sábado, 28 de abril de 2012

PROFESSORES SEM FORMAÇÃO NO BRASIL


Um em cada quatro professores da educação básica não cursaram o ensino superior.



Agência Brasil - Aproximidamente 25% dos professores que trabalham nas escolas de educação básica do país não têm diploma de ensino superior. Eles cursaram apenas até o ensino médio ou o antigo curso normal. Os dados são do Censo Escolar de 2011, divulgado este mês pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
 
Apesar de ainda existir um enorme contingente de professores que não passaram pela universidade – eram mais de 530 mil em 2011 – o quadro apresenta melhora. Em 2007, os profissionais de nível médio eram mais de 30% do total, segundo mostra o censo. Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, os números são mais um indicativo de que o magistério não é uma carreira atraente.
“Isso mostra que as pessoas estão indo lecionar como última opção de carreira profissional. Poucos profissionais bem preparados se dedicam ao magistério por vocação, uma vez que a carreira não aponta para uma boa perspectiva de futuro. Os salários são baixo, e as condições de trabalho ruins”, explica.

A maior proporção de profissionais sem formação de nível superior está na educação infantil. Nas salas de aula da creche e pré-escola, eles são 43,1% do total. Nos primeiros anos do ensino fundamental (1º ao 5º ano), 31,8% não têm diploma universitário, percentual que cai para 15,8% nos anos finais (6° ao 9º ano). No ensino médio, os profissionais sem titulação são minoria: apenas 5,9%.

Para a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, é um “grande equívoco pedagógico” colocar os professores menos preparados para atender as crianças mais novas. “No mundo inteiro é exatamente o contrário, quem trabalha na primeira infância tem maior titulação. Quando o professor entra na rede vai para a educação infantil quase como que um 'castigo' porque ela não é considerada importante. Mas, na verdade, se a criança começa bem sua trajetória escolar, as coisas serão bem mais tranquilas lá na frente”, pondera.

Segundo Cleuza, o nível de formação dos professores varia muito nas redes de ensino do país. Enquanto em algumas cidades quase todos os profissionais passaram pela universidade, em outras regiões o percentual de professores que só têm nível médio é superior à média nacional. “Temos, às vezes, uma concentração maior de professores sem titulação em alguns locais do Brasil, como a Região Norte, por exemplo, onde as distâncias e as dificuldades de acesso impedem que o professor melhore sua formação”, aponta.

O resumo técnico do Censo Escolar também destaca que em 2010 havia mais de 380 mil profissionais do magistério matriculados em cursos superiores – metade deles estudava pedagogia. Isso seria um indicativo de que há um esforço da categoria para aprimorar sua formação. Mas o presidente da CNTE ainda considera “muito alto” o número de professores sem diploma universitário, especialmente porque nos últimos anos foram ampliados os estímulos para formação de professores nas instituições públicas e privadas de ensino superior.

Uma das alternativas para quem já atua em sala de aula e quer aprimorar a formação é a modalidade do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para licenciaturas. O programa paga as mensalidades de um curso em faculdade particular e depois da formatura o estudante pode abater sua dívida se trabalhar em escolas da rede pública – cada mês em serviço abate 1% do valor.

“Os programas são oferecidos, mas as condições não são dadas aos professores para que eles participem. O professor não tem, por exemplo, a dispensa do trabalho nos dias em que ele precisa assistir às aulas. As prefeituras e governos estaduais que deveriam ser os primeiros interessados acabam não estimulando o aprimoramento”, diz Roberto Leão.


CATEDRAL METROPOLITANA DE NATAL


Catedral Metropolitana de Natal (também conhecida como Catedral Nova ou Catedral Nova Cidade), é uma catedral dedicada a Nossa Senhora da Apresentação.
Foi inaugurada em 21 de novembro de 1988, e localiza-se no bairro da Cidade Alta, em Natal, capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte. Ela possui um estilo de construção com linhas ascendentes na forma trapezoidal bastante peculiar.
No subsolo do prédio, encontra-se o Centro Pastoral Pio X, onde funciona o Gabinete do Arcebispo, a Cúria Metropolitana, a Paróquia da Catedral, além da coordenação de diversas pastorais.
A ocasião de sua terceira visita ao Brasil, a catedral recebeu o Papa João Paulo II em 13 de outubro de 1991

Arquitetura Moderna
Arquiteto
Dom Antônio Costa
Marconi Grevi[1]
Inauguração
Dom Jaime Vieira Rocha
Dom Jaime Vieira Rocha
Website
Geografia
País
Cidade
Diocese
Endereço
Rua Açu, 335, esquina com a Av. Deodoro da Fonseca - Cidade Alta (Centro)


ABVC Escolhe Nova Direitoria neste sábado



Membros da ABVC (ASSOCIAÇÃO DOS BROGUEIROS DO VALE DO CURÚ) se reuniram hoje para eleger nova diretoria. Encontro esse que aconteceu na Churrascaria do Tobias. Na ocasião estiveram presentes a maioria dos membros associados, com exceção de dois membros por motivos de força maior. Mesmo assim, esses dois membros votaram via internet.
Estavam concorrendo a Eleição duas chapas. Chapa 1, com Raimundo e Alexandre Hércules e a chapa 2, com Junior e Sapipa.
A votação aconteceu por volta das 10 horas da manhã, com a presença dos seguintes mebros: Nenen Carneiro, Robério Soares, Dr. Valéria, Professor Valdeni Cruz, Zé Das Légnas, Raimundo Moura, Sapipa, Alexandre Hércules, Cloves de Umirim, Junior, Nonato Furtado, Jaminson Igor, Jocélio e Mauro.  Regis Gato e Kerliton de Paraipaba votaram pela internet.
Os dois candidatos, antes da votação, puderam fazer suas considerações e dizer para os presentes, os motivos pelos quais se colocaram a disposição da ABVC para concorrer ao cargo da presidência. Logo após suas falas, ocorreu a votação. Encerrando a votação e a contagem dos votos, Junior sai vencedor com 53% dos votos.
Logo após a declaração de vitória do novo Presidente, deu-se início a escolha dos novos membros para a composição da nova diretoria. Veja como ficou:

DIRETORIA

Presidente: Júnior Pentecoste de Pentecoste
Vice-Presidente: Carlos Sapipa de Pentecoste
Primeiro Secretário: Josimar Nunes de Umirim
Segundo Secretário: Nenê Carneiro de Paraipaba
Tesoureiro: Robério Soares de São Gonçalo do Amarante
Segundo Tesoureiro: Régis Gato de Pentecoste

CONSELHO  FISCAL

Alexandre Hercules de Pentecoste
Raimundo Moura de Pentecoste
Mauro Castro de Pentecoste

SUPLENTES

Kerliton Sousa de Paraipaba
Valdeni Cruz de Pentecoste
Jocélio Simplício de Pentecoste


Assim sendo, está formada a nova diretoria da ABVC. O que importa, entretanto, é a postura dos novos membros em querer formar uma entidade forte. Sabemos que os desafios de se fazer notícia imparcial é um tanto quanto complicada, visto que cada membro tem suas particularidades. Esperamos que o interesse coletivo fale mais alto e que tenhamos em vista sempre o bem comum. Do contrário, pouco ou de nada valerá uma instituição intitulada, seja com o título que for. No final, o que valerá mesmo é o serviço que prestarmos a sociedade.
Temos a grande oportunidade de fazer do Vale do Curu, um marco das novas mídias. Poder prestar um serviço de grande utilidade pública para a sociedade do Vale, bem como fora dele. Para tanto, assumamos uma postura de pessoas maduras e que, mesmo não tendo todos os conhecimentos inerentes a profissão jornalística,  usemos sempre da ética e do bom senso nos nossos julgamentos para que sejamos, de fato, uma grande ferramenta de mudança da para sociedade que ai está, necessitada de ajuda para ser transformada criticamente e assim poder atuar de forma eficaz nas suas próprias estruturas.  Se assim o fizermos estaremos atingidos os nosso objetivos como entidade.

Professor Valdeni Cruz


Exercício de cidadania.

Por: Jael Coaracy 


O que você entende quando alguém fala em exercer a cidadania? Para muitos, essa expressão tão utilizada, está ligada à participação em programas sociais, ao engajamento à causas que lutam por direitos que não estão sendo respeitados, a processos burocráticos, etc. De modo geral, a idéia é a de que o exercício da cidadania dá trabalho.
Acordar, tomar café, ir para o trabalho, cuidar das crianças, estudar, encontrar os amigos, namorar, comparecer a eventos sociais, cuidar do corpo, e outras tantas atividades que compõem o dia a dia parece mais que bastante nesses tempos corridos.
É mais fácil se queixar dos políticos, culpar a má qualidade dos serviços prestados à população e seguir encapsulado na própria individualidade. Aceita-se o inaceitável porque denunciar, exigir seus direitos demanda uma atitude. Com isso, vai-se deixando pra lá o que não faz sentido deixar passar.
Hoje, vi um motorista de ônibus arrancar o veículo antes da passageira acabar de descer o último degrau. Faltou muito pouco para um grave acidente. Quantas vezes você observou a cidade cheia de lixo, flanelinhas atacando carros, idosos em luta com calçadas esburacadas, etc? Preços abusivos, condutas desrespeitosas, práticas ilícitas. Todas essas coisas fazem parte de um grande pacote alimentado pela indiferença com que nós, cidadãos, terminamos por tolerar o intolerável.
Exercer a cidadania pode ser tomar uma atitude para denunciar, exigir, cobrar. Pode ser participar de uma associação de moradores, procurar órgãos de proteção ambiental, às crianças, aos idosos, aos animais. Qualquer forma de participação: individual, coletiva, organizada ou ocasional. O fundamental é não tomar o inaceitável como natural.


Leia mais: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/vai-dar-certo/exercer-cidadania-afinal-do-que-estamos-falando-411958.html#ixzz1tLYiL9yn

Eleições e Sociedade


Ano de eleições. Mais uma vez a população se prepara para exercer a cidadania pelas urnas. Mas será que realmente a maioria das pessoas politicamente ativas, ou seja, aquelas que possuem o direito ao voto sabem do significado e da importância do ato de votar? 

Caso seja feita uma análise da história do voto no Brasil, desde o período imperial até os dias atuais, constataremos algumas informações interessantes sobre o sistema eleitoral brasileiro e a participação das pessoas nas eleições. 

Em 1824, ano da primeira Constituição, ainda no período imperial, as mulheres não participavam das eleições somente podendo votar os homens maiores de 25 anos e que possuíssem uma renda significativa de 100 mil réis, sendo este valor alterado para 200 mil réis algum tempo depois. 

Para os analfabetos, o direito ao voto chegaria em 1882 ampliando o número de pessoas que teoricamente participariam do processo eleitoral, apesar de uma porcentagem significativa da sociedade desta época ser considerada analfabeta. 

Com a proclamação da República em 1889 foi extinta a renda mínima para se votar, mas era necessário que os eleitores soubessem ler e escrever para exercerem seus direitos. 

Somente no ano de 1932 as mulheres passariam a ter direito ao voto, e dois anos após aconteceria a redução da idade para 18 anos e o voto passaria a ser considerado obrigatório para todos. 

No ano de 1937 ocorreria um retrocesso devido à criação do Estado Novo (1937-1945) que suspenderia as eleições e colocaria Getúlio Vargas no poder como ditador durante longos anos. 

Nas eleições de 1945, depois de um período autoritário, a população voltaria às urnas, participando das eleições e elegendo Eurico Gaspar Dutra (1946-1951) presidente de um momento considerado democrático. 

Novamente em 1964 a sociedade sofreria um duro golpe com a suspensão de todas as liberdades democráticas, devido à instauração da ditadura militar, que impediria a participação popular na vida política do país durante um período de 21 anos. 

As eleições diretas para governadores voltariam ao país no ano de 1982 e os analfabetos passariam a ter direito ao voto em 1985. 

Os jovens conseguiriam o direito de participar, facultativamente, da vida política, com a idade de 16 anos, somente em 1988. 

Finalmente, no ano de 1989, retornariam as eleições diretas para presidente depois de uma grande mobilização por parte da sociedade civil conhecida como movimento das Diretas Já. 

A modernização das eleições aconteceria com a substituição das antigas cédulas de papel pelo sistema eletrônico de votação no ano de 1996, trazendo assim, mais credibilidade e agilidade nos resultados das eleições. 

Como pudemos analisar, nesta síntese da história política do voto no Brasil, existiram avanços e recuos na participação por parte da sociedade no ambiente político nacional. Muita luta foi necessária para que se construísse uma democracia na qual todos pudessem expressar suas opiniões pelo voto. 

Nos dias atuais, percebe-se nas ruas o total desinteresse e apatia por parte das pessoas quando o assunto é política e eleições. Isto acontece devido ao grande “fosso” que separa a sociedade das práticas políticas exercidas por quem deveria agir em beneficio da coletividade. 

A cada novo processo eleitoral a população politicamente ativa, e que exerceu o sufrágio nas ultimas eleições, sente-se enganada e cada vez mais desiludida pelas promessas de campanhas não realizadas. 

Penso que, nos anos eleitorais, não deve a sociedade apenas votar, mas participar de forma organizada e ativamente das discussões políticas, sendo também necessário que cada eleitor acompanhe após o pleito a trajetória dos políticos eleitos. 

Se não agirmos dessa forma, com certeza, passaremos mais alguns anos reclamando da violência que só aumenta, da falta de educação, da inexistência de saúde, da corrupção e de todos os males trazidos pela falta de informação e participação. 

Como disse Arnold Toynbee um historiador inglês: “O maior castigo para quem não gosta de política é ser governado pelos que gostam”. 

O PAPEL DO VEREADOR



Recebido por mail de Daniel Cuba dos Santos
Pós-graduado em Direito do Consumidor e
Direito Administrativo e Administração Pública

Cabe ao vereador, mostrar os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal e do próprio Legislativo.


Um dos pré-requisitos básicos da democracia é a existência de um Poder Legislativo forte e realmente independente. Sem isso, a democracia é deficiente, capenga. No Brasil, apesar das leis falarem claramente em “poderes independentes e harmônicos entre si”, ainda falta muito para que isso vire realidade.

Lamentavelmente, as contradições começam a nível nacional e estadual, quando temos parlamentares, em sua maioria, subserviente e fiéis aos interesses políticos e econômicos do Executivo.

    
Em especial nas Câmaras Municipais, é vergonhoso. Prefeitos detêm a maioria dos vereadores os quais mantêm com um “empreguinho” para a esposa, um benefício aqui, outro ali... e assim, o edil fica cada vez mais distante do verdadeiro papel do vereador, passando a ser apenas mais um encabrestado, boneco de marionete.

    
Cabe à população esclarecida, exercer bem o seu direito de escolha, quando chamada às urnas para indicar sua representação. É muito comum ouvir: “vereador não serve para nada”.

    
Cabe ao vereador, expor os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a função de fiscalizar as contas do Poder Executivo Municipal, os atos do Prefeito, denunciando o que estiver ilegal ou imoral à população e aos órgãos competentes. Portanto, o vereador é o fiscal do dinheiro público.

E aqui fica a pergunta: será que o vereador que presta apoio político incondicional ao Prefeito em troca de “benefícios” pessoais, exercerá livremente a função de fiscalizá-lo? Não. E é isso que acontece na maioria das cidades brasileiras. Isso precisa ser mudado.Vereador deve ser independente, atuante, polêmico, e deve sempre ter a coragem de concordar com o que considerar certo e discordar do que considerar que esteja errado. Deve agir com conhecimento e desarmado de ódios ou rancores.

    
É isso que a população deve observar e cobrar de seus representantes. Aliás, a população precisa freqüentar as reuniões dos Legislativos Municipais, para saber como estão se comportando os “representantes do povo”.

 Também é válido lembrar que pela estrutura social brasileira, ao vereador é sempre cobrada a função de assistente social. Isso vem de longe. São os costumes “coronelísticos” que persistem, como herança política da República Velha.
    
Infelizmente, devido à realidade de pobreza da maioria dos nossos municípios, ainda se pensa assim, o que torna desfigurada a ação política. Essa mentalidade tanto compromete o eleitor, vítima maior, por falta de educação política, quanto ao vereador, que não dispondo de condições materiais para solucionar os problemas do seu eleitorado, obriga-se ao cabresto do Prefeito. Mas, tanto no caso do eleitor como do vereador, predomina-se a escassez de educação política.
    
Precisamos de vereadores atuantes, dispostos a romperem com os costumes persistentes de subserviência e vício. O vereador deve agir sem apego a benefícios pecuniários. Ele deve usar, com disposição, a prerrogativa de denunciar possíveis fraudes envolvendo dinheiro público, sobretudo pela tendência descentralizadora existente, pois recursos estão indo direto para as mãos dos Prefeitos, como é o caso do Ensino Fundamental.

Vereador consciente contribui efetivamente para o desenvolvimento humano do seu município, ajudando o povo a pensar e se organizar.

O QUE É UMA LEI ORGÂNICA



Lei Orgânica é uma espécie de Constituição Municipal, criada com regras de comportamento para a população da cidade. A Lei Orgânica não pode contrariar as constituições Federal e Estadual e nem as leis federais e municipais. Antigamente, havia uma só constituição para todos os municípios, mas, atualmente, cada município, de acordo com suas necessidades e peculiaridades, tem autonomia para criar a sua própria Lei Orgânica. O prefeito é quem se encarrega de fazer cumprir a Lei Orgânica, sempre observada e fiscalizada pela Câmara de Vereadores.

Evangelho (João 6,60-69)


Sábado, 28 de Abril de 2012
3ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 60muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” 61Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? 62E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? 63O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64Mas entre vós há alguns que não creem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo.
65E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. 66A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?” 68Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

RICARDINHO ESTÁ DE VOLTA A SELEÇÃO BRASILEIRA DE VOLEY


Após 5 anos, Ricardinho está de volta à seleção de vôlei



SÃO PAULO, 27 Abr (Reuters) - Cinco anos depois de um desentendimento com o técnico Bernardinho, o levantador Ricardinho voltou à seleção brasileira de vôlei nesta sexta-feira para a disputa da Liga Mundial.
Bernardinho anunciou nesta sexta-feira uma lista com 18 convocados para a competição que começa em 18 de maio. Os levantadores chamados são Bruno e Ricardinho.
Um dos principais jogadores e líderes do time campeão olímpico em Atenas-2004, Ricardinho teve um problema com o treinador às vésperas dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, e desde então ficou fora da equipe.
A volta de Ricardinho abre as portas para sua participação também nos Jogos Olímpicos de Londres, no fim de julho.
O grupo convocado se apresenta na próxima terça-feira para treinamentos e estreia na Liga Mundial contra o Canadá. Finlândia e Polônia são os outros times do grupo.
A fase final da Liga será em Sofia, na Bulgária, de 4 a 8 de julho, entre seis times -os primeiros de cada grupo, o melhor segundo colocado, além do país-sede- que estarão divididos em dois grupos. Os dois primeiros de cada um avançam para as semifinais do campeonato, informou a Confederação Brasileira de Voleibol em seu site.
Além de Bruno e Ricardinho, Bernardinho convocou os opostos Wallace, Leandro Vissotto, Theo, e Renan; os centrais Éder, Sidão, Rodrigão e Lucão; os ponteiros Giba, Murilo, João Paulo Bravo, Dante, Lucarelli e Maurício Borges; e os líberos Serginho e Mário Junior.
(Reportagem de Tatiana Ramil)

HISTÓRIA DA DIOCESE DE FORTALEZA


Visão da Catedral de Fortaleza
A Diocese do Ceará foi criada em 1853 por um decreto do Imperador Dom Pedro II. No ano seguinte, em 6 de junho de 1854, o papa Pio IX expediu a Bula Pro animarum salute, criando a Diocese nos trâmites da Igreja.
As dioceses só podiam ser criadas pelo papa após o decreto imperial. A bula papal só foi oficializada em 1860, depois de sete anos de briga entre Vaticano e o Estado brasileiro. Desmembrada de Olinda, a Diocese era quase todo o território da Província do Ceará.
Interior da Catedral
Civilmente, o Ceará já se havia emancipado da Província de Pernambuco desde 1799. Eclesiasticamente, até 1854, era apenas Vigararia Forânea da Diocese de Olinda.
O território da nova Diocese era quase o mesmo do atual Estado do Ceará. Faltavam apenas as paróquias de Crateús e Independência, ligadas a São Luis do Maranhão.
Antiga Catedral
Antiga Catedral
A população da Diocese, neste tempo, calculava-se em 650.000 habitantes. A população era quase totalmente católica, pois o recenseamento de 1888 registra apenas cento e cinqüenta protestantes e uma dúzia de judeus. A cidade de Fortaleza constava de cerca de 9.000 habitantes.
Nessa época havia na Diocese 34 paróquias e um curato. O número de igrejas era de 78 e o de capelas 11, em toda a província do Ceará.
Antes de ser diocese, o Bispo de Olinda (e antes dele o da Bahia) nomeava Visitadores Eclesiásticos para a Vigararia do Ceará. O primeiro desses visitadores foi Frei Félix Machado Freire (1735) e último foi Padre Antonio Pinto de Mendonça (1844 a 1881).
O primeiro bispo da Diocese foi Dom Luis Antônio dos Santos.
A Diocese do Ceará, com a criação das Dioceses de Crato e Sobral, foi elevada a Arquidiocese de Fortaleza, em 10 de novembro de 1915, pela Bula “Catholicae Religionis Bonum”do Papa Bento XV. Em 1939, deu-se criação da Diocese de Limoeiro do Norte; em 1960, criação da Diocese de Iguatu e em 1963 foi criada da Diocese de Crateús e em 1971 as Diocese de Itapipoca, Quixadá e Tianguá.

Datas importantes

  • 1607 – Chegada dos primeiros missionários jesuítas. Padre Francisco Pinto e padre Luís Figueira.
  • 1608 – Fundação do primeiro aldeamento missionário da Ibiapaba – Aldeia de São Lourenço e martírio do padre Francisco Pinto.
  • 1611 – Chegada do padre Baltazar João Correia junto com a expedição de Martim Soares Moreno.
  • 1649 – Estabelecimento de uma missão protestante, aos cuidados do pastor inglês Tomás Kemp durante a segunda tentativa de ocupação holandesa.
  • 1654 – Martírio do pastor Tomás Kemp na revolta indígena que sucedeu a expulsão da Companhia das Índias Ocidentais do Recife.
  • 1656 – Os jesuítas Pedro Pedrosa e Antonio Ribeiro retomam a evangelização dos índios do Ceará. Seu principal objetivo era apagar qualquer traço da influência protestante entre os índios.
  • 1660 – O padre Antônio Vieira visita pessoalmente a Ibiapaba.
  • 1758 – A Companhia de Jesus é expulsa do Brasil por ordem do Marquês de Pombal. As aldeias jesuítas do Ceará, entre elas os atuais bairros de Parangaba, Messejana, e as cidades de Caucaia, Viçosa, Baturité entre outras, passam à categoria de Vilas Reais.
  • 1853 – Lei Geral nº 693 autoriza o governo imperial a solicitar da Santa Sé a criação do bispado do Ceará, desmembrado do bispado de Olinda.
  • 1859 – O padre Luís Antônio dos Santos é nomeado primeiro bispo do Ceará.
  • 1861 – Instalação do bispado e posse do primeiro bispo.
  • 1864 – Fundação do Seminário da Prainha.
  • 1870 – A Igreja do Ceará participa, pela primeira vez, de um Concílio Ecumênico, na pessoa de dom Luís Antonio dos Santos (Concílio Vaticano I)
  • 1881 – Chegada do missionário presbiteriano, Rev. De Lacy Wordlaw.
  • 1889 – Acontecem os primeiros fenômenos religiosos em Juazeiro envolvendo o padre Cícero Romão Batista.
  • 1914 – Elevação da diocese do Ceará à categoria de arquidiocese. Criação da diocese do Crato.
  • 1915 – Criação da diocese de Sobral.
  • 1938 – Criação da diocese de Limoeiro.
  • 1961 – Criação da diocese de Iguatu.
  • 1964 – Criação da diocese de Crateús.
  • 1971 – Criação das dioceses de Quixadá, Tianguá e Itapipoca.
  • 1973 – Nomeação de dom Aloísio Lorscheider para arcebispo de Fortaleza.
  • 1976 – Dom Aloísio é criado e publicado cardeal pelo papa Paulo VI
  • 1978 – Dom Aloísio é o primeiro bispo do Ceará a participar de dois conclaves.
  • 1980 – O papa João Paulo II visita o Ceará.
  • 1995 – Dom Aloísio pede transferência para a arquidiocese de Aparecida por motivos de saúde.
  • 1996 – Dom Cláudio Hummes é nomeado arcebispo de Fortaleza.
  • 1998 – Dom Cláudio é transferido para a arquidiocese de São Paulo.
  • 1999 – Nomeação de dom José Antônio.

INFORMAÇÕES DO TCE - MUNICÍPIO DE PENTECOSTE

PARA OS QUE GOSTAM DE FICAR INFORMADOS E SABER DE DADOS VERDADEIROS, DISPONHAM LEIA TUDO E SE INFORME. ESSES SÃO DADOS OFICIAIS. NÃO ES...