segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Governadores e Prefeitos partem contra direito dos Professores


Há uma verdadeira cruzada de prefeitos e governadores em todo o país contra direitos dos trabalhadores em educação, em particular dos professores. PSDB e PT são destaques nessa política de desmoralizar o lema: "Brasil, pátria educadora". CNTE deve organizar uma grande mobilização nacional no mínimo pelo piso de R$ 2.743,65 para 2016
Da Redação

Prefeitos e governadores em todo o país partem para cima dos trabalhadores em educação, em particular dos professores. Ordem é revogar conquistas históricas e negar direitos elementares, como reajuste do piso nacional dos docentes. PSDB e PT estão na linha de frente dos ataques, e são seguidos pelo DEM, PP e PMDB, dentre outras agremiações. Contam inclusive com o precioso apoio da presidente Dilma (PT) que, todo ano, interfere diretamente para rebaixar, de forma descabida e ilegal, o percentual de reajuste anual do piso do magistério. O lema "Brasil, pátria educadora" é na verdade só discurso para tentar fazer charme com a população.

Bons exemplos

Em resposta a tanto arrocho, profissionais da educação começam a se mobilizar. O ano letivo na rede estadual do Paraná, por exemplo, foi iniciado em 2015 com uma fortíssima greve, o que contribuiu para desmoralizar em todo o país o governador Beto Richa, do PSDB. Em São Paulo, também ocorrem várias mobilizações, em particular contra o arrocho salarial na educação imposto por Alckmin e o escandaloso fechamento de escolas que esse tucano patrocina atualmente.

CNTE deve defender no mínimo o piso de R$ 2.743,65 para 2016

Os exemplos do Paraná e São Paulo, só para citar esses dois estados, devem ser seguidos por todo o país. CNTE deve chamar seus sindicatos nos estados e municípios e organizar uma ampla mobiização nacional no mínimo pelo piso nacional de R$ 2.743,65 para 2016. É um absurdo a aprovação recente desse piso no senado apenas para R$ 2018.

Se não quer ou não tem condições políticas de construir uma greve geral, a CNTE deve pelo menos planejar paralisações e usar o dinheiro arrecadado dos salários dos professores para denunciar, em rede nacional, tantos ataques aos profissionais da magistério. O que não pode é assistir a tudo como se não fosse possível barrar as ações criminosas dos governos.

Uma mobilização nacional é necessária porque qualquer medida de arrocho aprovada em qualquer estado ou município imediatamente é tomada como exemplo para ser aplicada no resto do país. Veja-se o caso da lei que deputados querem aprovar no Paraná para amordaçar os professores. Se não for barrada nesse Estado, certamente se estenderá  a todo o território nacional. Por isso, reiteramos, a necessidade de uma grande mobilização em todo o Brasil.



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