sábado, 29 de setembro de 2012

Hebe Camargo morre em São Paulo


Morreu neste sábado (29), em São Paulo, a apresentadora Hebe Camargo. Ela lutava contra o câncer.
A loira mais famosa da história da televisão brasileira não era loira. Paulista de Taubaté, Hebe Maria Camargo era até chamada de a moreninha que canta.
Começou no rádio e, numa entrevista ao SPTV, contou que só não participou da primeira transmissão de televisão no Brasil, na TV Tupi, dia 18 de setembro de 1950, porque preferiu ir namorar. “Menti que eu estava muito gripada, e na realidade eu estava apaixonada por um homem maravilhoso”, diz.Hebe lembrou que estava escalada para cantar o hino da televisão, feito sob encomenda para a inauguração. “A Lolita Rodrigues que substituiu cantando o hino, que eu até hoje dou graças a Deus porque o hino é horrível”.

Quatro décadas se passaram até que cara a cara com as amigas Lolita Rodrigues e Nair Belo, no programa do Jô, ela ouvisse o tal hino.
Nos anos 50, diante das câmeras outro talento foi revelado. "A apresentadora veio por causa da cantora e de repente a apresentadora sufocou a cantora", conta Hebe.
Nos anos 60, seu programa de entrevistas domingo à noite na TV Record, era uma referência. Por ali passou muita gente boa. Nessas entrevistas consagrou uma expressão. “Quando eu gosto muito vira gracinha, porque eu gosto muito, aí você é uma gracinha, tenho vontade, ah, engraçado, agora eu percebi que eu falo assim: gracinha”.
Tinha outra marca registrada: a risada. Participou de programas humorísticos. Com uma vistosa peruca, foi a Cleópatra do Júlio César Ronald Golias.
Hebe passou também pela TV Bandeirantes, ficou 25 anos no SBT e em 2011 foi para a RedeTV!. Outras loiras, como Xuxa, se renderam ao seu carisma.
Com versatilidade e bom humor esteve diante das câmeras por 60 anos. E mais de meio século depois de iniciar a carreira na TV fez reaparecer a Hebe cantora. Voltou aos estúdios, gravou um CD.
Em 2009 soltou a voz no palco do Teatro Municipal de São Paulo para homenagear os 50 anos de carreira do ídolo, Roberto Carlos.
O ano seguinte começou com um desafio: a luta contra um câncer no abdômen, que ela enfrentou com coragem e bom humor. Recebeu a solidariedade de todos, até do rei Roberto Carlos e como numa canção de Roberto, o público talvez tenha a certeza de que Hebe Camargo não acaba nunca. 

  

Relator prepara penas duras para Dirceu e Delúbio

Relator prepara penas duras para Dirceu e Delúbio
Ed Ferreira/AE

O relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, vai impor penas mais duras a três figuras centrais do escândalo: o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, considerado o "mentor" do esquema de pagamento de parlamentares no governo Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, considerado o "organizador", e o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, chamado de "operador" do mensalão.

Outros réus terão tratamento mais brando. Segundo dois ministros do tribunal ouvidos em conversas reservadas pelo Estado, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, por exemplo, poderá ter pena mais leve por ter prestado depoimentos que contribuíram para o Ministério Público embasar as acusações.

Ainda segundo os ministros ouvidos pela reportagem, o ex-presidente do PT José Genoino, apesar de ter assinado os empréstimos bancários considerados fraudulentos e que serviram para financiar o esquema e tentar ocultar a origem pública do dinheiro, poderá ter tratamento mais brando caso venha a ser condenado. Ministros argumentam que Genoino não agia como presidente de fato do PT, função que seria ocupada na verdade por Dirceu.
A atuação desses réus apontados como os corruptores do esquema do mensalão será analisada a partir de segunda-feira, 1, na semana que precede as eleições municipais de 7 de outubro, pelo plenário do Supremo.

O voto de Barbosa com a condenação de réus por lavagem de dinheiro em etapa anterior do julgamento mostrou como ele deve calcular as penas. Na ocasião, a dosimetria foi divulgada por engano por sua assessoria. Ao calcular a pena de Marcos Valério, Barbosa considerou que o empresário dirigiu "a atividade dos réus integrantes do chamado núcleo publicitário" e recordou que ele prestou "inestimável apoio empresarial" à estrutura do esquema. Por isso, estabeleceu a pena em 12 anos e 7 meses de reclusão.
Debate. A definição das penas, conforme ministros da Corte, deve gerar debates tão intensos quanto as discussões do julgamento do mérito. A dosimetria pode definir se um réu cumprirá a pena em regime fechado ou em liberdade. Pelo Código Penal, quem for condenado a mais de oito anos começa a cumprir a pena em regime fechado, os que receberem penas entre quatro e oito anos podem ser enquadrados em semiaberto e quem ficar abaixo de quatro anos pode cumprir a punição em regime aberto ou até conseguir convertê-la em pena alternativa. Não contarão para este cálculo penas aplicadas que já estiverem prescritas.

A fixação das penas é a última etapa do julgamento. Depois que todos os réus forem condenados, o relator julgará qual a pena mais adequada para cada réu, levando em conta os antecedentes dos crimes, o volume de dinheiro envolvido, o motivo do crime e a reprovabilidade da conduta. Antes de iniciarem esta definição, os ministros deverão discutir se aqueles que votaram pela absolvição participarão ou não deste cálculo das penas.

No entendimento de alguns ministros, quem absolveu deve votar, sim, na dosimetria, aplicando a pena mais baixa. Outros, no entanto, entendem que isso não seria possível por não ser racional "absolver fixando pena".

O ministro Luiz Fux, que tem seguido a maioria das condenações de Barbosa, é um dos que já defenderam publicamente a exclusão de quem votou pela absolvição do cálculo das penas.

A POLÍTICA VISTA EM OUTRA DIMENSÃO


Professor Valdeni Cruz

Caros leitores, Bom dia!


Comícios e reuniões de Luiza Perdigão
Estamos a pouco mais de oito dias das eleições. As campanhas dos candidatos se intensificam nestes últimos dias. A preocupação dos candidatos, dos apoiadores, dos eleitores diretamente ligados à campanha aumenta.  Os discursos se afinam tentando convencer o eleitor e ganhar os votos puder.
Nesta reta final a grande maioria já decidiu em quem vai votar. Para estes que estão decididos somente uma decepção muito grande em relação ao seu candidato escolhido o faria mudar de opinião. Por outro lado, ainda temos milhares de pessoas indecisas. Estes, por sua vez, aguardam tirar suas conclusões nos últimos momentos. Para eles não faz muita diferença entre este ou aquele candidato. Não se envolve, não defende nem o A nem o B. votam porque, segundo eles, tem que cumprir com a obrigação. Mas há também aqueles que esperam até o ultimo momento para ver se consegue o tão esperando milagre de receber um pouco mais pelo voto. Estes são os que mais prejudicam a qualidade da eleição. Os candidatos fazem seu trabalho. Conversam aqui, ali; dá um abraço em um, um aperto de mão em outro e acha que já fez sua parte por meio de conversas individuais e coletivas. Mas, mesmo que os eleitores tenham entendido tudo, fica na espreita para abocanhar o candidato lá no cantinho da parede para ver se consegue dar o golpe final.

Comício de Dra. Ivoneide
O grande prejuízo nosso está mesmo é na maldita compra de votos. Estive numa determinada comunidade, que por sinal não faz parte deste município e escutei coisas que como formador de opinião e como cidadão deixa a gente meio triste. Os candidatos a prefeito daquela Cidade vão a determinadas casas e chegam a dar de 400 reais pra família em troca dos votos dos pobres eleitores.  “Estes, pobres de tudo”. Desprovidos dos bens materiais e, claro, desprovidos do bem mais precioso que é a razão e o poder de decidir em seu próprio favor. Quem vende o voto não tem capacidade de decidir pelo melhor. O pior é que temos que pagar o preço por causa deste tipo de eleitor. A falta de uso da razão é grande parte de nossas mazelas, como já diziam os filósofos iluministas.

Comício de Zé Filho
A verdade é que muitos homens pagam o preço por não terem conhecimentos suficientes para decidir pelo certo, tendo certeza da razão dos fatos. E, não tendo a capacidade de pensar, reagir, criticar, torna-se presa fácil diante das palavras persuasivas daqueles que, sabendo dos pontos fracos dos mesmos, acerta de cheio usando as velhas práticas infames para que por meio de barganhas seja eleitos. Desse modo, mais uma vez os sonhos do povo vão sendo adiados.

É maravilhoso ver este povo todo correndo para cima e para baixo com suas bandeiras nas mãos, gritando e defendendo seu candidato, afirmando ser ele o melhor. Mas é nisso que está o erro. Este tipo de movimentação deveria ser feito sempre que as coisas não tivessem dando certo. Este movimento político seria muito mais válido e poderoso se depois que os candidatos fossem eleitos ou não, tivessem certeza de que seriam cobrados pelo que prometeram.

O exercício da cidadania não se resume ao período eleitoral. Isso se faz dia-a-dia, constantemente. Se estas 3 , 4, 5 mil pessoas que lotam os comícios também tivessem a mesma disposição para ir as ruas quando o candidato que for eleito tivesse se desviando das características próprias de governo do povo, para  cobrar uma postura coerente, dificilmente teríamos os desmandos que temos. Mas, o que acontece todo mundo já sabe. O povo fica na miséria, vendo seu dinheiro sendo desviado e age passivamente sem tomar atitude alguma. Do que adianta se digladiar durante as campanhas e não fazer depois?   

O nosso inimigo não é outro que defende um candidato diferente do nosso, mas nossa verdadeira  luta deveria ser bastante acirrada contra a corrupção, contra o autoritarismo e a arrogância daqueles que assumem o poder.

Povo de Pentecoste e de todos Brasil, usemos nossa capacidade de ser/fazer a diferença. Saiamos do campo da insanidade e entremos no campo do bom senso, da maturidade adquirida ao longo da vida e através do conhecimento. Não sejamos marionetes que só tem movimentos porque é manipulado por alguém. Sejamos capazes de dizer alguma coisa. Falo de dizer coisas que causem efeito positivo. Não estou falando das bobagens que se escrevem nas redes sociais. Falo de algo mais profundo, que dê sentido as nossas crenças. Escrevam sobre seus anseios, seus sonhos, suas esperanças. Diga pros quatro ventos o que você pensa. Não fique nas redes sociais fazendo comentários inúteis numa disputa que em nada contribui para qualificar o seu candidato. Pior mesmo é para quem escreve, pois demonstra claramente quão vazia é sua mente e falta de conhecimento. É bem verdade que nem todos desenvolveu ainda a capacidade de usar sua inteligência, mas faça um esforço que você verá quanta coisa boa vai sair de sua mente. Permita-se ir além das frases de ofensas, de defesa, de acusação... Não se limite a isso. Você mesmo sabe que pode mais.

Espero que depois do período eleitoral, não sejamos os passivos da historia, mas que sejamos mais do que nunca, ativos e que possamos decidir os rumos de nossa sociedade. Afinal de contas, todos vão continuar por aqui e queremos, com certeza, o melhor. Do contrario, tudo o que estamos fazendo agora é apenas ilusão e fogo de palha e algazarra que não irá alterar em nada as nossas vidas e nossas realidades.

Meus caros amigos leitores, vamos mudar. Não falo mudar simplesmente de gestor. Estou falando das mudanças nas atitudes, na postura. Vamos fazer este nosso lindo município atingir o grau de excelência, de visão de progresso. Que a partir do dia 7 de outubro estejamos preparados para construir nossa historia em novo paradigma de política. 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Confira a regras que tornarão candidatos inelegíveis, a partir das eleições municipais de outubro 2012:




1 — Os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado (tribunais), desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena, pelos seguintes crimes: contra a vida e a dignidade sexual: praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando; contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público; contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência; contra o meio ambiente e a saúde pública; eleitorais, para os quais a lei comine pena privativa de liberdade; de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública; de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos; de redução à condição análoga à de escravo.
2 — Os governadores e prefeitos que perderem seus cargos eletivos por infringência a dispositivo da Constituição estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente, e nos anos subsequentes ao término do mandato para o qual tenham sido eleitos.
3 — Os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos oito anos seguintes.
4 — Os que forem declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de oito anos.
5 — Os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos oito anos seguintes.
6 — Os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos oito anos seguintes.
7 — Os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma, pelo prazo de oito anos a contar da eleição.
8 — O presidente da República, o governador, o prefeito, os membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa, das Câmaras Municipais, que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos oito anos subsequentes ao término da legislatura.
9 — Os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena.
10 — Os que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de oito anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário.
11 — Os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar caracterização de inelegibilidade, pelo prazo de oito anos após a decisão que reconhecer a fraude.
12 — Os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de oito anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário.
13 — A pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, pelo prazo de oito anos após a decisão.
14 — Os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de oito anos. 

Fonte: Jornal do Brasil

Impeachment de Collor faz vinte anos


Portal EBC
Hoje completam 20 anos do impeachment do ex-presidente Fernando Collor
Impeachment do presidente mais jovem do Brasil completa 20 anos (Foto: Ubirajara Dettimar/Agência Brasil)
Brasília - Há vinte anos, era admitido o processo de impeachment do então Presidente da República, Fernando Collor de Mello.  Primeiro presidente eleito pelo voto direto após a ditadura militar, foi também o mais jovem político a ocupar a chefia do executivo no Brasil.
Candidato do pequeno PRN - Partido da Reconstrução Nacional, Collor foi eleito no segundo turno com 42,75% dos votos ante os 37,86% do seu oponente na época, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante a campanha, Collor se autodenominava “caçador de marajás”, em referência aos altos salários de um grupo de servidores públicos, e prometia combater a inflação e a corrupção. O candidato se dizia ainda o “defensor dos descamisados”.
Para enfrentar os problemas econômicos da época, Collor adotou uma série de medidas. Uma delas foi o bloqueio do dinheiro da população em conta-corrente e poupança, entre outras coisas. Também fez privatizações e uma reforma administrativa com a extinção de órgãos e empresas estatais, além de congelar preços e pré-fixar salários.
Confira o vídeo onde a Ministra da Economia, Zélia Cardoso de Melo, anuncia o confisco da poupança em março de 1990 :

A queda de Collor começou após denúncias de corrupção no governo feitas pelo irmão Pedro Collor e que envolviam também o tesoureiro de campanha Paulo César Farias, abrindo espaço para o afastamento do então Presidente da República pela Câmara dos Deputados. Eram denúncias de tráfico de influência, loteamento de cargos públicos e recebimento de propina que teria beneficiado integrantes do governo, no chamado “esquema PC”. 
O Congresso Nacional se viu, então, obrigado a instalar Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso. Foram ouvidos a sua secretária Ana Accioly e seu ex-motorista  Francisco Eriberto que falaram de um esquema, que teria sido operacionalizado, em parte, por contas “fantasmas” para a transferência de recursos. Gastos da "Casa da Dinda", residência oficial durante o governo Collor, pagos por PC Farais estavam entre as acusações.
Durante  os trabalhos da CPI no Congresso Nacional, a população foi às ruas e estudantes pintaram o rosto em protesto no movimento que ficou conhecido como os “caras-pintadas” . As frases mais utilizadas eram "Fora Collor" e  "Impeachment Já". Em uma última manobra, Collor tentou que a votação fosse secreta, mas em uma sessão aberta os deputados optaram pela abertura do processo de impeachment pela primeira vez na história do Brasil. Sem saída, Fernando Collor renunciou com o processo em andamento. Teve os direitos políticos cassados por oito anos.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o processo de impeachment foi admitido no dia 29 de setembro de 1992. Por determinação legal, houve a  suspensão imediata do exercício das funções do acusado. No dia 2 de outubro, o vice Itamar Franco assumiu interinamente a presidência da República.
Em 1994, Supremo Tribunal Federal absolveu Collor da acusação de corrupção passiva por suposto envolvimento com o esquema PC Farias.

Setor público tem superávit primário de R$2,997 bi em agosto--BC



BRASÍLIA, 28 Set (Reuters) - O setor público brasileiro registrou superávit primário de 2,997 bilhões de reais em agosto, informou o Banco Central nesta sexta-feira. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, de 5,5 bilhões de reais, segundo pesquisa Reuters.
Em 12 meses até o mês passado, a economia feita para pagamento de juros foi equivalente a 2,46 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o menor valor registrado no ano. O número mostra que os resultados estão se afastando da meta oficial do setor público, de 139,8 bilhões de reais, equivalente a cerca de 3,1 por cento do PIB.
Entre janeiro e agosto, o resultado primário está acumulado em 74,225 bilhões de reais.
No resultado do mês passado, os governos regionais (Estados e municípios) contribuíram com primário de 1,483 bilhão de reais, enquanto que as empresas estatais tiveram resultado positivo de 341 milhões de reais.
O BC informou ainda que o déficit nominal --diferença entre receitas e despesas, incluindo pagamento de juros-- ficou em 16,121 bilhões de reais no mês passado, e em 73,355 bilhões de reais entre janeiro e agosto. A dívida pública representou 35,1 por cento do PIB.
A apropriação de juros no mês passado somou 19,118 bilhões de reais, chegando a 147,580 bilhões de reais no acumulado do ano.
EXPECTATIVA
O governo mantém a expectativa de cumprimento da meta cheia do primário mesmo diante da desaceleração nas receitas e nas seguidas desonerações tributárias para estimular a atividade econômica, conforme disse o secretário do Tesouro, Arno Augustin, na quinta-feira.
Dentro do governo, no entanto, já se trabalha com a possibilidade de o primário não ser cumprido sem descontar os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Dessa forma, sobraria mais recursos para serem aplicados em investimento, buscando garantir maior ritmo para o crescimento da economia.
O BC, ao divulga o Relatório Trimestral de Inflação na véspera, revisou a projeção do déficit nominal de 1,4 para 1,9 por cento do PIB, ao mesmo tempo em que aumentou a projeção da relação dívida líquida sobre PIB para 35,2 por cento neste ano.
(Por Luciana Otoni, Tiago Pariz e Alonso Soto)

CNBB e padre Bento trabalham para que 10% da receita brasileira sejam destinados à saúde pública



Pe. Bento, luta por melhorias na saúde
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil -  CNBB – está realizando o Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública que objetiva colher assinaturas em todo o país para dar força à um projeto de Iniciativa Popular, assim como foi o que resultou na lei da Ficha-Limpa.
Desta vez o projeto quer assegurar o repasse de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira. Atualmente o repasse não chega à 5%.
Em Codó, é padre Bento, notório lutador pelas causas sociais, quem está visitando a imprensa, missas nas cinco paróquias da cidade, escolas, faculdades e universidades de posse de um formulário a ser preenchido por quem mostre interesse em ajudar.
 “Atualmente a saúde pública recebe, exatamente, 4,07% do orçamento da União, mas como enxergamos o dizer da campanha da Fraternidade deste ano – Fraternidade e a Saúde Pública, a realidade está precária, então a CNBB e outras entidades estão promovendo este projeto de Iniciativa Popular como foi outrora o projeto Lei da Ficha-Limpa, para que o Congresso Nacional modifique a lei e a União possa repassar os 10% de todo o PIB – Produto Interno Bruto – do Brasil”, explicou Pe. Bento
O padre pediu a participação de  todos, sobretudo, dos religiosos codoenses pois, na opinião dele, a situação da saúde pública é grave.
“Queremos que todo povo participe, dado a situação da saúde é importante que todas as igrejas, seja católica, seja crente (evangélico), sejam religiões afro-descendentes, colégios universidades possam participar deste projeto que é tão urgente e tão necessário para melhore, realmente, a saúde no nosso imenso Brasil”, concluiu
REGRAS
Uma vez aprovado o projeto de Iniciativa Popular ele vai alterar a Lei Complementar nº 141, de 13 de maio de 2012. Para que um projeto deste possa ser recebido pela Câmara Federal a Constituição Brasileira exige que ele tenha a assinatura de, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, que tenham sido coletadas em pelo menos cinco estados da federação.

Menor desigualdade social no Ceará depende de qualificação


Queda histórica

90% da população economicamente ativa dos cearenses têm, em média, 7,4 anos de escolarização

Conforme um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Estratégica do Ceará (Ipece), o Estado atingiu, em 2011, seu menor nível de desigualdade social nos últimos 30 anos, chegando à marca de 0,5397 no Índice de Gini.

O Estado atingiu, em 2011, seu menor nível de desigualdade social nos últimos 30 anos, mas é necessário educar e capacitar para avançar mais FOTO: DIVULGAÇÃO

Apesar do resultado positivo, guiado pelos altos investimentos federais em programas assistencialistas na primeira metade dos anos 2000, o Ceará apresentou, nos últimos cinco anos, uma estagnada em seu ritmo de redução da desigualdade social, o que, apontam os especialistas, põe o Estado de frente para um novo desafio: o investimento em educação para a qualificação do mercado de trabalho.

"De 2005 para 2006, o Ceará teve um impacto muito favorável na distribuição de renda por causa de iniciativas como o Bolsa Família, porém, depois disso, quando o programa já possuía uma cobertura bem abrangente de beneficiados, a diminuição da desigualdade social deu uma desacelerada no seu ritmo", disse Vítor Hugo Miro, analista de políticas públicas do Ipece.

"Agora, a tendência de redução da desigualdade de renda depende diretamente da de rendimentos do trabalho que, por sua vez, depende de fatores dentre os quais se destaca a educação. Esta e os retornos proporcionados pela escolaridade constituem o principal mecanismo para uma melhor distribuição de renda via mercado de trabalho", avaliou, Miro. Para ele, a única forma de conseguir este avanço, sem ser pelo trabalho, seria aumentar os valores concedidos pelos programas do Governo.

Baixa escolaridade

Para o economista Carlos Manso, do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP), da Universidade Federal do Ceará (UFC), os cearenses têm poucos motivos para acreditar em uma melhora considerável e imediata na distribuição de renda, como aconteceu nos primeiros anos do Bolsa Família. "O problema do Ceará não está na falta de profissionais, pois isso nós temos. A questão central é a escolaridade deles", disse. Para fazer esta crítica, Manso se sustenta em um levantamento do próprio LEP, que aponta que, em 2011, de toda a população economicamente ativa (aptos a trabalhar e gerar capital) do Estado, 90% tinham uma média de 7,4 anos de estudo, tempo insuficiente para completar o ensino fundamental.

Os outros 10%, no ano passado, representavam justamente a parcela dos mais ricos do Ceará, cuja média de escolaridade era de 10,8 anos. A fatia dos 10% mais pobres possuía, em média, 5,4 anos de estudo.

Demanda

"Hoje, os setores representados por empresas de alta tecnologia, que estão em ascensão no mercado, estão precisando de trabalhadores mais escolarizados, no entanto, não tem como você colocar em escolas profissionalizantes pessoas que não tiveram uma educação básica de qualidade, e é isso que está faltando para que a desigualdade social se reduza ainda mais por meio do trabalho", explicou. Para Manso, enquanto isso não acontecer, o Estado vai continuar importando mão-de-obra qualificada de outros estados para as atividades mais exigentes.

Outros estados

O mesmo estudo do LEP ainda compara o nível de escolaridade do Ceará com os de São Paulo e Santa Catarina, dois dos melhores do Brasil. De acordo com o levantamento, que tem como o base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, 17,04% dos cearenses economicamente ativos não tem nenhuma instrução, contra apens 4,57% dos paulistas e 5,18% dos catarinenses. Em relação àqueles com 13 anos ou mais de estudo - o que corresponde a, pelo menos, o ensino médio completo - o percentual no Ceará é de apenas 8,39%, enquanto, em São Paulo, chega a 17,08% e, em Santa Catarina, a 16,13%. Não por coincidência, estes dois estados possuem menores proporções de pobres (25% no Ceará, 4,74% em São Paulo e 3,67% em Santa Catarina) e maiores participações na renda brasileira (2,83% no primeiro, 27,71% no segundo e 5,18% no terceiro).

FIQUE POR DENTRO

Índice mede grau da concentração de renda

O Índice de Gini é um coeficiente utilizado pelo IBGE para medir o grau de desigualdade social de uma determinada região. A medição é feita entre zero e um. O valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda. O valor um (ou cem) está no extremo oposto, isto é, uma só pessoa detém toda a riqueza. Na prática, o cálculo costumar comparar os 20% mais pobres e os 20% mais ricos. O índice de Gini leva esse nome porque foi criado pelo matemático italiano Conrado

 Gini.




http://diariodonordeste.globo.com





Agência Brasil
A punição para crimes relativos a grupos de extermínio, milícias, organizações paramilitares e esquadrões pode chegar a oito anos de detenção. A lei tipificando o crime e estabelecendo a pena foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e está na edição de hoje do Diário Oficial.
O Artigo 2º do texto determina que a pena será aumentada em um terço até a metade, se o crime de homicídio for praticado por milícia privada, sob “o pretexto de prestação de serviço de segurança ou por grupo de extermínio”. A pena mínima é quatro anos e a máxima, oito. Pelo Código Penal, de 1940, a associação de mais de três pessoas para cometer crimes é denominada quadrilha, cuja pena vai de um a três anos.
O Artigo 288 do texto publicado hoje no Diário Oficial da União detalha em que consiste o crime: “Constituir, organizar, integrar, manter ou custear organização paramilitar, milícia particular, grupo ou esquadrão com a finalidade de praticar qualquer dos crimes [previstos no Código Penal]”, diz.
No começo deste mês, a Câmara aprovou o projeto de lei que tipifica o crime de extermínio e penaliza a constituição de grupo de extermínio, milícia privada ou esquadrão, assim como a oferta ilegal de serviço de segurança pública e de patrimônio, aumentando a pena para homicídio relacionado a esses casos em um terço e até a metade. O projeto foi à sanção presidencial.
A proposta foi elaborada a partir de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigou as ações de grupos de extermínio e milícias privadas na Região Nordeste do Brasil. A ideia é limitar também a ação dos responsáveis por chacinas, nas quais são mortos civis, autoridades públicas, policiais e dissidentes de quadrilhas, além de testemunhas de crimes.

LITURGIA PARA O DIA DE HOJE 28 DE SETEMBRO DE 2012


Primeira leitura (Eclesiastes 3,1-11)

Leitura do Livro do Eclesiastes.
1 Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para tudo o que acontece debaixo do céu. 2 Tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher a planta. 3 Tempo de matar e tempo de salvar; tempo de destruir e tempo de construir. 4 Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar. 5 Tempo de atirar pedras e tempo de as amontoar; tempo de abraçar e tempo de separar. 6 Tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de esbanjar. 7 Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar. 8 Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.
9 Que proveito tira o trabalhador de seu esforço? 10 Observei a tarefa que Deus impôs aos homens, para que nela se ocupassem. 11 As coisas que ele fez são todas boas no tempo oportuno. Além disso, ele dispôs que fossem permanentes; no entanto o homem jamais chega a conhecer o princípio e o fim da ação que Deus realiza.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo (Salmos 143)

— Bendito seja o Senhor, meu rochedo!
— Bendito seja o Senhor, meu rochedo!
— Bendito seja o Senhor, meu rochedo. Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo. É meu escudo: é nele que espero.
— Que é o homem, Senhor, para vós? Por que dele cuidais tanto assim, e no filho do homem pensais? Como o sopro de vento é o homem, os seus dias são sombra que passa.

Evangelho (Lucas 9,18-22)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Aconteceu que Jesus 18estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?” 19 Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.
20 Mas, Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”. 21 Mas, Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém.
22 E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO DO EVANGELHO

Jesus não é simplesmente um personagem histórico ou um mero objeto da razão humana, é uma pessoa viva, e uma pessoa só pode ser verdadeiramente conhecida através do encontro e do relacionamento. Só conhece verdadeiramente Jesus quem realiza na sua própria vida a experiência do Ressuscitado presente e atuante na sua história pessoal e comunitária, quem descobre que Cristo não é o sobrenome de Jesus, mas quem ele é verdadeiramente: o Messias, o Ungido de Deus, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o Deus Encarnado, o Redentor de toda a humanidade. Mas é preciso que a descoberta de tudo isso seja de forma existencial, de modo que essas verdades não sejam um conjunto de palavras teóricas e vazias, mas manifestam o que Jesus significa nas nossas vidas. (Comentário da CNBB)

VEJA AQUI OS 43 COMPROMISSOS DA CANDIDATA LUIZA PERDIGÃO PARA PENTECOSTE

Melhor candidata, melhor proposta

Os 43 compromissos prioritários de Luiza 43 para Pentecoste, que agora chegam à sua mão, são o resumo publicitário do programa de governo informado à Justiça Eleitoral.
Apresentamos aqui o que pretendemos fazer, com a participação popular, nas áreas da Gestão, Emprego e Renda, Saúde, Segurança e Educação. Cada obra ou ação será feita mediante a necessidade identificada cientificamente, não por interesses políticos eleitoreiros. Cada projeto será executado mediante o desejo apontado pelo cidadão reunido no orçamento participativo. Cada proposta será realizada mediante a disponibilidade de recursos e os critérios da responsabilidade fiscal.
Que este documento precioso, então, ajude o caro eleitor a conhecer melhor as nossas propostas de governo e a nos diferenciar dos velhos candidatos da velha política. Somos a candidata preparada e experiente que o pentecostense quer. Sou a candidata que gosta de trabalhar e de resolver problemas, como Pentecoste precisa. Faça então sua leitura e tire suas conclusões, sobre quem vai melhorar as nossas vidas, dos nossos filhos e netos.
Mais que uma simples disputa pelo cargo de prefeito, o que está em jogo é o destino de uma cidade e de muitas gerações.
Luiza Perdigão

43 Compromissos Prioritários
Governo melhor, mais democrático e mais eficaz
Os compromissos de Luiza 43 são os melhores porque foram feitos por especialistas de Pentecoste e Fortaleza, a partir de informações colhidas de representantes da sociedade e dos candidatos a vereador da coligação Pentecoste pra valer. Eles aproveitam o saber e a experiência de homens e mulheres da sede e da zona rural, ricos ou pobres, com muita ou pouca escolaridade.
Os compromissos de Luiza 43 são os mais democráticos, porque foram feitos para guiar a Prefeitura e a sociedade na administração de Pentecoste. Eles obrigam o prefeito a criar conselhos comunitários e o orçamento participativo, para identificar o que é prioridade, para informar o cidadão como o dinheiro público é gasto e para prestar contas do que faz.
Os compromissos de Luiza 43 são os mais seguros, porque garantem que Pentecoste voltará a crescer, com o desenvolvimento das pessoas. Eles asseguram que para cada Real investido na saúde da sede, dois serão aplicados na zona rural; para cada Real investido na indústria, dois serão aplicados no turismo, na pesca e agricultura irrigada, gerando mais emprego e renda.
Conheça e compromissos prioritários e os projetos especiais de Luiza 43 para Pentecoste. Você pode dar outras sugestões através do nosso site. Sua participação é muito importante. Veja também o plano de governo apresentado pela coligação Pentecoste pra Valer à Justiça Eleitoral no site do TSE-CE. E fiscalize o cumprimento das metas durante o nosso governo.

Compromisso de Gestão

 1. Modernização do governo
Criar subprefeituras e novas secretarias temáticas.
Reestruturar atuais secretarias.
2. Informatização dos processos
Dar segurança e rapidez aos relacionamentos internos e externos.
Dar transparência e formas de fiscalização, participação e controle.
 3. Instituto de planejamento
Criar órgão de planejamento e avaliação.
 4. Orçamento participativo
Criar fóruns de discussão e decisão sobre uso do dinheiro público.
5. Comunicação pública
Criar canais de elogios e sugestões, reclamações e denúncias.
Criar canais de informação e diálogo dentro do governo e com o cidadão.
Estimular e apoiar a instalação e o funcionamento de emissoras de rádio e televisão comunitárias.
6. Praça de atendimento
Abrir um ponto de serviço informatizado em cada subprefeitura.
 7. Servidores
Adotar critérios técnicos para a nomeação de secretários e demais cargos da gestão.
Instalar comissão permanente de cargos e salários com a participação do servidor.
Compromissos de Trabalho e Renda
 8. Indústria
Atrair novas fábricas nacionais e de grande porte.
Estimular abertura de micro-empresas industriais na sede.
Estimular a agro-indústria na zona rural.
 9. Comércio
Estimular a feira-livre para produtos da agricultura familiar na sede e distritos.
Estruturar o mercado público como ponto de atração turística.
Apoiar a abertura de novos pontos de comércio e serviços.
 10. Agronegócio
Atrair projetos de agronegócio de exportação, com ênfase na fruticultura tropical.
Estimular projetos de agricultura familiar, com ênfase na produção de alimento.
11. Serviços públicos
Criar a central de compras de produtos e serviços da Prefeitura no Município.
Cria a bolsa de emprego do trabalhador de Pentecoste.
Ampliar número de vagas na prefeitura e a contratação por concurso.
 12. Turismo
Estruturar o açude como polo de turismo regional, com ênfase para o lazer (passeios), hobbies (pesca desportiva, náutica) e esportes olímpicos (natação, vela, remo).
Criar o roteiro turístico oficial-RTO, com ênfase no açude, artesanato e na gastronomia.
Criar o calendário turístico oficial-CTO, com ênfase nas festas religiosas e tradicionais.
 13. Economia criativa
Criar a central de comercialização de artesanato.
Apoiar projetos de arte, artesanato e cultura popular com potencial de gerar emprego e renda.
14. Micro-empresas
Estimular a organização e o diálogo com os governos municipal, estadual e federal.
Conveniar com o Sebrae a abertura de um centro avançado de formação e apoio-CAFA.
 15. Empreendedorismo
Estimular a organização e o diálogo com os governos municipal, estadual e federal.
Criar o prêmio municipal do empreendedorismo individual e novos negócios.
Criar programa de financiamento para o jovem empreendedor.
Compromisso de Saúde
 16. Modernização do modelo
Adotar o sistema de Redes de Atenção à Saúde, com ênfase nas áreas de saúde mental, bucal, renal, do idoso, da mulher, da criança e da hipertensão.
Adotar o sistema de Redes de Atenção às urgências e emergências.
17. Ampliação da prevenção
Recadastrar as famílias atendidas pelo PSF, classificando-as por risco sanitário, e identificar grupos em condições de saúde mais complicadas.
 18. Informatização
Interligar unidades e profissionais de saúde à gestão municipal através da Internet.
Monitorar casos de maior risco por telefonia celular.
 19. Reestruração do PSF
Contratar médicos, enfermeiros e dentistas, tornando as equipes do programa multiprofissionais.
 20. Remédios
Reorganizar a assistência farmacêutica, com ênfase na compra, armazenamento e distribuição dos medicamentos.
Instalar uma loja de farmácia popular com atendimento farmacêutico na sede.
 21. Atendimento
Reorganizar o acesso das pessoas às ações e serviços de saúde de forma equitativa, transparente e com segurança.
Informatizar o sistema, permitindo a marcação de consultas e exames por telefone e internet.
Criar serviço de orientação em prevenção e saúde por telefone e internet.
Priorizar o atendimento ao idoso e criar a rede de cuidadores comunitários.
Priorizar o atendimento ao recém nascido e criar a rede de anjos do resguardo.
 22. Rede física
Construir e equipar ou ampliar e reequipar as unidades de saúde mediante necessidade e de acordo com a prioridade apontada pelo orçamento participativo.
Criar programa de manutenção e reforma das unidades de saúde.
 23. Transporte
Reestruturar o sistema de ambulâncias, utilizando a infomática e o rastreamento por satélite.
Atualizar a frota e equipar as ambulâncias de acordo com a lei.
Garantir transporte equipado, com ênfase para pessoas que fazem tratamento de hemodiálise.
 24. Gestão democrática
Estimular o funcionamento do Conselho de Saúde e ampliar a participação dos membros na gestão.
 25. Educação em saúde
Criar programa de rádio voltado à prevenção e informações em saúde.
Ampliar a adoção de conteúdos de saúde em sala da aula.
 26. Agentes de saúde
Revisar as condições de trabalho do agente de saúde, com ênfase em transporte e comunicação.
Atualizar número de profissionais e áreas de atuação.
 27. Despolitização
Escolher secretários e demais cargos de confiança por critério técnico.
Eliminar intermediários no acesso aos serviços públicos de saúde.
 28. Concurso
Realizar concurso público e ampliar terceirizados, mediante necessidade e de acordo com prioridades apontadas pelo orçamento participativo.
 29. Servidores
Implantar o plano de cargos e carreiras da Saúde e garantir o piso salarial aos servidores.
Corrigir distorções de salário e função e valorizar servidores pelos critérios de mérito e desempenho.
Criar programa de treinamento e atualização em saúde pública.
Instalar o Núcleo de Atendimento ao Servidor da Saúde.
Melhorar as condições de trabalho, com ênfase em ambiente, equipamentos e materiais.
Compromisso de Segurança
 30. Guarda Municipal e Defesa Civil
Criar a Guarda Municipal, com ênfase na prevenção à violência e aos crimes contra o patrimônio público.
Criar a Defesa Civil, com ênfase na prevenção de vítimas de acidentes naturais ou catástrofes.
 31. Trânsito seguro
Manter programa permanente de sinalização.
Instalar semáforos nos principais cruzamentos.
 32. Auto-escola
Criar a auto-escola pública e gratuita.
Subsidiar a carteira de motorista para os melhores alunos.
 33. Monitoramento eletrônico
Instalar câmeras de monitoramento nas praças centrais, área de comércio e de turismo.
 34. Tele-atendimento
Instalar central telefônica de chamadas gratuitas para receber denúncias, sugestões e pedidos de orientação e segurança.
Compromisso de Educação
 35. Universidade para todos
Viabilizar a criação da Universidade do Vale do Curu nas instalações subutilizadas pelo DNOCS.
Estimular a instalação de campus avançado de universidades públicas.
Estimular a instalação de unidades de ensino de faculdades particulares.
Conveniar vagas com a Faculdade CDL de Fortaleza para feirantes, permissionários do Mercado e empreendedores individuais do comércio.
Regularizar o transporte público gratuito para universitários que estudam na capital.
Instalar a Casa do Estudante Universitário em Fortaleza.
 36. Profissionalização
Estimular a criação de novos cursos de nível médio junto a entidades de ensino públicas e privadas.
Realizar na rede escolar cursos livres para a formação e aperfeiçoamento em artes e ofícios, com ênfase em tecnologia da informação, comunicação, comércio e serviços.
 37. Ensino fundamental
Melhorar os índices, através de esforço conjunto com o Conselho Tutelar e comunidade de pais.
Incluir totalmente na sala de aula as crianças com algum tipo de deficiência e formar os pais para ampliar o resultado de ensino na família.
 38. Creches
Criar e manter a rede de creches comunitárias na vizinhança.
Conveniar com as empresas de grande porte a criação, ampliação e melhoria permanente do serviço de creche para funcionárias.
 39. Alfabetização
Erradicar o analfabetismo entre menores de 15 anos.
Reduzir o analfabetismo nas demais faixas de idade.
 40. Educação cooperativa
Fortalecer a atuação do PRECE nos níveis Fundamental e Médio.
Apoiar o ensino cooperativo para difusão e implantação de tecnologias sociais na zona rural.
 41. Escolas abertas
Abrir escolinhas de esporte, arte, comunicação e informática para alunos e comunidade.
Ampliar a participação dos pais na administração da escola.
 42. Merenda e Transporte
Aumentar o número de refeições, a qualidade do alimento e priorizar o cardápio regional com compra no município.
Erradicar o pau-de-arara e criar modelo alternativo de transporte para alunos fora da rota.
Premiar melhores alunos com bicicleta.
 43. Servidores
Melhorar as condições físicas de trabalho e equipamentos relacionados ao ensino-aprendizagem.
Realizar concurso e oferecer cursos para professores e servidores.
Melhorar a remuneração mediante resultados e corrigir distorções em cargos e salários.
 PAC da Economia
7 Projetos Especiais
 Parcerias público-privadas como indutor da economia
 Quando um governo não tem dinheiro para construir equipamentos que melhoram a infraestrutura e a economia da cidade, pode buscar entre particulares o dinheiro necessário. Em compensação, a prefeitura autoriza o investidor a explorar comercialmente o equipamento por tempo determinado. Assim são as parcerias público-privadas, uma das bases do nosso Programa de Aceleração do Crescimento da Economia, utilizadas, por exemplo, para construir estradas, pontes, aeroportos, estádios etc.
 A Luiza sabe como o instrumento da PPP é importante como indutor da economia e sabe como fazer os projetos acontecerem. No Centro de Fortaleza, deixou andando a PPP do Centro, para construir três centros populares de comércio com estacionamento próprio mais seis estacionamentos, alguns verticais, outros subterrâneos. A seguir apresentamos sete das obras que podem ser feitas através de parcerias, para gerar mais emprego, mais renda e melhorar a vida de todos.
 Projetos
 1. Conjuntos Habitacionais
Construir uma moradia popular por semana durante o governo.
 2. Calçadões
Construir passeio com trapiche e infraestrutura turística no lado leste da parede do açude Pereira de Miranda e estender a calçada pelo Itamaraty, até a praça do CSU.
Construir passeio com quiosques e infraestrutura de lazer e turismo no açude da Serrota.
 3. Centros de Esporte, Cultura, Arte e Lazer
Construir unidades extra-escolares de educação, formação, socialização e cidadania na sede, na Serrota, na Providência e Casa de Pedra.
 4. Rodoviária Multimodal
Construir estação de passageiros de ônibus, van, táxi e mototáxi, com área de comércio popular, artesanato e comida típica.
 5. Centro de Artesanato
Construir unidade de apoio, formação e comercialização para artesãos.
 6. Centro Integrado de Especialidades Médicas
Instalar clínica para consultas com especialistas e exames complexos.
 7. Cemitério público
Construir cemitério-parque com jazigos gratuitos com infraestrutura ecumênica e equipamentos de apoio à visitação.
PAC da Economia
16 Programas Especiais
O segundo eixo do PAC da Economia reúne 16 programas especiais, que igualmente são capazes de recuperar a dívida social acumulada nos últimos governos. São conjuntos de ações que unem várias secretarias no mesmo esforço de melhorar a Gestão, a Educação, a Saúde, a Pesca e Aquicultura; a Assistência Social, a Cultura, o Esporte e Lazer; a Segurança, o Turismo, a Habitação e os Direitos Humanos; o Meio Ambiente, a Agricultura, a Pecuária, os Recursos Hídricos e o Desenvolvimento Sustentável, Infraestrutura e o Transporte.
Cada investimento do nosso governo será para gerar trabalho e construir riquezas que ficam no nosso Município. A água que buscamos no subsolo garante saúde, irriga um terreno, aumenta a produção, melhora a renda. O esgoto que destinamos corretamente, melhora a saúde, valoriza os imóveis, preserva o nosso açude para a pesca e o turismo. Veja os programas e anteveja o seu futuro.
Programas
1. Urbanização das 134 Comunidades Rurais
2. Melhoria das Estradas Vicinais
3. Eletrificação Trifásica Rural às margens do Rio Canindé
4. Rede de Transporte Rural
5. Água para Todos
6. Requalificação Urbana dos Bairros Pedreira e XV de Novembro
7. Programa de Pavimentação e Conservação das Vias
8. Programa de Saneamento Básico
9. Programa de Coleta Seletiva de Lixo
10. Inclusão Digital e Telefonia para Todos
11. Comunicação para a Cidadania a Participação
12. Combate às Drogas
13. Esporte para Todos
14. Resgate Estudantil para Jovens Fora da Escola
15. Bolsa Família Municipal
16. Pentecoste Sem Miséria

QUEM É LUIZA?

Filha do prefeito João Gomes da Silva e da Dona Raimundinha do cartório, irmã do ex-prefeito Joãozinho, é casada e tem quatro filhos.
Sou Luiza Perdigão, natural de Pentecoste, advogada, especializada em Direito Imobiliário e Direito Urbanístico, com experiência em administrar uma cidade e melhorar a vida das pessoas. Defendi ricos e pobres, em Fortaleza e Pentecoste. Fui assessora de desembargador, no Tribunal de Justiça. Há sete anos, faço um dos trabalhos mais importantes para a prefeita Luizianne Lins, que é cuidar do Centro de Fortaleza. Como muitos de nós, eu também saí de Pentecoste para me formar. Mas Pentecoste nunca saiu de mim. Agora, chegou a hora de dividir com você o muito que aprendi. E de multiplicar a chance de cada um estudar e trabalhar na terra onde nasceu.
Filha de Sebastião Firmiano de Sousa e Valdisia Braga de Sousa, é casada e mãe de duas filhas.

QUEM É  DRA. VALÉRIA? 

Sou Valéria Braga, advogada de ofício, vereadora de Pentecoste há oito anos, estou sempre em defesa do povo, principalmente dos mais necessitados. Esta é a bandeira que carrego na Câmara, no escritório e na minha vida. Agora, defendo também a candidatura da Luiza que, como eu, quer Pentecoste com mais saúde, mais trabalho e mais segurança. Somos duas guerreiras, que pregam o que é justo, a democracia, a cidadania e uma cidade de paz. Somos duas trabalhadoras, que pensam na proteção ao idoso, no trabalho e na renda do adulto, na educação com esporte e cultura para o jovem e que a criança é só para brincar e estudar. Estamos juntas, e estamos com você.

Luiza43.com 

OS REPRESENTANTES DA CORRUPÇÃO

Política    É triste escrever um artigo com este título, mas não seria verdade se não fosse assim. É  desse modo que esta...