aquisição de material e prestação de serviços não foram realizados, sendo este um dos motivos que justificam tão elevada multa, vez que para cada procedimento irregular é estabelecida uma multa. Apenas pelo envio intempestivo das contas é aplicada uma multa de R$ 1.064,10 com base na Lei Orgânica do TCM. Dessa decisão ainda cabem recursos como embargos declaratórios e recursos de revisão ao próprio Tribunal.
DIARIO DO NORDESTE 14/05/2010

13 DE MAIO DIA DE NOSSA SENHORA DE FATIMA EM PORTUGAL

Nossa Senhora de Fátima:
História


  • No dia 5 de maio de 1917,durante a 1º guerra mundial, o papa Bento XV convidou os católicos do mundo inteiro para se unirem em uma cruzada de orações para obter a paz com a intercessão de Nª Senhora .Oito dias depois a Beatísima Virgem dava aos homens a sua resposta,aparecendo a 13 de maio a três patorinhos portugueses, Lúcia de 10 anos, Francisco de 9 e Jacinta de 7.A senhora marcou com eles um encontro naquele mesmo lugar, um lugar espaçoso e descampado denominado Cova da Iría, para dia 13 de todo mês. Lúcia , a maiorzinha, recomendou aos primos para não contarem nada em casa. Mas Jacinta não soube guardar o segredo e no dia 13 de junho, os três pastorinhos não estavam mais sozinhos no encontro.
    No dia 13 de julho Lúcia hesitou em ir ao encontro porque os pais a havia maltratado, mas depois se deixou convencer por Jacinta e foi precisamente durante a 3ª aparição que Nª Senhora prometeu um milagre paa que o povo acreditasse na história das três crianças. A 13 de agosto os três videntes, fechados no cárcere, não puderam ir a Cova da Iría.
    A dia 13 de outubro, último encontro, setenta mil pessoas lotavam o lugar das aparições e foram testemunhas do milagre anunciado: o sol parecia mover-se medrosamente, como se estivesse para destacar-se do firmamento, crescendo entre as chamas multicores.. Nossa Senhora, em momentos sucessivos, ia aumentando os prodígios para persuadir da sua mensagem, para dar a sua resposta que empenha em todos os cristãos: "Rezem o terço todos os dias; rezem muito e façam sacrifícios pelos pbres pecadores; são muitos os que vão para o inferno por não haver quem se preocupe em rezar e fazer sacrifícios por eles... A guerra logo vai acabar, mas se não pararem de ofender ao Senhor,não passará muito tempo para vir outra pior. Abandonem o pecado de suas próprias vidas e procurem eliminá-lo da vida dos outros, colaborando com a Redenção do Salvador."
    Ao constatar-se o fato da 2ª guerra mundial os cristãos lembraram-se da mensagem de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal legado, no meio de uma multidão de oitocentas mil pessoas,houve a coroação da estátua de Nª Senhora de Fátima.Em 1951, PioXII estabeleceu que o encerramento do Ano santo fosse celebrado no santuário de Fátima.
    A 13 de maio de 1967, pelo 50º aniversário das aparições de Nossa Senhora, o papa Paulo VI chegou a Fátima, onde guardava, juntamente com um milhão de peregrinos, que haviam passado a noite ao relento, Lúcia, a vidente Lúcia.
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Referencia ao dia 13 de maio dia da libertaçao dos escravos

13 DIA DA DA LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS


Manhã de 14 de maio de 1888
O sol companheiro sorri.Minha gente de pele escura,Pela primeira vez livre em terra estranha,Caminha dispersa, subindo os altos e chapadas,À procura de abrigos nesse Brasil inverso.
Receberam asas....presasAsas de uma liberdade mascaradaSob a tinta de uma pena,Na mão submissa, a uma vontade forçada.Mas, receberam asas....para voar,E o seu território conquistar.
Minha gente de pele escura,Dantes fechadas nas senzalasHoje, perdidas no mundo obscuroDa verdade racista que cala,E que pelo menosprezo fala.Mas, minha gente de pele escuraÉ guerreira e não se curva.
Povo nômade, que em retirada ,Deixam pra trás o calabouço,Dos homens brancos o açoite.Um novo estilo o assume,A discriminação da raçanovamente os pune.Mas, minha gente de pele escura,tem destino, seus direitos que o intimam
Manhã de grande esperança,aquela de 14 de maio de 1888.Cento e dezesseis anos depois,Peregrinos de um verde desfiguradoPela razão das mentiras alçadas,Do Império a desdita que ainda grita.Mas, meu povo de pele escura,Não desiste, na sua vitória insiste.
Gente brava,essa minha gente de pele escura.Quanto orgulho temos de nós mesmos,Somos bravos sim,Alicerce de culturasextraídas na nossa conivência pura.
Manhã de 14 de maio de 1888,Manhã de 14 de maio de 2004,Manhãs entre essas duas datas,Minha gente se multiplica emCidadãos brasileiros,Que solidificam suas raízes,No sangue afro-brasileiro,Que avançam sempre na conquistaDe uma nova manhã, sem preconceitos,para um futuro com bons feitos.
Autora: Jair Martins
A Abolição à Brasileira...

Num país que inventou a prerrogativa jurídica, segundo a qual as leis "pegam" ou "não pegam", não é de estranhar que as imposições contra o tráfico de escravos e contra a própria escravidão tenham demorado tanto para "pegar".
As pendengas judiciais, aos tortuosos caminhos legais da Câmara e do Senado, aos entraves e recuos provocados por infindáveis discussões partidárias; aos conflitos entre os liberais e conservadores que antecediam a aprovação de qualquer nova lei contra a escravidão, deve-se acrescentar o fato de que, depois de finalmente aprovadas, tais leis se tornavam, no ato e na prática, letra morta.
Esse processo sórdido explica por que a luta legal contra a escravidão se prolongou por 80 anos no Brasil.
Foi somente após a humilhação internacional resultante do "Bill Aberdeen" que o Brasil, enfim, se dispôs a proibir o tráfico. A abolição se tornou, então, uma questão interna, realmente "nacional".
Sem a pressão exterior, seu processo se prolongaria por quase quatro décadas. A maioria dos conservadores era, a priori, contra a libertação dos escravos.
Se ela tivesse de ser feita, os proprietários precisariam ser indenizados pelo Estado e o processo deveria ser “lento, gradual e seguro”.
Em maio de 1855, o conselheiro José Antônio Saraiva propôs que a escravidão fosse extinta em 14 anos e que o Estado pagasse 800 mil-réis por escravo entre 20 e 30 anos, 600 mil-réis pelos de 30 a 40, 400 mil-réis pelos de 40 a 50 e um conto (ou 1 milhão) de réis por escravo com menos de 20 anos.
Entre os liberais, as posições variavam muito. Havia os que pensavam como os conservadores; havia os republicanos radicais; havia os fazendeiros de São Paulo interessados em solucionar logo a questão, substituindo os escravos por imigrantes europeus - desde que recebessem incentivos financeiros para o projeto.
De qualquer forma, em 28 de setembro de 1871, numa jogada política sagaz, o gabinete conservador, chefiado pelo visconde do Rio Branco, conseguiu aprovar a chamada Lei do Ventre Livre, segundo a qual seria livre qualquer filho de escrava nascido no Brasil.
Além de arrancar a bandeira abolicionista das mãos dos liberais, ainda bloquearia por anos a ação dos abolicionistas mais radicais, garantindo, assim, que a libertação dos escravos fosse um processo "lento, gradual e seguro".
Na prática, a lei seria burlada desde o início, com a alteração da data de nascimento de inúmeros escravos.
O Fundo de Emancipação, criado pela mesma lei e oriundo da Receita Federal - para pagar pela alforria de certos escravos - também foi logo dilapidado, usado em grandes negociatas. Muitos proprietários arrancavam os filhos recém-nascidos de suas mães e os mandavam para instituições de caridade, onde as crianças eram vendidas por enfermeiras que faziam parte do esquema armado para burlar a Lei Rio Branco.
Em alguns manuais escolares, o conservador Visconde do Rio Branco ainda surge com a mesma imagem que adquiriu aos olhos dos abolicionistas ultramoderados: a imagem de "Abraham Lincoln brasileiro".
Golpeada pela Lei do Ventre Livre, a campanha abolicionista só recomeçaria em 1884. Um ano mais tarde, porém, o Parlamento jogou outra cartada em sua luta para retardar a abolição: em 28 de setembro foi aprovada a Lei Saraiva­ Cotejipe, ou Lei dos Sexagenários. Proposta pelo gabinete liberal do conselheiro José Antônio Saraiva e aprovada no Senado, comandado pelo presidente do Conselho de Ministros, o Barão de Cotejipe, a lei concedia liberdade aos cativos maiores de 60 anos e estabelecia normas para a libertação gradual de todos os escravos, mediante indenização.
Na verdade, a Lei dos Sexagenários voltaria a beneficiar os senhores de escravos, permitindo que se livrassem de velhos "imprestáveis".
No início de 1888, a impopularidade do chefe de polícia do Rio de Janeiro, Coelho Bastos, fez cair o ministério de Cotejipe, que abertamente afrontava a princesa Isabel. Os conservadores permaneceram no poder, com João Alfredo como presidente do ministério.
Em abril de 1888, Alfredo chegou a pensar em propor a abolição imediata da escravatura, porém obrigando os libertos a ficar por "dois anos junto a seus senhores, trabalhando mediante módica retribuição". No mês seguinte, não foi mais possível retardar o processo abolicionista - agora liderado pela própria princesa Isabel.
Depois que a regente assinou a lei, Cotejipe estava entre os que foram cumprimentá-la. Ao beijar-lhe a mão, o barão teria dito: "Vossa Majestade redimiu uma raça, mas acaba de perder o trono". A frase se revelaria profética.
Brasil: sociedade e cultura após a “abolição”
A lei sucinta e direta que a princesa Isabel assinou em 13 de maio de 1888, não concedia indenização alguma aos senhores de escravos. De qualquer forma, ao longo dos 17 anos que se estenderam da Lei do Ventre Livre à abolição efetiva, os escravocratas tinham encontrado muitas fórmulas para se ressarcirem de supostas perdas, entre elas o tráfico interprovincial de escravos, as fraudes ao fundo de emancipação e à Lei do Ventre Livre.
Mas se os escravocratas não atingiram um de seus objetivos, o fracasso dos abolicionistas foi maior e mais amargo. Afinal, pessoas como Nabuco, Patrocínio, Rebouças, Gama, Antônio Bento e Rui Barbosa - apesar de suas divergências ideológicas - acreditavam que a abolição era a medida mais urgente de um programa que só se cumpriria com a reforma agrária, a "democracia rural" (a expressão é de Rebouças) e a entrada dos trabalhadores num sistema de oportunidade plena e concorrência.
Para eles, como expôs Alfredo Bosi, "o desafio social e ético que a sociedade brasileira teria de enfrentar era o de redimir um passado de abjeção, fazer justiça aos negros, dar-lhes liberdade a curto prazo e integrá-los numa democracia moderna".
Mas nada disso se concretizou. Os negros libertos - quase 800 mil - foram jogados na mais temível miséria. O Brasil imperial - e, logo a seguir, o jovem Brasil republicano - negou-lhes a posse de qualquer pedaço de terra para viver ou cultivar, de escolas, de assistência social, de hospitais. Deu-lhes, só e sobejamente, discriminação e repressão.
Grande parte dos libertos, depois de perambular por estradas e baldios, dirigiu-se às grandes cidades: Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Lá, ergueram os chamados bairros africanos, origem das favelas modernas. Trocaram a senzala pelos casebres. Apesar da impossibilidade de plantar, acharam ali um meio social menos hostil, mesmo que ainda miserável.
O governo brasileiro não pagou indenização alguma aos senhores de escravos (“Indenização monstruosa, já que uma grande parte deles eram africanos ilegalmente escravizados, pois haviam aportado ao Brasil depois da Lei Feijó, de 7 de novembro de 1831”, como disse, em discurso na Câmara, Joaquim Nabuco).
O preço para que tal indenização absurda não fosse paga foi, porém, enorme. Teria sido justamente para evitar qualquer petição que pudesse vir a ser feita pelos escravocratas que Rui Barbosa, ministro das Finanças do primeiro governo republicano, assinou o despacho de 14 de dezembro de 1890, determinando que todos os livros e documentos referentes à escravidão existentes no Ministério das Finanças fossem recolhidos e queimados na sala das caldeiras da Alfândega do Rio de Janeiro.
Seis dias mais tarde, em 20 de dezembro, a decisão foi aprovada com a seguinte moção: “O Congresso Nacional felicita o Governo Provisório por ter ordenado a eliminação nos arquivos nacionais dos vestígios da escravatura no Brasil”. Em 20 de janeiro de 1891, Rui Barbosa deixou de ser ministro das Finanças, mas a destruição dos documentos prosseguiu.
De acordo com o historiador Américo Lacombe, "uma placa de bronze, existente nas oficinas do Lloyde Brasileiro, contém, de fato, esta inscrição assaz lacônica: “13 de maio de 1891. Aqui foram incendiados os últimos documentos da escravidão no Brasil”. Foi, portanto, com essa espécie de auto-de-fé abolicionista que o Brasil comemorou os três anos da mais tardia emancipação de escravos no hemisfério ocidental.
Embora pragmática - e muito mais verossímil do que a versão oficialesca de que os documentos foram queimados para “apagar qualquer lembrança do triste período escravocrata”-, a medida foi torpe. E ajudou a fazer com que, passados mais de cem anos da libertação dos escravos, o Brasil ainda não tenha acertado as contas com seu negro passado.
História do Brasil - Luiz Koshiba - Editora AtualHistória do Brasil - Bóris Fausto - EDUSP
Webdesigner: Lika Dutra
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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Papa chega ao Santuário de Fátima, em Portugal



Na viagem de quatro dias que faz a Portugal, o Papa chegou, nesta quarta, ao Santuário de Fátima.

O Papa que toca piano todos os dias reservou algumas horas para um encontro com os artistas de Portugal. No caminho, de surpresa, mandou o carro parar e desceu para falar com crianças na rua. Depois, recebeu a saudação do primeiro-ministro José Sócrates.

Em Lisboa, Bento XVI cumpriu o papel de chefe de Estado do Vaticano. Começa agora a parte pastoral da viagem, do Papa que se definiu como um peregrino de Nossa Senhora de Fátima.

No santuário, milhares de fiéis já esperavam há vários dias por ele. Nesta quinta, o Papa vai celebrar a missa mais importante da viagem numa esplanada.

Nesta quarta, na Capelinha das Aparições, Bento XVI ajoelhou-se e rezou por João Paulo II. O Papa anterior era um devoto da Virgem de Fátima. Dizia ter sido salvo por ela, no atentado que sofreu em 1981.

João Paulo II doou ao santuário a bala com que foi ferido. Ela está guardada na coroa da imagem da Virgem Maria. As informações são da TV Globo.

blog Valdeni Cruz

Ola!! Estou tentando utilizar essa ferramente de comunicaçao para interagir com os internautas que por vezes vierem a encontrar esse blog. Com certeza trocaremos umas ideias das quais estao mais ou menos ditas no perficil.
Podemos trocar ideias sobre politica, religiao, educaçao, filosofia, historia, meio ambiente etc.
Por enquanto estou so começando, mas brevimente sera um dos grandes blogs populares.
Obrigado a todos aqueles que tem um senso critico, que seja otimistra e que acredita num mundo melhor embora as circunstancias nao sejam as mais favoraveis, mas para Deus, que fez jorrar agua no deserto, a partir da coragem de um homem de fé, chamado Moises, eu Tambem que esse mesmo Deus é capaz de confundir os fortes para elevar os fracos. Acredito naquele que fez surgir da d morte um homem chamado Lazaro. Por causa dessas grandezas e outras tantas que ele realizou, eu creio que tudo, mas tudo mesmo, Deus é capaz de fazer.

JUIZ DE PENTECOSTE DETERMINA AO MUNICÍPIO DE PENTECOSTE A CUMPRIR EXECUÇÃO DE SENTENÇA QUE GARANTE SALÁRIO MÍNIMO AOS SERVIDORES DE PENTECOSTE MESMO COM CARGA HORARIA REDUZIDA

Caríssimos companheiros e companheiras, boa tarde! É com imensa satisfação que o SINDSEP (Sindicato dos Servidores Municipais ...