terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dez mandamentos para a Boa Convivência



I - Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive
uma voz baixa e suave. A maneira como se fala muitas vezes impressiona
muito mais do que aquilo que se fala.


II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não de importância ao
quanto lhe custa.


III - Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma coisa meiga e
animadora a uma pessoa ou a respeito dela.


IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem-estar, seus
lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram.
Deixe cada pessoa com quem encontra, sentir que você lhe dispensa
importância e atenção.


V - Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas
dores, deus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de
historias boas e aprenda a contá-las.


VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão.
Investigue, mas não argumente. E marca de ser superior... discordar e
ainda conservar a amizade.


VII - Deixa as suas virtudes falarem por si mesmo e recuse a falar das
faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Faca uma regra de
falar coisas boas aos outros.


VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não
valem a pena e freqüentemente magoam quando menos se espera.


IX - Não faca caso das observações mas a seu respeito. Só viva de modo que
ninguém acredite nelas. Nervosismo e indigestão são causas comuns para
maledicência.


X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha
paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e recebera
a sua recompensa.


Caridade: benevolência para com todos, indulgência para
as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. (LE, 886)


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